O governador Calos Brandão (PSB), inicia a campanha eleitoral, agora oficial, com uma vantagem de doze pontos percentuais para o seu principal oponente, o senador Weverton Rocha (PDT), que está em situação de empate técnico com o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (PSC) e ameaçado de perder a segunda colocação.
A pesquisa do Instituto DataIIha foi a última divulgada antes do início oficial da campanha eleitoral e apresenta números nada animadores para o representante do PDT, que saiu da condição de favorito a ameaçado de não participar sequer do segundo turno da eleição.
Ontem venceu o prazo para registro de candidaturas junto ao TSE e a partir de hoje estão autorizadas ações, como comícios e distribuição de santinhos, ou seja, foi dada a largada da corrida eleitoral que promete bastante emoção até a chegada dia dois de outubro quando o eleitor irá às urnas escolher o candidato se sua preferência.
Para aquém se lançou candidato ao governo batendo no peito que teve quase dois milhões da votos, está em empate técnico com Lahesio foi uma ducha de água fria. Esta foi a ultima pesquisa divulgada antes do início oficial da campanha eleitoral. Ontem venceu o prazo para registro de candidaturas junto ao TSE e a partir de hoje estão autorizadas ações, como comícios e distribuição de santinhos.
Para quem se lançou candidato a governador desde que se elegeu senador com a ajuda do então governador Flávio Dino (PSB) em 2018 e iniciou uma pré-campanha mostrando poderio político e econômico, a sondagem do DataIlha na véspera de começar a corrida pelo voto não é nada animador para o pedetista que se lançou na disputa montado num foguete, segundo ele, “sem marcha ré”.
Weverton chegou ao Senado num esforço dos partidos que ajudaram reeleger Flávio Dino governador, quis se impor como candidato do grupo liderado por Dino, mas foi preterido pelos dirigentes partidários, que preferiram indicar o então vice-governador Carlos Brandão (PSB) e consolidar o projeto de reeleição. Insatisfeito, o senador pedetista rompeu e se lançou candidato.
Liderou com um teto baixo nos primeiros levantamentos junto ao eleitorado, porém a partir do momento que Brandão assumiu o governo em 31 de março deste ano com a desincompatibilização de Flávio Dino para ser candidato ao Senado, a aliança com do PSB com o PT e declaração de apoio do ex-presidente Lula, começou a perder terreno e logo foi ultrapassado pelo governador.
O senador do PDT afundou ainda mais após suas alianças. Sem apoio dos partidos do chamado campo popular democrático, Weverton se bandeou para a direita, passou a fazer parte da tropa do governo Bolsonaro, conseguiu formar aliança com as legendas da base de sustentação governista, sendo a principal delas o PL do polêmico deputado Josimar de Maranhãozinho, suspeito de comandar uma organização criminosa especializada em desviar recursos público e lavagem de dinheiro, e o resultado está sendo agora retratado nas pesquisas.
O candidato pedetista, portanto, entra na fase decisiva da campanha mostrando fragilidade, sem a confiança do eleitorado e sem a menor garantia de que passará ao segundo turno, podendo sair muito menor do que entrou, a exemplo do senador Roberto Rocha, que após trair o grupo Dino e se jogar nos braços de Bolsonaro, se transformou num molambo político prestes a ser cuspido da vida pública.
E o senador do PDT, sequioso de poder ao ponto de se aliar a partidos de direita, que negam a ciência, acreditam que a terra a plana, jogaram a favor da pandemia que teve com o resultado quase 700 mil mortos e defendem armamento da população, corre o risco de seguir o mesmo caminho do seu aliado Roberto Rocha, que pensou que era líder e acabou descobrindo tratar-se de um pigmeu político.
O ex-prefeito de São Luís e candidato a governador pelo Partido Social Democrático (PSD), Edivaldo Holanda Junior, já tem elaborado um grande programa para o desenvolvimento econômico e social do estado, o Maranhão Já.
