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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 1/jul/2013

Blogueiro adversário de Edivaldo faz lobby para empresa de alimentação na Prefeitura de SL

O blogueiro e dublê de lobista
Robert Lobato viajou de mala e cuia para uma ligeira temporada no Rio de
Janeiro.

Conforme ele mesmo divulgou na
sua página, que daria um tempo nas postagens para se dedicar a uma “missão
lúdico-revolucionária” na Cidade Maravilhosa.

O blogueiro foi ao Rio vender
ilusões para os executivos da empresa Masan.

Robert se vende como blogueiro,
mas vive de tráfico de influência usando os nomes do vice-governador Washington
Oliveira (PT) e do vice-prefeito Roberto Rocha (PSB) para tentar manipular
licitações tanto no Governo do Estado como na Prefeitura de São Luis.

Vamos explicar a “viagem
lúdico-revolucionária”.

O lobista é tão trapalhão que
divulga no próprio blog o trabalho sujo que pretende fazer.

Recentemente a Prefeitura de
São Luís encerrou o contrato de merenda escolar com a empresa SP e vai abrir
licitação para contratar uma nova empresa no mês de agosto.

Na agenda lúdica do “lobista”,
ele aproveitou  com a esposa para vê de camarote a final da Copa das
Confederações com  tudo pago.

Já na agenda nada
revolucionária e pouco  republicana, o encontro é com os executivos da
Masan – empresa que já tem  contrato com o Governo do Estado para fornecer
alimentos nos presídios do Maranhão e pretende ganhar a licitação para
fornecer  merenda escolar para Prefeitura de São Luis.

O contrato é de R$ 80 milhões
de reais para distribuir diariamente cerca de 120 mil refeições por dia para
alunos da rede municipal.

Na tentativa de negociação de
propinas com os executivos da Masan, o blogueiro usa o nome e a influência que
tem junto ao vice-prefeito Roberto Rocha (ninguém sabe se tem a autorização do
vice-prefeito).

As trapalhadas do blogueiro são
dignas de um lobista amador. As agressões gratuitas todos os dias no seu blog
contra  a gestão do prefeito Edivaldo Holanda Junior só podem
ser interpretadas de duas formas:  Ou é chantagem barata ou mesmo
trapalhada.

Na eleição passada para
prefeito de São Luis, o blogueiro circulava pela coordenação financeira da
campanha do candidato Washington Oliveira (PT) e manteve contato na época com
os executivos da Masan.

Seria uma tentativa de
viabilizar uma receita para a campanha do candidato e uma possível negociação
antecipada da licitação da merenda escolar do município.

O certo é que o dinheiro não
entrou no caixa da coordenação da campanha e mais tarde o blogueiro
terminou comprando uma casa a vista no valor de R$ 180 mil reais e
transformando numa mansão.

A empresa Masan já tinha
contrato com o Governo do Estado onde fornecia alimentos para os presídios.

Robert tentava na campanha
fazer lobby para levar também para a prefeitura, via Washington se chegasse a
vencer a eleição.

Com o encerramento do contrato
da Prefeitura de São Luis com a empresa  SP antes do final semestre letivo
ficariam algumas semanas em aberto sem cobertura da alimentação escolar.

O blogueiro meteu na cabeça dos
executivos da Masan, que teria o contrato certo, se eles cobrissem esses dias
sem merenda escolar.

A empresa enviou 10 carretas de
produtos para São Luis. Depois ficou no prejuízo.

O prefeito de São Luis disse
que nunca autorizou ninguém a negociar em nome da prefeitura.

