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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 13/fev/2020

PCdoB oficializa pré-candidatura de Rubens Jr à prefeitura de São Luís

Vereadores, lideranças comunitárias, militantes do PCdoB e simpatizantes lotaram a sede estadual do partido para a apresentação oficial da pré-candidatura à prefeitura de São Luís, do deputado federal licenciado e secretário das Cidades e Desenvolvimento, Rubens Pereira Júnior.

Cercado pela militância do partido, de sete vereadores da capital, do deputado federal e presidente do PCdoB (MA), Márcio Jerry, além do vice-prefeito de São Luís e presidente do Diretório Municipal, Júlio Pinheiro, Rubens mobilizou a militância do partido para o desafio de consolidação de sua pré-candidatura.

“Hoje é apenas o anúncio da nossa pré-candidatura porque o lançamento dela acontecerá quando nos desincompatibilizarmos do cargo de secretário, mas já temos esse gesto forte aqui com a presença de sete vereadores com mandato”, disse Rubens ao cumprimentar os aliados.

O Presidente do Diretório Estadual do PCdoB, deputado Márcio Jerry destacou a força da pré-candidatura de Rubens como um gesto legítimo do partido. “Nós, que tivemos o protagonismo nas últimas eleições municipais sempre construindo alianças, temos agora o direito de nos apresentarmos, com candidatura de Rubens para o povo de São Luís e ele representa a todos nós, e com ele vamos vencer”, disse.

Em sua fala, Rubens agradeceu ao PCdoB pela honra de ser anunciado pré-candidato. “São Luís é a cidade onde eu nasci e trabalho, onde acompanho o governador Flávio Dino em toda sua caminhada. É aqui que estou estudando e me preparando para esta oportunidade”, relembrou.

Rubens afirmou que todo o acúmulo da sua trajetória política foi justamente para chegar neste momento, e ter condições, tanto de vence as eleições, mas especialmente de fazer um grande governo, representando e defendendo o legado social do ex-presidente Lula e também o legado do governador Flavio Dino, pelas grandes mudanças que vêm fazendo em nosso estado.

Participaram do evento os vereadores Astro de Ogum, Antônio Garcez, Marcelo Poeta, Fátima Araújo, Concita Pinto, Afonso Manoel e Oswaldo Muller.

Para Astro de Ogum, a candidatura de Rubens Júnior é a esperança de mais desenvolvimento da cidade. “Escolhi Rubens Junior porque acredito que ele é a pessoa certa para melhorar São Luís, porque vejo nele credibilidade e capacidade para fazer o melhor”, disse.

Preparo e legado – Durante o diálogo com os militantes do PCdoB e aliados, Rubens Jr. disse que se sente preparado para o desafio de ser o candidato a prefeito do partido.

Durante o diálogo com os militantes do PCdoB e aliados, Rubens afirmou que todo o acúmulo da sua trajetória política foi justamente para chegar neste momento, e ter condições, tanto de vence as eleições, mas especialmente de fazer um grande governo.

“Eu me preparei a vida inteira para esse momento, fui duas vezes deputado estadual, líder da oposição ao governo Roseana Sarney na Assembleia, depois defendendo a presidente Dilma na condição de deputado federal e agora com a oportunidade de fazer uma gestão no executivo. Em 2009, vim para o PCdoB, são 10 anos de história sem nunca ter me afastado do partido, disse.

Rubens também explicou que sua pré-candidatura tem, entre outros objetivos, manter o legado social do ex-presidente Lula e também o legado do governador Flavio Dino, pelas grandes mudanças que vêm fazendo em nosso estado.

“Vou para as ruas, dentre tantas coisas para debater a cidade de São Luís, mas também para defender esses legados. A elite do Maranhão incomoda até hoje quando vê que pagamos o maior salário de professor do Brasil, que atemos o maior contingente de policiais, que a gente construiu mil escolas. Queremos fortalecer esse modo de fazer política, sempre voltada para quem mais precisa”.

Movimento Diálogos por São Luís – Rubens também detalhou os planos para construir um Plano de Governo com a participação de todos os ludovicenses.

