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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 4/ago/2026

PF: esposa de Weverton Rocha recebeu R$ 11 milhões de empresas ligadas a advogado alvo de operação sobre INSS

A investigação da Polícia Federal (PF) que deu origem a uma nova fase da Operação Sem Desconto aponta que Samya Rocha, esposa do senador Weverton Rocha (PDT), recebeu mais de R$ 11 milhões de empresas ligadas ao advogado Willer Tomaz. Nesta terça-feira (4), a PF cumpriu mandados de busca e apreensão contra familiares do parlamentar e contra o próprio advogado, após autorização do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). A ação apura um esquema de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), informa o jornal O Globo.

No entanto, ao aprofundar a análise do material, os investigadores da Polícia Federal relataram ter identificado uma estrutura mais ampla e complexa de movimentação de recursos e patrimônio. Em tese, essa rede teria sido utilizada com o objetivo de ocultar a origem e a propriedade dos valores transacionados.

A representação da PF detalha que, além dos repasses que ultrapassam R$ 11 milhões efetuados por empresas vinculadas a Willer Tomaz para a esposa do senador, foram mapeadas transferências entre pessoas jurídicas, pagamentos realizados em espécie, aquisição de bens registrados em nome de terceiros e expressivos investimentos em imóveis, veículos, aeronaves, propriedades rurais e empresas de radiodifusão.

Ao resumir a tese apresentada pelos investigadores, o ministro André Mendonça destacou que Weverton Rocha exercia um papel central na organização. Conforme os autos, o senador tinha como atribuições formular demandas, indicar os beneficiários dos recursos, cobrar a efetivação de pagamentos, acompanhar o fluxo de repasses, tratar diretamente da aquisição de imóveis, orientar providências operacionais e interferir em decisões relativas ao patrimônio do grupo.

Por sua vez, o advogado Willer Tomaz é descrito pela Polícia Federal como o operador encarregado de prover a sustentação financeira e patrimonial utilizada no esquema. Conforme a fundamentação da decisão do STF, a rede associada a Tomaz atuaria como um “hub financeiro, patrimonial e logístico”. Esse núcleo reunia um conglomerado de empresas, imóveis, aeronaves, operadores financeiros e outros ativos colocados à disposição dos beneficiários apurados, incluindo o senador maranhense.

Entre os episódios citados no processo, a PF destaca uma ocasião em que Weverton Rocha cobrou expressamente o repasse de R$ 500 mil de uma operadora financeira ligada à estrutura. Em resposta ao parlamentar, a interlocutora afirmou que consultaria a situação com Willer Tomaz e observou que a transferência entre empresas representava o caminho mais ágil para efetivar a transação. Poucas horas após o diálogo, a operadora confirmou ao senador que o montante havia sido depositado na conta bancária de sua esposa, Samya Rocha.

O outro lado

Em nota oficial, o advogado Willer Tomaz rebateu as suspeitas e sustentou que “não é investigado no âmbito da Operação Sem Desconto e não possui qualquer vínculo com o esquema de fraudes em descontos previdenciários apurado pela Polícia Federal”.

A defesa do advogado ressaltou que a ação policial “decorre exclusivamente do fato de ser proprietário da aeronave utilizada, em caráter estritamente particular, pelo senador Weverton Rocha em viagem já de conhecimento público”.

“A disponibilização da aeronave teve caráter pessoal e amistoso, sem qualquer relação com os fatos investigados. O advogado reitera que está à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários e confia na apuração serena dos fatos, certo de que sua conduta em nada se relaciona com o objeto da operação”, concluiu a nota.

  • Jorge Vieira
  • 4/ago/2026

Senador Weverton Rocha é alvo de nova operação da Polícia Federal

O senador Weverton Rocha (PDT), suspeito de envolvimento na fraude que lesou milhares de aposentados e pensionistas do INSS, amanheceu nesta terça-feira (04) com a Polícia Federal batendo na porta seus parentes. Ele é um dos principais alvo na nova fase da Operação Sem Desconto, que investiga o maior escândalo de desvio de recursos público.

