O jornalista Xavier Bartaburu percorreu 6 mil quilômetros entre as cidades que estão no livro, ouvindo e conversando com as pessoas e, em cada canto, um antes e depois animador. O que antes era esquecimento e invisibilidade, hoje é oportunidade e novos sonhos.
“Eu acho que o programa Mais IDH é um programa que vale ser replicado o máximo possível. Eu me sinto um emissário de boas notícias de grandes transformações que estão sendo feitas no estado. Foi um privilégio imenso poder conhecer essas ações, esse trabalho que está sendo feito e entrar na casa das pessoas e conhecer a história de vida delas e poder contar e registrar em algo que é perene, que é esse livro”, relatou.
As lentes do fotógrafo Fellipe Neiva captaram, segundo ele, mais que expressões e sonhos, elas revelaram vidas que passaram por grandes sofrimentos, mas que pouco a pouco esse sentimento de dor está sendo substituído pela esperança por dias melhores.
“Foram três meses de viagem pelas 30 cidades que recebem o programa Mais IDH e me surpreendeu como houve mudanças na vida das pessoas, elas passaram a ter dignidade e perspectiva de vida. É muito emocionante saber que um governo olha para essas pessoas que foram durante anos esquecidas”, comentou Fellipe Neiva.

Os autores do livro o fim do desenxergar
Pelas mãos do governador Flávio Dino, o agricultor José Elier Barros recebeu o livro, em que foi personagem, personagem de uma história real. Ele ficou cego após um acidente de trânsito, e mesmo com as dificuldades causadas pela cegueira continuou com o trabalho como agricultor em Santa Filomena do Maranhão, quando chegou até ele o apoio dado pelo governo aos agricultores familiares, Elier diversificou a produção e aumentou a renda da família.
“Eu quero que vocês passem a conhecer mais de perto o escritor desse livro que me deu a oportunidade de ser conhecido. Eu estou muito agradecido e me sinto um privilegiado, porque esse é o fim do desenxergar”, afirmou José Elier Barros cuja história inspira o título do livro.
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