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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 9/ago/2021

Lula prepara carta aberta sobre relações com as Forças Armadas

247 – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que lidera todas as pesquisas sobre sucessão presidencial, está trabalhando na elaboração de uma carta aberta, na qual fará um aceno político aos militares. Há grande expectativa sobre o lançamento público do documento.

Parte dos aliados de Lula tem defendido que a manifestação deve ser publicada agora, diante da crescente escalada de agressões de Bolsonaro em relação ao Judiciário e das ameaças sobre as eleições.

Em suas conversas sobre alianças para 2022, o ex-presidente também tem sido questionado sobre como vai lidar com o grande número de militares no governo Bolsonaro – hoje são mais de 6 mil – e a resistência que a caserna tem em relação a ele, informa a colunista do Globo Bela Megale.

Lula tem tratado do tema com pessoas de sua estrita confiança, como os ex-ministros da Defesa Nelson Jobim e Celso Amorim. Ambos estão ajudando o ex-presidente na elaboração deste documento e também na construção de pontes junto às Forças Armadas.

Na carta aos militares, Lula pretende destacar o tratamento que deu ao segmento em seu governo, apontar investimentos que fez e salientar que as Forças Armadas são um organismo de Estado, que não podem ser partidarizadas.

  • Jorge Vieira
  • 9/ago/2021

Brandão não descarta trocar PSDB pelo PSB para ter PT na chapa 

Fontes ligadas ao vice-governador confirmaram ao blog a possibilidade de Carlos Brandão se filiar ao PSB em caso de veto da direção nacional do PT à aliança que está sendo costurada com o PSDB no Maranhão para as eleições de 2022.

Brandão quer o PT na sua chapa, mas sabe que isso somente será possível se o comando nacional petista, em sua resolução sobre estratégia para 2022, autorizar aliança com os tucanos como forma de ampliar o leque de apoio a Lula nos estados, hipótese que não está descartada.

O plano “B” será mudar para o PSB do governador Flávio Dino, legenda de centro esquerda que faz parte do leque de aliança do PT e que não faria a menor objeção do seu ingresso e ainda facilitaria a presença de um petista na chapa majoritária.

Brandão, a princípio, não pretende deixar o PSDB, quer colocar seu palanque no Maranhão a serviço de Lula e do candidato tucano, como fez Flávio Dino em 2014 com Dilma e Aécio Neves, e espera que a direção nacional do PT libere a aliança, caso contrário a mudança de partido seria uma possibilidade.

A direção estadual do PT trabalha por uma aliança com os tucanos, o presidente Augusto Lobato mantém conversações constantes com Brandão, não nega o interesse do partido indicar o vice na chapa, mas depende de autorização da executiva nacional, que até agora não se manifestou sobre a possibilidade de vetar ou liberar.

Nacionalmente o PSDB está dividido. O governador São Paulo, João Dória, é pré-candidato, rejeita a tese da aliança de centro-esquerda com Lula, porém enfrenta resistência da ala comandada por Aécio Neves (MG) e do governador Eduardo Leite (RS)

O PSDB sequer definiu se lançará candidatura própria a presidente da República ou se vai compor a aliança de centro-esquerda defendida pelo governador Flávio Dino tendo Lula como candidato para derrotar Bolsonaro. Brandão aguarda o desfecho dessa discussão para tomar decisão de permanecer ou sair.

Caso a opção do partido seja lançar candidato próprio, como tudo indica, mas sinalizando a possibilidade de apoiar Lula num provável segundo turno, como já defendeu o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, vai depender do PT aceitar dividir palanque no Maranhão.

  • Jorge Vieira
  • 7/ago/2021

“Reação do STF contra Bolsonaro reforça democracia”, avalia Rubens Jr

O Deputado Federal Rubens Jr (PCdoB) elogiou a posição do Supremo Tribunal Federal (STF), ao cancelar encontro entre presidentes dos poderes por causa das ameaças de Bolsonaro contra ministros da Corte.

