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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 10/mar/2014

Campanha da Fraternidade 2014

Flávio Dino

Na semana passada, a Academia de Artes e Ciências
Cinematográficas dos Estados Unidos teve a felicidade de premiar 12 Anos de
Escravidão
como melhor filme do ano. A obra retrata, de forma comovente, um
norte-americano escravizado que luta por sua liberdade. A premiação ajuda a
colocar novamente em pauta o período histórico da escravidão e, principalmente,
seus reflexos em nosso cotidiano.
Ver seres humanos tratando seus semelhantes como
mercadoria, vendendo-os e obrigando-os a trabalhar apenas em troca dos
alimentos mínimos que lhes garantam sobrevivência, é, infelizmente, algo antigo
na humanidade, remontando aos tempos anteriores a Cristo. A partir da mundialização
do comércio, no século 15, ela tomou outra dimensão. O homem e a mulher
escravizados passaram a ser um dos principais “produtos” da economia mundial,
pelos três séculos seguintes.
Essa prática nefasta foi banida dos sistemas
jurídicos por uma luta internacional de bravos militantes em várias partes do
mundo. Pessoas que não acreditavam que um ser humano poderia ser superior ou
ter direito de submeter os outros. Hoje, parece uma causa até óbvia. Mas, por
muitos anos, os que defendiam o fim da escravidão eram tratados como loucos,
que pregavam a eliminação de um processo “normal”.
Por aqui, é importante lembrar que nossa Nação se
formou com essa chaga e, infelizmente, como já previa o pernambucano Joaquim
Nabuco à época da abolição, a escravidão segue uma “mancha de Caim que o
Brasil traz na fronte”.
Ainda hoje, há os que tentam lucrar com a absurda
exploração do outro, especialmente mulheres, crianças, trabalhadores pobres. É
o que alerta a Campanha da Fraternidade deste ano, com o lema: “É para a
liberdade que Cristo nos libertou”
(Gálatas, capítulo 5, versículo 1). É
uma feliz citação bíblica. Se Cristo, o Redentor, deixou-se morrer na cruz para
nos mostrar o caminho da libertação, é claro que a continuidade da escravização
de seres humanos é absolutamente indigna e incompatível com a fé cristã.
A iniciativa da CNBB, ao escolher esse tema, tem
também o mérito de tratá-lo de modo a abranger múltiplas práticas criminosas:
tráfico de órgãos; trabalho escravo; exploração sexual de mulheres; tráfico de
crianças e adolescentes. São modalidades de gravíssimas violações aos direitos
humanos, contra as quais devemos lutar sempre, para que avancemos na edificação
de uma Nação justa.
Lamentavelmente, também nessa temática do tráfico
humano, o Maranhão possui péssimos indicadores. Isso, naturalmente, não é obra
do acaso. Como explica o próprio texto da Campanha da Fraternidade: “A maioria
das pessoas traficadas é pobre ou está em situação de grande vulnerabilidade.
As redes criminosas do tráfico valem-se dessa condição, que facilita o
aliciamento com enganosas promessas de vida mais digna”.
Dadas as condições precárias e de desgoverno em que
o nosso estado se encontra, é fácil entender porque tantos maranhenses são
vítimas do tráfico humano. Cabe a todos nós dar um grito de basta. Até Cristo,
com sua infinita e divina paciência, “expulsou todos os que vendiam e compravam
no templo, e derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam
pombas” (Mateus 21-12). 

  • Jorge Vieira
  • 10/mar/2014

Prefeitura abre oficialmente a Copinha Semdel

Abertura da Copinha Semdel reuniu jovens de 40 escolinhas
de esporte no Estádio Nhozinho Santos
A Prefeitura de São Luís deu inicio à primeira edição da Copinha Semdel de futebol na tarde deste sábado (8). A abertura foi realizada no Estádio Municipal Nhozinho Santos e contou com representantes de todos os polos do projeto Movimento e Resgate que irão participar da competição. A Copinha é um projeto da Prefeitura realizado através da Secretaria Municipal de Desportos e Lazer (Semdel) para beneficiar as crianças e adolescentes que participam das escolinhas de esportes.
 
A competição deste ano homenageará Adolfo Vieira, que por muitos anos foi o principal administrador do Estádio Municipal. Quarenta escolinhas participarão do torneio em três categorias: mirim, infantil e infanto. Aproximadamente mil jovens atletas estão inscritos na Copinha.
 
