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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 5/mar/2021

Flávio Dino diz que ação contra Bolsonaro visa levantar o debate se vale mentir no exercício do poder

Em postagem nas redes sociais, nesta sexta-feira (5), o governador Flávio Dino (PCdoB) diz que a queixa crime que apresentou ao Supremo Tribunal Federal contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por calúnia visa levantar o debate se é compatível com a legalidade mentir deliberadamente no exercício do poder.

“Ação penal que propus contra Bolsonaro no STF visa gerar o debate: é compatível com a legalidade o uso rotineiro e intencional da mentira como método de exercício do poder? E objetiva conter agressões reiteradas. Todos os ofendidos podem entrar com ações judiciais em tais casos”, observa o governador.

Na queixa crime proposta contra o presidente, Dino alega que Bolsonaro teria cometido crime de calúnia ao afirmar em entrevista a Rádio Jovem Pan que ele teria negado pedido do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) para que a Polícia Militar do Maranhão oferecesse segurança ao presidente em visita que faria ao município de Balsas. A acusação, no entanto, foi rechaçada pelo governador.

No documento encaminhado ao STF, entre outros argumentos, o governador questiona: “A mentira pode ser usada deliberadamente no debate político? O presidente da República, com suas elevadas atribuições, pode costumeiramente mentir?”.

O governador afirma que o fato alegado por Bolsonaro para cancelar sua visita a Balsas em outubro do ano passado nunca existiu e que nem houve qualquer negativa por parte do governo do Maranhão.

Nesta quinta-feira, o ministro do STF, Marco Aurélio Melo, decidiu encaminhar a queixa crime apresentada por Flávio Dino para a Câmara dos Deputados se manifestar, pois cabe a ela, segundo a Constituição, autorizar a instauração de processo contra um presidente.

  • Jorge Vieira
  • 4/mar/2021

Deu na Folha: Investigação da PF aponta deputado Josimar Maranhãozinho em esquema de desvio de emendas

Os parlamentares citados são Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-PB) e Bosco Costa (PL-SE). Seus nomes aparecem em documentos obtidos na Operação Ágio Final, deflagrada pela PF maranhense em 3 de dezembro de 2020.

A operação investiga um esquema de extorsão contra prefeituras que foram beneficiadas com as emendas obtidas pelos deputados.

O cabeça da organização seria o agiota Josival Cavalcanti da Silva, conhecido como Pacovan, dono de postos de gasolina no estado que seriam usados para lavagem de dinheiro.

Segundo a PF, Pacovan se apresentava junto a prefeitos como responsável por obter as emendas junto aos deputados envolvidos no esquema. Em troca, exigiria deles a devolução de uma parte do dinheiro como pagamento de propina, em valores que poderiam chegar a 25%.

Esse desvio ocorreria por meio de contratos com empresas de fachada. Uma parte seria repassada aos deputados, mediante comissão de Pacovan e seu grupo.

A ação da PF foi possível após denúncia feita no ano passado por um dos prefeitos abordados pelo grupo, Eudes Sampaio (PTB), de São José do Ribamar (MA), que não se reelegeu.

“O conjunto de elementos probatórios obtidos no decorrer da investigação aponta que Josival Cavalcanti da Silva (Pacovan) atuou como mentor intelectual da associação criminosa, arregimentando pessoas e recursos de modo a viabilizar as extorsões praticadas em desfavor do prefeito Eudes Sampaio”, diz relatório assinado pelo delegado da PF-MA Itawan de Oliveira Pereira, com data de 17 de dezembro.

Para viabilizar a extorsão, Pacovan contava com os serviços de subordinados, entre eles os irmãos Abraão Nunes Martins Filho, vereador em Itapecuru-Mirim (PDT), e Adones Gomes Martins.

Eles teriam como função ameaçar prefeitos que resistissem ao pagamento da propina. Também faz parte da quadrilha, segundo a PF, o ex-prefeito de Água Doce (MA) Antonio José Silva Rocha (PSDB), conhecido como Rocha Filho.

