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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 29/jul/2013

PCdoB fará conferências municipais no Maranhão a partir de agosto

O PCdoB
de todo o Maranhão estará reunido em Conferências Municipais até o dia 29 de
setembro para debaterem as diretrizes políticas do partido, o funcionamento
interno, o projeto eleitoral 2014 e para escolherem os delegados que os
representarão na conferência estadual da legenda.
O partido
realizará Fóruns Regionais com o intuito de orientar a organização das
Conferências Municipais. Para tanto, Bacabal, Santa Inês, Presidente Dutra,
Imperatriz, Chapadinha, Viana, Balsas, Miranda, Mirinzal e Pinheiro receberam e
receberão os fóruns entre os dias 27 e 28 de julho e 3 e 4 de agosto.
O PCdoB
orienta que os distritais, organismos de base, organismos especiais e coletivos
setoriais convoquem plenárias e reuniões, até o dia 29 de setembro, para a
realização das Conferências Municipais, em preparação à Conferência Estadual,
marcada para o dia 5 de outubro. O Congresso do PCdoB acontecerá entre os dias
13 e 16 de novembro, em São Paulo.
Discutir
sobre as teses apresentadas pelo Comitê Central do PCdoB, eleger delegados para
a Conferência Estadual, avaliar as atividades da gestão do comitê municipal e
escolher as novas diretorias. Estas são as finalidades das Conferências
Municipais que serão realizadas nos municípios maranhenses.
“Estamos
priorizando as tarefas de estruturação partidária, de fortalecimento e de
reorganização do partido nos municípios do estado. A partir disso pretendemos
também ampliar a atuação do nosso partido para os 217 municípios do estado,
realizando pelo menos 10 mil novas filiações”, explica o presidente em
exercício do PCdoB-MA, Etelvino de Oliveira Nunes.
Trajetória
do PCdoB Maranhão
No último
dia 27 de março, o PCdoB completou 91 anos de lutas históricas, se consolidando
como o partido político mais antigo, em funcionamento de forma ininterrupta no
país. No Maranhão o partido elegeu 99 vereadores, 15 vice-prefeitos, 05
prefeitos e um deputado estadual nas últimas eleições.
As Conferências Municipais terão
a função de expandir ainda mais a atuação do partido no estado, que já se
encontra em todos os municípios maranhenses. A expectativa é de que, ao final
do processo de intensa atividade interna do Partido, a militância esteja mais
convicta da defesa do socialismo e da necessidade de reafirmação do compromisso
de lutar por um estado desenvolvido e com justiça social.

  • Jorge Vieira
  • 29/jul/2013

Para filósofo Renato Janine Ribeiro, PT perdeu a hegemonia e pode perder opoder

O filósofo Renato Janine Ribeiro, que sempre foi
ligado à esquerda, afirma que o PT perdeu a hegemonia e questiona se o partido
está também fadado a perder o poder. Leia abaixo:

Como o PT perdeu a hegemonia 
RENATO JANINE
RIBEIRO
Um tempo antes de
eleger Lula presidente da República, o Partido dos Trabalhadores alcançou a
hegemonia na opinião pública – não em matéria econômica, onde prevalecia a
defesa das privatizações, mas na ética e na questão social. Sua vitória em 2002
não foi um passeio, mas se escorou na conquista da opinião pública. O PT nasceu
como nosso grande partido ético. De 1981 a 2002, foi esta sua grande
característica. O próprio PSDB, fundado em 1988, surgia das costelas do PMDB
como um projeto ético – dos descontentes com Orestes Quércia – e a muitos
parecia ser o PT palatável, o PT moderado, o PT light; unidos, esperou-se, os
dois mudariam o Brasil. Isso não ocorreu.

Mas o PT aumentava seu prestígio. Um ano antes da eleição de Lula, era
hegemônico na cultura política brasileira. Sua defesa da decência na vida
pública, somada à proposta de justiça social, lhe davam o que Gramsci chama de
hegemonia. É claro que precisou mostrar-se realista, dando garantias aos
agentes econômicos; mas estava na posição de quem, mesmo perdendo, ganhava
moralmente. Pois ganhava nos espíritos, mesmo que perdesse na matéria. A longo
prazo, isso conta.

Lembro Al Gore: nos Estados Unidos, as causas sociais se impuseram quando se
tornaram éticas – a emancipação dos escravos, o fim da segregação racial. Foi o
que o PT fez com a inclusão social.

