É comum em cada sucessão, seja municipal ou estadual, os partidos lançarem um plantel de pré-candidatos para que seus dirigentes tenham o que negociar nas composições das alianças; assim como é comum que a medida que vai se aproximando as convenções o quadro comece a enxugar por conta da realidade conjuntural ou inviabilidade eleitoral.
Este ano não tem sido diferente, já chegamos a ter quinze pré-candidatos, dois ficaram pelo meio do caminho e ainda restam treze com a possibilidade de mais dois desistirem ou serem rifados até o prazo limite para a realização das convenções. Neste cenários encontram-se os deputados estaduais Detinha (PL) e Wellington do Curso (PSDB).
A deputada, ao que tudo indica, lançou sua candidatura dentro de um ambicioso projeto político articulado pelo seu esposo, deputado federal Josimar de Maranhãozinho, que visa viabilizar sua candidatura ao senado ou governo do Estado nas eleições de 2022. Se o parlamentar federal conseguir seu objetivo, que é garantir apoio futuro de um dos grupos que de fato vão disputar a eleição na capital, a deputada poderá sair do páreo.
O problema maior, no entanto, deverá ocorrer no PSDB, que tem a pré-candidatura do deputado estadual Wellington do Curso lançada desde que ele conseguiu a reeleição em 2018 e agora vê o presidente estadual do partido, senador Roberto Rocha, que detém o controle do diretório municipal, anunciar publicamente que tem compromisso com o candidato Eduardo Braide.
Embora continue dando declarações de que não vai desistir da candidatura, do Curso não tem como reagir, pois caberá ao diretório municipal decidir se aprova ou não sua participação no pleito, Como tudo indica que, se depender dos tucanos, WC estará fora do jogo sucessório, pois quem aprova candidatura é a convenção e contra determinação da lei eleitoral Wellington nada pode fazer.
Pelas últimas declarações de Roberto Rocha, a puxada de tapete de WC parecer ser fato consumado.
O deputado estadual Roberto Costa, coordenador eleitoral do MDB para as eleições municipais deste ano, prometeu para nesta terça-feira (25) anunciar o rumo que o partido irá tomar em relação a sucessão em São Luís, porém existe a expectativa de que mais um vez o anúncio seja adiado por falta de sinalização das candidaturas preferenciais quanto a aceitação das condições impostas.
Inicialmente Costa, que é vice-presidente estadual do MDB, havia prometido um posição oficial da legenda para o dia 15 desde mês e informou que o partido somente fará composição se lhe for garantido a indicação do vice. Conversou com Eduardo Braide (Podemos), Neto Evangelista (DEM) e Duarte Júnior (Republicanos), mas nenhum deles teria aceitado a condição imposta para ter o sigla na aliança.
Como os três candidatos ainda avaliam se aceitam ou não o MDB indicar o vice, é mais provável que o partido adie novamente a definição de sua posição. Comentários de bastidores indicam que, caso Braide, Neto ou Duarte não aceitem que a legenda indique o vice, a alternativa seria se coligar com o candidato do Solidariedade, Carlos Madeira, que já teria sinalizado que aceita a companhia de um emedebista.
A única certeza que existe entre os dirigentes do MDB é que uma candidatura própria, por falta de um nome que esteja disposto a se submeter ao sacrifício, estaria descartada. Por isso ainda não perderam a esperança de que os líderes partidários da aliança que apoia Neto Evangelista abram mão da indicação do vice e se submetam à exigência do MDB.
Segundo publicou nesta segunda-feira o blog do John Cutrim, Roberto Costa vai conversar nesta terça-feira com a ex-governadora Roseana Sarney, maior liderança do partido, para tratar sobre o assunto, mas tudo indica que o anúncio será adiado novamente.
O deputado estadual Yglésio Moyses (PROS) usou as redes sociais para acusar o federal Rubens Júnior de plagiar uma de suas propostas na área de primeira infância. Escreveu assim o twitter:
“Alguns da imprensa reclamam que não se divulga projetos pra cidade. Meu plano de governo pra São Luís está 98% pronto, mas não divulgo. Por quê? Por conta das cópias e copiadores. O pessoal não muda nem pra 101 reais ou 99, copia até o valor, mas não explica como. Eu expliquei.”
https://twitter.com/dryglesio/status/1297859848420438022?s=20
O tweet acusa o deputado federal e também pré-candidato à prefeitura de São Luís, Rubens Jr. de plagiar um tal PAPI.
Em pouco tempo, Yglésio foi desmentido pelos fatos. Rubens não só já havia proposto uma agenda de renda básica sobre a primeira infância, como já vem discutindo com a sociedade e especialistas sobre o tema, desde o ano passado.
Em dezembro, Rubens anunciou a primeira infância como uma das prioridades de sua agenda. Já no dia 9 de julho, como mostram os registros em vídeos em suas redes sociais, Rubens defendeu um conjunto de propostas para a Primeira Infância. Entre elas, a criação de um programa de Renda Básica para as crianças.
Para piorar, nem o próprio Yglésio conhece o detalhamento da proposta. Se no twitter ele disse que o valor da renda básica seria de R$ 100, no Instagram, o valor dobra para R$ 200.
