O ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior (PSD), continua percorrendo o interior do Maranhão, conversando com as comunidades e preparando a base para a eleição que se aproxima. Sem se preocupar com adversários, Edivaldo mantém postura equlibrada, defende apenas suas propostas e continua utilizando as inserções do seu partido na TV para advertir que brigas políticas só prejudicam o desenvolvimento do estado.
Leve, carismático e com fama de bom gestor Edivaldo continua tendo boa receptividade e no último final de semana não foi diferente em Turiaçu e Pinheiro, principal cidade da Baixada Ocidental Maranhense, onde conversou com populares e defendeu suas propostas que visam transformar para melhor a vida das pessoas.
O ex-prefeito que comandou a capital por dois mandatos e deixou a gestão com altos índices de aprovação e popularidade, ele tem reforçado sua convicção e vocação pra transformar para melhor a vida dos maranhenses e que esta tem sido a principal motivação da sua pré-candidatura ao governo do Maranhão.
“Trabalhar para transformar para melhor a vida das pessoas é a minha vocação, e foi isso que fizemos na região do Coroadinho, no Canal Rio das Bicas. A situação de degradação deu lugar para urbanização e dignidade para as famílias”, diz Edivaldo em sua rede social.
Em Turiaçu disse que seu projeto para governar o Maranhão está sendo construído ao lado da população nos quatro cantos do estado. O mesmo se repetiu em Pinheiro onde voltou a pedir apoio da população para colocar em prática seu projeto de gerar oportunidade para todos.
No sábado, o ex-prefeito de São Luís visitou o município de Pinheiro, esteve na região da feira e do mercado, conversou com as pessoas, ouviu sugestões para seu plano de governo e recebeu muito carinho por onde passou, fato que o deixou ainda mais otimista com o sucesso do seu projeto político de governar o Maranhão que tem como único objetivo melhorar a qualidade de vida da população.
A união entre o senador Weverton Rocha, pré-candidato ao governo do Estado, e o prefeito de São Luís Eduardo Braide, pode ter sido um tiro no pé, politicamente, para os dois. A julgar pela primeira impressão, a da reação do povo nas redes sociais, essa tem sido a análise mais assertiva.
Ao anunciar o apoio de Braide, Weverton confirma que traiu o grupo de Flávio Dino ainda nas eleições municipais de 2020, quando não cumpriu acordo firmado para acompanhar o candidato do arco de alianças governista que fosse para o segundo turno, no caso o deputado Duarte Júnior.
As boas-vindas do senador ao prefeito de São Luís confirma também a guinada rumo ao bolsonarismo que a campanha de Weverton tomou nos últimos meses, o que faz com que ele perca parte do eleitorado que poderia votar nele por ser “amigo do Lula”, como chegou a se vender durante o início da pré-campanha.
Já para Braide, colar em Weverton em São Luís significa chamar para si a alta rejeição que o senador tem na capital, sobretudo pelo famoso caso do Costa Rodrigues. O prefeito pode ver sua já combalida popularidade derreter ainda mais por se juntar com o senador pedetista.
Ao final, o saldo é de que a união entre Braide e Weverton é ruim para os dois. As redes sociais já expõem isso. E a tendência é que o tempo também confirme.
O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) aprovou por unanimidade, na essão desta quinta-feira (23), o pedido de força federal a 97 municípios maranhenses para o primeiro turno das eleições de 2022. O pedido foi apresentado pelo corregedor eleitoral José Luiz Almeida, relator do processo.
No seu voto, o desembargador, após consulta às zonas eleitorais e análise da Seção de Segurança Institucional e Inteligência do TRE-MA, definiu o quantitativo de 97 (noventa e sete) municípios, distribuídos em 58 (cinquenta e oito) zonas eleitorais.
Foram considerados como critérios o histórico de emprego da Força Federal de Segurança Pública nos municípios maranhenses em eleições anteriores; as justificativas registradas pelos juízes eleitorais; a concentração das tropas nas sedes das zonas eleitorais; o emprego das tropas nos municípios mais afastados das sedes das zonas eleitorais, e a presença de área de reserva indígena ou remanescente de quilombo no município.