Hoje, vemos o movimento contrário. A ética deixou de ser o distintivo do PT.
Desde a crise do mensalão, em 2005, a oposição se apossou dela. A questão hoje
é: se perdeu a hegemonia, se perdeu o domínio das mentes e corações, estará o
PT fadado a perder, também, as eleições? Ou as vencerá em 2014, mas só
reforçando um descompasso entre a opinião e o voto? E por que perdeu este poder
espiritual que, quando lhe faltavam os poderes materiais (o político, o
econômico), parecia ser decididamente seu?

Há explicações para isso, mas não me importam aqui as que denunciam a ação dos
partidos de oposição (que, afinal, fizeram o que uma oposição faz: oposição) ou
a mídia. O que interessa é o que o PT fez para perder a hegemonia. Mas, antes,
um pouco sobre essa palavra.

Marx, embora descrevesse bem o funcionamento do capitalismo (não devemos
esquecer que seu maior livro se chama “O capital” – e não
“socialismo” ou “revolução”), nunca detalhou como se poria
fim a ele. Por vários acasos, esse papel coube a Lênin, líder de um partido
secundário num país atrasado, mas que foi onde se deu a revolução. Lênin
delegou a tarefa a um partido único, composto de revolucionários profissionais
e organizado em torno do segredo e da hierarquia (para ser exato, do
“centralismo democrático”: primeiro, um debate livre; depois, a
decisão em assembleia; depois disso, obediência estrita à decisão da maioria).
Foi o que funcionou nos países pobres, de Estado hipertrofiado e sociedade
atrofiada, em que o comunismo se impôs nas décadas que se seguiram a 1917.

Gramsci, comunista italiano, que passou seus últimos anos de vida nas cadeias
de Mussolini, propôs outra via. Em países de forte sociedade civil, a conquista
dos espíritos seria mais importante do que a vitória pelas armas. Essa ideia
singela mas forte inspirou uma forte renovação democrática na esquerda,
comunista ou não. Foi influente no Brasil. Ressalta o combate cultural,
ideológico, numa sociedade democrática. Explica como o PT foi crescendo.
Explica também como, em seus anos no governo, o PT se enfraqueceu. Pois hoje o
PT é quase só um partido de poder, ao contrário de seu passado; se perder o
poder federal, será uma pálida sombra do que já foi.

Exemplos não faltam. Depois da eleição de Lula, o PT teve dois presidentes com
ideias, José Genoino e Tarso Genro; foram os únicos a perder esse cargo. Os
dirigentes que estão no partido ou no Legislativo pesam menos do que quem está
no Executivo. Isso porque no governo, no mundo da assinatura, você faz
acontecer; já no Senado, na Câmara, no mundo da palavra, você não gera
resultados imediatos tangíveis. Um político ganha ao ir para um ministério;
mas, se ele for um líder, com isso perdem o partido e a opinião política. E
saíram de cena os intelectuais identificados ao PT – uns porque romperam com
ele, como Chico de Oliveira; outros, simplesmente, se calaram. O partido perdeu
líderes, adquiriu gestores. Hoje, o discurso de defesa do governo se concentra
na defesa dos programas – emergenciais – de inclusão social, como o Bolsa
Família e o ProUni. Aprovo-os, mas eles, se resolvem um passado odioso, não
desenham um futuro. O PT deixou de ser um partido de propostas, mesmo que estas
fossem utópicas.

Poderia ser diferente. A meu ver, no capítulo da moral o PT poderia enfatizar
que o grande escândalo ético brasileiro era, dez anos atrás, ter quase metade
da população nas classes D e E. Deveria insistir no caráter ético das políticas
contra a miséria e a própria pobreza. Não deixaria, então, o tema ético ser
tomado, como aconteceu, pela oposição – que coloca em segundo plano a miséria e
o que se fez contra ela, para se concentrar nas acusações de corrupção, que
atravessam nossa história desde a colônia com muita retórica e pouco resultado.

Mas não é esse o combate que o PT tem travado. Basta ver o bordão do terceiro
mandato petista – “País rico é país sem pobres”. Admiro essa
redefinição do que é riqueza, como o contrário do sonho de Miami. Mas poderia
ser “país digno”. Poderia ser “país ético”. A riqueza,
sobretudo quando medida em termos de consumo, consegue apoio somente a curto prazo
– um apoio que se esvai quando se esgota o consumo. Ética, dignidade, esperança
têm alcance mais longo.

  • Jorge Vieira
  • 29/jul/2013

Manifestantes fecham acordo e vão desocupar a Câmara Municipal

Manifestantes que ocuparam a Câmara Municipal de São Luís chegaram
a um acordo com a presidência da Casa e decidiram desocupar o prédio até as 16h
desta segunda-feira. 