O programa conta com três frentes de atuação: o Auxílio Maranhão (anunciado por Edivaldo há uma semana), o Emprego já e o Mais Indústrias.
“Como governador, vamos criar o Maranhão Já, um grande programa de desenvolvimento do nosso estado. Com ações integradas, vamos levar comida para a mesa de quem mais precisa, atrair indústrias e gerar empregos”, disse Edivaldo, na manhã desta segunda (15), em suas redes sociais.
O Auxílio Maranhão vai garantir ajuda financeira emergencial para 66 mil famílias do estado que estão passando fome e não têm qualquer tipo de ajuda por parte dos governos estadual e federal.
Com o Emprego Já Edivaldo vai realizar um mutirão de obras em todo estado, contratando como mão de obra moradores das cidades onde estão sendo feitos os serviços.
Já o Mais Indústrias engloba uma série de investimentos em infraestrutura como a recuperação das estradas e ampliação portuária, incentivos fiscais e desburocratização de processos para criar um ambiente mais favorável para a atração de novos empreendimentos para o estado, além de facilitar a expansão dos já existentes e garantir a capacitação da mão de obra local.
IbandMA – O candidato Carlos Brandão, da coligação “Para o bem do Maranhão”, lidera a corrida pelo governo do Maranhão com 35,9% dos votos válidos (quando se exclui nulos e indecisos). Em segundo lugar aparece o candidato Weverton Rocha (coligação “Juntos pelo Trabalho”) com 23,7%, tecnicamente empatado com o candidato Lahésio Bonfim (coligação “Coragem pra mudar o Maranhão”), que aparece com 21,4% das intenções de votos.
O candidato Edivaldo Holanda Júnior (coligação “Um Maranhão melhor para todos”) tem 12,8%. É seguido por Simplício Araújo (Solidariedade), com 2,6%; Hertz Dias (PSTU) – 1,2%; Enilton Rodrigues (Federação PSOL) – 0,9%; Frankle Costa (PCB) – 0,8%; e Professor Joas Moraes (DC) – 0,6%.
No cenário estimulado (mantido nulos e indecisos), Carlos Brandão tem 27,4%; Weverton Rocha 18,1%; Lahésio Bonfim 16,3%; Edivaldo 9,7%; Simplício Araújo 2%; Hertz Dias 0,9%; Enilton Rodrigues 0,7%; Frankle Costa 0,6%; e Professor Joas Moraes 0,4%. Nenhum deles somou 12,9% e NS/NR 10,8%.
Espontânea: Lahésio é segundo e Weverton terceiro
A pesquisa também mediu a intenção espontânea dos entrevistados, quando não é apresentado nome de nenhum candidato. O resultado foi o seguinte: Carlos Brandão 10,7%; Lahesio Bonfim 9,7%; Weverton Rocha 5,7%; outros 3,4%; Edivaldo 1,1%; Branco/Nulo 3,6%; e NS/NR 65,8%.
O Instituto Data Ilha realizou 2.031 entrevistas entre os dias 10 e 13 agosto. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro é de 2,17 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número MA-05654/2022.
CENÁRIOS
PESQUISA ESPONTÂNEA
Carlos Brandão 10,7
Lahesio Bonfim 9,7
Weverton 5,7
Outros 3,4
Edivaldo 1,1
Branco/Nulo 3,6
NS/NR 65,8
PESQUISA ESTIMULADA
Carlos Brandão 27,4%
Weverton Rocha 18,1%
Lahésio Bonfim 16,3%
Edivaldo 9,7%
Simplício Araújo 2%
Hertz Dias 0,9%
Enilton Rodrigues 0,7%
Frankle Costa 0,6%
Professor Joas Moraes 0,4%
Nenhum 12,9%
NS/NR 10,8%
VOTOS VÁLIDOS
Carlos Brandão 35,9%
Weverton Rocha 23,7%
Lahésio Bonfim 21,4%
Edivaldo 12,8%
Simplício Araújo 2,6%
Hertz Dias 1,2%
Enilton Rodrigues 0,9%
Frankle Costa 0,8%
Professor Joas Moraes 0,6%
Levantamento telefônico do Instituto FSB, contratado pelo banco BTG Pactual, divulgado nesta segunda-feira (15) mostra que o ex-presidente Lula (PT), líder em intenções de voto, conseguiu ampliar a distância para Jair Bolsonaro (PL).
