
Deputado Bira do Pindaré conta o apoio do presidente do PSB, Luciano Leitoa
O Partido Socialista Brasileiro (PSB) realiza neste sábado (30), no auditório Fernando Falcão da Assembleia Legislativa, o I Encontro Estadual do ano de 2016 para reafirmar a pré-candidatura do deputado Bira do Pindaré a prefeito de São Luís e, provavelmente emitir moção de repúdio à tentativa do senador Roberto Rocha se apoderar da legenda para colocar em prática seu projeto pessoal de poder.
Oficialmente, o encontro acontecerá com o objetivo de discutir e apontar viáveis para a consolidação do projeto socialista, mas na prática trata-se de uma reação à iniciativa do senador que vem pressionando a executiva nacional do PSB a intervir no diretório estadual e destituir o presidente Luciano Leitoa. A articulação de Rocha, no entanto, enfrenta forte resistência.
Segundo o presidente Luciano Leitoa, as chances do pedido de intervenção se concretizar são praticamente zero, isso porque o diretório foi eleito e para ser destituído 60 por cento do diretório nacional teria que se manifestar a favor, o que não deve acontecer. Leitoa adverte ainda que o senador sequer pertence à executiva nacional.
“Hoje será o segundo encontro que o partido faz em menos de um ano. Já fizemos um encontro com a presença do presidente do partido, Carlos Siqueira, e a gente tem a certeza absoluta que São Luís tem uma candidatura muito forte, que é a do deputado Bira do Pindaré, discutida com os segmentos e movimentos sociais”, destacou Luciano Leitoa, presidente estadual do PSB/MA.
Ele adiantou ainda que do encontro sairá o encaminhamento, que reforça o encaminhamento do Encontro anterior, e, referente à capital, será indicado o nome do candidato a prefeito. Segundo Leitoa, o nome será o de Bira.
Diante do clima de hostilidade contra o senador, ele comunicou a direção do partido que não participará do evento. Diante da notificação encaminhada ao partido, um dirigente do PSB observou: “toda vez que nós convidamos ele a participar de um encontro do partido, ele adoece alguém a família para não participar e enfrentar a realidade”.
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