Na casa de Rocha Filho, a PF apreendeu papéis com referências aos repasses federais. “Foram encontrados na residência de Rocha Filho diversos documentos relacionados com repasses federais destinados a municípios do interior do Maranhão, além de planilhas com valores e nomes de prefeituras relacionados”, afirma o relatório.

Um dos documentos, uma lista manuscrita, indica três emendas destinadas a São José do Ribamar, mencionando os deputados responsáveis por elas.

Também são citados os valores totais dos repasses e a propina a ser cobrada do prefeito, correspondente a 25% do recurso obtido do Orçamento federal.

A lista menciona emendas de R$ 4.123.000 do deputado Bosco Costa (R$ 1.030.750 referente à parcela de 25%), de R$ 1.500.000 de Josimar Maranhãozinho (R$ 375 mil de propina) e R$ 1.048.000 de Pastor Gil, com R$ 262 mil de propina.

“Os valores discriminados na anotação são idênticos aos valores de emendas parlamentares constantes na notícia crime encaminhada pelo prefeito de São Jose de Ribamar”, afirma o relatório da PF.

Os nomes dos parlamentares também aparecem em uma mensagem de WhatsApp trocada entre o filho de Pacovan, que trabalha com o pai, e Abraão Nunes Martins Filho, um dos responsáveis por fazer a cobrança da extorsão, geralmente com uso de intimidação e violência.

Outro indício foi obtido a partir de mensagem de Pacovan cujo destinatário é um assessor do prefeito Sampaio.

Nele, o agiota relata que esteve em Brasília “pela segunda vez” tratando da liberação das emendas pelos deputados. Após citar os três parlamentares e os valores que conseguiram, ele diz que vai levar os parlamentares pessoalmente ao encontro do prefeito, supostamente como forma de pressionar pelo recebimento da propina.

“Caso haja alguma dúvida, trarei os deputados epigrafados aqui ao Maranhão, mas precisamente no seu município pra dirimir toda é qualquer dúvida”, escreve Pacovan.

Há também referências a uma pessoa identificada como “Fernando do Dep.Hildo Rocha [MDB-MA]”. Segundo Pacovan, ele estaria “ciente de que todas essa emendas são de deputados ligados a mim”.

Não há referências a emendas de Rocha, no entanto.​

De acordo com a PF, o esquema se repetiria em outros municípios maranhenses. A citação aos deputados, por enquanto, não configura prova do envolvimento deles. A apuração em questão se limitou a suposta extorsão que era feita. No relatório final da operação enviado à Justiça, o delegado pediu para poder compartilhar as informações com o grupo da PF que investiga políticos com foro, que fica em Brasília.

Nesse grupo da polícia, antes mesmo do inquérito do Maranhão, já havia outra investigação sendo feita, especificamente sobre desvio de emendas da saúde –essa corre no Supremo Tribunal Federal. Em decorrência dessa apuração, em 9 de dezembro, a PF deflagrou a operação Descalabro, e fez busca e apreensão em endereços ligados a Josimar Maranhãozinho. Na época, divulgou ter encontrado R$ 2 milhões em espécie no escritório parlamentar dele em São Luís (MA).

Nessa operação, chamada de Descalabro, o deputado é investigado por suspeita de fazer parte de um esquema semelhante ao investigado pela PF maranhense, de desvio de dinheiro de emendas destinadas à saúde. O caso está sob sigilo.

OUTRO LADO
Procurada, a assessoria do deputado Josimar Maranhãozinho disse que não se pronunciaria por não ter tido acesso ao relatório.

Em dezembro de 2020, o parlamentar afirmou ao G1 que destinou mais de R$ 15 milhões aos municípios maranhenses de forma legal. O montante encontrado no escritório seria referente a sua atividade pecuária e empresarial.

