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Fato inédito na política do Maranhão: candidata distribui cargos faltando um ano para a eleição

Deputada contava com o apoio do PSB

Pré-candidata promete cargos faltando ainda um ano para a eleição

A deputada federal Eliziane Gama (PPS) anda colocando o carro na frente dos bois. Faltando um ano para as eleições municipais de 2016, a pré-candidata do PPS já senta para conversar com presidentes de partidos como se já se eleita estivesse, faltando apenas chegar o dia da posse.

Para um empresário, por exemplo, ofereceu, em troca de apoio, nada menos que duas secretarias, o mesmo ocorrendo com dirigentes do PDT, PR e PTB. Eliziane, se sentindo a própria prefeita, procurou primeiro o presidente estadual do PP, Waldir Maranhão, e ouviu um sonoro não às suas pretensões de ter o partido em seu palanque.

Em sua peregrinação foi bater na porta do presidente nacional do Partido da República, ex-deputado condenado no mensalão Valdemar da Costa Neto, para propor acordo, mas acabou foi provocando reações internas contrárias, pois os dirigentes locais reprovaram sua atitude de atropelar a instâncias partidária e fecharam as portas.

Em nova tentativa de construir uma base de apoio foi procurar o presidente estadual do PTB, deputado Pedro Fernandes, a quem também ofereceu mundos e fundos. Fernandes, político tarimbado e conhecedor das trilhas por anda passa a sucessão, agradeceu a oferta, comunicou que não tem a menor interferência no diretório municipal e recomendou que ela procurasse o diretório municipal, dirigido por Pedro Lucas.

Sem encontrar amparo à sua aventura no PP,  PR e PTB, Eliziane foi se ofereceu para o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi. Prometeu até se filiar ao PDT para ser candidata a prefeita de São Luís, mas ouviu do dirigente pedetista que o partido tem compromissos com a reeleição do prefeito Edivaldo Holanda.

Para completar o revés da parlamentar pré-candidata que distribui cargos faltando um ano para a eleição, ainda teve que engolir seco a decisão do governador Flávio Dino retirar a única secretária que ela havia indicado no governo. Ameaçou romper, mas como a ameaça não incomodou ninguém,  acabou se recolhendo.

Como o PCdoB faz parte da administração Edivaldo e o PSB já disse não também, resta agora à parlamentar procurar os partidos aliados ao grupo Sarney, única alternativa para manter viva sua candidatura, que pelo visto está morrendo de inação ainda no ventre.

A falta de apoio partidário ao projeto pessoal da parlamentar, conforme comentam nos bastidores da sucessão, é decorrente de três coisas básica: faltar de confiança na palavra da deputada, falta de humildade e excesso de arrogância.

1 Comentário

  1. mariana disse:

    Sinceramente entre a aventura de Eliziane e o desgoverno de Edivaldo, fico com a primeira opção.

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