Nos dias 23, 24 e 25 de outubro, São Luís vai se transformar na 10ª Ilha do Arquipélago dos Açores. Durante esses três dias, o Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM), o Instituto Geográfico de Santa Catarina (IHGSC) e a Casa dos Açores do Maranhão (CAMAR) realizarão o Congresso Internacional dos 400 anos da presença Açoriana no Maranhão, evento que reúne uma programação diversificada, que irá tratar do 4° centenário dos Ilhéus em nosso Estado.
O “Congresso Internacional dos 400 anos de Presença Açoriana no Maranhão: História, Cultura e Identidade”, pretende reunir os principais investigadores da área, com a presença de professores, estudantes, pesquisadores e escritores do Brasil, Bélgica e Portugal.
O Congresso tem como objetivo, ainda, fomentar o estreitamento das relações entre São Luís e os Açores, além de buscar desenvolver parcerias e fortalecer possíveis acordos entre as nossas instituições e as organizações dos países envolvidos.
Trata-se de um evento que contará com a participação da comunidade científica e acadêmica, visando o resgate histórico e cultural das nossas raízes. No quadro de palestrantes e debatedores, estão confirmadas as presenças de representantes de instituições internacionais, a exemplo do Governo dos Açores – Portugal, Universidade Católica de Louvain – Bélgica, Universidade de Salamanca – Espanha, Instituto Internacional Juarez Machado, Rádio e Televisão Portuguesa- RTP, Instituto Universitário de Lisboa- ISCTE, e Universidade dos Açores, bem como de outras importantes instituições brasileiras, tais como: Universidade Federal de Santa Catarina, UFMA, UEMA ,Casa dos Açores de Santa Catarina, de São Paulo e do Rio Grande do Sul, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – (PUC-SP), Universidade de São Paulo – ( USP), Fundação Catarinense de Cultura, Academia Catarinense Letras , Academia Maranhense de Letras, IEMA, Núcleo de Estudos Açorianos -UFSC, Associação dos Amigos da Fazenda Nova, Federação das Academias de Letras do Maranhão(FALMA), Academia Imperatrizense de Letras(AIL) e Academia Icatuense de Letras(AILCA), além de outras conceituadas representações.
O evento contará, também, com a presença do Diretor do Governo Regional dos Açores, Dr. Paulo Teves, que fará a conferência de abertura com o tema “Casa dos Açores como portas para as relações internacionais”.
A abertura oficial do Congresso ocorrerá às 19h do dia 23 de outubro (quarta-feira), no Convento das Mercês. Nos dias 24 e 25 acontecerão as conferências e mesas redondas. A programação contemplará, também, uma visita aos locais de referência cultural açoriana. Diante disso, no dia 26, a cidade de Alcântara será o destino dos palestrantes.
O evento tem como diretores o Professor da Universidade de Salamanca, Luiz Nilton Corrêa, e o pesquisador maranhense Paulo Matos.
A programação completa do Congresso está disponível nas redes sociais e no site www.acores400.org Enviado via UOL Mail
O pré-candidato a prefeito de São Luís, comunicador Jeisael Marx (Rede Sustentabilidade), tem usado as redes sociais com frequência para questionar a concorrência sobre o verdadeiro objetivo em conquistar a chefia de municipalidade local.
Desta vez Jeisael usou as redes para dizer algumas verdades que, segundo ele, “ninguém tem coragem de dizer”. Para o pré-candidato da Rede, “a nova política é somente uma embalagem; dentro, o conteúdo é a velha política de sempre”.
Marx diz ainda que “tem gente que quer a Prefeitura de São Luís somente como mais um troféu em sua carreira política”. E conclui: “A agonia desse ‘povo’ é com sua própria barriga e não com a barriga do Povo”.
O deputado estadual Roberto Costa, vice-presidente do MDB, disse nesta manhã de terça-feira (8) em entrevista ao programa Bom Dia Mirante, da TV Mirante, que o partido vai disputar as eleições de 2020 com candidatos próprios nas principais cidades do Estado e anunciou que os dirigentes da legenda analisam os nomes da presidente nacional do IPHAN Kátia Bogéa, do juiz federal Carlos Madeira e do ex-deputado federal Vitor Mendes para prefeito de São Luís.