Por meio de sua assessoria, o deputado Pastor Gil disse que desconhece a existência de lista que o cite. “Nunca compactuei com qualquer esquema de desvio de dinheiro público”, declarou.

O parlamentar afirma que destinou emenda para a cidade de São José de Ribamar dadas as carências do município. “Por conhecer bem a situação de São José de Ribamar e, claro, ter tido mais de 2.000 votos do povo ribamarense é que procurei o então prefeito, Eudes Sampaio, e garanti a ele que encaminharia uma emenda parlamentar para ajudar na área da Saúde”.

“Assim foi feito. Foi liberado e ficou na responsabilidade do prefeito a aplicação da verba destinada”, declarou.

Já o deputado Bosco Costa disse que “tem por norma não comentar o trabalho da Polícia Federal ou autoridades judiciárias”. “Entretanto, esclarece que não tem relação com a emenda citada, visto que a mesma não é de sua lavra”, afirmou, por meio da assessoria. ​ (Folha de SP)

  • Jorge Vieira
  • 4/mar/2021

Covid-19: “sistema hospitalar de São Luís está à beira de um colapso eminente”, diz infectologista Antonio Augusto

Em live transmita pelo Canal Institucional da UFMA no Yotube na terça-feira (2) para discutir medidas de prevenção contra o coronavírus na Universidade Federal do Maranhão, o professor e infectologista Antonio Augusto Moura da Silva advertiu que “o sistema hospitalar de São Luís está à beira de um colapso eminente”.

“Os dados do Boletim Epidemiológico em São Luís denunciam que estamos chegando mais próximo da nossa capacidade máxima de leitos de atendimento nos hospitais. Já na cidade de Imperatriz, nessa última semana, o sistema de saúde entrou em colapso, com a taxa de ocupação de leito atingindo o limite, e pacientes sendo transferidos em situação de urgência para a capital”, enfatizou.

Segundo o infectologista, o quadro que já é crítico tende a agravar ainda mais. Para ele, daqui a trinta dias, haverá uma estimativa de 190 pacientes necessitando de tratamento intensivo em São Luís, sendo que, até a semana passada, o número de leitos disponíveis em UTI era de 159.

Na previsão do professor da UFMA, “a necessidade de leitos clínicos ultrapassará a capacidade potencial máxima de expansão em 180, considerando que, no primeiro pico da epidemia, o sistema contava com 600 vagas de leitos clínicos. Essa projeção prevê uma grande probabilidade de que o sistema hospitalar de São Luís esteja num colapso iminente, tendo duas ou três semanas para colapsar de fato”, observou.

Antonio Augusto chamou também a atenção para o fato dos dois maiores hospitais privados de São Luís estarem com 100% de ocupação em UTI Covid, um deles com fila de espera de seis casos. “Esses hospitais estão fazendo um esforço hercúleo de ampliar o número de leitos para atender aos pacientes que estão chegando e sempre com fila de espera. Isso, tecnicamente, é a saturação do serviço de saúde”, analisou.

Para o infectologista, a primeira coisa que deveríamos fazer no Brasil para controlar a pandemia seria uma grande campanha de comunicação. “Acredito que muitas pessoas sabem o que está acontecendo, mas, talvez, não tenham a dimensão real do perigo potencial que o mundo está enfrentando. A sociedade não tem esse conhecimento, e, infelizmente, voltar qualquer atividade presencial significa colaborar para que a transmissão continue”, advertiu.

  • Jorge Vieira
  • 4/mar/2021

Câmara Municipal de São Luis adota medidas restritivas e suspende atividades presenciais

A Câmara Municipal de São Luís suspenderá as atividades presenciais no período de 8 a 14 de março. A medida foi tomada após reunião entre os 31 vereadores, realizada na tarde dessa quarta-feira (3), tendo em vista o aumento dos casos de Covid-19 na capital maranhense e em todo o estado.

O objetivo da medida é restringir ainda mais a circulação de pessoas nas dependências do Palácio Pedro Neiva de Santana, sede do parlamento municipal, evitando assim o contato direto de pessoas e, consequentemente, a contaminação pelo novo coronavírus.