A criação do movimento tem como objetivo discutir soluções de desenvolvimento da cidade com toda a população a partir de quatro eixos: Primeira Infância, Combate à Pobreza, Desenvolvimento Urbano Sustentável e Inovação Tecnológica.

“Faremos um grande movimento 65 para levar à cidade uma proposta de Plano de Governo que não pode ser feito só por mim, mas que vai ter as mãos de todos nós”, finalizou.

  • Jorge Vieira
  • 13/fev/2020

Othelino Neto inicia agenda em Imperatriz com visita à Câmara Municipal

O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema), deputado Othelino Neto (PCdoB), acompanhado por uma comitiva de deputados, fez uma visita de cortesia à Câmara Municipal de Imperatriz, nesta quinta-feira (13). Os parlamentares foram recebidos pelo presidente da Casa, vereador José Carlos Soares, que agradeceu a presença dos deputados na principal cidade da Região Tocantina.

Na ocasião, Othelino Neto, acompanhado de sua esposa, Ana Paula Lobato, presidente do Grupo de Esposas de Deputados do Maranhão (Gedema), reforçou o convite para que os vereadores participem da quarta edição do programa “Assembleia em Ação”, que acontece nesta sexta-feira (14), no Hotel Imperial, a partir das 9h.

O chefe do Legislativo Estadual destacou a importância da relação do Parlamento maranhense com as Câmaras Municipais, uma vez que são os vereadores que conhecem a realidade local e têm um contato mais direto com a população.

“Os vereadores conhecem bem as realidades regionais, as dificuldades pelas quais passam a população e, por isso, valorizamos sempre esses momentos. No ‘Assembleia em Ação’, sempre que podemos, visitamos as Câmaras, conversamos com os presidentes e os vereadores, para estreitarmos mais essa relação e, assim, termos mais informações do que acontece no nosso estado”, ressaltou.

O vereador José Carlos Soares elogiou a iniciativa da Assembleia Legislativa em andar pelas cidades para conhecer a realidade de cada região e, assim, construir uma legislação estadual mais justa.

“Quando se ouve o povo, da forma como a Assembleia está fazendo, naturalmente a legislação do estado melhora e a vida da população do povo maranhense também vai melhorar”, assinalou José Carlos.

  • Jorge Vieira
  • 13/fev/2020

Projeto garante prazo de 90 dias para que consumidor regularize água, sem corte

A Comissão de Infraestrura do Senado aprovou projeto de lei que garante ao consumidor residencial de água e esgoto inadimplente o prazo de noventa dias para quitar seu débito antes que a empresa fornecedora possa realizar o corte. O projeto determina ainda que, durante esse período, será garantido o fornecimento diário de cinquenta litros de água por pessoa residente na casa, com o esgotamento sanitário correspondente. Mas esse benefício só ocorrerá uma vez por ano civil, contado a partir do início da carência de vencimento da primeira fatura. O projeto foi relatado pelo senador Weverton e é de autoria do senador Plínio Valério (PSDB/AM).

“O acesso ao fornecimento de água e esgoto é um direito fundamental, uma questão de respeito à dignidade humana em suas necessidades mais elementares”, argumentou o senador Weverton, que fez um relatório favorável à aprovação do projeto. Segundo ele, o texto apresentado pelo senador Plínio Valério é equilibrado por manter o serviço, sem impor condições insustentáveis, do ponto de vista econômico, para as empresas prestadoras. “Ao assegurar que, durante noventa dias, seja suprido um mínimo de água diário, capaz de satisfazer as exigências humanas fundamentais, a proposição estabelece um patamar suficiente de dignidade, ao mesmo tempo em que garante que as empresas continuem funcionando, sem que haja risco de falência por não pagamento dos serviços”, explicou.

O projeto de lei será analisado agora pela Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor do Senado.