“Tem grande significado o cancelamento da reunião entre poderes. A democracia, para se manter, precisa ser defendida com ações”, disse Rubens.

A decisão de cancelar a reunião com o Supremo Tribunal Federal foi tomada pelo Ministro Luís Fux ao reagir a ataques de Bolsonaro ao STF. O presidente ameaçou agir fora da Constituição depois que o ministro Alexandre de Moraes incluiu o presidente no inquérito sobre as fake news.

Para Rubens, a ação de Bolsonaro é uma espécie de cortina de fumaça.

“Bolsonaro é adepto da confusão e quem gosta de confusão não tem como fazer uma boa gestão. Já que não tem o que mostrar  ele prefere fazer uma cortina de fumaça.  Mesmo achando que as graves ameaças que faz são bravatas, penso que as instituições não podem correr riscos, as instituições precisam se defender e defender a democracia”, comentou o parlamentar.

Para lideranças no parlamento, o ministro demonstrou que não se pode compactuar com agressões às instituições e nem ações antidemocráticas.

A vice-líder da minoria na Câmara dos Deputados, Jandira Feghali (PCdoB-RJ), elogiou a atitude de Fux: “De modo altivo, o presidente do STF cancelou a reunião entre os chefes dos três poderes. Quando não há respeito às instituições, o diálogo é infrutífero. Não é possível fechar os olhos às reiteradas agressões e o STF mostrou que não se submeterá a elas.”

A senadora Eliziane Gama (Cidadania) também condenou a ação:  “Após a ditadura, todos os presidentes foram investigados dentro dos limites da Constituição, alguns sofreram até impeachment e respeitaram a decisão. Por que Bolsonaro não pode ser investigado? Por que acha que está acima da lei?”, questionou Eliziane.

  • Jorge Vieira
  • 6/ago/2021

Lula diz que Bolsonaro é ‘100% mentiroso’ e promete ‘continuar brigando para reconstruir a democracia’

247 – O ex-presidente Lula, em entrevista à emissora alemã ARD em parceria com a Deutsche Welle, afirmou que sua principal luta atualmente é para “reconstruir a democracia” no Brasil. Ele classificou “o que nós estamos vivendo hoje” como “fascismo” e “nazismo”, com a “ultradireita fazendo tudo errado”.

“Quando eu deixei a presidência, o Brasil era a 6ª economia do mundo. O Brasil estava crescendo, crescendo enquanto país, internamente, crescendo enquanto defensor da sua soberania, mas crescendo também na sua participação a nível internacional. O Brasil tinha virado protagonista internacional. A gente viveu um momento quase que de ouro na América Latina e no Brasil. Lamentavelmente, estamos passando por um processo muito complicado, muito delicado, em que a política é negada. Temos um presidente 100% irresponsável, 100% mentiroso. Ele sente prazer em contar mentira, em tentar enganar o povo. Eu vou continuar brigando para a gente reconstruir a democracia no Brasil”, destacou.

Favorito para as eleições de 2022, o petista ainda é cauteloso em se apresentar como candidato: “eu posso ser candidato se o meu partido decidir, se eu estiver bem de saúde e se eu conseguir construir uma aliança política.”

Questionado sobre a tão condenada “polarização” do país, Lula rebateu: “eu quero é polarizar mesmo”.

  • Jorge Vieira
  • 6/ago/2021

Pré-candidato ao governo, Edivaldo Holanda Junior começará a percorrer o Maranhão

O ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior, afirmou em entrevista à TV Mirante nesta sexta-feira (6) que o seu próximo passo como pré-candidato ao governo do estado é começar a percorrer o Maranhão. Ele se filiou quarta-feira (4) ao Partido Social Democrático (PSD), legenda pela qual disputará o cargo no Executivo.