“A copinha Semdel será realizada com o intuito de que os polos do Projeto Movimento e Resgate possam se conhecer, para que as crianças de bairros distantes possam ter um contato e que estas escolinhas possam ter um momento de integração com a competição. Sempre foi um desejo do prefeito Edivaldo Holanda Júnior que nós resgatássemos as escolinhas e hoje nós conseguimos reuni-las. Isso mostra que o trabalho vem sendo bem feito”, destacou o secretário municipal de Desportos e Lazer, Raimundo Penha.
 
A cerimônia foi iniciada com a banda da Polícia Militar tocando o hino nacional. Logo após foram feitos os juramentos dos árbitros e também dos atletas. Após isso, a secretária municipal da Criança e Assistência Social (Semcas), Andréia Lauande, discursou e o secretário Raimundo Penha declarou aberta a I Copinha Semdel. Todas as mulheres presentes na abertura da competição foram presenteadas com uma rosa em homenagem ao Dia Internacional da Mulher.

Estiveram presentes na abertura do evento representantes da Semdel, da Semcas, do Instituto de Desenvolvimento e Expansão Social (IDES) e jogadoras da Seleção Maranhense de Basquete. Posteriormente à competição de futebol, outros esportes também devem ter suas respectivas competições. A Semdel tem 68 escolinhas com 11 modalidades diferentes.
 
SEM JOGOS
Devido à forte chuva que caiu neste sábado em São Luís, o campo do Estádio Nhozinho Santos ficou impossibilitado de receber os dois jogos marcados para a abertura do evento. Com isso, a primeira rodada só será realizada no próximo sábado (15). Os jogos serão definidos nesta segunda-feira (10).

  • Jorge Vieira
  • 8/mar/2014

Patrimonialismo da família Sarney se estende ao bumba-boi e carnaval, diz Flávio Dino

O
pré-candidato ao Governo do Maranhão, Flávio Dino (foto), disse, em seu twitter, que o
patrimonialismo da família Sarney (ele usou o batido termo ‘Oligarquia’) se
estende aos bens imateriais, como bumba-meu-boi e carnaval. O comentário foi
feito a propósito das críticas e até ataques de setores da imprensa mais identificados
com o grupo Sarney diante da participação de Flávio Dino, na Trupiada dos
Batalhões de Bumba-meu-Boi, terça-feira, na Passarela do Samba, em São Luís.
Assessores do
presidente da Embratur lembram que suas ações em defesa da cultura popular foram
um dos destaques da gestão à frente da autarquia.
Entre as mais
importantes de 2013, está a implantação do Programa de Turismo Cultural em todo
o Brasil. A inclusão do carnaval de diversas cidades brasileiras, das festas de
São João do Nordeste e das cidades com título de patrimônio histórico e
imaterial concedido pela Unesco foram destaque na gestão de Flávio Dino. Boi de
Morros e Boi Barrica também foram contemplados com apresentações na França e na
Itália para promover a cultura maranhense.
Ainda em 2013,
um edital destinou um total de R$ 8 milhões para expressões culturais durante
as festas juninas no Nordeste. Flávio Dino convidou todos os estados e capitais
nordestinas para participar do edital. O município de São Luís foi contemplado
com a ação que gerou uma parceria assinada em janeiro deste ano para que o São
João do Maranhão seja conhecido por turistas estrangeiros.
As ações de
promoção das festas juninas do Maranhão também se estenderam durante 2012 e
2013, inclusive com a vinda de jornalistas internacionais à capital do Maranhão
para conhecer a diversidade cultural do São João da cidade.
A ação gerou
inúmeras reportagens especiais e ações de marketing na Europa e na América do
Sul. Em 2013, o próprio Dino acompanhou a visita dos jornalistas estrangeiros e
comentou a riqueza cultural do Maranhão durante apresentações artísticas na
Praça Maria Aragão.
“Entendemos
que o São João, pela sua beleza e pela riqueza cultural que possui, pode se
tornar um atrativo cultural de marca tão importante quanto o carnaval para o
Brasil. Mas no eixo nordestino”, defendeu Flávio Dino durante sua gestão na
Embratur.