  • Jorge Vieira
  • 13/fev/2020

Duarte Júnior pode ser fundamental para concretizar o segundo turno

A confirmação da pré-candidatura do deputado estadual Duarte Júnior pelo PRB, partido da base governista que tem em seu quadro de filiados o vice-governador Carlos Brandão, é o fato novo do período que antecede as convenções partidárias com potencial para garantir o segundo turno na eleição para prefeito de São Luís.

Goste ou não da forma polêmica como o parlamentar desenvolve seu mandato, é público e notório que sua performance junto ao eleitorado ludovicense, segundo as pesquisas realizadas até agora, é a melhor entre os pré-candidatos da base governista, embora a grande maioria do eleitorado ainda não tenha despertado para o pleito de outubro próximo.

Levando em consideração as últimas pesquisas realizadas por vários institutos em 2019 e uma do Data Ilha no início de 2020, é inegável que a confirmação de sua candidatura o torna, neste momento, o nome mais forte da base do Governo Flávio Dino para a disputa na capital maranhense, onde o favoritismo tende para o candidato Eduardo Braide (Podemos).

Não se pode esquecer que na eleição para deputado em 2018, Duarte foi eleito com a maior votação de São Luís e agora vem aparecendo com a melhor cotação entre os pré-candidatos da base governista.

O parlamentar, ex-dirigente do Procon-MA, teve um o início de mandato marcado por polêmicas com seus companheiro de plenário. Primeiro inventou um concurso público para contração de dois cargos de confiança, depois foi acusado de copiar projetos de colegas ou pedir para assinar e depois dá ampla publicidade como se fosse de sua autoria.

Duarte, que neste momento, possui bom desempenho nas pesquisas em relação aos demais concorrentes da base governista, conta com muita desconfiança da classe política que apoia Flávio Dino. É comum se ouvir pelos corredores da Assembleia que em caso de uma disputa entre ele e Braide no segundo turno, votariam no candidato do Podemos.

O vice-governador Carlos Brandão, que teve papel fundamental para a aceitação de Duarte no PRB, se mostrou bastante entusiasmado durante o ato de filiação do parlamentar, em Brasília, com a presença de dirigentes nacionais da legenda, que abençoaram seu projeto político para 2020.

  • Jorge Vieira
  • 12/fev/2020

Em debate em plenário, Dr. Yglésio enquadra Wellington do Curso

A sessão legislativa desta terça-feira (11), foi mais um dia que o deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) se utilizou de todos os expedientes para bravejar contra o governador Flávio Dino (PCdoB).

Do Curso subiu na Tribuna para falar de redução do ICMS da gasolina, salários de professores e sobre o Centro de Formação de Praças da Polícia Militar do Maranhão.

Acontece que o deputado Wellington do Curso (PSDB) ainda não definiu seu espectro ideológico.

Ora propõe um estado mínimo, com redução (ou eliminação) do ICMS. Depois propõe investimento público, que requer dinheiro oriundo de arrecadação fiscal, a exemplo do ICMS da gasolina.

Ao ser convidado para fazer uma visita técnica ao Centro de Formação dos Praças da PM, o deputado Dr. Yglésio aceitou o convite e enquadrou o deputado Wellington.

“Deputado Wellington, eu ficarei feliz em acompanhar V. Exa. para fazer essa visita, e é por isso que eu concordo que é necessário um olhar mais carinhoso aí com a Polícia Militar do Maranhão, e discordo de V. Exa. com o que tem sido propagado nas redes sociais, de V. Exa. incitando a população a tentar fazer com que o ICMS seja zerado, né, o ICMS, por exemplo, do combustível hoje ele rende R$ 2,5 bilhões, por ano, ao Governo do Estado. E aí eu fico a me perguntar, onde quem defende essa ideia de zerar os combustíveis, o ICMS dos combustíveis, acha que vai aparecer dinheiro, então, por exemplo, fazer a reforma tão necessária de um centro como esse.”, rebateu o Dr. Yglésio ao demonstrar a incoerência do deputado tucano.

Ao tentar relacionar aumento de impostos com aumento da pobreza, o deputado Wellington pegou outra enquadrada.

