A Educação do Maranhão toma novo rumo e já dar sinais de evolução. A partir de ações concretas e voltadas para melhoria da qualidade do ensino oferecido a milhares de jovens, o Governo do Estado avança em um setor relegado a segundo plano em gestões anteriores para acabar com as escolas de barro e taipa.
O programa Escola Digna, por exemplo, que visa substituir construções precárias por prédios de alvenaria, já iniciou nos municípios de Marajá do Sena e Fortaleza dos Nogueiras, mas outros 160 já se inscreveram para participar e serão incluídos.
O “Escola Digna” prevê construção de prédios com até 12 salas de aula e capacidade para receber 300 alunos por turno, onde antes eram obrigados a assistir aula sentada em tamboretes ou no chão de terra batida e sem merenda escolar.
Paralelo a substituição das escolas de barro por modernos prédios de alvenaria, o Governo desenvolve um conjunto de ações, entre as quais, a criação do Núcleo de Educação Integral que vai investir quase R$ 150 Milhões na construção de 30 prédios escolares para a prática de estudos, pesquisas, lazer e esporte.
Como substituir construções de taipa por prédios de alvenaria não implica em mudar a qualidade do ensino, foi posto em prática o plano de valorização dos profissionais da Educação, programa que permitiu aumentar em 13% os salários e promoção na carreira para mais 12 mil professores.
A preocupação com o setor tem sido constante. Mil novos professores foram contratados, novo concurso para professores agora em novembro, eleição direta para escolha dos novos gestores em todas as escolas revelam o tratamento diferenciado do setor.
E para completar o conjunto de ações voltadas para desenvolvimento do ensino no Maranhão, o programa “Bolsa Escola” vai beneficiar 1 milhão de alunos, sendo R$ 46,00 para a compra de material escolar, por criança matriculada, o que o que vai permitir a injeção de R$ 75 milhões na economia do Estado.
0 Comentários