O parlamentar não adiantou quando o MDB pretende bater o martelo e definir quem o representará na sucessão do prefeito Edivaldo Holanda Junior, apenas revelou que esteve reunido com o novo presidente do MDB nacional, deputado federal Baleia Rossi, e que a diretriz é para que a legenda apresente candidato próprio em todas as grandes cidades do país e que São Luís, Imperatriz, Bacabal, entre outros municípios, terão candidato a prefeito.
Partido que durante longos anos mandou na política do Maranhão, mas que virou “nanico” após duas acachapantes derrotas do grupo Sarney para o governador Flávio Dino, o MDB tentará ressurgir das cinzas em 2020 em São Luís, embora os nomes que apresente para a disputa na capital não possuam identidade com a cidade. Vitor Mendes faz política em Pinheiro, foi rejeitado pelas urnas e perdeu o mandato de deputado federal, enquanto Kátia Bogea e Carlos Madeira nunca se submeteram ao crivo das urnas.
Embora tenha tido seu nome citado por Roberto Costa, o juiz Carlos Madeira (pretende pedir aposentadoria) também é cortejado por outras legendas e, segundo comentam nos bastidores da sucessão municipal não estaria disposto a se aposentar da magistratura e ingressar na política com o carimbo de sarneysista. Recentemente, em conversa com o titular do blog Jorge Vieira, o presidente do Solidariedade, Simplício Araújo, apontou seu nome como pré-candidato do seu partido.
Pelo o que falou Roberto Costa, a ex-governadora Roseana Sarney é carta fora do baralho, pois em nenhum momento citou seu nome como pretendente a disputar o mandato de prefeito. O histórico de derrota do clã na capital, certamente deve ter pesado contra a filha de Sarney, que anunciou aposentadoria da vida pública, se arrependeu, tentou voltar, mas foi rejeitada ao ser derrotada de forma humilhante, no primeiro turno, na eleição 2018.
O plenário da Assembleia Legislativa do Maranhão aprovou, por unanimidade, na sessão desta segunda-feira (7), o Requerimento 551/19, de autoria do deputado Othelino Neto (PCdoB), presidente da Casa, propondo a realização de Sessão Solene em homenagem ao Tambor de Crioula, uma das expressões culturais genuinamente maranhenses e Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. A data da solenidade será definida e o ato deverá contar com apresentações de grupos tradicionais da manifestação.
Praticada no Maranhão desde a época da escravidão, o Tambor de Crioula, importante manifestação afro-brasileira, foi reconhecida como Patrimônio Imaterial pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 2007, na gestão do então governador do Estado, Jackson Lago, tendo Gilberto Gil como ministro da Cultura à época.
“É uma homenagem mais do que justa a esta manifestação cultural maranhense que já está arraigada em nossa história há séculos, que tem sua importância reconhecida nacionalmente e que faz com que nos orgulhemos das nossas origens e da nossa força cultural”, justificou o presidente Othelino Neto.
O Tambor de Crioula, que envolve dança circular, canto e percussão, tem sua origem ligada à resistência cultural dos negros e de seus descendentes. Atualmente, no Maranhão, vem sendo apropriado por grupos distintos e praticado por estudantes, artistas e intelectuais. Só na Grande São Luís, atualmente, há cerca de 110 grupos de tambor de crioula, alguns já com meio século de existência.
Ao visitar o sítio do PROCON ( http://www.procon.ma.gov.br), vemos a quantidade inesgotável de ações promovidas pela autarquia, agora sob comando eficiente e discreto da gestora Adaltina Queiroga, sem que exista a personificação, o exibicionismo e a promoção pessoal da referida gestora.
Ao contrário do que existia antes, a atual gestora Adaltina zela pela transparência e sem o personalismo anterior, onde qualquer ato de mera rotina administrativa era motivo de absurda e ilegal promoção pessoal.
No sitio do PROCON vemos dentre suas ações recentes, que a autarquia atendeu mais de 2 mil pessoas durante a Semana de Renegociação de Dívidas no mês de setembro. Imagine-se o carnaval que não seria se quem mandasse ainda no PROCON fosse o deputado Hildelis Duarte Júnior ou sua preposta, Karen Barros! Seria um festival de promoção pessoal, de centenas de likes no Instagram, Facebook, etc. Tudo seria motivo para holofotes, promoção pessoal e abuso de poder.
Com o fim do ano batendo na porta e as regras do jogo definido para o pleito de 2020, os partido que vão disputar o pleito com candidatos próprios, mas que ainda estudam a melhor opção, começam movimentar seus bastidores visando a escolha do nome ideal para passar pelo crivo das urnas.