Na última rodada do levantamento, Lula tinha 41% e Bolsonaro 34%. Agora, Lula tem 45% e Bolsonaro os mesmos 34%.
Enquanto o petista tem 45% das intenções de voto, todos os outros candidatos, somados, têm 46%. O dado aponta para a possibilidade de o ex-presidente vencer a eleição já no primeiro.
Segundo turno – Lula também ampliou a vantagem para Bolsonaro na projeção de segundo turno. Antes, o petista vencia o atual ocupante do Palácio do Planalto por 51% a 39%. Agora, os percentuais passaram para 53%, de Lula, e 38%, de Bolsonaro.
Foram ouvidos 2.000 eleitores por telefone entre 12 e 14 de agosto. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro de dois pontos percentuais. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00603/2022.
As campanhas eleitorais começam para valer nesta terça-feira (16) e as opiniões sobre o desfecho do pleito que se aproxima afloram sobre a possibilidade da eleição para governador do Maranhão ser decidida logo no primeiro turno.
Para o deputado estadual Ariston Ribeiro (PSB), candidato a reeleição, por exemplo, o pleito pode ser definido em turno único a partir do momento que o eleitor conhecer melhor o perfil de cada candidato e constatar que Brandão é a melhor opção para o Maranhão por tudo que tem feito em benefício do estado.
O parlamentar chegou a fazer uma comparação entre os dois principais candidatos, para chegar à seguinte conclusão: a diferença de Brandão para Weverton é o governador tem presente, futuro e credibilidade, enquanto Weverton só tem futuro incerto e ainda padece de confiança.
“Acho que quando a militância dos partidos que integram a aliança que apoia Carlos Brandão for às ruas, a possibilidade de vitória logo no primeiro turno é grande”, acredita o parlamentar socialista, atual presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Estado.
Começa nesta terça-feira (16) a fase decisiva da campanha eleitoral que definirá o próximo governador do estado, o vice, um senador, dezoito deputados federais, 42 estaduais e o presidente da República. Os candidatos terão 45 dias para convencer o eleitor de que possui as melhores propostas para melhorar a vida dos maranhenses e consequentemente conquistar a confiança do eleitor na hora de definir o voto.
São nove candidatos a governar o Maranhão pelos próximos quatro anos: Carlos Brandão (PSB), Weverton Rocha (PDT), Edivaldo Holanda Unior (PSC), Lahesio Bonfim (PSC), Simplício Araújo (SD), Enilton Rodrigues (PSOL), Hertz Dias (PSTU), Joás Moraes (DC) e Frankle Costas (PCB). O governador Brandão, que tenta a reeleição, lidera a corrida ao Palácio dos Leões e as últimas pesquisas indicam que ele tem presença garantida no segundo turno.
O mesmo não se pode dizer do seu principal oponente até o momento, o senador Weverton Rocha (PDT), que iniciou a pré-campanha liderando as pesquisas, porém com um percentual baixo, foi ultrapassado pelo governador e agora se vê ameaçado pelo candidato do PSC, Lahesio Bonfim, que segundo a última sondagem do Instituto Econométrica, encontra-se em situação de empate técnico com o senador pedetista.
A campanha ao governo do Maranhão vai iniciar oficialmente com as atenções também voltadas para o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior, que mesmo sendo vítima de fake News que colocavam em dúvida sua candidatura de governador, manteve-se estável nas pesquisas e espera crescer na preferência do eleitorado, se constituindo em mais uma ameaça ao representante do PDT.