A Operação Sem Desconto apura a suposta prática de crime de lavagem de dinheiro no âmbito das investigações sobre fraudes relacionadas a descontos em benefícios do INSS. Entre os alvos, além de Weverton Rocha, está o advogado amigo dele Willer Tomaz.

Ao todo, policiais federais cumprem 18 mandados de busca e apreensão expedido pelo Supremo Tribunal Federal no Distrito Federal e no Maranhão.

Segundo a Polícia Federal, as investigações avançaram após a identificação de indícios de movimentações financeiras e patrimoniais que, em tese, teriam sido realizadas com o uso de pessoas físicas e jurídicas, contas bancárias de terceiros, estruturas empresariais e operações com dinheiro em espécie, com o objetivo de ocultar a origem e a destinação dos recursos.

As diligências desta fase buscam reunir documentos, equipamentos eletrônicos e outros elementos que possam esclarecer a origem e o destino de valores movimentados, a finalidade dos repasses e a participação individual de cada investigado.

A Operação Sem Desconto apura um suposto esquema de descontos irregulares em benefícios previdenciários. Nesta etapa, a investigação concentra esforços na apuração de possíveis práticas de lavagem de dinheiro relacionadas aos fatos já investigados.

  • Jorge Vieira
  • 3/ago/2026

Cenário para o governo é de polarização, mas pode sofrer mudanças

O cenário atual da sucessão estadual no Maranhão aponta para uma polarização entre Braide e Orleans. Essa é a fotografia do momento. No entanto, eleições são processos dinâmicos, e novas configurações podem surgir quando o eleitor passar a acompanhar efetivamente a disputa.

Neste momento, a agenda eleitoral ainda pertence muito mais aos atores políticos do que à sociedade. Tradicionalmente, o grande público começa a se envolver quando têm início a propaganda no rádio e na televisão, quando os debates ganham intensidade e a campanha entra no cotidiano das pessoas. É nesse período que o jogo realmente esquenta. E, como costuma ocorrer, muitos eleitores só consolidam sua decisão na última semana antes da votação.

A eleição estadual anterior ilustra bem esse fenômeno. O senador Weverton Rocha iniciou a campanha como favorito, mas acabou transmitindo uma imagem de indefinição em um cenário nacional fortemente polarizado entre esquerda e direita. Em um ambiente político marcado por posições mais nítidas, o espaço para a ambiguidade tornou-se reduzido. De um lado, Carlos Brandão posicionou-se ao lado do presidente Lula; de outro, Lahesio Bonfim assumiu claramente uma agenda conservadora, identificada com o campo da direita. O eleitor percebeu essa dinâmica, e o resultado foi a vitória de Brandão ainda no primeiro turno, com Lahesio alcançando a segunda colocação.

A eleição de 2026 pode apresentar algumas semelhanças com aquele cenário, embora o desfecho ainda esteja completamente em aberto. O jogo continua sendo disputado. Neste momento, no entanto, é visível a polarização entre Braide e Orleans,

Um fator que pode alterar a dinâmica da corrida eleitoral é a eventual candidatura do ex-senador Roberto Rocha. Caso ela se confirme, a direita passaria a contar com um nome conhecido, trazendo consigo a experiência acumulada das disputas anteriores e a possibilidade de unificar parte do eleitorado conservador.

Nesse contexto, a estratégia atribuída por alguns analistas a Braide — de ocupar o espaço deixado pela ausência de um candidato competitivo da direita, apostando na divisão entre os grupos ligados a Flávio Dino e Carlos Brandão — poderá ser testada. Se Roberto Rocha consolidar uma candidatura viável, pode ser que esse cálculo político sofra alguma alteração.