A decisão do Tribunal Regional Eleitoral será encaminhada ao governador do estado do Maranhão, para ciência e manifestação quanto ao presente reforço na segurança pública e, em seguida, encaminhado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Regras para autorização
A requisição de Força Federal, prevista no Código Eleitoral e na Resolução TSE 21.843/04, é feita pelo juiz eleitoral da Zona ao respectivo TRE, que a envia ao TSE, órgão competente para homologação.
Cabe ao plenário do Tribunal Superior Eleitoral analisar os pedidos de Força Federal para a garantia da votação e apuração; se aprovados, são enviados ao Ministério da Defesa, órgão responsável pelo planejamento e execução das ações implementadas pelas Forças Armadas.
Veja a relação dos municípios:
Açailândia, Água Doce do Maranhão, Alto Alegre do Maranhão, Alto Alegre do Pindaré, Amarante do Maranhão, Anajatuba, Araioses, Axixá, Bacabal, Barra do Corda, Barreirinhas, Bela Vista do Maranhão, Benedito Leite, Bequimão, Boa Vista do Gurupi, Bom Jesus das Selvas, Bom Lugar, Buriti, Buriti Bravo, Buriticupu, Cajari, Cândido Mendes, Carolina, Centro do Guilherme, Centro Novo do Maranhão, Chapadinha, Colinas, Coroatá, Cururupu, Esperantinópolis, Fernando Falcão, Formosa da Serra Negra, Fortuna, Gonçalves Dias, Governador Edison Lobão, Governador Luís Rocha, Governador Nunes Freire, Graça Aranha, Grajaú, Humberto de Campos, Icatu, Itaipava do Grajaú, Jatobá, Jenipapo dos Vieiras, Joselândia, Junco do Maranhão, Lago da Pedra, Lagoa Grande do Maranhão, Maracaçumé, Maranhãozinho, Mata Roma, Matões do Norte, Mirador, Miranda do Norte, Montes Altos, Morros, Nova Iorque, Nova Olinda do Maranhão, Parnarama, Passagem Franca, Pastos Bons, Pedro do Rosário, Penalva, Peri Mirim, Pinheiro, Poção de Pedras, Porto Franco, Presidente Dutra, Presidente Sarney, Primeira Cruz, Sambaíba, Santa Filomena do Maranhão, Santa Helena, Santa Inês, Santa Luzia, Santa Luzia do Paruá, Santa Rita, Santo Amaro do Maranhão, São Benedito do Rio Preto, São Bento, São Bernardo, São Domingos do Azeitão, São Domingos do Maranhão, São João do Paraíso, São José de Ribamar, São José dos Basílios, São Luís, São Mateus do Maranhão, São Pedro da Água Branca, São Raimundo das Mangabeiras, São Raimundo do Doca Bezerra, Sítio Novo, Sucupira do Norte, Turiaçu, Turilândia, Tuntum e Urbano Santos.
O secretário de Comunicação do Estado, Ricardo Cappelli, diante da declaração de apoio do prefeito de São Luís, Eduardo Braide ao pré-candidato ao governo Weverton Rocha (PDT), usou as rede sociais para comentar que “ambição pelo poder costuma juntar cobra, gambá, rato e escorpião” e republicar um comentário do pedetista sobre seu novo aliado onde sugere que o chefe do Executivo municipal costuma faltar com averdade.
“Braide disse inúmeras vezes que não é investigado. A Folha de São Paulo mostra que ele é. A população de São Luís merece um prefeito que fale a verdade”, disse Weverton se referindo ao prefeito, conforme mostra o tuite do senador republicado por Cappelli.

O senador Weverton Rocha (PDT) mostrou mais uma vez seu alinhamento com o Palácio do Planalto na estratégia de livrar pastores corruptos aliados que transformaram o Ministério de Educação num balcão de negócio de uma investigação mais profunda sobre o pagamento de propina na liberação de verbas do FNDE (Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação) a prefeito disposto a pagar propina aos dois religiosos protegidos do presidente Jair Bolsonaro e do ex-ministro Milton Ribeiro.