Os líderes da ocupação aceitaram a proposta da comissão de negociação, de realizar uma
sessão especial dia 7 de agosto próximo, e optaram pela retirada.
Segundo acordado, a sessão contará com a participação de dez
membros do grupo que ocupou o prédio, sendo que três terão de direito a
participar da Mesa que comandará os trabalhos.  

  • Jorge Vieira
  • 29/jul/2013

Justiça Federal nega recurso e Samir Murad está fora da eleição da OAB-MA

Samir Murad foi mais uma vez derrotado e está fora da disputa

A Justiça
Federal acaba de negar o recurso do advogado Samir Murad, cunhado da governadora
Roseana Sarney (PMDB), e o mantém fora da eleição que a OAB-MA realizará amanhã
(30) para a escolha da lista sêxtupla para desembargador.
Nesta terça-feira,
os 32 conselheiros da OAB-MA vão reunir para eleger seis nomes e enviar a relação
ao Tribunal de Justiça do Maranhão, que por sua vez escolherá três e
encaminhará para a governadora nomear um.
Samir teve seu pedido de inscrição negado pelos conselheiros da entidade local, recorreu da
decisão à Justiça Federal, foi derrotado mais uma vez e agora está definitivamente
fora do pleito.  

  • Jorge Vieira
  • 29/jul/2013

‘Se uma pessoa é gay e busca Deus, quem sou eu para julgá-la?’, diz papa


FABIANO
MAISONNAVE

ENVIADO ESPECIAL A ROMA
Na mais
ousada declaração de um pontífice sobre homossexualismo, o papa Francisco disse
que os gays “não devem ser marginalizados, mas integrados à
sociedade” e que não se sente em condição de julgá-los.
“Se
uma pessoa é gay, busca Deus e tem boa vontade, quem sou eu para
julgá-la?”, afirmou Francisco aos cerca de 70 jornalistas que embarcaram a
Roma com ele. “O catecismo da Igreja Católica explica isso muito bem. Diz
que eles não devem ser discriminados por causa disso, mas integrados à
sociedade.”
As
declarações foram em resposta a recentes revelações de que um assessor próximo
seria homossexual e a uma frase atribuída a ele no início de junho, de que
havia um “lobby gay” no Vaticano. Segundo ele explicou ontem, o
problema não é ser gay, mas o lobby em geral.
“Vocês
vêm muita coisa escrita sobre o “lobby gay”. Eu ainda não vi ninguém
no Vaticano com um cartão de identidade dizendo que é gay. Dizem que há alguns.
Acho que, quando alguém se encontra com uma pessoa assim, devemos distinguir
entre o fato de que uma pessoa é gay de formar um lobby gay, porque nem todos
os lobbies são bons. Isso é o que é ruim.”
“O
problema não é ter essa tendência [gay]. Devemos ser como irmãos. O problema é
o lobby dessa tendência, da tendência de pessoas gananciosas: lobby político,
de maçons, tantos lobbies. Esse é o pior problema.”
Questionado
sobre o movimento carismático no Brasil, Francisco disse que, no início, chegou
a compará-los com uma “escola de samba”, mas que se arrependeu: diz
que os movimentos “bem assessorados” são parte da “igreja que se
renova”.
Antes de
aceitar perguntas, Francisco disse que “foi uma bela viagem” e
elogiou o “povo brasileiro”. “Espiritualmente me fez bem, estou
cansado, mas me fez bem”, afirmou.
“A
bondade e o coração do povo brasileiro são muito grandes. É um povo tão amável,
que é uma festa, que no sofrimento sempre vai achar um caminho para fazer o bem
em alguma parte.
Um povo
alegre, um povo que sofreu tanto. É corajosa a vida dos brasileiros. Tem um
grande coração, este povo.”
O papa
elogiou os organizadores “tanto da nossa parte quanto dos
brasileiros”, com menções à parte artística e religiosa. “Era tudo
cronometrado, mas muito bonito.”
Sobre a
segurança, uma grande preocupação principalmente no início, o papa lembrou que
“não teve um incidente com esses jovens, foi super espontâneo”.
“Com
menos segurança, eu pude estar com as pessoas, saudá-los, sem carro blindado. A
segurança é a confiança de um povo. Há sempre o perigo de um louco, mas com
esse temos o Senhor. Eu prefiro esta loucura, e ter o risco da loucura, que é
uma aproximação.”
Francisco
ressaltou ainda a estimativa oficial de 3,2 milhões de fiéis e a presença de
peregrinos de 178 países.
Mesmo
depois do domingo intenso, que incluiu um novo percurso de papamóvel e três
pronunciamentos, Francisco, 76, respondeu às perguntas de pé por quase 90
minutos, não parando nem durante uma zona de turbulência e com aviso de atar os
cintos ligado.
Enquanto
falava, surpreendia ao colocar a mão no bolso de sua vestimenta papal com a
naturalidade de uma roupa qualquer. Para ouvir melhor um jornalista, se
inclinou para frente e apoiou as mãos sobre uma poltrona. Chegou até a se
abaixar para pegar um fone de ouvido que caiu na sua frente, mas alguém foi
mais rápido. 
*Folha de São Paulo