Roberto, é fato, entra muito atrasado na disputa e sem poder de articulação para a formação de alianças. No pleito de 2018 ainda no mandato de senador, concorreu ao governo, mas teve um desempenho pífio, não conseguiu sensibilizar o eleitor conservador. Terá essa capacidade agora¿ Lehesio, pelo resultado da eleição de 2022, parece que inspira mais confiança desse eleitorado da direita e seu palanque neste pleito é o do Braide, é mais provável que seu eleitores tendam a segui-lo.

Se Roberto Rocha vai conseguir atrair o eleitor conservador é algo a conferir. Se isso acontecer pode significar algum prejuízo a Braide. O candidato Orleans também poderá ser afetado caso o candidato de centro esquerda Felipe Camarão (PT) melhore seu desempenho junto ao eleitorado.

Único candidato que tem o apoio declarado do presidente Lula para o governo do estado Camarão tende a crescer justamente na seara de Orleans. Ao ser confirmado na convenção no último sábado (01), Camarão mostrou que seu adversário é o candidato apoiado pelo governador Carlos Brandão, a quem acusa de traidor e oligarca. Camarão com Lula no palanque pode avançar sobre o eleitorado de Orleans.

Em um cenário como esse, a reorganização do campo da direita tende também a produzir reflexos no campo da esquerda, tornando a disputa mais competitiva e imprevisível. Dependendo da evolução da campanha e da distribuição dos votos, não se pode descartar a possibilidade de mudanças significativas na composição do segundo turno. A fotografia de hoje é apenas um retrato do momento; o filme da eleição ainda está longe de seu capítulo final.

  • Jorge Vieira
  • 1/ago/2026

Convenção nacional do PSTU confirma candidatura de Hertz Dias à presidência da República

O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) oficializou, na noite desta sexta-feira (31), em São Paulo, a candidatura de Hertz Dias à presidência da República e da professora mineira Vanessa Portugal à vice-presidência nas eleições de 2026. A homologação ocorreu durante a Convenção Nacional Eleitoral do partido, realizada na sede do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, reunindo dirigentes, militantes e apoiadores de diversas regiões do país.

Professor da rede pública do Maranhão, rapper e ativista do movimento negro, Hertz Dias encabeça a chapa presidencial do PSTU com a proposta de apresentar uma alternativa socialista e de independência de classe diante da extrema direita e do governo Lula. Ao seu lado estará Vanessa Portugal, professora da rede pública de Belo Horizonte (MG), dirigente sindical e militante dos movimentos de mulheres e do movimento popular.

O PSTU reafirmou que sua campanha defenderá um programa voltado aos interesses da classe trabalhadora. Entre as principais propostas estão o fim da escala 6×1 sem redução dos salários, o aumento geral dos salários rumo ao valor do salário-mínimo calculado pelo Dieese, a revogação das reformas Trabalhista e da Previdência, a defesa dos serviços públicos, a soberania nacional frente ao imperialismo e o controle das riquezas do país pelos trabalhadores.

Ao agradecer a confirmação de sua candidatura, Hertz Dias afirmou que o PSTU pretende utilizar a campanha eleitoral para fortalecer as lutas sociais e apresentar uma alternativa política construída pelos trabalhadores.

“Nossa candidatura nasce para dar voz aos trabalhadores, à juventude, às mulheres, à população negra e aos setores oprimidos que enfrentam diariamente o desemprego, os baixos salários e a retirada de direitos. Queremos apresentar uma alternativa socialista para o Brasil, construída pela mobilização da nossa classe.”

Vanessa Portugal destacou que a campanha também será um instrumento para fortalecer as lutas em defesa da educação pública, dos serviços públicos e dos direitos das mulheres.

“Vamos percorrer o Brasil dialogando com quem produz a riqueza deste país. Nossa chapa representa aqueles que resistem à exploração e às opressões e acredita que somente a organização independente da classe trabalhadora poderá transformar a realidade brasileira.”