Deputado com ações na cultura – Durante os quatro
anos em que exerceu o mandato de deputado federal representando o Maranhão pelo
PCdoB, Flávio Dino teve papel de destaque na Câmara Federal para fortalecer
políticas públicas voltadas para a cultura. Foi como relator do projeto que
aprovou o programa Vale-Cultura do Governo Federal que Flávio Dino pautou um
grande debate nacional. O projeto que foi aprovado após a relatoria de Flávio
Dino beneficia trabalhadores que recebem até cinco salários mínimos para que
eles tenham acesso a bens culturais.
No Maranhão,
Dino foi o responsável pela emenda parlamentar que garantiu a construção da
Concha Acústica da Universidade Federal do Maranhão. A verba destinada à Ufma
beneficia universitários, que possuem a estrutura da concha acústica para
promoção de eventos culturais no Campus de São Luís.

Polêmica – Incomodados com
a presença do ex-presidente da Embratur, Flávio Dino, no carnaval de São Luís,
setores da imprensa mais identificados com o grupo Sarney criticaram o
pré-candidato ao governo do Estado pela oposição devido à sua presença na
Passarela do Samba da capital. As críticas e até ataques partiram depois da
divulgação de fotos de Flávio Dino na Passarela do Samba de São Luís, ao lado
de movimentos culturais maranhenses na Trupiada dos Batalhões de Bumba-meu-Boi
que tomaram de conta do local de desfile de diversas entidades culturais.

A condenação a
Dino devia-se, segundo esses setores da mídia, à ‘falta de tradição’ de Flávio
Dino em eventos culturais. Em resposta aos ataques, amigos do pré-candidato
passaram a relatar outros carnavais presenciados ao lado de Dino. O próprio
pré-candidato comentou o assunto, com uma alfinetada ao modelo de tratamento
dado aos grupos culturais pelo atual governo: “O patrimonialismo da oligarquia
maranhense se estende aos bens imateriais, como o bumba-meu-boi e o carnaval.
Acham que são donos…”.