O partido Solidariedade, segundo o presidente estadual, secretário de Indústria e Comércio do Estado, Simplício Araújo, vai reunir em novembro para definir quem será o candidato a prefeito de São Luís, principal colégio eleitoral do Estado.
São considerados pré-candidatos o próprio Simplício e o juiz federal Carlos Madeira, mas o partido ainda aguarda uma decisão do PDT sobre a liberação do deputado estadual Yglésio Moisés para bater o martelo.
Segundo Simplício Araújo, caso o PDT resolva liberar Yglésio para que ele possa disputar por outra legenda a Prefeitura de São Luís, o Solidariedade estará de portas abertas para recebê-lo com candidato.
O presidente estadual do SDD, no entanto, adverte que, independente da liberação de Yglésio, o partido terá candidato próprio à sucessão do prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT).
Pesquisa inédita realizada pelo Instituto Data Popular com a classe C em todas as regiões do Brasil revela que 74% desejam que a Operação Lava Jato continue. Além disso, 51% avaliam a força-tarefa como ótima ou boa. O levantamento, denominado Data Check-up Brasil – Classe C, aponta também que o apoio é seguido de uma visão crítica de 43% dos entrevistados, que afirmam que a ação prejudicou a economia do país. Essa é a primeira pesquisa com foco exclusivo nesse segmento social, que representa mais da metade da população.
Entre os que defendem a manutenção da Operação, a maioria é de mulheres (79%), com 35 a 44 anos (79%) e ensino médio e superior completos (79%). Outros 21% querem o fim da Lava Jato e 5% não souberam opinar. O percentual que avalia a força-tarefa como ruim ou péssima é de 27%.
Além disso, a maioria dos entrevistados acredita que a Lava Jato é um importante instrumento de combate à corrupção (74%) e que políticos e empresários terão um comportamento mais honesto a partir da ação (57%).
Em outra frente, para 53%, juízes e promotores utilizam a ação para perseguir adversários políticos e que a força-tarefa comete muitos excessos, impedindo que os denunciados tenham direto à ampla defesa (42%).
Corrupção – Levantamento aponta ainda que a maioria dos entrevistados percebe corrupção nos três poderes e no empresariado brasileiro. Outro dado de destaque é sobre o grau de corrupção: 92% opinaram que ela está muito presente no Poder Legislativo, 86% no Executivo, 80% no Judiciário e 87% entre os empresários.
Melhora – Apesar do contexto político, a maior parte da classe C é otimista com relação ao cenário econômico do país e aposta em uma melhora nos próximos meses (38%). Para a maioria (53%), haverá ainda um avanço na renda pessoal.
O objetivo do Data Popular é que a pesquisa, com foco específico na classe C, seja realizada mensalmente, abordando assuntos sobre opinião pública/comportamento e mercado/consumo. Nessa primeira edição, o Data Check-up Brasil – Classe C traz um panorama do cenário econômico brasileiro, corrupção e Operação Lava Jato, consumo de mídia/redes sociais e relação com instituições financeiras.
“Queremos dar voz àquela que é a maior classe social brasileira. Entender seu comportamento, hábitos de consumo e opiniões. Apesar de tamanha representatividade, essas pessoas ainda são pouco ouvidas e isso é fundamental para entendermos o contexto social e econômico atual”, afirma Marcio Falcão Lopes, Gerente de Pesquisa e Inteligência de Mercado do Instituto.
A pesquisa ouviu 1.020 pessoas com renda entre R$ 1.646,95 e R$ 4.144,67, em 33 cidades brasileiras (escolhidas a partir de critérios populacionais), sendo 19 delas capitais. A margem de erro do levantamento, realizado entre os dias 4 e 18 de setembro, é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Classe C – Para compreender quem é o público pertencente à classe C, há diferentes critérios estabelecidos por instituições e especialistas da área. O principal deles é a renda mensal. Dados do IBGE revelam que esta é a maior parcela da população brasileira, representando 51%. Segundo o Data Popular, o protagonismo dessas pessoas é crescente e formado por um público heterogêneo com poder de consumo ativo.
Data Popular – Com 17 anos de mercado, o Instituto Data Popular é uma empresa de referência quando o assunto é pesquisa e consumo popular no Brasil. O foco da sua atuação é mostrar “o Brasil de verdade”, ouvindo, por meio de pesquisas quantitativas e qualitativas, consultoria e outras metodologias o público das classes C, D e E. (Fonte Instituto Data Popular)