Nesse sentido, a medida foi tomada levando-se em consideração, principalmente, a preservação da saúde e segurança dos servidores da Casa. Dessa forma, todas as atividades da Câmara serão realizadas remotamente, a partir da próxima semana.

As sessões ordinárias da Casa serão transmitidas por meio do sistema virtual. Durante a reunião, os parlamentares decidiram não suspender as sessões, tendo em vista que, neste momento de pandemia, é uma das obrigações da Câmara de Vereadores prestar a assistência adequada aos ludovicenses.

“Enquanto a Casa estiver fechada, ações de dedetização e sanitização serão realizadas em todos os setores do Legislativo. Decidimos ampliar as restrições no parlamento, devido ao aumento exorbitante dos casos de Covid-19 em todo o estado”, complementou o presidente da Câmara, vereador Osmar Filho (PDT).

Restrições – As novas medidas restritivas da Câmara Municipal acompanham as mais recentes medidas anunciadas pelo Governo do Estado, de combate ao coronavírus. Esse é um reflexo da harmonia dos poderes, em prol da segurança e preservação da saúde de toda a população.

O parlamento ludovicense já havia adotado uma série de medidas, desde 2020, para restringir a circulação de pessoas em suas dependências. Entre elas, destacam-se: a realização de sessões ordinárias no formato híbrido; a diminuição da quantidade de servidores no plenário; o fechamento da galeria pública – mesmo assim, o público pôde continuar acompanhando as sessões por meio das redes sociais da Câmara e através do seu canal no YouTube; e o estabelecimento do sistema de rodízio nos setores. Também foram disponibilizados pontos de álcool em gel, para que os servidores higienizassem as mãos e profissionais de saúde foram destacados para fazer o aferimento da temperatura.

  • Jorge Vieira
  • 3/mar/2021

“Este é o pior momento da história do Brasil”, diz Flávio Dino sobre crise sanitária e social

Crítico da gestão do presidente Jair Bolsonaro, o governador Flávio Dino disse que “este é o pior momento da história do Brasil” e que acredita que “os livros de história contarão isso daqui algumas décadas”.

A declaração foi dada na manhã desta quarta-feira (3), durante entrevista coletiva em que anunciou novas medidas restritivas no Maranhão, para conter o avanço da Covid-19.

“Temos, portanto, um quadro excepcional que exige atitudes desde as mais simples, porém imprescindíveis, até às mais complexas. No caso das atitudes simples, porém vitais, sublinho mais uma vez e sempre a urgência de haver uso de máscaras pela população. Isto é um elemento central hoje”, assegurou Dino.

Ele pediu que os maranhenses não acreditem em versões disparatadas, criminosas segundo as quais o uso de máscaras faz mal à saúde.

“Mesmo que sejam altas autoridades a difundir essas falácias: não acreditem. Basta raciocinar em termos bem simples, claros. Por que os médicos e médicas, profissionais de enfermagem, da saúde quando estão nos hospitais trabalham com máscaras? Será que eles estão prejudicando a sua saúde? Eles estão protegendo a sua saúde e a dos pacientes”, disse o governador do Maranhão.

Na coletiva, o governador suspendeu, entre os dias 5 e 14 de março, festas, shows e eventos. Estabelecimentos comerciais na ilha de São Luís só podem abrir a partir das 9h e deverão fechar até às 21h. Serão ampliadas frotas de ônibus administradas pelo Governo do Estado e escolas e universidades da rede pública e privada estão com aulas presenciais suspensas.

O governador garantiu que a fiscalização nos estabelecimentos comerciais será mais rigorosa, será lançado um edital de 1.000 vagas para artistas maranhenses e o serviço público estadual presencial fica suspenso nesse período (exceto os serviços considerados essenciais).