Nesta quinta-feira (23), o senador Randolfe Rodrgigues (Rede-AP) anunciou que conseguiu as 27 rubricas necessárias para protocolar o requerimento solicitando a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar a atuação do ex-ministro da Educação sem a assinatura do senador Weverton Rocha que tem se comportado ultimamente com um “pau mandado” do presidente Bolsonaro e dos seus filhos especialistas em rachadinha.
Weverton, que retirou sua assinatura do requerimento que evitou a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito quando os jornais Estadão e Folha e São Paulo denunciaram o esquema de achaque a prefeitos pelos pastores Gilmar Santos e Arilton Moura para liberação de recursos do FNDE, desta vez simplesmente ignorou o documento e voltou a negar sua assinatura
O senador pedetista até foi pressionado a assinar o documento, mas apesar dos apelos seu nome não consta na relação divulgada pelo senador Randolfe Rodrigues, o que na avaliação de alguns analistas do cenário político nacional mostra cada vez mais a submissão do pedetista ao governo afundado em escândalos de corrupção às vésperas da eleição em que a grande maioria da população rejeita o presidente.
O objetivo da CPI rejeitada por Weverton é “apurar as irregularidades e crimes praticados na destinação das verbas públicas do Ministério da Educação e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação”, mas este parecer ser um assunto que assombra o senador maranhense, pré-candidato ao governo e que montou sua aliança com partidos da base bolsonarista.
O ex-ministro, que chegou a ser preso, tendo passado uma noite da carceragem da Polícia Federal em São Paulo por conta das provas robustas colhidas pela investigação da PF batizada de “Acesso Pago”, teve a prisão revogada pelo desembargador do TRF1, Ney Belo. A decisão do magistrado beneficou também os pastores Gilmar e Arilton.
Apesar da recusa do sendor pedetista em contribuir para a invertigação, o sensdor Ramdolfe conseguiu as assinaturad nrcessária e deve protocolosr o pedido de CPI nos próximos dias. Mas pelo visto, investigar corrupção parc ser um tema que não agrada o parlamentar maranhense.
Veja abaixo a relação dos senadores que assinaram a CPI do MEC:
1- Randolfe Rodrigues
2 – Paulo Paim
3 – Humberto Costa
4 – Fabiano Contarato
5 – Jorge Kajuru
6- Zenaide Maia
7 – Paulo Rocha
8 – Omar Aziz
9 – Rogério Carvalho
10 – Reguffe
11 – Leila Barros
12 – Jean Paul Prates
13 – Jaques Wagner
14 – Eliziane Gama
15 – Mara Gabrilli
16 – Nilda Gondim
17 – Veneziano Vital do Rego
18 – José Serra
19 – Eduardo Braga
20 – Tasso Jereissati
21 – Cid Gomes
22 – Alessandro Vieira
23 – Dario Berger
24 – Simone Tebet
25 – Soraya Thronicke
26 – Rafael Tenório
27 – Giordano
O Instituto Datafolha divulgou no final da tarde desta quinta-feira (23) a mais recente pesquisa sobre a corrida presidencial de 2022, com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vencendo no primeiro turno caso a eleição fosse realizada hoje.
Feito por meio de abordagem pessoal, o levantamento contou com 2.556 entrevistas realizadas nos dias 22 e 23 de junho, e é a primeira sondagem divulgada após a prisão do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro. Segundo o Datafolha, Lula tem 47% das intenções de voto, contra 28% do atual presidente Jair Bolsonaro (PL). Em seguida aparecem o candidato do PDT, Ciro Gomes, com 8%, e André Janones (Avante), com 2%. Simone Tebet (MDB), Pablo Marçal (Pros) e Vera Lúcia (PSTU) têm 1% cada. Os demais candidatos não chegaram a 1%. Votos brancos e nulos somam 7% e não souberam ou não quiseram opinar 4% dos entrevistados.
Na pesquisa espontânea, Lula tem 37%; Bolsonaro, 25%, e Ciro aparece com 3%. Todos os demais somam 3%.
O Datafolha de hoje e o de maio
Esta é a terceira pesquisa Datafolha divulgada em 2022. No último levantamento, publicado em maio deste ano, Lula tinha 48% de intenções de voto, contra 40% dos seus adversários somados, já indicando àquela altura a possibilidade de vitória no primeiro turno. Bolsonaro tinha 27% .
