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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 19/fev/2026

Lula atribui repercussão negativa de desfile a impulsionamento pago e orienta equipe a não alimentar polêmica

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ministros e integrantes do governo federal avaliam que a repercussão negativa sobre o desfile da Acadêmicos de Niterói foi intensificada por meio de impulsionamento pago de conteúdos digitais. Durante a apresentação, no último domingo (15) na Marquês de Sapucaí, a escola apresentou um enredo em homenagem ao petista. A agremiação foi rebaixada do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro.

De acordo com informações publicadas nesta quinta-feira (19) pela coluna da jornalista Nathalia Fruet, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) repassou ao presidente Lula dados indicando pagamento para ampliar a circulação de críticas ao desfile nas redes sociais.

A ordem do presidente Lula é para que ministros e auxiliares evitem reproduzir a polêmica sobre o desfile. Conforme integrantes do Palácio do Planalto, o episódio foi explorado por adversários políticos e por grupos organizados para atacar o governo, com uso de ferramentas digitais que aumentaram artificialmente o alcance das publicações críticas. A avaliação interna é de que houve uma estratégia coordenada para transformar a apresentação carnavalesca em um tema de desgaste político.

Auxiliares de Lula também demonstraram preocupação com a forma como parlamentares do PT poderiam reagir ao caso. Segundo pessoas próximas ao presidente, seria um equívoco tratar o episódio como um fator capaz de ampliar a distância entre o governo e a comunidade evangélica, sobretudo diante da leitura de que a polêmica teria sido potencializada por campanhas digitais patrocinadas.

A controvérsia surgiu após a Acadêmicos de Niterói apresentar elementos que fizeram críticas a setores identificados como “neoconservadores”. Durante o desfile, representantes do agronegócio, evangélicos e da oposição ao governo Lula foram descritos como “neoconservadores em conserva”, em uma metáfora visual que chamou atenção pela estética provocativa.

A escola levou para a avenida uma representação de famílias dentro de latas de conserva, com imagens que remetiam ao modelo de família tradicional — pai, mãe e dois filhos — associando esse conceito a segmentos do neoconservadorismo, ao agronegócio e a grupos religiosos. A encenação gerou forte reação de oposicionistas e de setores religiosos, que acusaram a apresentação de desrespeitar a fé cristã.

Apesar de o desfile ter sido planejado como uma homenagem política e simbólica ao presidente, o conteúdo apresentado passou a ser utilizado como combustível para disputas ideológicas nas redes sociais, ampliando o alcance do debate para além do universo carnavalesco. No entendimento do governo, o uso de impulsionamento pago teria sido decisivo para aumentar a repercussão negativa.

O desfile – A Acadêmicos de Niterói desfilou com o enredo “Do Alto do Mulungu Surge a Esperança: Lula, o Operário do Brasil”, que buscava retratar a trajetória política do presidente e sua origem ligada ao movimento operário. Mesmo com a proposta temática, a escola terminou a apuração com 264,6 pontos e foi a agremiação rebaixada para a Série Ouro.

O rebaixamento ocorreu em um ano em que a Unidos do Viradouro conquistou o título do Carnaval do Rio de Janeiro em 2026. O resultado foi anunciado na quarta-feira (18), após a apuração realizada na Cidade do Samba, no bairro da Gamboa, na região central do Rio. A Viradouro fechou a disputa com 270 pontos.

A Beija-Flor ficou com a vice-liderança, somando 269,9 pontos, empatada com a Vila Isabel. O restante do grupo que completou as primeiras colocações foi formado por Salgueiro (269,7), Imperatriz (269,4) e Mangueira (269,2). Todas essas escolas garantiram presença no Desfile das Campeãs, marcado para o próximo sábado (21), na Marquês de Sapucaí.

