Na próxima semana, o governador Flávio Dino vai melhorar em 30% o abastecimento de água em São Luís com a inauguração do Italuís. A obra, uma das mais importantes da história do Maranhão, é símbolo do descaso, incompetência e corrupção que dominou o estado durante os 50 anos de regime oligárquico.
Iniciado no ano de 2000, quando Roseana Sarney era governadora do Maranhão, o Italuís passou mais de 10 anos com suas obras suspensas por determinação do Tribunal de Contas da União (TCU), que identificou várias irregularidades, entre elas a falta de licenciamento ambiental, indícios de superfaturamento de preços e licitação dirigida para favorecer as construtoras OAS e Gautama.
O Italuís, à época, foi orçado em mais de R$ 300 milhões, sendo R$ 152,5 milhões para a OAS e R$ 149,4 milhões para a Gautama. A obra foi paralisada por quase dez anos, mas não se tem notícia de que alguma dessas empresas tenha sido condenada a devolver dinheiro aos cofres públicos.
As inconclusas obras do Italuís deixadas pelo governo passado são um monumento à incompetência de Roseana Sarney como gestora. Um símbolo da corrupção que marcou as décadas de domínio oligárquico no Maranhão.
Em menos de três anos, Flávio Dino consegue fazer o que em 14 anos Roseana Sarney teve a oportunidade e não fez. Basta comparar!
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