  • Jorge Vieira
  • 1/jul/2013

“Um crime doentio, febril”, Carta Capital detona Roseana e Ricardo Murad

Roseana e Ricardo Murad, sempre alegres… Por que será?
Numa
reportagem bombástica, a revista Carta capital, edição nº 775, de 1º de
Julho de 2013, escancara para o país mais uma denúncia que atinge o
âmago do governo Roseana e mostra as vísceras do grupo Sarney, o modus
operandi da roubalheira que sustenta a oligarquia a eterniza no poder
com muito dinheiro para comprar votos. Claro nenhuma novidade para os
maranhenses, algo que já vem sendo denunciado pela oposição na
assembleia, mas que ainda não havia ultrapassado os cancelos do
Maranhão.
Enquanto
a Polícia Federal, Ministério Público e a Justiça não tomam
providencias, a saída é mesmo ir pras ruas, pelo menos protestar contra
essa vergonha a que uma família submete a tanto tempo o povo
Maranhense. 
A
Carta Capital não disponibiliza o texto na internet, o que fez o jornalista Josué Moura digitar  e disponibilizar no seu blog para aqueles que não têm acesso à
revista. Veja a matéria na íntegra que reproduzo abaixo:

 ——————————————————————————————————–

Um crime doentio, febril
Maranhão:
Reforma do Hospital Dr. Carlos Macieira, em São Luís, deveria ter sido
concluída em 2010. Não foi e já consumiu 108 milhões de reais dos cofres
públicos.

pouco mais de 20 dias, meia dúzia de deputados estaduais de oposição
foi à Justiça Federal do Maranhão cumprir um dos mais antigos e inúteis
rituais de ação política no estado: denunciar um esquema de fraude
administrativa de desvio de dinheiro público. As operações suspeitam os
oposicionistas, podem ter sido montadas para alimentar o caixa 2 do
grupo político do Senador José Sarney, no comando do Maranhão há
décadas.
Nas
páginas da denúncia apresentada pelos parlamentares descortina-se um
esquema irregular de repasses milionários a uma inexplicável, longa e
cara reforma de hospitais. Iniciadas em 2009, as obras nunca concluídas
do Carlos Macieira, a maior unidade pública do estado, custaram aos
cofres maranhenses até agora, 108, 7 milhões de reais. Outro hospital
público, o Aquiles Lisboa, especializado em pacientes com hanseníase,
virou um sorvedouro de dinheiro do contribuinte graças a uma reforma que
dura quatro anos ao custo de 11,4 milhões de reais. No centro dessa
fantástica contabilidade está Ricardo Murad, cunhado de Roseana Sarney,
por ela nomeado secretário estadual  de Saúde em 20 de abril de 2009.
Irmão
de Jorge Murad , marido de Roseana, Ricardo esperou oito meses para
iniciar o esquema milionário de injeção de verbas no Carlos Macieira,
instituição que, como quase tudo no Maranhão, homenageia um integrante
do clã. O médico que dá nome ao hospital é sogro de Sarney, avô da
governadora. Sob alegação jamais justificada de estado de emergência, o
secretário contratou sem licitação em dezembro de de 2009, uma
empreiteira do Ceará, a Fujita Engenharia. O contrato previa um
investimento de 38,6 milhões de reais nas obras de reforma e ampliação
do Hospital.
O
prazo de execução: 180 dias. No mesmo mês o governo maranhense adiantou
à construtora  cearense 2 milhões de reais. A partir dos termos do
contrato, portanto, as obras do hospital deveriam estar prontas em junho
de 2010. Em agosto daquele ano, contudo, o Diário Oficial do Estado
publicou um aditivo para reduzir o valor do contrato a 26,5 milhões de
reais, de modo a garantir o andamento da obra, apesar do atraso de dois
meses.
Durante
o ano de 2010, a Fujita Engenharia recebeu , além dos 2 milhões de
reais pagos em dezembro de 2009, mais 23,6 milhões, embora a execução da
obra continuasse lenta. Em 7 de junho de 2011, um ano depois de
estourado o prazo de 180 dias do primeiro contrato firmado com a
construtora, Murad decidiu abrir uma licitação para a mesma obra no
hospital. A vencedora foi a Fujita, incrivelmente chamada a realizar o
mesmo serviço, reforma e ampliação do hospital, a partir de um novo
contrato, desta vez equivalente a 39,5 milhões de reais, com prazo
estabelecido de 600 dias (um ano e oito meses) para entrega da obra. Ou
seja, além de não ter sofrido nenhuma sanção do governo maranhense por
ter recebido cerca de 26 milhões de reais para tocar uma obra
emergencial que nunca saiu do papel, a construtora acabou vitoriosa no
processo licitatório aparentemente montado para favorecê-la.
Deputado, secretário de saúde Ricardo Murad (PMDB)
Um
ano depois, em 6 de julho de 2012, a Fujita seria contemplada com uma
prorrogação do prazo de 120 dias, além de um adicional de 6 milhões de
reais a título de aditivo contratual. Assim, o valor total do contrato
subiu a 45,6 milhões de reais. Tanta generosidade passou a causar
desconfiança entre a oposição e os poucos blogs de jornalismo que
conseguem furar o controle da mídia no estado, quase toda nas mãos dos
Sarneys e aliados, sem falar na forte influência do clã sobre o
judiciário, a polícia e o Ministério Público locais. Antes da realização
de uma auditoria nas obras, capaz de verificar como foi aplicado a
dinheirama repassada à Fujita  Engenharia , um misterioso incêndio 45
dias depois do aditivo repassado à empreiteira transformou em cinzas
provas da reforma que nunca existiu. Dali a dois meses, em outubro de
2012, Murad decidiu rescindir o contrato com a empreiteira. para a
Fujita nenhum problema: a construtora já havia recebido todos os
pagamentos.
A
partir de então, iniciou-se um processo licitatório que beneficiaria
outra empresa do Ceará, a Star Construções, com o novo contrato de
reforma e ampliação do Carlos Macieira. Coincidentemente, a Star
funciona no mesmo endereço da Fujita em Fortaleza. e não por acaso: os
donos de ambas as empresas são os irmãos Carlos Roberto e Lisandro
Fujita. Em 9 de janeiro passado, a Star Construções foi contratada a
partir de um pregão presencial aberto pela Secretaria de Saúde. Para
essa nova fase da interminável reforma do hospital, o governo maranhense
destinou mais de 35, 5 milhões de reais. Ao mesmo tempo, Murad abriu
uma nova licitação para construção de hospitais de cem leitos em quatro
municípios maranhenses: Imperatriz, Caxias, Pinheiro e Santa Inês. Ganha
um prato de arroz de cuxá quem advinhar o vencedor da concorrência. A
Star levou e vai tocar os projetos avaliados em 41,8 milhões de reais.
Em Outro Hospital, o Aquiles Lisboa , a ONG de um aliado dos Sarneys recebe 5 milhões de reais.