“Estou de casa nova e lançando a nossa pré-candidatura ao governo do estado. Agora nós temos condições de poder percorrer o Maranhão através do PSD, um partido que tem uma estrutura e é capilarizado dentro de todo o estado, conversando com as lideranças, com a população e levando a nossa mensagem”, afirmou.

Na entrevista, Edivaldo Holanda Junior assegurou ainda que sua pré-candidatura “é pra valer” e que faz parte de um projeto nacional do PSD de buscar nomes com potencial eleitoral dentro dos estados, a exemplo de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná.

Sobre a relação com o governador Flávio Dino, afirmou que são amigos e aliados antigos e que nada mudou. “Temos uma caminhada que vem de muito tempo, nada mudou. Continuamos amigos e respeitando um ao outro”.

Ressaltou também que adquiriu “larga experiência” durante a sua trajetória na política, que inclui dois mandatos consecutivos de prefeito de São Luís, encerrando a gestão bem avaliado e aparecendo com bom desempenho em todas as pesquisas de intenção de voto para o governo do estado.

Edivaldo recebeu o convite para filiação ao PSD diretamente do presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, e do presidente estadual, Edilázio Júnior.

A cerimônia de filiação do novo pedessista, realizada na sede do partido em Brasília, embora restrita por conta da pandemia, foi prestigiada por diversas lideranças nacionais e do estado, como senadores, deputados, prefeitos e vereadores.

  • Jorge Vieira
  • 6/ago/2021

Manifesto que reuniu empresários diz basta às ameaças de Bolsonaro

Estadão – O manifesto que conectou boa parte da elite da sociedade civil em defesa do sistema eleitoral brasileiro teve como objetivo claro dar um basta às constantes ameaças do presidente Jair Bolsonaro à democracia e seus pilares. Na visão dos próprios signatários, esta e outras conclusões podem ser tiradas da contundente mensagem: indica que, para além das diferenças políticas e disputas eleitorais, os segmentos sociais representados no texto estarão unidos quando os princípios constitucionais estiverem sob risco; além disso, a rápida adesão e o fato de pesos pesados dos ambientes empresarial e financeiro terem assinado o comunicado explicitam a perda de apoio de Bolsonaro em setores importantes.

Lançado na mesma semana em que o Judiciário deu respostas duras às declarações do presidente, o manifesto reuniu empresários, banqueiros, economistas, diplomatas, juristas e diversos outros representantes da sociedade civil. Conforme organizadores, após a publicação em jornais, até o fim da tarde de ontem mais de seis mil pessoas haviam apoiado o documento no site do movimento Eleição se Respeita.

“A democracia é um dos pilares fundamentais da sociedade brasileira. E a eleição é a base da nossa democracia; logo, ela precisa ser garantida. O direito ao voto é igualitário a toda a população e cabe à população fazer sua escolha, seja boa ou ruim. Me parece que a questão da eleição virou uma forma de tergiversação em relação aos problemas reais de nossa sociedade, que são o meio ambiente, a educação e as reformas estruturais, como a tributária e a política”, disse o presidente da Suzano, Walter Schalka.

Em março, empresários e banqueiros já haviam aderido a uma carta que cobrava o governo federal por medidas efetivas de combate à pandemia. O manifesto pró-eleições e em defesa da Justiça Eleitoral, porém, representou uma mudança de postura, de acordo com Fábio Barbosa, ex-presidente do Santander e da Federação Brasileira de Bancos (Febraban): “O sistema é confiável, e não há razão para duvidar da legitimidade das eleições que aconteceram. Vamos ficar quietos assistindo a isso aqui ou vamos participar e colocar nosso ponto de vista?”.

O movimento começou com cerca de 30 pessoas ligadas ao Centro de Debate de Políticas Públicas (CDPP) e tomou corpo em 24 horas. “(O manifesto) tem um impacto por ser uma manifestação de empresários que normalmente não se manifestam e evitam entrar em discussões políticas”, avaliou Barbosa.