A proposta que o pré-candidato do PCdoB, Rubens Jr, divulgou hoje vídeo em suas redes sociais é de uma Renda Criança. O auxílio, no valor de R$ 100 seria destinado a cada família carente com criança de 0 a 6 anos. A contrapartida seria a presença na rede pública escolar e carteira de vacinação em dia.
As eleições municipais caminham para por fim a oligarquia dos Coutinho no município de Matões. A aliança do candidato a prefeito Gabriel Tenório (PP) com o vice o Gilmar Almeida (PDT) fez ressurgir as esperanças da população em reconquistar sua liberdade. Após grandes mobilizações nos povoados Quilombo, Santa Luzia, e diversas outras localidades, domingo(23), foi a vez do povoado Mucambo de Ferro dar seu grito de liberdade. “É esse reconhecimento que nos mostra que estamos no caminho certo e que falta pouco para a renovação que queremos”, observou Tenório.
A aceitação de Gilmar Almeida como vice de Gabriel Tenório é unânime por onde a caravana da renovação passa. Gilmar representa uma base oposicionista consistente, em consonância com o povo, muito diferente do atual prefeito, que nem vice tem e continua seguindo rumo ao ostracismo político, pois além da dificuldade para encontrar uma companheiro de chapa, perdeu o apoio do povo.
Ao contrário do atual gestor, a pré-campanha de Gabriel Tenório e Gilmar Almeida ganha adesões a cada dia. Já o prefeito continua em decadência, apesar de todo recurso financeiro que dispõe, porém, falta-lhe carisma e comprometimento para com o povo, o que fez com que a base governamental perdesse muitos aliados.
Segundo dirigentes da aliança PP/PDT, Mucambo de Ferro em peso, apoia e confia nas propostas de Gabriel Tenório, pois, acredita que ele é a renovação política que Matões almeja. “A população matõense nos mostra a outra face do dizer mais popular que existe, manda quem pode, obedece que tem juízo. Aqui, está nítido que quem manda é o povo, e, não há dinheiro capaz de comprar a dignidade de um povo desacreditado em um gestor municipal negligente”, diz Tenório.
“Gabriel Tenório, é a esperança renascida no coração desse povo já não calejado de mentiras e promessas, cada dia que passa, a população evidencia essa vontade de mudar, o declínio desse governo decadente é algo inevitável, pois o ápice vem ao lado do povo, e o povo está conosco”, enfatiza Gilmar Almeida.
Natural de Grajaú (MA), Sálvio Dino era jornalista, advogado e escritor. Membro da Academia Maranhense de Letras, ocupava a cadeira n° 32. Foi fundador da Academia Imperatrizense de Letras, da qual foi vice-presidente em 1991/1992.
Sálvio Dino também teve destacada trajetória na política maranhense. Foi eleito vereador de São Luís em 1954 e reeleito em 1958. Em 1962, elegeu-se deputado estadual do Maranhão. Após, foi cassado, em 1964, pelo golpe militar. Em 1974, foi novamente eleito deputado estadual e prefeito do município de João Lisboa no período de 1989 a 1997.
Além do governador Flávio Dino, Sálvio Dino é pai do procurador da República, Nicolau Dino, do advogado Sálvio Dino Júnior e do empresário Saulo Dino. Era casado com Iolete Aranha de Castro e Costa. Neste momento de dor pela perda do ente querido, a Assembleia Legislativa solidariza-se com os familiares e amigos, a quem manifesta sinceros pêsames.
Deputado Othelino Neto
Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão
Por meio de suas redes sociais o prefeito Edivaldo Holanda Junior manifestou sua solidariedade ao governador Flávio Dino pelo falecimento do seu pai, o membro da Academia Maranhense de Letras, ex-deputado estadual, ex-prefeito do município de João Lisboa e ex-vereador de São Luís, Sálvio Dino.
“Não há palavras que possam amenizar a dor neste momento de profunda tristeza, mas rogamos a Deus conforto e consolo a todos os familiares e amigos”, disse o prefeito de São Luís.
Edivaldo decretou luto oficial de três dias no município de São Luís “em memória de Sálvio Dino”, disse em seus perfis nas redes sociais.
Em nota oficial divulgada à imprensa Edivaldo destacou a trajetória política de Sálvio Dino, que iniciou sua trajetória pública como vereador de São Luís em 1954, sendo eleito para dois mandatos, além de ter sido eleito deputado estadual por duas vezes e prefeito do município de João Lisboa (1988 e 1996).
Edivaldo também destacou a vida literária de Sálvio Dino, que foi membro da Academia Maranhense de Letras, tendo publicado 13 obras.
O governador Flávio Dino anunciou nesta manhã de segunda-feira, através das rede sociais, o falecimento do seu pai, o ex-deputado estadual Sálvio Dino (88 anos).
A confirmação do falecimento foi informado pela direção do Hospital Carlos Macieira, onde ele estava complicações provocadas pela Covid-19.
Ex-prefeito do município de João Lisboa e deputado cassado em 64, Sálvio Dino, tinha problemas cardíacos e contraiu a Covid-19. Após ser internado em Imperatriz foi encaminhado para São Luís, onde encontrava-se em tratamento e veio a óbito.