 

Deputado Antonio Pereira (DEM), “um dos principais operadores”

Processo
semelhante ocorreu no Hospital  Aquiles Lisboa, também de São Luís. Em 3
de novembro de 2009, a Secretaria de saúde fechou sem licitação
contrato de 5,1 milhões de reais com a Cruz Vermelha Brasileira para a
prestação de serviços médicos no hospital. Em 9 de abril de 2010, outro
contrato no valor de 803,7 mil reais para o mesmo hospital, desta feita
para serviços de reforma, foi acertado com a empreiteira Coteb. Não
parou por ai. Em 2011, após o encerramento do contrato com a Cruz
vermelha, Murad firmou um termo de parceria com Associação Tocantina para o desenvolvimento da Saúde – Bem Viver no valor de 5,1 milhões de reais, com pagamentos mensais de 429 mil reais. O responsável pela Bem Viver é o deputado estadual Antonio Pereira (DEM),
um dos principais operadores da família Sarney na Assembleia
Legislativa do Maranhão. Em 10 de maio de 2012,  a parceria da
Associação de Pereira com o governo estadual foi corrigida para 5,5
milhões de reais para o mesmo serviço no hospital Aquiles Lisboa.
Apesar
de tanto dinheiro disponível, o lugar está quase em ruínas e funciona
apenas em uma das casas do complexo. Homens, mulheres e crianças dividem
o mesmo espaço e ha um único banheiro para todos, inclusive para os
visitantes. Ainda assim, o gasto mensal de manutenção do hospital é de
500 mil reais. Embora o Mal de Hansen, conhecido popularmente como Lepra,
seja uma enfermidade dos tempos bíblicos, o Maranhão é o quarto estado
brasileiro com maior índice de incidência da doença no país. Perde
apenas para Mato Grosso, Tocantins e Rondônia. Em 2012, dos 29 mil casos
de hanseníase detectados no Brasil, 3.302 ocorreram no Maranhão, 305
deles em menores de 15 anos de idade.
“Tudo
isso é mais um escândalo”, afirma, resignado, o deputado estadual
Marcelo Tavares, do PSB, um dos autores das denúncias. Segundo ele,
graças ao prestígio de Sarney no governo federal, a governadora Roseana
conseguiu 1 bilhão de reais do BNDES, de um total de 3,8 bilhões a serem
emprestados no médio prazo, com a justificativa de reformar hospitais
no estado. Procurado por Carta Capital, Murad preferiu não prestar
informações sobre as obras.