“O meio empresarial se omitiu durante muito tempo”, disse Schalka. “E isso é reflexo da forte presença do Estado da economia, que está ao redor de 40%. Então existe receio de falar, um medo de retaliação. Mas eu tomei a decisão de falar. Porque, quando nos calamos, ficamos mais expostos à situação de deterioração (do País).”

“O Brasil é um País pródigo em regulações e legislações, e o empresariado pode ter muito trabalho se quem está no poder quiser perturbar. É compreensível a demora”, completou Hélio Mattar, presidente do Instituto Akatu de Consumo Consciente e um dos fundadores da rede de lanchonetes America. “À medida que o presidente faz um acordo com os outros poderes para reduzir os ataques institucionais e, poucas semanas depois, o desrespeita, os riscos à democracia crescem”, destacou Mattar.

Para o presidente do Credit Suisse no Brasil, José Olympio Pereira, que também assinou o documento, constata-se a escalada de uma “crise institucional” , que pode minar ainda mais a imagem do País no exterior. “Estamos vendo ameaças ao estado democrático de direito. O que conquistamos de mais valioso enquanto nação é a nossa reputação de um país com instituições fortes, onde se pode investir, onde a regra do jogo é cumprida, onde não há instabilidade institucional”, afirmou. “Se colocarmos isso a risco, cai o prédio. Não podemos brincar com as fundações do prédio. Se você brinca com as fundações, você sabe o destino do prédio, desmorona.”

A piora do ambiente político tem consequências diretas na atividade econômica, alerta a executiva Maria Silvia Bastos Marques, que já presidiu o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômicos e Social (BNDES) e atuou por anos no setor privado, incluindo o comando do banco americano Goldman Sachs no Brasil e da Icatu Seguros. “A economia é feita de expectativas. Se você tiver um cenário previsível, se tiver um ambiente de estabilidade, isso contribui muito para a tomada de decisões, para os investimentos de médio e longo prazos.”

No Brasil, ao contrário, o ambiente tem sido de crescentes ruídos políticos, além da pandemia e de indicadores econômicos que estão piorando, como inflação e juros em alta. “Você tem vários elementos que não contribuem para um ambiente desejável para a tomada de decisão e para novos investimentos”, disse Maria Silvia, para quem a classe empresarial e de executivos do Brasil está ficando mais engajada. “Participo de alguns grupos de discussão do momento do País, do futuro do País e foi onde tomei conhecimento deste manifesto. Chega um momento que é muito importante se manifestar, falar.”

José Olympio entende que é preciso usar as energias para avançar uma agenda positiva. “Temos tanta coisa ainda a fazer, vamos acabar com a radicalização, com o confronto. “Houve avanços importantes na agenda nos últimos anos, como a reforma da Previdência, o marco do saneamento, e agora a privatização da Eletrobras começa a ganhar corpo, e a dos Correios entrou na agenda. Temos uma reforma administrativa que eu adoraria ver ser implementada.”

‘Diversidade’. Economistas como o ex-presidente do Banco Central Arminio Fraga destacam a “diversidade” do manifesto. “Não há substituto para o engajamento das pessoas”, afirmou. “Temos hoje bem consolidado a ideia de que as democracias vão sendo comidas pelas beiras, e é importante que haja um posicionamento mais amplo possível.”