Ativista do movimento negro, Hertz Dias foi candidato à vice-presidência da República em 2018, na chapa encabeçada por Vera Lúcia. É um dos fundadores do Movimento Quilombo Urbano, no Maranhão, que articula cultura, hip-hop e combate ao racismo, além de integrar o grupo de rap Gíria Vermelha. Vanessa Portugal atua no movimento sindical da educação em Minas Gerais e na CSP-Conlutas, com trajetória ligada às lutas das mulheres trabalhadoras e da educação pública.

Com a homologação da chapa presidencial, o PSTU inicia oficialmente sua campanha para as eleições de 2026, defendendo uma alternativa socialista e de independência de classe para o país.

  • Jorge Vieira
  • 1/ago/2026

Convenção do PCdoB aprova por unanimidade apoio a Felipe Camarão e Eliziane Gama

O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) realizou, nesta sexta-feira (31), sua Convenção Estadual, reunindo militantes e dirigentes no Hotel Gree, em São Luís. O encontro consolidou as principais definições políticas da legenda para as eleições de 2026, com a aprovação unânime das pré-candidaturas majoritárias e da nominata de pré-candidatos aos cargos proporcionais.

Também aprovado por unanimidade, a indicação da dirigente estadual do partido e ex-secretária das Cidades, Joslene Rodrigues, como pré-candidata à primeira suplência ao Senado na chapa liderada pela senadora Eliziane Gama, que disputará a reeleição, o apoio à chapa majoritária encabeçada por Felipe Camarão para o Governo do Maranhão, tendo Ricardo Rodrigues como pré-candidato a vice-governador, além da pré-candidatura de Enilton Rodrigues (PSOL) para o Senado

A convenção contou com a presença do pré-candidato ao Governo do Maranhão, Felipe Camarão (PT), da pré-candidata à reeleição ao Senado, Eliziane Gama (PT), da presidente estadual do PT, Patrícia Carlos, e do pré-candidato a vice-governador, Ricardo Rodrigues (PT), reforçando a unidade entre os partidos que integram o campo democrático e popular no estado.

Na disputa para a Câmara dos Deputados, a convenção oficializou como prioridade do partido a pré-candidatura à reeleição do deputado federal e presidente do partido, Márcio Jerry. Também foram homologadas as pré-candidaturas de Letícia Krikati e Polax para a Câmara Federal.

Para a Assembleia Legislativa do Maranhão, o PCdoB aprovou as pré-candidaturas de Régina Galeno, Glinoel Garreto, Dr. Rubens, Júlio Pinheiro, Paula Coutinho, Nivaldo Moraes e Chagão. Outras pautas relacionadas às chapas proporcionais e majoritárias serão analisadas pelo Grupo de trabalho eleitoral.

  • Jorge Vieira
  • 1/ago/2026

Pesquisa mostra favoritismo dos aliados de Braide na disputa para o Senado

A mais nova pesquisa do Instituto Veritá divulgada nesta sexta-feira (31) aponta certo favoritismo dos aliados do candidato ao governo Eduardo Braide (PSD) na disputa para o Senado. Segundo o levantamento, se a eleição fosse hoje Lahersio Bonfim (Novo) e André Fufuca (PP) seriam os novos representantes do Maranhão na Câmara Alta do Congresso Nacional.

Pelo que apresenta a sondagem do Viritá será mantida a tradição do candidato a governador que possui a preferência do eleitorado puxar os candidatos ao Senado, a exemplo de 2018 quando Flávio Dino, líder disparado nas pesquisas, elegeu Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (PT), os dois senadores que enfrentam hoje enorme dificuldade para renovarem seus mandatos.

Os número que afloraram do levantamento, revela também que o nome é suficiente para garantir a eleição. O exemplo mais acabado dessa teoria é Roseana Sarney, quatro vezes governadora, senadora, no exercício do mandato de deputada federal que aparece na quarta colocação neste reta final para inícios das campanhas autorizadas pela Justiça Eleitoral.