  • Jorge Vieira
  • 3/mar/2021

Secap diz que gestores municipais podem requerer investimento para ações de fomento ao setor agropecuário até 31 de março

A Secretaria de Estado de Articulação Política (Secap), por meio do Programa de Assistência Técnica aos Municípios (Promunicípios), informa que a Plataforma +Brasil, disponibilizou Programa do Ministério Das Agricultura Pecuária e Abastecimento para Apoio a Projetos de Desenvolvimento e Fomento do Setor Agropecuário. Os municípios interessados em participar do programa têm até o dia 31 de março de 2021.

O objetivo do programa é apoiar projetos de desenvolvimento e fomento ao setor agropecuário para incentivo à produção agropecuária de pequeno e médio porte, disponibilizando meios para aquisição de máquinas e equipamentos agrícolas e de processamento agroindustrial.

O Programa também oferece oportunidade de realização de obras agropecuárias de desenvolvimento rural, tais como construção e readequação de estradas vicinais.

Os interessados devem se cadastrar até o próximo dia 31 de março de 2021, por meio da Plataforma +Brasil, usando o código do Programa: 2200020210002

Segundo o Assessor de Monitoramento e Suporte Institucional da Secap, José Antônio Viana Lopes, os municípios que aderirem ao Programa têm uma boa oportunidade para aquisição de financiamento de ações na área agropecuária.

“Neste momento em que grande parte dos recursos estão sendo direcionados para combate à epidemia do novo Coronavírus, é fundamental que os municípios consigam ter acesso à outras formas de garantir recursos para a realização de obras. A Secap está à disposição para orientar os gestores nessa missão”, disse José Antônio.

Critérios para Seleção

Existência de dotação orçamentária para atendimento aos projetos.

Aprovação dos aspectos técnicos das propostas apresentadas.

Atender a critérios de legalidade estabelecidos pelo Decreto n 6170/2007 e alterações, e
pela Portaria Interministerial 424/2016 e alterações.

Estar em situação de adimplência na União, mediante ao SIAFI, CADIN, CAUC e, ainda na administração Estadual e Municipal.

Promunicípios 

O Programa Promunicípios, coordenado pela Secap, oferece assistência técnica às cidades para que os gestores possam produzir e apresentar projetos adequados às exigências técnicas dos Governos Federal e Estadual, garantindo que os municípios encaminhem melhor as suas demandas, de modo a adequar os procedimentos da administração às exigências legais.

Recentemente a Escola Superior de Magistratura do Maranhão (Esmam) e o Tribunal de Contas do Estado (TCE), aderiram à parcerias institucionais com o Governo do Maranhão para ampliar ainda mais a qualificação das gestões nos âmbitos legais.

 

  • Jorge Vieira
  • 3/mar/2021

Deputado protocola pedido de CPI para investigar reajuste de combustíveis no estado

O deputado estadual Duarte Junior (Republicanos) conseguiu as quatorze assinaturas necessárias para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito  (CPI) na Assembleia Legislativa do Maranhão  para investigar os reajustes de preços dos combustíveis nos postos que comercializam o produto no estado.

Além do próprio Duarte, assinaram os deputados Ana do Gás, Carlinhos Florêncio, Ciro Neto, Daniella Tema, Detinha, Fábio Macedo, Hélio Soares, Hildo Amaral, Leonardo Sá, Mical Damasceno, Vinícius Louro, Wellington do Curso e Zé Inácio.

“Não podemos ficar passivos diante dessa série de aumentos nos combustíveis. Precisamos investigar a fundo os reajustes de preços praticados. Por isso, é necessário a realização de uma CPI para possibilitar um serviço mais transparente e verificar se de fato o reajuste está sendo passado de forma correta aos consumidores”, esclarece Duarte.

Caso a Mesa Diretora da Casa instale a CPI solicitada através de requerimento, a investigação se baseará nas relações de consumo, previstas no artigo 24, incisos V e VIII, da Constituição Federal.

1 591 592 593 594 595 2.789

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