Os senadores João Alberto (PMDB) e Edison Lobão (PMDB) entraram na mira da Comissão Especial criada pelo presidente do Senado, Renan Calheiro (PMDB), por receberam salários acima do teto constitucional para servidores públicos, estipulada hoje em R$ 33,7 mil.
Levantamento feito pelo jornal O Globo e repercutida no portal Congresso em Foco, revela que o senador João Alberto de Sousa (PMDB), embolsa todo mês R$ 59,7 mil, ou seja, quase o dobro do que determina a lei.
O senador Edison Lobão não revelou quanto ganha mensalmente por conta dos cargos que exerce ou já exerceu, mas a receita como parlamentar e pensão como ex-governador, ultrapassariam o teto definido para servidores públicos.
A Constituição de 1988 acabou com a pensão vitalícia para ex-presidentes. Com base nela, os estados replicavam aos governadores. Mesmo com a mudança constitucional, algumas unidades da federação continuaram a pagar o benefício aos ex-chefes do Executivo local alegando que têm autonomia para decidir o que quiserem.
Conforme o Globo, os senadores que recebem acima do texto são: Roberto Requião (PMDB-PR) – R$ 67,5 mil, João Alberto (PMDB-MA) – R$ 59,7 mil. Garibaldi Alves (PMDB-RN) – R$ 53,7 mil, José Agripino (DEM-RN) – R$ 52,7 mil, Antônio Valadares (PSB-SE) – R$ 52,7 mil. Não informaram valores: Valdir Raupp (PMDB-RO), Otto Alencar (PSD-BA), Jorge Viana (PT-AC), Edison Lobão (PMDB-MA), José Maranhão (PMDB-PB)
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