  • Jorge Vieira
  • 1/jul/2013

Fialho não esclarece nada e coloca mais suspeita sobre convênios com entidades fantasmas

Fialho colocou ainda mais dúvidas sobre os convênios
Pálido e nervoso, ao ponto de não
conseguir responder objetivamente nenhuma das perguntas formuladas pelos
deputados de oposição, o secretário de Desenvolvimento Social e Agricultura
Familiar, Fernando Fialho (PMDB), compareceu nesta tarde de segunda-feira ao
plenário da Assembleia legislativa e colocou ainda mais suspeitas sobre os
convênios realizados com entidades fantasmas para fazer “caixinha” para a
campanha eleitoral em 2014.    
Ao contrário do que o plenário
esperava, Fialho nada soube informar sobre o critério para a escolha do
Instituto Ação Social Vera Macieira para execução de obras de melhoria de caminhos
de acesso ao povoado fantasma “Trechos”, no município de Raposa, no valor de R$
5 milhões e nem sobre esclarecer nada sobre as empresas que venceram a
licitação, uma vez que o endereço fornecido pela Vera Macieira simplesmente não
existe.
O secretário confirmou todas as denúncias
da oposição ao afirmar que houve erro material na elaboração dos contratos.
Para o líder da oposição, o convênios feito com a Vera Macieira não se trata de
erro formal porque não foi sequer publicado no Portal da Transparência para
evitar que alguém fiscalizasse.
A sinecura com a entidade Vera
Macieira, ao que tudo indica, foi feita sem transparência. No ato da assinatura
do contrato, o governo repassou para o Instituto R$ 1,8 milhão e uma segunda
parcela no valor de R$ 1,2 milhão. Um detalhe, porém, chama a atenção: os dois
pagamentos não constam no Portal da Transparência.  
Acuado pela oposição e sem ter
como responder aos questionamentos, não restou a Fialho outra alternativa senão
anunciar que autorizou uma auditagem no convênios e que, caso seja comprovada a
irregularidade, poderá cancelar o contrato.
O secretário tomou a atitude após
ser confrontado com a verdade e ver o líder da oposição, Deputado Rubens
Pereira Júnior (PCdoB) solicitar a revogação do título de utilidade da entidade
por fraudar informações. Rubens Júnior mostrou a Fialho que no local onde
deveria funcionar a Vera Macieira existe apenas um terreno com mato e que o
CNPJ pertence a outra empresa.
Diante do que foi exposto, o
deputado Marcelo Tavares disse está seguro de que a Vera Macieira é uma
entidade fantasma que recebeu R$ 5 milhões do governo Roseana.  Marcelo denunciou ainda outros 105 convênios
suspeitos que não foram publicados no Portal da Transparência e que somente
após a denúncia da oposição é que publicaram uma série de erratas no Diário
Oficial.
“Duvido que V.Exª tenha feito
misso sem ordem superior. Estou lhe usando para fazer caixa para a eleição que
não é sua. Não deixe que lhe utilizem e nem permita ser utilizado por quem não
está preocupado com V.Exª. Estão lhe usando para fazer eleição. Ele vão se
eleger e V.Exª como é que vai ficar? Acho que V.Exª está sendo mais uma vítima”,
observou Tavares.
Ao final do seu pronunciamento,
Marcelo Tavares advertiu que se Fernando Fialho continuar pagando contratos
suspeitos estará sendo conivente. Na mesma pegada, Othelino Neto (PPS) lamentou
que o governo tenha dado preferência a conveniar com entidades fantasmas ao
invés de conveniar com as prefeituras. Essa foi outra pergunta que ficou sem
resposta.   
No momento em que o secretário prestavam seu depoimento, um grupo de manifestantes se concentrou em frente ao Palácio Manoel Bequimão gritando palavras de ordem contra a corrupção. O movimento “Dia do Basta! Marcha Contra a Corrupção” foi às ruas no final da tarde de hoje para protestar contra a falta de honestidade do governo.