Pelos números apresentados pelos institutos, são esses quatro candidatos que entram na campanha por uma vaga no segundo turno, sendo que uma praticamente garantida ao governador Carlos Brandão e outra para ser disputada entre Weverton, Edivaldo e Lahesio. E nesta corrida, enquanto o pedetista perde fôlego, Lahesio se aproxima e Edivaldo tende a crescer com a confirmação de sua candidatura.
No pelotão mais a baixo Simplício, Enilton, Hertz, Joás e Frankle devem aproveitar os espaços (debates, sabatinas, entrevistas e horário eleitoral) oferecidos pela campanha para marcar posições, pois segundo os últimos levantamentos sobre a preferência do eleitorado, provavelmente não terão condições de virar o jogo.
Entre os que disputam para valer o governo do estado, merece atenção a situação do senador Weverton Rocha, o candidato que se apresentou montado num foguete, afirmando que “foguete não dá ré”, liderou o processo nas primeiras pesquisas, mas foi perdendo fôlego mesmo com o governador impedido de percorrer o estado por conta de problemas de saúde ao longo de 45 dias e agora se vê ameaçado de perder a segunda posição e não passar sequer para o segundo turno.
Weverton, segundo publicaram aos alguns blogs, já teria sido aconselhado pelo amigo José Dirceu, ex-ministro Chefe da Casa Civil no governo Lula, a esquecer Brandão e se preocupar com o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, que ameaça tomar seu lugar na segunda colocação.
E ainda tem o fator Edivaldo, que fez pré-campanha discreta, mas agora com a campanha na rua seus aliados acreditam que a tendência da candidatura é crescer e se constituir em mais uma dor de cabeça para o senador pedetista que pode sair da eleição muito menor do que entrou.
Na corrida pela única cadeira em disputa no Senado Flávio Dino tem enorme vantagem sobre o senador Roberto Rocha, candidato à reeleição apoiado por Weverton e pelos partidos da base bolsonarista, mas enfrenta resistência até entre os candidatos cujos os partidos declararam apoio.
O ex-prefeito de São Luís e candidato ao Governo do Maranhão pelo Partido Social Democrático (PSD), Edivaldo Holanda Junior, destacou nesta sexta-feira (12), durante participação em Sabatina do Portal Imirante.com que uma de suas medidas para fortalecer a rede de saúde estadual será a reativação e ampliação de serviços especializados nos hospitais macrorregionais.
Quando questionado que medidas adotaria para resolver o problema da demanda nos dois maiores hospitais da rede municipal de São Luís (Hospitais Socorrões I e I), Edivaldo fez questão de destacar a importância das duas unidades para a população de todo o estado.
“Os Socorrões I e II são dois hospitais de referência e que contam com os melhores profissionais da área em nosso estado, por isso, recebem pacientes vindos de todo o Maranhão. Em nossa gestão como prefeito contabilizamos que 60% dos atendimentos feitos eram em pacientes de outras cidades maranhenses”, disse Edivaldo, destacando que esse problema só será possível de ser resolvido com a reativação e ampliação de serviços nos hospitais macrorregionais.
“Vamos fortalecer os hospitais macrorregionais, reativar serviços e retomar o atendimento de especialidades médicas no interior do estado para que a população possa cuidar da saúde no seu próprio município ou em uma cidade vizinha, evitando o deslocamento para a capital ou para cidades distantes das suas”, garantiu.
Ainda na área de saúde, Edivaldo informou que pretende fortalecer o curso de medicina da Uema para ampliar a oferta de profissionais na rede estadual de saúde.
Durante o programa ele respondeu a perguntas sobre Cultura, Saúde, Turismo e Desenvolvimento Econômico, temas que foram sorteados ao vivo ao longo da entrevista.