A Viradouro levou para a avenida o enredo “Para cima, Ciça!”, dedicado aos 70 anos de Moacyr da Silva Pinto, mestre de bateria conhecido como Ciça, considerado o mais longevo no posto em atividade no Carnaval carioca. Ele participou do desfile tanto na comissão de frente quanto no último carro alegórico, comandando os ritmistas diante do público.

Com uma trajetória extensa, Ciça já esteve à frente de baterias de escolas como Unidos da Tijuca, Grande Rio, União da Ilha e Estácio de Sá, onde iniciou sua carreira em 1988. Reconhecido pelas paradinhas marcantes e pela condução precisa da percussão, ele participou diretamente de títulos importantes, incluindo vitórias da Viradouro em 2020 e 2024 e o campeonato da Estácio de Sá em 1992.

O título conquistado em 2026 representa o quarto campeonato da Viradouro no Carnaval do Rio. A escola já havia vencido anteriormente em 2024, e agora reforça sua posição entre as agremiações de destaque na história recente do Grupo Especial.

Na lista histórica das maiores campeãs do Carnaval carioca, a Portela permanece como líder absoluta com 22 títulos, seguida pela Mangueira, com 20. A Beija-Flor soma 15 conquistas, enquanto Salgueiro, Império Serrano e Imperatriz Leopoldinense acumulam nove títulos cada.

Com a queda da Acadêmicos de Niterói, a vaga deixada no Grupo Especial será preenchida pela campeã da Série Ouro. A escola que assumirá o posto será conhecida nesta quinta-feira (19), quando será divulgado oficialmente o resultado da apuração da divisão de acesso.

  • Jorge Vieira
  • 18/fev/2026

Advogado mente e tenta imputar crime a Flávio Dino fazendo o “L” em vídeo antigo

O advogado Jeffrey Chiquini utilizou as suas redes sociais nesta terça-feira (17) para acusar o ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino de um crime que ele não cometeu.

Chiquini é conhecido por ter sido o defensor de Filipe Martins no julgamento da tentativa de golpe. O cliente foi condenado a 21 anos de prisão por sua participação na trama golpista.

Nas redes sociais, o advogado postou um vídeo do Carnaval de 2023 que retrata Dino pulando e “fazendo o L”.  “Flávio Dino pulando carnaval fazendo o “L”. O nome disso, na legislação vigente, é crime de responsabilidade por atividade político-partidária, o que é vedado aos ministros do STF”, disse.

Dino, à época, era ministro da Justiça do governo Lula. Portanto, a lei que define crimes de responsabilidade para os magistrados da corte não pode ser aplicada contra Dino, um dos responsáveis pela condenação de Martins na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal.

Mesmo após ter checagem da comunidade do X revelando o conteúdo desinformativo do post, a publicação segue no ar nas redes de Chiquini, até o momento de publicação desta reportagem.

Em dezembro de 2025, Dino ordenou a retirada de Jeffrey Chiquini da tribuna do Supremo Tribunal Federal. Na ocasião, o advogado solicitou uma questão de ordem, que foi negada pela corte. Ele decidiu insistir e passou a discutir com os ministros. Chiquini, então, foi retirado do local pela polícia.

  • Jorge Vieira
  • 14/fev/2026

82% defendem criação de um código de ética para o STF, diz Quaest

Aproposta de criação de um código de ética e conduta para os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), defendida pelo presidente da Corte, Luiz Edson Fachin, conta com amplo apoio da população brasileira. É o que indica pesquisa divulgada nesta sexta-feira (13) pela consultoria Quaest em parceria com a Genial Investimentos.

De acordo com o levantamento, 82% dos entrevistados concordam com a afirmação de que o STF precisa adotar um código de ética e conduta para seus ministros. Apenas 10% disseram discordar da medida, enquanto 1% afirmou não ter opinião formada sobre o tema. Outros 7% não responderam.

Os dados indicam que, apesar da forte polarização política no País, há convergência entre eleitores de diferentes espectros ideológicos nesse debate. Entre os que votaram em Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2022, 88% apoiam a criação do código. Já entre os eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 76% se declararam favoráveis à iniciativa.

