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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 3/set/2019

Rangedor: Flávio Dino entregará novo espaço de lazer para a população no sábado (7)

O governador Flávio Dino pretende transformar os dias que antecedem o aniversário da de São Luís numa semana especial. Através de sua página no Twitter está anunciando uma programação especial para o aniversário dos 407 anos da cidade de São Luís.

“Entre as muitas inaugurações desta semana, em que comemoramos o Dia da Pátria e  aniversário de nossa capital, teremos a do Parque Rangedor”, anunciou o governador. O novo espaço de lazer da cidade será inaugurado sábado (7).

Segundo Flávio Dino, “é tema muito atual : a compatibilização entre a presença das pessoas nas cidades e atividades econômicas, mas também o respeito à fauna, à flora e ao meio ambiente”.

O novo parque que inaugurará no próximo sábado deverá se constituir  em mais um ponto turístico da capital maranhense, localizado ao longo de toda a Avenida Luis Eduardo Magalhães.

  • Jorge Vieira
  • 3/set/2019

Othelino justifica não instalação da CPI da UEMA e recebe apoio do autor da proposta

O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), manifestou-se, oficialmente, na sessão plenária desta segunda (2), em relação à constitucionalidade de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), proposta pelo deputado Dr. Yglésio (PDT), com objetivo de apurar a transferência de alunos para o Curso de Medicina da Universidade Estadual do Maranhão (Uema) em Caxias, por meio de liminares judiciais.

Para o parlamentar,  cabe à Corregedoria Geral de Justiça (CGJ) e ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apurar condutas de magistrados. “Não discordo do mérito, tão pouco da queixa e da reclamação, mas acredito que o ambiente de investigação de supostas condutas irregulares de membros do Judiciário deve ser no próprio Poder Judiciário”, acentuou, reconhecendo que “é um tema grave e merece ser tratado com a devida atenção”.

Othelino Neto explicou que a Assembleia é uma instância política e garantiu que a Casa tem dado o suporte necessário à causa, por meio dos deputados Dr. Yglésio e César Pires (PV), tendo ambos provocado o Judiciário, instância apropriada, para dar início às investigações. “De toda forma, contem  com a solidariedade objetiva e concreta da Alema, naquilo que é prerrogativa desse Poder. Inclusive, Yglésio informou que já esteve com o corregedor-geral de Justiça, que, por sua vez, já deu início ao procedimento, e César disse que a Casa pode auxiliar em uma possível representação junto ao CNJ, e, de fato, podemos auxiliar, sim”, explicou.

“Estes sim são os mecanismos mais eficientes para sermos solidários à luta dos estudantes, como por exemplo, utilizando a tribuna, onde os deputados falam para o Maranhão com ampla repercussão na imprensa local”, completou Othelino Neto.

BOA  – Após a manifestação oficial, o deputado Dr. Yglésio elogiou a conduta do presidente Othelino Neto. “Agradeço a postura republicana de sempre na condução dos trabalhos. Ficou muito claro somos todos solidários aos estudantes da Uema de Caxias. Othelino foi muito tranquilo nisso, mas também muito incisivo. E eu concordo. Acho que a gente alcançou a finalidade. Nós vamos dar esse voto de confiança que o Poder Judiciário do Maranhão merece”, acentuou.

Yglésio disse ainda que o presidente dará o suporte necessário para que a Assembleia acompanhe o processo. “De minha parte não houve nenhum tipo de constrangimento por conta da diferença de posicionamento entre nós nessa situação. Ao contrário, só nos fortalece. Chegamos ao resultado final da mesma forma, ambos levantando nossa opinião sobre o problema. E conseguimos. A sindicância foi aberta e a verdade vai aparecer. Por isso, presidente, meu muito obrigado”, concluiu.

  • Jorge Vieira
  • 2/set/2019

Carlos Brandão apresenta a ministros projetos para preservar e desenvolver Amazônia

O vice-governador Carlos Brandão participou, nesta segunda-feira (02), de reunião, em Belém (PA), com ministros e secretários do governo federal para discutir soluções e propostas para a Amazônia. O encontro é desdobramento da reunião feita na semana passada com o presidente Jair Bolsonaro.

Brandão levou proposta do Governo do Maranhão para combater as queimadas e desenvolver a região. “A solução passa pelo Fundo Amazônia e o fundo da Petrobras; são duas fontes de receita para que a gente possa executar esses planos”, afirmou o vice-governador. O Fundo Amazônia já existe e tem cerca de R$ 800 milhões. Já o fundo Petrobras ainda não tem destino certo. Ele é composto por recursos recuperados na operação Lava Jato.

