Blog O Informante – O pedido do Ministério Público Estadual para quebrar o sigilo bancário da desembargadora Nelma Sarney, tem a ver com uma informação da ex-gerente do banco Bradesco, Raimunda Célia Moraes de que um depósito de R$ 123 mil teria sido feito pelo deputado estadual e genro da desembargadora Edilázio Júnior. O juiz Clésio Cunha negou o pedido do MP na semana passada.
Em depoimento ao delegado da Polícia Civil, Leonardo Bastian Fagundes, o parlamentar do PV nega que tenha feito “transferência e/ou depósitos bancários de sua conta para a conta da desembargadora”, no banco Bradesco.
O depoimento de Edilázio Júnior tem apenas uma página. O delegado Leonardo Bastian Fagundes ouviu o deputado em 6 de junho do ano passado. Dois meses antes, ele também ouviu a desembargadora Nelma Sarney.
Que dinheiro é esse?, que história é essa, que historia nebulosa, como e porque surgiu essa historia, a quem interessa possa, qual o motivo desse post, aparecer assim de repente, qual a motivação dessa notícia. Tem que ter uma razão.
Vou esperar mas detalhes. E não vou recorrer a Roberto Carlos
Quem acredita neste deputado ? nem a mãe dele.
Nem sobre tortura, o genrinho vai confessar que gez o depósito, é porisso que o juiz Clésio Coelho Cunha, nao deu a quebra do sigilo da desembargadora Nelma Sarney, ia por tudo a perder.
Ta na cara, como “papeira”, isto é dinheiro de agiotagem, ” mais de cemzim”, não se anda achando todo dia. Ele o deputado se encarregou de emprestar o dinheiro, recebeu e depositou com tudo, capital + juro. Ele é doido de dizer que depositou.
Isso envolve uma máfia da agiotagem, agem com os poderes, tudo sincronizado.
Não se combate uma ORCRIM com a facilidade que uns leigo pensa.