“Deputado, o que aumentou foi a miséria em decorrência de programas sociais que a gente tem necessidade de transferência. Infelizmente o governador do Maranhão não toca política macroeconômica, não é responsável por falhas de condução de política econômica, não é responsável por exemplo, por não aumento de Bolsa Família, não é responsável por não aumento de salário mínimo dentro da média. Então há uma série de coisas que V. Ex.ª acusa o governador Flávio Dino que são de uma irresponsabilidade tamanha com a veracidade das informações.”, enquadrou.

Logo em seguida o deputado Wellington pediu arrego da discussão.  “Deputado Yglésio, eu vou voltar o meu pronunciamento, isso foi pauta do pronunciamento anterior.”, fugiu da discussão.

  • Jorge Vieira
  • 12/fev/2020

Flávio Dino aparece em terceiro lugar em pesquisa para presidente

El País – A aprovação do Governo de Jair Bolsonaro se mantém estável, sua reprovação caiu e, se as eleições fossem hoje, o presidente largaria na frente em todos os cenários. É o que mostra levantamento realizado pela consultoria política Atlas Político entre os dias 7 e 9 de fevereiro. A pesquisa aponta que, até o momento, os principais rivais de Bolsonaro são o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-juiz Sergio Moro. Sem o petista e o ministro da Justiça na disputa, o presidente aparece com 41% das intenções de voto, com larga distância entre o segundo colocado, o apresentador Luciano Huck (sem partido), com 14% dos votos. Atrás deles estão o governador do Maranhão, Flavio Dino (PCdoB), com 13%, e o governador de São Paulo João Doria (PSDB), com 2,5%.

A quantidade de eleitores indecisos ou que declararam voto branco ou nulo é expressiva, chegando a 27%. O percentual é muito próximo da realidade das presidenciais de 2018, quando essa faixa do eleitorado bateu 30%. Por outro lado, as abstenções diminuem significativamente quando Lula e Moro entram na disputa. Neste cenário, o total de votos brancos, nulos e indecisos fica em 9%. Bolsonaro e Lula brigam pelo primeiro lugar, com 32% e 28% das intenções de voto, respectivamente. Moro, que tem refutado oficialmente qualquer intenção de disputar a presidência como rival do atual presidente, segue logo atrás, com 20%, seguido de Huck (6%), Dino (3%) e Doria (0,6%). A pesquisa foi realizada na Internet via convites randomizados com 2.000 pessoas, entre os dias 7 e 9 de fevereiro, em todas as regiões do país. A margem de erro é de 2% para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

O cenário em que Lula disputa a eleição é meramente hipotético hoje. Condenado em segunda instância no processo do tríplex, mesmo solto desde novembro, o petista não pode se candidatar, já que se enquadra na Lei da Ficha Limpa. Seus advogados, no entanto, tentam anular a condenação, questionando a atuação do então juiz Sergio Moro no caso. O pedido começou a ser julgado no Supremo Tribunal Federal no ano passado, mas foi interrompido por um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes. Caso a maioria dos ministros do STF decidam que Moro atuou de forma parcial, a condenação do ex-presidente no caso do tríplex volta à estaca zero, retornando para a primeira instância. Neste caso, Lula deixaria de ser ficha suja e estaria livre para se candidatar.

Em linhas gerais, a pesquisa do Atlas Político de agora mostra cenários bastante parecidos com o de 2018. Naquele ano, o PT lançou Lula candidato enquanto o petista ainda estava preso. Os levantamentos mostravam que ele liderava com folga em todos os cenários. Mas, impedido de disputar, o ex-presidente acabou substituído no último instante do prazo para o registro de candidaturas pelo ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad. As intenções de voto no “candidato de Lula” despencaram, mas ainda assim Haddad foi para o segundo turno. Bolsonaro foi eleito com 55% dos votos, contra 44% do ex-prefeito paulistano.