O apoio também é elevado entre os que não se identificam como lulistas ou bolsonaristas, grupo classificado pela Quaest como “independentes”.

Segundo a pesquisa, a aprovação à proposta se mantém alta em todos os recortes analisados: regiões do País, gênero, faixa etária, níveis de escolaridade, renda e religião. Em nenhum dos estratos populacionais avaliados o índice de apoio ficou abaixo de 74%.

O levantamento ouviu 2.004 pessoas entre os dias 5 e 9 de fevereiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Em mensagem supostamemte vazada e entregue ao site Poder 360, a ministra Cármen Lúcia, do STF, teria afirmado:

“Todo taxista que eu pego fala mal do Supremo. A população está contra o Supremo”, afirmou ela.

  • Jorge Vieira
  • 12/fev/2026

Assembleia aprova Decreto Legislativo de indicação do interventor do município de Turilândia por um período de 180 dias

A Assembleia aprovou, na sessão desta quinta-feira (12), o Projeto de Decreto Legislativo 001/2026, de autoria da Comissão de Constituição Justiça e Cidadania (CCJ), originário do Decreto do Poder Executivo nº 41.471/2026 que indica o interventor do município de Turilândia em cumprimento à decisão judicial proferida pelo Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ/MA). O interventor indicado pelo governador Carlos Brandão é o defensor público Thiago Josino Carrilho de Arruda Macedo, que atende ao perfil técnico sugerido pela Corte de Justiça.

A matéria foi promulgada pela presidente da Assembleia Legislativa, deputada Iracema Vale, no Plenário Nagib Haickel, no encerramento da sessão legislativa desta quinta-feira (12).

A proposição foi analisada pela CCJ e recebeu parecer favorável que, submetido à votação, foi aprovado por ampla maioria.

Na Mensagem Governamental nº 007/2026 de encaminhamento da matéria à Assembleia Legislativa, o governador Carlos Brandão (PSB) diz que a medida atende ao previsto no § 1º do artigo 17 da Constituição Estadual.

De acordo com o Decreto nº 41. 471/2026, do Poder Executivo, fica decretada a intervenção estadual no município de Turilândia, com o objetivo de restabelecer a ordem institucional e a legalidade, com abrangência sobre os atos de gestão do Chefe do Executivo, visando à adoção de providências urgentes e necessárias à normalização dos serviços públicos essenciais e ao cumprimento das decisões judiciais pendentes”,

Prazos – O interventor Thiago Josino Carrilho de Arruda Macedo, que tomará posse nos próximos dias, deve apresentar no prazo de 90 dias, contados da sua posse, relatório circunstanciado e prestação de contas junto ao Ministério Público, Poder Executiva Estadual, Tribunal de Justiça e Tribunal de Contas.

O prazo de intervenção será de 180 dias, podendo ser prorrogado, de acordo com o fixado em decisão proferida no processo judicial de nº 0837551-54.2025.8.10.0000.

  • Jorge Vieira
  • 11/fev/2026

Lula lidera todos os cenários de 1º turno, diz Quaest

A nova rodada da pesquisa Quaest sobre a corrida presidencial de 2026 indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém a liderança em todos os cenários simulados para o primeiro turno. O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece de forma consistente na segunda colocação, com variações que o mantêm próximo ao atual presidente.

O levantamento é o primeiro a não incluir o governador de São Paulo, Tarcísio Freitas (Republicanos), entre os possíveis candidatos, e também marca a estreia de Ronaldo Caiado (PSD) após sua filiação ao novo partido.

Ao todo, foram testados sete cenários com até oito nomes. Lula registra intenções de voto entre 35% e 39%, enquanto Flávio Bolsonaro oscila de 29% a 33%. A diferença entre os dois varia de quatro a oito pontos percentuais, dependendo da composição da disputa.