  • Jorge Vieira
  • 1/jul/2013

Conselho Federal da OAB nega recurso e Samir Murad está fora da disputa no TJ

Samir Murad está fora da disputa pela vaga de desembargador
O
Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil agora a pouco, por
unanimidade, acabou de negar recurso do advogado Samir Murad, cunhado de
Roseana Sarney, que pretendia concorrer à vaga de desembargador no Tribunal de
Justiça pela chamado quinto da OAB.
Samir
teve sua candidatura negada pelo Conselho Seccional da OAB Maranhão, com
empenho pessoal do presidente Mário Macieira, que conduziu o processo e
convenceu o Conselho Seccional que a candidatura de Samir Murad, pelo fato de
ser cunhado de Roseana Sarney, caracteriza flagrante nepotismo, e por isso foi
indeferida.
Samir
Murad recorreu ao Conselho Federal da OAB contra o indeferimento de seu nome,
mas a coisa foi ainda pior. O total de 27 conselheiro federais negaram o
recurso de Samir Murad, e reconheceram que sua candidatura seria nepotismo,
pois ele seria nomeado pela própria cunhada governadora.
Este
é mais  duro golpe na Oligarquia que
pretendia que um membro da família Sarney/Murad obtivesse assento no Tribunal
de Justiça do Maranhão.
Vitória
da moralidade e da democracia, e especialmente do presidente Mário Macieira,
que  tomou para si combater a candidatura
de Samir Murad.

  • Jorge Vieira
  • 1/jul/2013

Veja denúncia contra governo Roseana que Assembleia do Maranhão tenta abafar

Do Vias de Fato

A TV da Assembleia Legislativa do Maranhão não transmitiu a audiência pública, onde o advogado Rafael Silva, membro da Comissão de Direitos Humanos da OAB/MA, denunciou o deputado estadual Roberto Costa (PMDB) “de comandar um esquema de corrupção no DETRAN-MA”, que envolveria “mais de 20 milhões de reais” que seriam pagos pela população maranhense.

A audiência, ocorrida na Comissão de Administração Pública no dia 19 de maio deste ano, foi mudada de lugar, antecipada em uma hora e, ao contrário do que acontece normalmente, não foi veiculada na TV Assembleia. Segundo a versão oficial, houve “problemas técnicos”. Porem, segundo apurou o Vias de Fato, existe hoje uma ordem expressa no poder legislativo maranhense “de não transmitir nada que atinja o grupo Sarney, o governo Roseana e seus representantes”. A TV é pública, mas comandada por interesses privados!

O advogado Rafael Silva, em sua denúncia, atingiu o governo de Roseana (PMDB) e um deputado estadual que é afilhado do senador João Alberto (PMDB), ironicamente, o atual presidente da Comissão de “Ética” do Senado. Na Assembleia, que é presidida por outro peemedebista (o deputado Arnaldo Melo), a comunicação social é dirigida por Dulce Brito, figura de confiança do Sistema Mirante e do Marafolia. Dulce foi indicada por Fernando Sarney, o filho e tesoureiro de José Sarney.