  • Jorge Vieira
  • 8/mar/2014

Pelo menos um em cada três deputados do PMDB quer romper com o PT

dot Pelo menos um a cada três deputados do PMDB quer romper com o PT

Brasília – A presidente Dilma Rousseff convocou uma reunião para este
domingo, 9, a fim de definir parte dos palanques regionais e, assim, tentar
aplacar a crise com o PMDB. A presidente deve encontrar um partido rachado. Ao menos
um terço dos deputados peemedebistas considera a relação com o governo
insustentável e prefere um desfecho radical: romper a aliança com o Planalto.
O Estado ouviu
54 dos 74 deputados do PMDB em atividade – um está de licença médica. A opção
pela ruptura imediata foi de 23 parlamentares. Outros 25 deputados disseram ser
a favor da aliança, embora haja nesse grupo peemedebistas críticos à condução
política do governo.
Apenas um não quis
opinar e cinco afirmaram que votarão com o líder da bancada, deputado Eduardo
Cunha (RJ), que na terça-feira postou no Twitter que o PMDB deveria “repensar a
aliança” com Dilma e o PT. As entrevistas foram realizadas entre quarta-feira,
um dia após a reação de Cunha, e sexta.
É este o tamanho da
batalha que o presidente do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), enfrentará para
convencer os deputados do partido a baixarem o tom para que ele e o
vice-presidente da República, Michel Temer, consigam negociar melhor tratamento
à legenda com Dilma e com o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante (PT), no
encontro marcado pela presidente para amanhã, no Palácio da Alvorada. O governo
tenta deixar Cunha isolado, mas a tarefa não se mostra tão simples.
Nesta sexta, Raupp
conversou com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o impasse entre
os partidos. “Ficou combinado que o Lula segura de lá (o PT) e eu seguro de cá
(o PMDB)”, contou Raupp.
Os peemedebistas
reclamam da falta de participação nas decisões do governo. Alguns defendem que
a maior legenda aliada de Dilma mereceria mais cargos que os atuais cinco
ministérios.
O deputado Darcísio
Perondi (RS) afirmou que, se houvesse uma convenção hoje, votaria para romper a
aliança. “O PMDB tem cinco ministérios, mas não manda nada. Queremos
par-ti-ci-par. Queremos candidatura própria”, disse. Marllos Sampaio (PI)
estende a crítica aos próprios dirigentes peemedebistas: “O PMDB não tem nada
no governo. Apenas uma meia dúzia de integrantes do PMDB tem tudo nesse governo
e se diz dona do partido”.
Estados. Os
rebelados se queixam ainda da dificuldade em fechar acordo para os palanques
regionais e apontam a existência de uma estratégia petista de diminuir a força
política do partido. “É uma estratégia (do PT) franca e aberta para diminuir as
bancadas do PMDB (no próximo governo). Da forma como está hoje, é preciso
romper a aliança para a própria preservação política do PMDB”, declarou o
deputado Leonardo Picciani (RJ), filho do presidente do diretório fluminense da
sigla, Jorge Picciani, que já anunciou apoio ao senador Aécio Neves (PSDB-MG)
na disputa pelo Planalto. “Não podemos dormir com o inimigo.”
Embora a maioria
apertada dos entrevistados defenda a manutenção da parceria, quase todos
reclamam do tratamento dispensado pelo governo, do “represamento” das emendas
individuais e do veto às indicações da bancada para a reforma ministerial. O
deputado Carlos Bezerra (MT) acha que agora é tarde demais para romper, embora
“politicamente o governo seja um desastre”. “Ficaríamos desmoralizados se
deixássemos o governo no último minuto do segundo tempo.”
Para Bezerra, o
PMDB deveria ter deixado a aliança há um ano. “O DEM (antigo PFL) era enorme,
mas ficou anos gravitando em torno do PSDB e morreu. O PMDB não pode ser o DEM
do PT, ou morreremos também.”
Já o deputado
Saraiva Felipe (MG) acredita na melhora da articulação com o governo. “Seria
importante antecipar a convenção e discutir (a relação). Se não caminhar para
um entendimento, aí sim (devemos romper).”
‘Nova
noiva’. Os parlamentares contrários ao rompimento alegam que o PMDB tem a
Vice-Presidência e que não há tempo hábil para viabilizar uma candidatura
própria. “Temos a Vice-Presidência com o Temer, estamos suficientemente
contemplados. E não temos candidato”, afirmou Osmar Serraglio (PR). O argumento
foi o mesmo usado por Francisco Escórcio (MA). “Não temos tempo para encontrar
uma nova noiva.”
Os peemedebistas
rebelados prometem dar trabalho nas votações previstas para o retorno do
recesso de carnaval. O primeiro item da pauta é o pedido de criação de uma
comissão externa para acompanhar as investigações sobre as denúncias de
corrupção envolvendo a Petrobrás.

  • Jorge Vieira
  • 8/mar/2014

Prefeito Edivaldo convida população a participar da campanha de vacinação contra o Sarampo

Prefeito Edivaldo acompanhou a imunização
no Centro de Saúde da Liberdade
O prefeito Edivaldo Holanda Júnior acompanhou o dia D de vacinação contra o Sarampo, no Centro de Saude da Liberdade, ao lado da secretária Helena Duailibe, e convidou a população a compareceram para vacinar as crianças.
 
“Essa é uma boa maneira de comemorar este dia muito especial, que é o Dia da Mulher. Vamos todos nos unir para vacinar nossas crianças. Esta campanha que começou pouco antes do carnaval, chega agora a seu Dia D, contemplando toda a região metropolitana. Temos que nos mobilizar, com a ajuda da imprensa para avançarmos e conseguirmos vacinar 100% das crianças na faixa etária”, afirmou o prefeito.
 
Edivaldo Holanda Júnior também enalteceu o trabalho da secretária Helena Duailibe, que tem buscado parcerias para o setor e obtido avanços significativos na saúde ludovicense.
 
O secretário adjunto de Saúde do Estado, Alberto Carneiro, esteve presente no Dia D, acompanhando a vacinação ao lado do prefeito e da secretária de Saúde. Devem ser vacinadas as crianças com mais de seis meses e com menos de cinco anos que nunca foram vacinadas contra o Sarampo.
 
Somente no Centro de Saúde da Liberdade, a meta é imunizar 3 mil crianças. Em toda a São Luís, são 73 mil. A criança deve tomar a segunda dose 30 dias após a primeira.
 