Segundo Felipe Nunes, diretor da Quaest, os números indicam fortalecimento da candidatura do senador. “A consolidação da candidatura de Flávio Bolsonaro nas pesquisas aconteceu pela sua capacidade de atrair o eleitor bolsonarista e o eleitor de direita não-bolsonarista. Seu desafio ainda é atrair o eleitor independente, que define a eleição. Lula continua muito forte entre lulistas e na esquerda e numericamente à frente entre os independentes”, afirma.

Nunes também destacou a evolução recente do senador nas simulações. “Desde que foi indicado pelo pai, em dezembro, Flávio cresceu oito pontos no cenário que conta com Ratinho Jr., Aldo Rebelo e Renan Santos. Nesse mesmo período, Lula oscilou dois pontos pra baixo e Ratinho saiu de 13% para 7%”, diz.

No primeiro cenário testado, Lula aparece com 35%, seguido por Flávio Bolsonaro com 29%. Ratinho Júnior (PSD) soma 8%, Romeu Zema (Novo) 4%, Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (DC) têm 1% cada. Indecisos são 7%, enquanto 15% declaram voto branco, nulo ou afirmam que não votarão.

Em outro cenário, Lula alcança 38% contra 30% de Flávio. Romeu Zema e Ronaldo Caiado aparecem com 4% cada. Em simulações com Eduardo Leite (PSD), o governador chega a até 4%, enquanto Caiado atinge 4% nos cenários em que é incluído.

Nos três cenários comparáveis com levantamentos anteriores — aqueles com a mesma combinação de candidatos — Flávio Bolsonaro apresenta crescimento desde dezembro, enquanto Lula mantém estabilidade dentro da margem de oscilação. Ratinho Júnior, por sua vez, registra queda nas simulações em que aparece.

Rejeição – Além das intenções de voto, a pesquisa mediu o índice de rejeição dos principais nomes. Flávio Bolsonaro é rejeitado por 55% dos entrevistados, enquanto 54% afirmam que não votariam em Lula. Segundo Felipe Nunes, “A análise da rejeição dos candidatos também sugere uma eleição bastante competitiva”.

O senador apresentava 60% de rejeição em dezembro, quando anunciou sua pré-candidatura. Já Lula mantinha 54% naquele momento, índice que permanece estável.

Entre os demais nomes, Ratinho Júnior registra 40% de rejeição; Ronaldo Caiado e Eduardo Leite, 35% cada; Romeu Zema, 34%; Aldo Rebelo, 26%; e Renan Santos, 19%.

A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos. Foram ouvidas 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 5 e 9 de fevereiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%

  • Jorge Vieira
  • 11/fev/2026

Assembleia Legislativa elege nova composição da CCJ

A Assembleia Legislativa elegeu, nesta terça-feira (10), os novos membros da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Casa. Ocupará o cargo de presidente o deputado Neto Evangelista (União Brasil) que terá como vice, o deputado Florêncio Neto (MDB).

Além destes, comporão a CCJ os parlamentares Arnaldo Melo (PP), Ricardo Arruda (MDB), Adelmo Soares (MDB), Carlos Lula (PSB) e João Batista Segundo (PL), como membros titulares.

Como membros suplentes foram eleitos os deputados Eric Costa (PSD), Helena Duailibe (PP), Dr. Yglésio (PRTB), Daniella (MDB), Ariston (Mobiliza), Fernando Braide (PSB) e Aluízio Santos (PL).

“Para nós, estarmos mais uma vez à frente de uma das comissões mais importantes da Assembleia é uma grande honra. É na CCJ que deliberamos e damos andamento aos projetos de lei que, ao final, vão impactar diretamente na vida da população do Maranhão, levando mais qualidade de vida, garantindo direitos e proporcionando que políticas públicas relevantes alcancem quem mais necessita”, disse o deputado Neto Evangelista, que já ocupou o cargo anteriormente.

