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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 15/jun/2020

Municípios vão receber R$ 10,5 bilhões a menos em 2020, estima CNM

Em 2020, os gestores municipais vão ter que apertar o cinto para fechar as contas. Isso porque a queda na arrecadação de impostos durante a crise do novo coronavírus vai diminuir em mais de R$ 10,5 bilhões o valor repassado através do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A Lei Orçamentária Anual (LOA) previa um repasse de R$ 115,1 bilhões. Por conta da pandemia, a estimativa atual é que no fim do ano o valor total do FPM seja de 104,5 bilhões. A projeção foi feita pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), com base nos dados do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias do Ministério da Economia.

O FPM é um valor que municípios recebem para complementar o orçamento. Ele é constituído de uma parcela do que é arrecadado pela União em impostos federais. De acordo com a legislação, 22,5% do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) são transferidos aos municípios, de modo proporcional à população. Por isso, os valores do FPM e do Fundo de Participação dos Estados são afetados pela crise econômica.

“Eles são parcelas de arrecadação total do IR e do IPI. Quando a arrecadação desses tributos cai, o FPM cai também. Quando você tem uma queda de atividade econômica, como o que aconteceu esse ano, você tem menos lucro líquido, porque as empresas não estão vendendo. Com isso, há menos arrecadação de impostos sobre os produtos e sobre a renda”, explica o professor de finanças do IBMEC de Brasília, William Baghdassarian.

Para tentar aliviar o impacto sobre municípios, o governo federal publicou em março uma medida provisória que “congelou” os valores do FPM e do Fundo de Participação dos Estados (FPE) de março a junho. Sem essa MP, o impacto seria grande. Apenas em junho, por exemplo, sem contar a recomposição, o FPM será 36% menor do que o valor repassado no mesmo período do ano passado. Em maio, a redução foi de 23,5%.

Em entrevista exclusiva ao Brasil 61, o presidente da CNM, Glademir Aroudi, afirmou que a ajuda do governo federal não cobre a menor arrecadação de tributos estaduais e municipais. “Em boa parte dos municípios do Brasil, a maior parte da arrecadação é o FPM. O governo está fazendo uma recomposição de 23 bilhões e nós teremos uma queda de arrecadação até o final do ano na ordem de 74 bilhões. Isso nos preocupa muito”, alerta.

A prefeita de Campo Alegre (AL), Pauline Pereira, lembra que a pandemia de covid-19 aumentou os gastos dos municípios. “O FPM é sem dúvidas o principal repasse federal e a mais importante fonte de receitas dos municípios alagoanos. Especialmente agora que os municípios estão sofrendo com a queda das receitas próprias como o IPTU, o ISS e o ITBI”, explica ela, que é também presidente da Associação dos Municípios Alagoanos.

Adicional de 1%

Nos meses de julho e dezembro, nos quais normalmente há uma queda de arrecadação nos impostos, também há um repasse extra de 1% dos tributos federais. Esses valores também serão menores do que o esperado. Em junho, o valor previsto com base na LOA era de R$ 4,581 bilhões, mas o valor repassado deve ser de R$ 4,549 bilhões, R$ 32 milhões menor. Já o valor de dezembro terá uma redução mais impactante. A estimativa atual da CNM é que sejam repassados R$ 4,343 bilhões, R$ 339 milhões a menos que a previsão original.

  • Jorge Vieira
  • 15/jun/2020

Abuso de poder econômico: Pré-candidatos na mira do Ministério Público Eleitoral

O Ministério Público Eleitoral deve ficar atento aos abusos de poder econômico que vem sendo praticado nesta pré-campanha. A distribuição de vale compra que se viu no final de semana no Cohatrac, no valor de R$ 70,00, com a presença da deputada estadual e pré-candidata a prefeita de São Luís Detinha (PL) é um verdadeiro acinte à justiça eleitoral e um crime digno de punição severa e exemplar.

O ato para a distribuição de vale compra, com todas as características de crime eleitoral, mas desfaçado de ação social amplamente divulgado nas redes sociais da Associação  BVBB e da própria pré-candidata a prefeita de São Luís é uma velha prática do deputado Josimar de Maranhãozinho, esposo da deputada, ao longo da BR-316 onde montaram feudos recorrendo a distribuição de dinheiro às famílias mais vulneráveis.

O pior de tudo é que o dinheiro arrecadado numa live do cantor Tom Cleber teria sido doado pelo casal de deputados e empresas com contratos gordos na Prefeitura de Zé Doca administrada pela irmã de Maranhãozinho e cunhada da deputada, conforme denunciou o blog Maramais. Mas segundo tomou conhecimento o blog do Jorge Vieira, o Ministério Público já analisa as imagens que foram disponíveis nas redes sociais para a tomada da providência.