De acordo com Brandão, essas duas fontes de receita poderiam viabilizar os projetos apresentados. “Eles têm como finalidade, principalmente, a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável. É perfeitamente possível preservar a Amazônia e gerar emprego e renda.”

Estiveram presentes na reunião, desta segunda-feira, todos os Estados que compõem a Amazônia Oriental (Maranhão, Amapá, Pará, Mato Grosso e Tocantins). Entre os ministros participantes, estiveram Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Ricardo Salles (Meio Ambiente) e Tereza Cristina (Agricultura).

Combate às queimadas – O secretário da Casa Civil do Maranhão, Marcelo Tavares, também, esteve na reunião e disse que os Estados da região têm uma pauta convergente em relação ao problema das queimadas na Amazônia.

“A pauta inclui apoio e reforço do governo federal em relação à regularização fundiária, que é um tema que atinge todos os Estados; a remuneração ambiental, em que as famílias de baixa renda poderão ser remuneradas pelo trabalho de guarda ambiental e até de recuperação ambiental; e o fortalecimento da estrutura de cada Estado em relação ao combate às queimadas, como renovação e aumento da frota dos bombeiros”, disse o secretário.

  • Jorge Vieira
  • 2/set/2019

Othelino Neto critica intervenções de Bolsonaro em instituições públicas

O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), na 5ª edição do podcast “Diálogo com Othelino”, nesta segunda-feira (02), criticou as interferências do presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), em instituições públicas brasileiras, essenciais para o bom funcionamento do estado democrático de direito.

Othelino Neto criticou Bolsonaro no caso do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), quando o transferiu do Ministério da Economia para o Banco Central (BC), por meio de Medida Provisória. “Parecem recados diretos em razão de que o órgão desagradou sua família quando lançou dados com relação à movimentação financeira suspeita de assessores do filho de Jair. Isso é um mau sinal para a sociedade. Não é admissível que um presidente da República promova vingança com relação às instituições”, acentuou.

O presidente da Assembleia Legislativa tratou também sobre a decisão de Jair Bolsonaro em relação à lista tríplice em que o Ministério Público Federal (MPF) indica os nomes de três candidatos ao cargo de procurador-geral da República. “Bolsonaro já avisou publicamente que não irá considerar a lista e, pior, promove um verdadeiro convite para diversos procuradores para que assumam compromissos com ele para que tenham a possibilidade de ser nomeados”.

“Essas instituições não merecem esse tipo de intervenção. São órgãos autônomos, que devem ser respeitados nas suas atribuições. Não estou dizendo que não cometem erros”, avaliou Othelino.

“De fato, o presidente da República foi eleito para interferir, mas para produzir a paz e o respeito às instituições do Brasil. Quando ele as desrespeita promove um desserviço ao país”, completou, referindo-se não só ao Coaf e ao MPF, mas também à Receita Federal e Polícia Federal (PF).

Homenagem a Alcione – A entrega da Medalha Manuel Beckman, maior honraria do Legislativo Estadual, à cantora, compositora e instrumentista Alcione Nazareth, proposta pelo deputado Wendell Lages (PMN), também esteve em pauta nesta edição do podcast. “Foi um reconhecimento àquilo que Alcione representa para a Maranhão, à música do nosso estado e do Brasil. Também por ela levar as belezas daqui para todo o país e o mundo”, disse Othelino Neto.

A solenidade foi prestigiado por parlamentares, governador do Estado, Flávio Dino (PCdoB), familiares e simpatizantes da cantora. “Aconteceu de forma muito alegre, com muita música, bem a cara da Alcione”, relatou o deputado.

O programa pode ser ouvido a qualquer hora e lugar – no computador, smartphone ou em outro aparelho com conexão à internet. Para ouvir, é necessário baixar o aplicativo Spotify ou o Soundcloud. Depois, basta buscar o nome do programa e dar play no episódio desejado. O programa também estará disponível nas redes sociais do presidente (Youtube, Instagram, Facebook e Twitter).