CCJ – Comissão Permanente da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, cabe à CCJ analisar as proposições produzidas e apresentadas ao Parlamento Estadual quanto aos aspectos constitucional, legal, jurídico, regimental e de técnica legislativa, emitindo parecer.

O vice-presidente da CCJ, deputado Florêncio Neto, ressaltou a importância da comissão para o bom andamento dos trabalhos na Casa.

“A CCJ é a comissão que recepciona os projetos que daí partem para as comissões temáticas e depois, para o plenário da Casa. As vagas foram distribuídas contemplando todos os blocos, com indicações de membros. A eleição ocorreu por aclamação e, por unanimidade, o deputado Neto Evangelista foi escolhido o presidente”, destacou Florêncio Neto.

  • Jorge Vieira
  • 11/fev/2026

Sucessão apresenta quadro confuso na aliança governista; presidente do PT fala em construir um nome de consenso

O suposto veto da direção nacional do Partido dos Trabalhadores à candidatura do secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão (MDB), ao governo do estado foi apenas mais um ingrediente complicada engenharia para a manutenção da aliança governista visando as eleições de outubro próximo.

O caminho natural para a pacificação da base aliada ao presidente Luís Inácio Lula da Silva seria o governador Carlos Brandão (sem partido) entregar o comando do governo para vice-governador Felipe Camarão (PT) e disputar o Senado, mas a sucessão tomou rumo diferente do que supostamente teria sido acordado em 2022 na composição da chapa que elegeu Brandão governador.

Nesta terça-feira (10), o presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que o partido seguirá trabalhando pela unidade do campo que apoia o presidente Lula no Maranhão e pela construção de uma candidatura capaz de unificar a base aliada nas eleições de 2026. A declaração do líder petista pôs fim às especulações sobre a posição nacional do partido, porém deixou subentendido que Orleans não unifica o grupo.

“O PT vai continuar trabalhando pela unidade do nosso campo. Nós queremos construir um nome que unifique o nosso campo no Maranhão, para eleger governador ou governadora, senadores, ampliar a bancada federal e voltar a eleger deputados estaduais”, afirmou o presidente nacional do partido. Edinho Silva disse ainda que o objetivo central da legenda é fortalecer o projeto político liderado pelo presidente Lula, ampliando a presença do campo progressista nos cargos majoritários e proporcionais

Segundo o professor Nonato Chocolate, militante histórico do PT e que esteve o evento em Salvador (BA) que comemorou os 46 anos de fundação do PT, em entrevista ao Pod Cast Café Quente, comandado pelo ex-deputado estadual Rogério Cafeteira, na noite de segunda-feira (9), o presidente Luís Inácio Lula da Silva delegou à executiva nacional do PT a responsabilidade de conduzir as eleições nos estados e que os dirigentes decidiram pelo veto a Orleans. Agora Edinho Silva fala em construir um nome de consenso quando o governador já disse que vai ficar até o final do mandato e que a candidatura de Orleans é irreversível.

Carlos Brandão já deixou claro que preparou Orleans para sucedê-lo e vai fazer o sacrifício de ficar sem mandato para garantir, segundo ele tem afirmado por onde passa, a continuidade dos programas que estão sendo executados pelo seu governo. Pelo que tem dito e reafirmado, a candidatura de Orleans é irreversível e a possibilidade de passar a faixa para o vice-governador Felipe Camarão zero. Diante do que está exposto, parece difícil, mas não impossível construir um nome de consenso, mas para isso os dois lados precisam se desarmar.

Como o grupo considerado dinista não aceita Orleans e  Brandão não aceita Camarão, a alternativa seria encontrar de fato um nome capaz de unificar a base de Lula, só saber se o governador estaria disposto a rever seu projeto político aopos percorrer o Maranhão defendendo a candidatura do sobrinho.

É fato que muita água ainda vai correr por debaixo dessa ponte, pois com já dizia uma velha raposa da política brasileira, política é como nuvem, basta piscar e ela muda.

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