Outra lição que se deve tirar desta pesquisa do Veritá é que o fato de estar agarrado com o presidente Lula não significa sucesso nas urnas. Até porque quatro dos cinco candidatos melhores colocados (André Fufuca, Elziane Gama, Roseana Sarney e Weverton Rocha) se diziem candidatos do presidente Lula e só existem duas cadeiras em disputa.

Pelo apurou o instituto, Lahesio tem 39,5% de intenção de voto, Fufuca 21,8%, Eliziane 17%, Roseana 15%. Na sequencia aparece Weverton com 9,8%, Hilton Gonçalo 6,7%, Antônia Cariongo 5%, Simplício Araújo 2,4% e Franklim Douglas com 2%.

Dois fatos podem ser destacado nesta pesquisa: a recuperação da senadora Elziane, que vinha em baixa nas sondagens anteriores feitas por diversos institutos, já empatada tecnicamente na segunda colocação com Fufuca. Assim como o pífio desempenho do senador Weverton Rocha, que caminha para mais um derrota eleitoral em disputa majoritária. Em 2022, na disputa para o governo do estado, amargou o terceiro lugar, atrás de Carlos Brandão e Lahesio.

O levantamento ouviu 1.525 eleitores entre 25 e 29 de julho de 2026, com margem de erro de 2,5 pontos percentuais e confiança de 95%. Como cada eleitor pode escolher dois candidatos ao Senado, os percentuais apresentados somam 200%.

  • Jorge Vieira
  • 31/jul/2026

Candidatura de Roberto Rocha será o palanque da direita no Maranhão

Eleito senador da República em 2014 pelo PSB, partido de centro esquerda, com apoio de legenda de esquerda, a exemplo do PCdoB, sigla liderada até então pelo hoje ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, o ex-senador Roberto Rocha sofreu verdadeira metamorfose ideológica e se apresenta hoje como representante da direita na eleição para governador do Maranhão. A finalidade de sua participação no pleito é dar palanque para o filho 01 de Bolsonaro no estado onde Lula reina soberano.

Sem citar nome, o agora pré-candidato a governador pelo PRTB se apresenta como representante “daqueles que acreditam em Deus, na pátria, na família, na liberdade e na democracia”, postou mensagem Roberto em rede social na noite desta quinta-feira (30) afirmando ainda que “tentaram calar a direita no Maranhão”. Da forma como o Roberto Rocha se manifestou até parece que os maranhenses se identificam com o extremismo defendido por ele, após a mudança radical.

“Tentaram calar a direita no Maranhão. Tentaram amordaçar milhões de maranhenses que acreditam em Deus, na Pátria, na Família, na Liberdade e na democracia. Não quis a direita como aliada. Queriam a direita anulada, subjugada, amordaçada, enterrada. E no meio dessa armadilha estava o coveiro da direita. O povo é que tem o direito de escolher uma verdadeira alternativa de direita. O poder não pertence a nenhum pré-candidato. O poder pertence ao povo. Chega de ficar em cima do muro. Acabou a hora de miar. Está chegando a hora de rugir. O Maranhão Vale a Luta”, discursou Roberto Rocha.

Roberto tem todo o direito de escolher a seguir a ideologia que bem entender, a final vivemos num país que respira liberdade e que vive uma plena democracia. Agora o esquisito é vê ele falar em liberdade e ser comandado por um fascista chamado Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos de prisão pela justiça brasileira por ter tentado golpe de estado para implantar ditadura e privar o povo de liberdade e de escolher livremente seus governantes.

Roberto será candidato a governador, mesmo sem ter a menor estrutura política, apenas para dar palanque para direita do Maranhão, estado onde a grande maioria da população, segundo as pesquisas, quer a reeleição do presidente Lula. Roberto, na última vez que foi candidato a governador obteve apenas 2% dos votos e nesta eleição que se aproxima tem muito pouco a oferecer Flávio Bolsonaro, mas pode barganhar apoio de um dos dos candidatos ao governo, caso a eleição seja decidida num provável segundo turno.

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