  • Jorge Vieira
  • 2/set/2019

Como Flávio Dino apostou na Educação e venceu a “tempestade perfeita”

Por André Cintra

Portal Vermelho – A participação do governador do Maranhão, Flávio Dino, marcou o encerramento do 10º Encontro Nacional de Educação do PCdoB, neste domingo (1º/9), em São Paulo. Recebido com grande entusiasmo por um público de cerca de 350 pessoas, Dino prestou contas da política educacional de sua gestão, que acaba de completar 56 meses – ou pouco mais de 1.700 dias. Nesse período, além de garantir o maior piso salarial do País para professores, o governador entregou 986 obras na Educação.

“Vamos chegar a mil neste ano, contando novas escolas e equipamentos como bibliotecas, laboratórios e quadras”, projetou Dino. Ao viabilizar a construção ou a reforma de centenas de colégios estaduais e municipais, o governo do PCdoB, sustentado por uma base de 16 partidos, tem inaugurado, em média, uma obra a cada dois dias. “Só neste mês de agosto, abrimos 19 escolas. Praticamente eliminamos as escolas de lata, taipa, palha e barro. Para os prefeitos, [esse novo modelo] virou um signo de qualidade da gestão.”

Após cinco décadas de hegemonia local da família Sarney, a infraestrutura precária dos colégios não foi a única “herança maldita” que Flávio Dino recebeu. A qualidade do ensino despencava. O Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) no Maranhão caiu de 3,1 para 2,8 no último ano da administração Roseana Sarney, que antecedeu o governo Dino. As frequentes greves de professores revelavam uma categoria cada vez mais desvalorizada e desmotivada. “Nos deparamos com uma tempestade perfeita, que nos exigia ‘disciplina revolucionária”, como dizem os comunistas – ou muita fé, como dizem os cristãos.”

Não havia tampouco colaboração entre o estado e os municípios. Mesmo os recursos federais foram escassos. Desde que chegou ao Poder Executivo maranhense, o governador enfrentou, primeiro, a recessão econômica do País, ainda sob a presidência de Dilma Rousseff (PT). Depois, a estagnação do PIB. Agora, para piorar, o boicote declarado do presidente “antiparaíbas” Jair Bolsonaro (PSL).

Educação e desenvolvimento

Aos professores, estudantes, pesquisadores e trabalhadores da educação que participavam do Encontro do PCdoB, Flávio Dino deixou claro que teve de fazer escolhas político-administrativas. “Chegamos a um ponto de exaurimento, e o estoque de mágica é finito”, diz. “Se eu tivesse investido, por exemplo, em asfalto, minha popularidade seria maior. Mas não houve receio de apostar diferente e fazer um governo popular, com perspectiva de desenvolvimento.”

O governo decidiu lançar projetos e iniciativas cuja verba não dependesse só do percentual do orçamento “carimbado” para a Educação. A fim de garantir que os professores maranhenses recebam o piso mais elevado do País, Dino destinou 100% dos recursos do Fundeb para a folha de pagamento. O caixa da infraestrutura escolar foi reforçado com um fundo estadual de investimento, no âmbito do Programa Escola Digna. Além de recursos do Tesouro, esse fundo é incrementado por operação de crédito do BNDES, parcerias com empresas privadas, entre outras fontes.

A inclusão é outra marca da gestão. Quando Dino assumiu o governo, o Maranhão não tinha nenhuma escola em tempo integral. Hoje, são 49. No ensino superior, o número de vagas em universidades públicas deve saltar de 3.540 em 2014 para 5.740 no começo de 2020. “A meta é dobrar até o fim do governo”, compromete-se Dino. O principal indutor da ampliação de oferta foi a criação da Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (Uemasul), instalada em Imperatriz, segundo maior município do estado, mas com campi também em Açailândia e Estreito.

Outros dois projetos enchem o governador de orgulho. O Cidadão do Mundo – uma espécie de versão maranhense do Ciência sem Fronteira –, financiou os estudos de 315 jovens pesquisadores brasileiros no Exterior. Já o Sim, Eu Posso, inspirado num programa cubano e executado junto a parceiros como o MST, tirou mais de 20 mil jovens, adultos e idosos do analfabetismo.

“Agora, esses adultos podem ler a carta dos filhos que moram em outros estados. Podem ler os preceitos bíblicos na missa. Podem usar sozinhos o caixa eletrônico”, celebra Dino, que cita como mantra uma frase do líder chinês Xi Jiping: “Para governar bem, é preciso conectar o seu coração ao coração do povo.”

2022?