A pesquisa presidencial de maio foi a primeira divulgada pelo instituto após a desistência de Sergio Moro e João Doria. Segundo aquela sondagem, Lula tinha uma expressiva votação entre eleitores de 16 a 24 anos, chegando a 58%. Já Bolsonaro aparecia com percentual maior na região Centro-Oeste, onde alcançava 42%.
O levantamento do Datafolha divulgado hoje foi registrado no TSE com o número BR-09088/2022. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. (Brasil de Fato)
Em entrevista ao vivo à Rádio Difusora, de Manaus (AM), na manhã de hoje (23), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que o governo cuide do território amazônico e dos povos originários e afirmou que impedir o garimpo em terras indígenas é um dever moral que a sociedade brasileira tem com aqueles que descobriram o Brasil antes dos portugueses.
Defesa da Amazônia, combate ao desmatamento, respeito às leis ambientais e proteção dos povos indígenas, aliado ao enfrentamento das mudanças climáticas, são destaques nas diretrizes do plano de governo do movimento Vamos Juntos pelo Brasil, da coligação Lula-Alckmin.
“Temos que cuidar da floresta e do povo amazônico para dar emprego, salário, qualidade de vida. Precisamos cuidar dos indígenas porque é até dever moral cuidar daqueles que descobriram o Brasil bem antes dos portugueses e que têm direito de viver dignamente da forma que quiserem viver para manter a cultura indígena viva. (…) O que posso dizer é não haverá garimpo em terras indígenas. Questão de lei, da constituição, um dever moral da sociedade brasileira para com os indígenas brasileiros”.
Lula lamentou novamente os assassinatos do jornalista Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira e criticou a política do atual governo com relação à Amazônia e do presidente Jair Bolsonaro nesse caso.
“É uma pena que o governo inexista nesse momento nessa região, é uma pena que o governo tenha cometido descaso com a preservação da Amazônia, dos territórios indígenas e com a saúde da população. Vamos voltar a fazer o que já vínhamos fazendo. Tínhamos diminuído o desmatamento na Amazônia em 80%. Estávamos fazendo marcação de terras indígenas e de territórios que fossem reservas florestais para a humanidade viver mais dignamente com aquilo que a Amazônia pudesse contribuir”, disse, acrescentando que, desde o golpe que tirou a presidenta Dilma Rousseff da Presidência, o Brasil é governador por pessoas que não se preocupam com isso e que passam por cima disso.
“É grave porque vínhamos num processo ascendente de fortalecimento da Funai, de fortalecimento da Polícia Federal na região, da fiscalização na região em função do tráfico de armas e de drogas. Lamentavelmente, depois do golpe, toda estrutura de acompanhamento das reservas indígenas, todo o sistema de fiscalização que tinha sido montado foi sendo destruído e incentivado pelos governos fascistas de que era importante abrir as porteiras para passar o gado, abrir as porteiras para passar o garimpo, abrir as porteiras para que pescadores profissionais fossem pescar em reservas indígenas”, afirmou.
De acordo com o ex-presidente, em vez de cuidar e preservar, o atual governo tem a política de descuidar e desmatar. Em resposta a questionamento sobre a Funai, Lula disse que a instituição é a cara do desgoverno e que o fato de o indigenista Bruno Pereira ter sido mandado embora por causa das posições em defesa dos indígenas é uma demonstração de que o atual governo não tem responsabilidade nenhuma.
“Por isso que a sociedade brasileira precisa se dar conta de que talvez em 2018 o povo pode ter cometido erro histórico, quem sabe por causa das mentiras e fake news, de eleger uma pessoa com comportamento fascista, sem nenhum comportamento civilizatório, que não conhece o Brasil e que não sabe a importância da preservação da floresta para o planeta Terra e não sabe a importância da Zona Franca para a Amazônia. “Significa que ele só sabe fazer bobagem. Não tem comportamento adequado que deveria ter como presidente”
Lula afirmou que a questão das fronteiras e do papel do Exército e da Polícia Federal no combate ao tráfico de drogas e de armas e na garantira da segurança será pauta de reunião entre ele e os governadores do PT e de partidos aliados.