Esse cenário se repete nesta pesquisa. Se o segundo turno das eleições fosse hoje, um candidato apoiado por Lula —qualquer que fosse ele—também ficaria em segundo lugar nos dois cenários criados pelos pesquisadores. Contra Jair Bolsonaro (45%), um candidato apoiado por Lula teria 35% dos votos. O percentual do indicado pelo petista permanece parecido (36%) quando a disputa é contra Sergio Moro. O que muda, no entanto, é que o ministro ganharia com ainda mais folga, com 54% das intenções de voto.

Otimismo com a economia

O levantamento também mediu a aprovação do Governo Bolsonaro, que se manteve estável: 29% agora, contra 27% em novembro de 2019. Enquanto isso, a reprovação registrou uma queda de cinco pontos percentuais, de 42% em novembro, para 37% agora. O otimismo com a gestão Bolsonaro também se reflete sobre as expectativas para a economia: metade da população diz acreditar que a situação econômica do país deve melhorar nos próximos seis meses. Ainda houve uma ligeira melhora na percepção sobre a criminalidade e a corrupção. Trinta por cento dos brasileiros dizem acreditar que a criminalidade está diminuindo —contra 27% em novembro do ano passado— e 26% disseram o mesmo sobre a corrupção, contra 17% em novembro.

O ciclo de deterioração do ministro Sergio Moro, observado desde as revelações dos diálogos entre ele e os procuradores da Lava Jato pelo The Intercept Brasil, também parece que está se revertendo. A aprovação do ex-juiz cresceu seis pontos de novembro para cá, batendo 54%. Em maio do ano passado, no entanto, ele era avaliado positivamente por 60% dos entrevistados. No mês seguinte, as mensagens começaram a ser reveladas, em reportagens de diversos veículos, dentre eles, o EL PAÍS, e a aprovação de Moro chegou a cair para 50%.

A pesquisa também avaliou a imagem de outros políticos e personalidades junto aos entrevistados. Enquanto Moro lidera o ranking dos que tiveram maior avaliação positiva (54%), seguido de Bolsonaro (43%) e Paulo Guedes (43%), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM) aparece com o maior índice de avaliação negativa (66%), seguido de João Doria (64%) e Fernando Haddad (59%).

  • Jorge Vieira
  • 12/fev/2020

Deputado aponta “silêncio comprometedor” de Hans River na CPMI das Fake News

Vice-líder do PCdoB, deputado federal Márcio Jerry (PCdoB) afirmou nesta terça-feira (11) que o silêncio de Hans River do Rio Nascimentos na CPMI das Fake News era “comprometedor”. Ex-funcionário da Yacows, empresa apontada como envolvida em campanhas de mensagens direcionadas durante as eleições de 2018, Hans foi convidado para prestar esclarecimentos sobre o trabalho de disparos de mensagens via WhatsApp nas eleições de 2018, mas se negou a responder às perguntas dos parlamentares.

“Cada ausência de resposta é a confirmação do que estou falando. O senhor está aqui, de maneira desrespeitosa, deixando de responder a questões essenciais”, questionou Jerry, que não obteve resposta.

Como testemunha, ele chegou a alegar na Comissão que prestou serviços para o PT e que foi aliciado pela jornalista da Folha, Patrícia Mello Campos. Uma reportagem da Folha de São Paulo publicada em dezembro de 2018, no entanto, mostra que a agência foi contratada para a campanha do presidente eleito, Jair Bolsonaro, atualmente sem partido, na época filiado ao PSL.

“Consignarei mais uma pergunta para o silêncio comprometedor da testemunha. O senhor falou aqui uma, duas, três vezes sobre o PT. Eu quero que o senhor apresente uma circunstância plausível, crível, que as pessoas acreditem”, disse Jerry.  Hans afirmou então que ‘não daria resposta’, e Márcio Jerry concluiu: “Por que não tem”.

Em nota divulgada no início da noite de hoje, a Folha afirmou que reagirá as declarações feitas na CPMI. “A Folha repudia as mentiras e os insultos direcionados à jornalista Patrícia Campos Mello na chamada CPMI das Fake News. O jornal reagirá publicando documentos que mais uma vez comprovam a correção das reportagens sobre o uso ilegal de disparos na campanha de 2018.”

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