Os êxitos do governo e a aprovação popular a Flávio Dino alçam seu nome à condição de potencial candidato à Presidência da República em 2022. “Eu estou doido para disputar uma eleição de novo”, brincou o governador, admitindo a hipótese de disputar o Palácio do Planalto, depois de duas bem-sucedidas festões no Palácio dos Leões.

Pelo que se viu no Encontro de Educação, os comunistas abraçam a proposta. “O PCdoB planeja lançar uma candidatura à Presidência em 2022, e o Flávio Dino é um dos nomes que a direção já está discutindo”, afirmou o vice-presidente do Partido, Walter Sorrentino. Ao que o público reagiu com palavras-de-ordem: “Novo Brasil, novo destino / Meu presidente é Flávio Dino”; e “Um, dois, três / Quatro, cinco mil / Queremos Flávio Dino presidente do Brasil”.

Há nove décadas, Washington Luís, o último presidente da República Velha, dizia que “governar é abrir estradas”. O atual chefe de Estado brasileiro parece crer que governar é “abrir” as florestas, com seu estímulo às queimadas e ao desmatamento na Amazônia. Se a candidatura de Flávio Dino se consolidar, o País terá a alternativa de eleger um gestor para quem governar, entre outras coisas, é abrir escolas. Um extraordinário avanço, já de saída.

  • Jorge Vieira
  • 2/set/2019

Aumenta rejeição do governo Jair Bolsonaro, diz pesquisa Datafolha

Pesquisa do Datafolha, divulgadas nesta segunda-feira (2) pelo jornal Folha de São Paulo, revela que a reprovação do presidente Jair Bolsonaro continua subindo e passou de 33% para 38% na comparação com o último levantamento feito em julho.

Os dados colhidos pelo Datafolha  agora mostram que popularidade do presidente está sendo corroída. A aprovação do governo Jair Bolsonaro também caiu de 33% em julho para 29%. No Nordeste, a avaliação do presidente piorou. No quesito ruim e péssimo o índice subiu de 41% para 52%. Já na região Sul a rejeição cresceu de 25% para 31%.

A rejeição maior continua sendo entre as mulheres: 43% do universo feminino o acham ruim ou péssimo, ante 34% dos homens. Outro dado significativo revelado pelo Datafolha é que 44% dos brasileiros não confiam na palavra do presidente, contra 36 que eventualmente acreditam eventualmente e outros 19% que confiam sempre.

O Datafolha quis saber ainda sobre a expectativa com o governo e obteve a seguinte resposta: 45% acreditam que Bolsonaro fará, enquanto 32% acham que fará uma administração ruim ou péssima.

Nesta nova sondagem, o instituto entrevistou 2.878 pessoas com mais de 16 anos em 175 município. (Com informações da Folha)

  • Jorge Vieira
  • 1/set/2019

Imbróglio: Boicote na negociação dos trabalhadores da saúde

Enquanto o Movimento Enfermagem Independente comemora o diálogo estabelecido com o governo estadual, e afirma que não vai ter manifestação pública no momento, a base do Sindicato dos Enfermeiros do Estado do Maranhão (SEEMA) cogitou o sequestro do governador Flávio Dino. A grave menção sobre o caso correu durante troca de mensagens entre os liderados da ex-presidente do Sindicato, Ana Léa dos Santos Costa.

O direito dos trabalhadores é legítimo, assim como a manutenção da assiste dia em Saúde da população na rede pública. Porém, a ameaça direcionada para o chefe do executivo é grave e precisa ser investigada.

ENTENDA O CASO – Na última sexta-feira (30), o governo gastou a bandeira da negociação com os trabalhadores da saúde, suspendeu a mudança na escala de trabalho da enfermagem de 36 horas e instalou a mesa de diálogo com o SEEMA e a Força Sindical do Maranhão. A reunião será, nesta segunda-feira (2), na sede do órgão.

Os trabalhadores da saúde afirmam que construíram uma agenda legítima para dialogar com o secretário estadual da saúde, Carlos Lula. Entretanto, o Movimento da ex-presidente do Sindicato, Ana Léa dos Santos, aponta em outra direção: a promoção do caos.

O Movimento Enfermagem Independente diz que: “A Nossa mobilização é legítima e todos devemos lutar contra a opressão, mas devemos ser inteligentes! Não vamos ganhar nada com agressividade nesse momento! Não sejam confundidos por pessoas que querem fazer manifestação com interesse eleitoral! Ou vocês acreditam em pessoas que estão há décadas presidindo nossos sindicatos e já estão de olho nas eleições do COREN?”.

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