O ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior (PSD), segundo a pesquisa do Instituto INOP realizada no municípios de Barra do Corda, publicada pelo blog Minutos Barra nesta segunda-feira (6), aparece terceiro lugar, com 15,17% da preferência do eleitorado, na frente dos pré-candidatos Weverton Rocha, que tem 9,45% e Carlos Brandão 7,21%. A ex-governadora Roseana Sarney, que não é candidata, lidera com 38,31% e Lahércio Bonfim vem em segundo lugar com 21,14%. Josimar de Maranhãozinho segura a lanterna com apenas 0,75, mesmo sendo apoiado pelo prefeito Rigo Teles.
O percentual conferido a Edivaldo sem que ele tenha visitado ainda o município localizado na região central do Maranhão, embora conste em sua agenda, segundo o deputado César Pires, mostra a viabilidade da candidatura e “nos deixa ainda mais confiantes, pois como já disse anteriormente aqui neste blog, Edivaldo é um nome leve e de muito fácil aceitação”.
Embora alguns pré-candidatos já estejam em campanha e mobilizando estruturas gigantes, a exemplo do representante do PDT, que realizou sábado (4) mais um ato público em Presidente Dutra, município vizinho a Barra do Corda, pelo visto, não tem surtido efeito esperado junto aos eleitorado, pois Edivaldo que ainda monta sua agenda para percorrer os municípios já está na frente deles em Barra do Corda e em São Luís o fosso que o separa dos demais é enorme.
Enquanto Edivaldo foi a surpresa positiva, o chamado “Moral da BR” anda com a moral bem baixinha no município administrado por um correligionário. Maranhãozinho, que reuniu na sexta-feira (3) cerca de 56 prefeitos, se declarou candidato e cobrou lealdade, ficou abaixo de 1%, o que somente confirma que o fato de ter prefeito apoiando não significa apoio da população local
Edivaldo vai visitar Barra do Corda provavelmente em outubro, mês que deverá iniciar sua caminhada pelo interior do Maranhão para ter uma conversa franca com as populações e preparar terreno para começar a campanha pra valer.
A pesquisa foi realizada no município de Barra do Corda entre os dias 29 de julho e 3 de setembro. O INOP ouviu mais de 400 pessoas nas zonas urbana e rural.

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