
Edinho Lobão foi senador do Maranhão durante quase a metade do mandato do pai sem ter um único voto
A comissão especial da Câmara do Deputados que discute a reforma política aprovou, nesta quinta-feira (10) a manutenção dos cargos de vice-presidente, vice-governador e vice-prefeito e de suplentes de senadores que haviam sido extintos no texto original do relator Vicente Cândido (PT-SP).
A mudança do texto original foi possível mediante destaque proposto pelo PP. Cândido havia proposto o fim desses postos com o argumento de que eles não têm função definida e representam um custo para os cofres públicos. Também foi o PP que apresentou o destaque para manter os suplentes de senador. Hoje, o senador é eleito com dois suplentes.
O texto final da Comissão ainda será submetido ao plenário. Para entrar em vigor já na eleição de 2018, as mudanças precisam ser aprovadas até um ano antes da disputa do próximo ano, cujo primeiro turno será no dia 7 de outubro.
Com esta decisão, que ainda carece de aprovação do plenário, políticos, a exemplo de Edison Lobão (PMDB), poderão continuar servindo de guarda chuva para seus filhos, parentes e aderentes chegaram ao Senado sem precisar de um voto sequer.
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