  • Jorge Vieira
  • 29/jul/2013

Prefeitura de São Luís dá primeiro passo para ter TV Cidadania

Márcio Jerry diz que criação de conselho é a primeira etapa
A Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria de Comunicação, realiza nesta quarta-feira (31), às 9h, reunião com segmentos da sociedade civil, destacando-se os setores da imprensa e representantes dos demais poderes constituídos, para discutir a formatação do Conselho Municipal de Comunicação Social. A reunião será no auditório Reis Perdigão, no Palácio de La Ravardière, centro de São Luís.
Segundo o secretário de Comunicação, Márcio Jerry, a criação do conselho é a primeira etapa da concretização do pleito de uma televisão pública junto ao Ministério das Comunicações. “A prefeitura de São Luís vai pleitear a outorga da TV Cidadania a que todas as prefeituras do país fazem jus a exploração do canal. Isso se tornou possível graças ao advento da TV digital que permite operar várias faixas de veiculação de som e imagem. Precisamos agora apresentar o projeto ao governo federal para obter o canal”, explica o secretário.
Junto com a TV Cidadania, a outorga do Ministério da Cultura carrega ainda quatro outros canais: um para o governo do estado e um para a Câmara Municipal, dois comunitários e, no caso de ser requisitado, um para entes do governo federal. Até agora, 61 prefeituras já pleitearam o canal no Ministério das Comunicações. A Prefeitura de São Luís está entre as 100 primeiras a percorrer o mesmo caminho. O orçamento para criação do canal deverá fazer parte do Plano Plurianual 2014-2017.
Para o secretário Márcio Jerry, a televisão pública vai contribuir para aprofundar o diálogo permanente com a sociedade, conjugado com a transparência, que tem sido uma das premissas da gestão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior. “O que norteou o trabalho de comunicação até este momento foi essa diretriz do prefeito de aperfeiçoar o diálogo com a cidade de São Luís em mão dupla”, ressalta Jerry.
A primeira reunião para criação do Conselho tem o objetivo de ampliar o espaço de debate sobre a criação da TV Cidadania. A existência do conselho é pré-requisito para a outorga do canal. Será uma experiência inédita no estado que não possui conselho estadual de comunicação. Márcio Jerry sublinha que o conselho não terá nenhuma intenção reguladora.
Na política de comunicação, o secretário destaca o trabalho permanente de divulgação das ações do governo ao mesmo tempo integrando a mobilização da sociedade. Para isso afirma ter buscado mecanismos de participação e diálogo amplo com a sociedade, incluindo os meios de comunicação. Dentre as inovações implantadas, Márcio Jerry enfatiza a acessibilidade do Portal da Transparência e do Diário do Município pela internet e criação da rádio web, uma experiência que considera exitosa na valorização integral da música e cultura maranhenses.
A Secretaria de Comunicação pretende intensificar vínculos com as universidades públicas e faculdades que tenham cursos de comunicação para ter assim um esforço complementar. “A TV pública é uma plataforma fabulosa e indispensável para a sociedade, voltada para estimular o diálogo e veicular conteúdos culturais, educativos, enfim, se inserir no processo geral de educação”, define o secretário.

  • Jorge Vieira
  • 29/jul/2013

Waldir Maranhão anuncia rompimento do PP com a oligarquia Sarney

Em
conversa com jornalistas e blogueiros, no último sábado (27), o presidente do
PP, deputado federal Waldir Maranhão, descartou qualquer possibilidade de
aliança do seu partido com o grupo Sarney para as eleições de 2014.
O
dirigente do Partido Progressista comemorou a repercussão positiva da sua
última inserção partidária e avisou que a próxima – a ser exibida no próximo
dia 16 – deixará de uma vez por todas bem claro que o rompimento da legenda com
a oligarquia é definitivo.
“Será uma
contagem regressiva para a mudança”, adiantou Waldir Maranhão; que também fez
questão de ressaltar que as conversas com a oposição estão bem adiantas.
O
rompimento parece eminente até para aquele que sempre gravitaram em torno do
grupo Sarney. O deputado Hélio Soares, por exemplo, antes de iniciar o recesso
parlamentar, adiantou que espera contar com o apoio do presidente da Embratur,
Flávio Dino (PCdoB), em sua intenção de disputar uma cadeira no Senado.  

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