É bom lembrar que o deputado estadual e pré-candidato a prefeito de São Luís, Duarte Júnior (Republicanos) foi penalizado com uma multa de R$ 10 mil por ter colocado em placas de outdoor em avenidas de grande circulação de veículos propaganda considerada antecipada apenas por ter divulgando a imagem e nome do deputado, pré-candidato a prefeito da capital. Neste caso de distribuição de dinheiro, no entanto, multa serviria apenas para beneficiar o infrator.

O caso da deputada é muito grave, pois pode ser considerado compra de voto. Na sua página pessoal, a própria pré-candidata postou uma imagem da sua presença no local, seguida da mensagem anunciando o benefício em outros 30 bairros da periferia, ou seja, a tal Associação supostamente vai continuar sendo usada como escudo da pré-candidata para novos delitos.

“A ação social Tenha Coração, resultado da arrecadação da live do Tom Cleber, iniciou-se hoje, no bairro do Cohatrac. Serão mais de 5 mil famílias beneficiadas e 30 bairros percorridos. Parabenizo a Associação BVBB @ciavembb, em nome do presidente Leandro Sávio, por toda organização do evento. É uma alegria para mim poder apoiar esse projeto tão bonito, no qual me identifico muito, pela forma cuidadosa e generosa que está sendo desenvolvido. Vamos seguir juntos nessa missão!”, promete a deputada.

O blog entrou em contato com a assessoria de comunicação da Procuradoria Regional Eleitoral que informou que, até o momento, 10h30, não existe nenhuma denúncia formulada pro uma promotor eleitoral contra a parlamentar, porém observou, que poderá acontecer até o final desta tarde de segunda-feira. O material divulgado em redes sociais, segundo informou uma fonte do blog, já foi encaminhada ao MPE.

 

  • Jorge Vieira
  • 15/jun/2020

Morre o deputado Zé Gentil vítima de Covid-19

Vítima de Covid-19, morreu nesta madrugada de segunda-feira (15) o deputado estadual Zé Gentil (Republicanos), que estava internado em um hospital em Teresina desde o dia 7 de junho após contrair a doença. O enterro será no Cemitério de São Benedito às 9h, sem a presença de público.

O parlamentar é pai do prefeito de Caxias, Fábio Gentil e estava no seu quarto mandato. Com seu falecimento assume a titularidade do mandato o deputado estadual Edivaldo Holanda Braga que atualmente está no exercício do mandato por conta da licença do deputado Marcelo Tavares, secretário Chefe da Casa Civil.

Com o falecimento do parlamentar, a cidade de Caxias tem mais uma perda no seu quadro político. Recentemente, em 2018, o município foi abalado com a morte do então presidente da Assembleia Legislativa, Humberto Coutinho, esposo da deputada Cleide Coutinho.

 

  • Jorge Vieira
  • 14/jun/2020

São Luís é a quinta cidade do país com menor ritmo de contágio da Covid-19

O “ritmo de contágio” do novo coronavírus continua desacelerando na capital. A taxa atual de 1.12 elevou a posição de São Luís no ranking das cidades com a menor aceleração do ritmo de contágio da Covid-19, a capital agora ocupa a 5ª colocação. O levantamento foi realizado pela plataforma Farol Covid, que analisou a situação das 124 cidades mais afetadas pela pandemia no país entre o fim de maio e o começo de junho.

Segundo o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, a taxa atual de São Luís significa que uma pessoa está transmitindo a doença para pouco mais de uma pessoa e o ritmo de contágio talvez seja o dado mais importante que se possa verificar para entender a mudança da doença.

“O ritmo de contágio significa saber se estamos num caminho de aumento ou diminuição do número de pessoas infectadas. Verificar que São Luís está entre as cidades do Brasil com o menor indicador de contágio, com o fator de transmissão diminuindo, nos dá esperança. Nossa meta é chegar próximo de zero e quanto mais próximo desse índice quer dizer que conseguimos ter o controle da doença”, explica.

Ocupando os primeiros lugares no ranking aparecem as cidades de Porto Alegre/RS (0.99), Fortaleza/CE (1.03), Duque de Caxias/RJ (1.06) e Manaus/AM (1.07). Nas últimas colocações estão São Vicente/SP (1.84), Benevides/PA (1.89), Abaetetuba/PA (1.97), Tucuruí/PA (2.05) e Curuçá/PA (2.07).

Ocupação dos leitos – O mais recente boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde mostra que a taxa de ocupação dos leitos exclusivos para coronavírus na Grande Ilha continua caindo. A ocupação dos leitos clínicos é de 23,80%, já os leitos de UTI que atualmente têm recebido pacientes de outros municípios, estão com 78,75% de ocupação.

A diminuição da taxa de ocupação dos leitos vai possibilitar ainda o início do processo gradual de devolução de leitos privados e/ou a mudança de perfil das novas unidades para outras especialidades.

 

  • Jorge Vieira
  • 14/jun/2020

Pré-candidato Rubens Jr lança movimento Diálogos por São Luís

O deputado federal licenciado, ex-secretário da Secretaria de Cidades e pré-candidato a prefeito de São Luís, Rubens Jr (PCdoB), lança, nesta segunda-feira (15), o movimento Diálogos por São Luís. A transmissão do evento acontecerá através das redes sociais do parlamentar.