A dona de casa Lourdes Santos foi uma das mães que esteve presente no Dia D para vacinar a filha Alice, de dois anos. “Espero que todas as mães tragam seus filhos, porque a saúde deles é muito importante. Nós ficamos preocupados em deixar eles protegidos de qualquer doença”, afirmou.
 
Acompanharam a ação do Dia D contra o sarampo os vereadores Chico Carvalho (PSL), Heron Simões (PSL), Edmilson Jansen (PTC), Josué Pinheiro (PSDC), Pavão Filho (PDT), Pedro Lucas Fernandes (PTB), Paulo César (PCdoB) e Rose Sales (PCdoB). Vários secretários municipais também estiveram presentes acompanhando a campanha.

  • Jorge Vieira
  • 8/mar/2014

Notas apimentadas

POLÍTICA
X FUTEBOL
De um deputado da base do
governo na Assembleia Legislativa: Nosso problema é que Luis Fernando é um bom
jogador de clube, mas não é jogador de seleção. Não agrada aos companheiros de
time e muito menos à torcida, e é muito “salto alto” (jogador esnobe). E nossa
treinadora deixou no banco de reserva um craque experiente, que une todo o
time, forte junto à torcida e temido pelos adversários a tal ponto, que poderia
até fazer com que alguns deles simulassem contusão para não entrar em campo.
O deputado, que pediu
sigilo, se referia ao senador Edson Lobão como o jogador que ficou no banco de
reserva, preterido pela “treinadora” Roseana Sarney.
SOLIDARIEDADE
NO CRIME…
A companheirada do PT deu
novo formato à célebre frase do imortal escritor mineiro, Oto Lara Resende, que
dizia que  o mineiro só é solidário no
câncer. Com a fúria arrecadatória para juntar os milhões de reais para pagar as
multas impostas pelo Supremo Tribunal Federal aos condenados do mensalão, o PT
foi a campo. Em apenas alguns dias arrecadou mais dinheiro do que cinco das
maiores ONGS brasileiras como AACD (atendimento a deficientes físicos), GREEN
PEACE ( proteção ao meio ambiente) ABRINQ ( Criança e adolecentes), Saúde
Criança e Vira Latas (proteção aos animais). Delúbio Soares arrecadou R$
127  mil reais por dia, José Dirceu 92
mil e José Genoino R$ 69 mil.
Com tamanha generosidade  dos companheiros do PT, pode-se dizer que eles
são solidários no crime.
…QUE
FALTA A CAMPANHAS NOBRES
Enquanto isso, Maurren Magi,
a primeira atleta medalhista de ouro olímpico do atletismo do Brasil (Pequim 2008),
luta para arrecadar R$ 100.000,00 (cem mil reais) para financiar sua
preparação, pois estar sem patrocinador desde 2013. 
Por enquanto, ainda não
conseguiu chegar a dez mil reais arrecadados. Maurren ainda sonha competir nas
olimpíadas de 2016 no Brasil. Além do ouro olímpico, Maurren Magi ainda
conquistou 03 medalhas de ouro nos jogos Pan-americanos.
BLOCO
DA PAPUDA
A penitenciária da Papuda,
em Brasília, teve um dos maiores desfiles carnavalescos de sua história.
Apresentou na avenida como abre-alas José Dirceu, porta-bandeira Delúbio Soares
e José Genuino como Mestre-sala. Uma senhora comissão de frente.
FUTEBOL
NO AR
As maiores empresas de aviação do mundo,
sobretudo aquelas do mundo árabe, que estão entre as mais eficientes do planeta,
descobriram um novo filão publicitário para estampar suas marcas: os gigantes
do futebol europeu. Hoje, equipes como os multimilionários Barcelona e Real
Madrid estampam em seus uniformes patrocínios de empresas aéreas do Oriente
Médio.
O clube catalão Barcelona
abandonou a tradição de mais de cem anos sem estampar publicidade em seus
uniformes e fechou contrato com a Qatar Airways, que opera de Doha, no Qatar,
por 95,5 milhões de euros por três ano (R$ 302,5 milhões de reais); O Real
Madrid estampa em sua camisa o patrocínio de outra empresa  aérea do Oriente Médio, a Emirates, dos
Emirados Árabes, cujo valor do contrato de 05 anos é de 110 milhões de euros,
ou algo próximo de R$ 300  milhões de
reais.
A Emirates ainda estampa sua
logomarca em outros gigantes do futebol europeu como o Milan, da Italia, o
Arsenal, da Inglaterra, o PSG da França; A Etihah Airways, também dos Emirados
Árabes Unidos, patrocina o clube inglês Manchester City, ao custo de inacreditáveis
R$ 667 milhões de reais por 10 temporadas. Já que os árabes não são lá essas
coisas com a bola no pé, apelaram para os ares com os fartos petrodólares.
TRANSPARÊNCIA
ZERO
O Maranhão Oligárquico,
feudo de privilégios de uns poucos e negação de direitos a uma imensa maioria,
volta a ser destaque nacional. Agora, reportagem do jornal Folha de São Paulo, do
último dia 04.03.2014, mostra que por aqui a Lei Federal de Acesso À informação
(Lei nº 12.527/2011), é letra morta. Diz o respeitado jornal paulistano que
aqui “é impossível fazer qualquer pedido de informação”. Todavia, isso não é
novidade, pois nem mesmo os parlamentares tem atendido pelo governo um simples
pedido de informação.
O deputado Rubens Junior (PC
do B), Líder da bancada de Oposição na Assembleia Legislativa, para conseguir
informações sobre a reforma interminável do Hospital PAM Diamante, que já dura
quase 05 anos e já consumiu perto de 10 milhões de reais, com inúmeras dispensa
de licitação e outras licitações com indícios de irregularidade, teve de
ingressar com ação na justiça para ter seu direito atendido. E o Ministério
Público estadual nada ver, nada ouve, nada faz.
SEM
LIMITES
Era só o que faltava. A
Oligarquia e seus porta-vozes, através no seu império de comunicações, já
decretou que Flávio Dino não pode ter a ousadia de pisar numa avenida no
período de carnaval, pois isso é privilégio único e exclusivo da Sra. Roseana
Sarney.
Comenta-se, inclusive, a
possibilidade de ser enviado à Assembléia Legislativa projeto de lei
instituindo esse privilégio à Roseana Sarney, à semelhança da lei que criou a
tal Fundação José Sarney, que sarneysou o Convento das Mercês, para que apenas
membros do clã oligárquico possam brincar o carnaval na avenida sem ser
incomodados por intrusos.

