A candidata da família Sarney parece não ter começado 2018 com o pé direito. Após terminar o ano atrás nas pesquisas, Roseana confirmou que terá dificuldades em compor uma coligação. Apesar da jogada do pai para amarrar PTB via governo federal, ouviu um sonoro “não” de Pedro Fernandes, que não aceitou um beija-mão a Sarney.
Terá dificuldade também de arrematar prefeitos usando os cofres federais, como anunciou. Prova disso que os tais milhões que Temer enviaria às prefeituras maranhenses nunca chegaram.
Acostumada a coligações robustas e fartura de recursos públicos, desta vez, se tiver coragem (muitos duvidam), Roseana terá que disputar a eleição sem dinheiro, sem partidos e sem votos, ou seja, a filha de Sarney tem o começo de pré-campanha mais difícil de sua carreira política.
A classe política já não teme mais as ameaças do velho oligarca, acostumado encher os palanques de Roseana com ameaça de cassar mandato de prefeitos ou perseguição de lideranças que não rezavam na cartilha da oligarquia. Sem o poder de outrora, José Sarney viu antigos aliados darem adeus ao seu grupo.
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