“Nós estamos criando o Diálogos por São Luís para debater diversos temas importantes e encontrar novas soluções para velhos problemas. Este movimento só pode acontecer de forma participativa”. Por conta da pandemia da Covid-19, os encontros serão virtuais e terão dinâmicas que garantam a participação coletiva.

Conforme explicou Rubens, o movimento Diálogos pelo Maranhão foi criado pelo governador Flavio Dino (PCdoB) no período da pré-campanha de 2014. Objetivo era debater o estado, montar um plano de governo, e depois, executá-lo com excelência. “É exatamente isso que queremos fazer por São Luís”, finalizou.

O evento acontece a partir das 19h, com transmissão nas redes sociais do pré-candidato. Nas duas vezes que o governador Flávio Dino,lançou mão deste recurso para conversar com a população, os resultados foram positivos. Se elegeu em 2014, reelegeu em 2018 e ainda ajudou a eleger os três senadores, sem um em 2014.

Rubens Júnior, que deixou a secretária de Cidades e renovou sua licença na Câmara Federal para ser candidato do PCdoB com a anuência Dino, dispõe de pesquisas internas com resultados animadores quando associado sua imagem o  do governador e do ex-presidente Lula.

 

  • Jorge Vieira
  • 13/jun/2020

“Acho estranho que o presidente da República se dedique o tempo todo a estimular a prática de crimes”, diz Flávio Dino

Em entrevista a CNN, nesta sexta-feira (12), o governador Flávio Dino (PCdoB) condenou a política agressiva do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e a sua orientação para que facções que defendem seu governo invadam e filmem hospitais que estão servindo para tratamento de pacientes infectados pelo coronavírus.

Segundo o governador é preciso que o presidente da República abandone a agressividade, deixe de se omitir da temática da covid-19 e pare de incentivar a violência, como os episódios ocorridos recentemente em que hospitais foram invadidos por facções bolsonaristas num flagrante desrespeito a pacientes, médicos e aos próprios invasores.

“Nós precisamos que o presidente da República abandone essa posição agressiva porque não se trata apenas de se omitir diante da temática do coronavírus. É algo mais grave, além de se omitir ele se ocupa agora de sabotar. Agora tivemos este ato mais recente em que ele estimula que haja invasões a hospitais num triplo desrespeito”.

Para Dino, o presidente desrespeita: “em primeiro lugar os doentes que não podem ter sua privacidade invadida, em segundo lugar aos profissionais de saúde que estão lá trabalhando segundo novas técnicas que deve ser respeitadas e em terceiro lugar um desrespeito aos próprios invasores na medias que eles estão se expondo a ficarem doentes”.

Flávio Dino diz ainda: “eu acho muito estranho que o presidente da República se dedique o tempo todo estimular a prática de crimes como esse e criar um clima realmente muito difícil para que haja um trabalho em conjunto”.

  • Jorge Vieira
  • 13/jun/2020

Parlamentares articulam criação de Frente para Fortalecimento do SUS

O senador Weverton Rocha (PDT) e o deputado federal Márcio Jerry (PCdoB) estão recolhendo assinaturas para propor, no Congresso Nacional, a criação da Frente Parlamentar Mista pelo Fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Os parlamentares, ambos em postos de liderança nas Casas Legislativas, pretendem, a partir do colegiado, assegurar a estruturação de uma política pública de saúde universal e de qualidade no Brasil.

“A Frente Parlamentar, que nós estamos chamando de Frente SUS, é fundamental para agendar como estratégico o debate e a formulação de políticas de fortalecimento do Sistema de Saúde do nosso país. Neste momento da tragédia estamos percebendo, todos, sua importância fundamental, mas nas condições de agora, não há sustentabilidade. Por isso, é preciso que a gente o reformule, o fortaleça e assegure recursos e condições para o atendimento de nosso povo. Este poderá ser o grande legado desta pandemia”, definiu Jerry, um dos proponentes.

De acordo com os requerentes, a Frente atuará na articulação e na mobilização para defesa do Sistema dentro do Congresso Nacional, na interlocução com as entidades representativas e, sobretudo, com a sociedade. Atualmente, o SUS atende cerca de 80% da população brasileira, o equivalente a 190 milhões de pessoas.

“O modelo do SUS de assistência ampla de saúde recebeu o merecido reconhecimento mundial agora durante a pandemia. Mas sempre foi um modelo de excelência com pouco apoio. Mais que nunca precisamos defender o SUS e garantir financiamento para que toda a população possa ser atendida”, assegurou Weverton.

Para a criação de uma frente parlamentar, são necessárias 171 assinaturas, que devem ser encaminhadas à Mesa Diretora, junto com o estatuto do colegiado.

1 732 733 734 735 736 2.789

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