  • Jorge Vieira
  • 8/mar/2014

50 mil vezes pior

Em editorial sob o título “Desafios a serem
vencidos”, um órgão de imprensa local cobra do prefeito Edivaldo Holanda Júnior
a solução mágica e imediata de todos os problemas da cidade. Cobra o saneamento
básico com a ampliação de toda rede de esgoto e a substituição relâmpago de
todo o sistema de iluminação pública de São Luís.
Vai mais longe: Para eles, o prefeito já teve tempo
para resolver o grave e histórico problema da mobilidade urbana, refazer o
Sistema de Transportes de Massa e renovar toda a frota de ônibus da capital,
além de criar alternativas viárias para todos os milhões de automóveis que
trafegam nesta capital. Acusam também a Prefeitura de não resolver o problema
da segurança pública, o que é uma coisa de doido, já que segurança é dever do
Estado, e, por isso mesmo, não existe no Maranhão e, menos ainda, em São Luís.
Alegam que o prefeito já teve 14 meses, segundo
eles, tempo bastante para resolver tudo isso. É para fazer rir, já que o
governo deles governa há quase 50 anos e não resolveu, agravou o problema do
analfabetismo; não resolveu, quadruplicou o problema da segurança pública,
deixando São Luís na condição de 5ª cidade mais violenta do mundo; não resolveu,
fez mil vezes maior o problema do desemprego; não resolveu, fez da educação do
estado piada internacional; não resolveu, também agravou a mortalidade
infantil. E tudo o mais, que já foi solucionado na maioria dos estados, em 50
anos eles deixaram 50 mil vezes pior.
E tiveram o desplante de afirmar que “o que há de
concreto em andamento são ações do Governo do Estado – A Via Expressa e a
Avenida Quarto Centenário”. Em andamento desde nossa adolescência e provocando
no trânsito uma confusão infernal. E cobram planejamento enquanto planejam todo
dia, sem tremer um músculo, o fracasso do povo de São Luís. (JM Cunha Santos)

1 2.159 2.160 2.161 2.162 2.163 2.789

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