Sócio da Mauá Capital e ex-diretor do BC, Luiz Fernando Figueiredo aponta o sinal de “alerta” da sociedade civil. “Nossa democracia é forte”, disse. “Quando estava no poder, o PT tentou centralizar (com mecanismos para controlar) a imprensa e não conseguiu. O Congresso não aprovou”, disse Figueiredo. Na mesma linha, Carlos Ari Sundfeld, professor de Direito Administrativo da FGV-SP avalia que o recado dado é claro: “A Justiça Eleitoral tem o total apoio dos democratas do País. Existe uma mobilização da sociedade para apoiar a estrutura do Estado que existe para punir abusadores. Se não fica parecendo aos eventuais oportunistas de plantão que o caminho está livre, e não está.” / PEDRO VENCESLAU, FERNANDO SCHELLER, CRISTIANE BARBIERI, KARLA SPOTORNO, ALTAMIRO SILVA JUNIOR e EDUARDO KATTAH

  • Jorge Vieira
  • 6/ago/2021

Pré-candidatos iniciam segundo semestre com intensas articulações

Os pré-candidatos ao governo do estado nas eleições do ano que vem iniciam o segundo semestre intensificando articulações e promovendo atos para demarcar terreno e mostrar força política. Após participar de duas manifestações promovidas por prefeitos aliados em São Mateus e Presidente Dutra, o vice-governador Carlos Brandão (PSDB), estreita relações com partidos da base governista já visando composição de futuras alianças.

Esta semana, por exemplo, Brandão fez vários contatos políticos em Brasília e teve, segundo ele, uma conversa bastante proveitosa com o deputado federal Bira do Pindaré (PSB), assim como já havia tido com o presidente estadual do PT, Augusto Lobato, que já manifestou apoio à sua pré-candidatura e trabalha internamente para que o partido esteja junto com o PSDB, embora esta decisão somente poderá ser confirmada com a autorização da executiva nacional.

Bem afinado com o governador, o vice mantém uma intensa agenda de trabalho e semana que vem à vai ao municípios de Rosário (13) assinar ordens de serviço e, extra agenda, aproveitar para manter contatos políticos com lideranças locais simpáticos à sua pré-candidatura. A maratona tem sequencia dia 14 em São Bernardo, dia 16 em Trizidela do Vale e dia 18 em Morros. Brandão, que assumirá o comando do estado em abril de 2022, é apontado como provável representante do grupo do governador Flávio Dino (PSB),

O principal adversário de Brandão no grupo do governador, o senador Weverton Rocha (PDT) também se movimenta com mais intensidade ainda. Após um ato em Barreirinhas, programou para o próximo dia 14 uma grande mobilização na cidade de Imperatriz onde pretende reunir prefeitos, deputados e lideranças locais e nacionais, numa espécie de contra ataque ao ato político realizado por Brandão em Presidente Dutra semana passada que reuniu 103 chefes de Executivos municipais.

Agora oficializado pré-candidato, o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior, prepara agenda de visita ao interior do Maranhão e vai definir com a direção estadual do PSD o roteiro da maratona de viagens. Segundo fonte do partido, a agenda será intensa. Edivaldo diz que sua candidatura ao governo é um sonho antigo e que agora terá condições de percorrer o estado como militante do PSD para conversar com as lideranças, a população e levar sua mensagem.

Pré-candidato, embora sem mostrar grande entusiasmo, Josimar de Maranhãozinho (PL) continua sendo uma incógnita. Diz que é candidato, faz live, articula com os prefeitos eleitos com sua ajuda, porém, até o momento, não fez qualquer mobilização ou ato que merecesse destaque.

Já Simplício Araújo (Solidariedade) tem um bom discurso, mostra eficiência no comando da secretaria de Indústria e Comércio, entrou na disputa interna do grupo governista a pedido do governador, usa muito bem a internet, fez esta semana uma live para reafirmar sua candidatura, mantém uma agenda de trabalho junto aos municípios e espera obter o apoio de Flávio Dino.

De todos os considerados pré-candidatos, o bolsonarista Roberto Rocha é o menos ativo. Sem partido e esperando o presidente Jair Bolsonaro ser aceito por alguma legenda, o senador, que teve votação pífia em 2018, ainda não confirmou se pretende, de fato, se pretende concorrer ao governo em 2022. Até o prefeito Lahercio Bonfim, do minúsculo São Pedro dos Crentes, já fez ato para mostrar que é pré-candidato.

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