Como a audiência sobre o DETRAN-MA não foi transmitida ao vivo pela Assembleia, uma cópia do vídeo foi solicitada para a assessoria de comunicação da casa. Esta cópia veio com cortes. Porém, uma gravação feita via celular, nos permitiu ouvir toda a denúncia, censurada pela Assembleia, para servir a oligarquia. Vejam aqui, nesta postagem, as imagens junto com o audio, captado pelo celular. Este assunto também foi divulgado na edição impressa do nosso jornal (edição de junho), num artigo do advogado Rafael Silva.

  • Jorge Vieira
  • 1/jul/2013

Secretário confirma presença na Assembleia, mas teme manifestação contra corrupção

Secretário Fernando Fialho

Convocado a depor sobre convênios e obras fantasmas no plenário do Poder
Legistivo, o secretário de Desenvolvimento Social, Fernando Fialho, ligou esta
tarde para um deputado para externar sua preocupação com a menifestação de
protesto contra a corrupção convocada para as 17h de hoje, em frente ao prédio
da Assembleia, no Cohafuma.  

O “Dia do Basta! Marcha Contra a Corrupção” está convocada para
acontecer justamente no momento em que o secretário Fernando Fialho estará
prestando esclarecimento sobre convênios e obras fantasmas com entidades
suspeitas.
No contato que teve com o parlamentar, Fialho confirmou que estará presente
no horário marcado ( 16h), mas se mostrou apreensivo em relação aos protestos
que estão convocados para esta tarde.
O secretário foi convocado a dar explicações sobre convênios suspeitos
firmado com a entidade Grupo Ação Social Vera Macieira, no valor de cerca de R$
5 milhões, destinado a obras de melhoramento de acesso no povoado inexistente
“Trechos”, na Raposa, e outras entidades que receberam recursos dos convênios e
não executaram os serviços contratados, embora tenham recebido o valor
integral.
Além das obras inexistentes no município de Raposa, Fialho também terá
que dar explicações sobre um convênio firmado com uma escola comunitária Nossa
Senhora das Graças para obras de perfuração de poços e melhoramento de acesso,
sem especificar onde seriam feitas as obras, consideradas fantasma pela
oposição.

  • Jorge Vieira
  • 1/jul/2013

Edivaldo comemora aniversário com presente para a comunidade do Polo Coroadinho

Prefeito Edivaldo Holanda Júnior
O prefeito Edivaldo Holanda Júnior
(PTC) comemorou seu aniversário nesta manhã de segunda-feira (01) assinando a
ordem de serviços para o início das obras de pavimentação de ruas dos bairros
que integram a Bacia do Bacanga. O ato aconteceu na presença de vereadores,
deputados estaduais, federais e lideranças comunitárias, no Parque Timbiras.
As ações integram o Programa
Pró-Transporte (PAC Pavimentação) do Governo Federal. O valor da obra é de R$
36 milhões e será destinado a serviços em 482 vias da capital, na região da
Bacia do Bacanga.
Estão incluídos serviços de
terraplenagem, drenagem superficial e profunda (onde for necessária),
construção de passeios com meio fio, sarjeta e calçadas; pavimentação em
asfalto e blocos de concreto intertravados, sinalização vertical e horizontal.
As obras são resultados de projetos
elaborados pela Prefeitura de São Luís, por meio das secretarias municipais de
Planejamento (Seplan), Projetos Especiais (Sempe), de Obras e Serviços Públicos
(Semosp).
Segundo o prefeito Edivaldo Holanda, o
ato faz parte de um conjunto de ações da prefeitura para os próximos dois meses
e avisa atingir as populações que mais sofrem com falta de saneamento.
Prestigiaram o lançamento do programa a
bancada que faz oposição ao governo na Assembleia Legislativa, vereadores da
base de sustentação, os deputados federais Simplício Araújo e Weverton Rocha,
secretários e presidente de associações comunitárias.

1 2.346 2.347 2.348 2.349 2.350 2.798

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