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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 12/mar/2014

Oposição comemora aprovação de comissão que vai investigar a Petrobras

A oposição comemorou a aprovação de criação de
uma comissão externa para investigar a administração da Petrobras. Por 267
votos a 28 e 15 abstenções, o plenário da Câmara Federal aprovou a matéria ontem (11).
O deputado Simplício Araújo considerou a aprovação uma vitória do povo brasileiro. “Um marco
importante da questão política. A presidente Dilma não teve habilidade para executar
obras estruturantes que tanto o país necessita. E assim, compromete o futuro do
país. Demonstra ainda sua inabilidade da condução política. Não se pode culpar
apenas o PMDB nesta relação, pois eles de alguma forma foram alimentados pelo
governo em diversas demandas, algumas inclusive de interesse apenas do
partido”, ressaltou.
Segundo
a oposição, há denúncias de que a empresa SBM Offshore, com sede na Holanda,
teria pago propina a funcionários de petroleiras de diversos países, entre as
quais a Petrobras, para conseguir contratos de locação de plataformas
petrolíferas entre os anos de 2005 e 2012. O ato foi denunciado por
ex-funcionário da empresa holandesa e já faz parte de investigação do
Ministério Público da Holanda.
Ao
final da votação, Simplício pediu a palavra e disse que “num regime
democrático, a coalizão partidária é importante e salutar, sobretudo quando
essa união é formada para a defesa das pautas de interesse da população. Com
essa derrota de hoje, a presidente recebe um atestado de incapacidade para
tratar uma relação que sustentou seu governo e garantiu o poder ao PT até
hoje”. Para o parlamentar, a derrota pode ter desfecho imprevisível, pois
reacende a chama da independência da Casa em relação ao governo federal.
A
comissão vai ainda investigar contrato firmado entre a Petrobrás e a
Construtora Odebrecht, em 2010, no valor de US$ 825.600.000,000, objeto de
investigação no Tribunal de Contas da União por suspeita de superfaturamento. E
também investigar a compra e venda de ativos no exterior da Petrobrás, os
ativos envolvendo as refinarias de Passadena, nos EUA, os ativos e ações de
Pesa, na Argentina e os ativos e participações dos blocos de petróleo na África
e no Golfo

  • Jorge Vieira
  • 11/mar/2014

Bira apresenta acórdão da decisão do TCU que aprovou contas de sua gestão na DRT-MA

A publicação do acórdão do
Tribunal de Contas da União (TCU), que declarou regulares as contas do deputado
estadual Bira do Pindaré (foto) enquanto gestor da Delegacia Regional do Trabalho
(DRT), no período de 2003 a 2006, pautou os debates da Assembleia Legislativa,
na manhã desta terça-feira (11).

A decisão unanime do TCU
reconheceu a regularidade das contas do deputado Bira na DRT. O parlamentar
lembrou as injustiças e acusações que sofreu por conta do processo, ele entende
que houve uma perseguição política orquestrada.

“Eu nunca tinha sofrido
injustiça tão grande quanto essa que foi a maior injustiça da qual fui vítima
em toda minha vida. Eu fui caluniado, eu fui difamado, fizeram uma campanha
orquestrada envolvendo jornal, blog, rádio, todo império de comunicação contra
a minha pessoa, com ataques diuturnos de todas as formas e de todos os jeitos.
Foram mais de sete meses de mentiras sistemáticas contra a minha pessoa”,
relatou Bira.

Os meios de comunicação
comandados pela Oligarquia do pai da Governadora do Maranhão afirmavam
diuturnamente que o deputado Bira estava inelegível e que o recurso interposto
não ia ter a capacidade de modificar a decisão, diziam que o parlamentar era um
condenado.

Durante sete meses os veículos
de comunicação da oligarquia adotaram a estratégia da intimidação na tentativa
de silenciar o deputado Bira. O socialista declarou ter a consciência tranquila
e sempre confiar em Deus, pois sabia que a verdade seria revelada para toda
população do Maranhão.

Os ministros Augusto Nardes,
presidente do TCU, Valmir Campelo, Walton Alencar Rodrigues, Benjamin Zingler,
Aroldo Cedraz, Raimundo Carreiro, José Jorge e José Mucio Monteiro, relator do
processo, e Weder de Oliveira como ministro substituto participaram da decisão favorável
ao deputado Bira.

De acordo com a fundamentação
do acórdão, o nome de Bira só foi chamado porque o processo estava extraviado, o
auditor foi até o órgão fazendário estadual, não localizou as notas fiscais e,
nesse sentido, pediu que o parlamentar fosse notificado. As irregularidades
aconteceram na gestão anterior a de Bira e o Tribunal reconheceu esta
argumentação.

A decisão de reconsideração
do TCU admitiu que ocorreu falha na comunicação processual e julgou regulares as
contas de Bira do Pindaré. Os deputados Othelino Neto (PC do B), Tatá Milhomem
(DEM), Zé Carlos (PT), Magno Bacelar (PV), Hélio Soares (PMDB) e Marcelo
Tavares (PSB) apartearam o discurso do deputado Bira.

Bira questionou o fato de o
assunto só ter sido explorado pelo jornal “O Estado do Maranhão” decorridos 10
meses da decisão. Para o parlamentar foi feito uso político da informação e os
caluniadores vão ter que responder por isso. “Fui vítima de acusações
baixíssimas, extremamente levianas, calúnias, difamação e calúnia nós sabemos,
está no Código Penal, é crime. Portanto, os criminosos que respondam por isso”,
garantiu.    

  • Jorge Vieira
  • 11/mar/2014

Rose Sales elogia Edivaldo e destaca qualidade do Leite na Escola

A vereadora Rose Sales (foto) destacou na manhã
desta terça-feira (11) o programa Leite na Escola, que já começou a
distribuição do leite para os alunos da rede municipal de São Luís. Para os
vereadores, o programa é um avanço do ponto de vista nutricional, pedagógico e
de relacionamento familiar com a escola. Rose parabenizou o prefeito Edivaldo
Holanda Júnior (PTC), que após batalha judicial, colocou o programa em prática.
A vereadora comunista afirmou que o programa é
importante para o complemento nutricional dos alunos da rede municipal de São
Luís. Ela também enalteceu o fato de o programa agora ser estendido às escolas
comunitárias. “Eu sempre coloquei a importância da retomada do leite, mas com a
qualidade que agora ele tem. Agora também é garantido a extensão às escolas
comunitárias. A criança bem alimentada, bem nutrida tem uma capacidade
intelectiva muito mais aguçada. Temos que parabenizar o prefeito, o secretário
de Educação e a secretária de Segurança Alimentar. Eu como educadora, mulher,
cidadã, vejo este programa com uma importância muito grande”, afirmou.
 A parlamentar elencou as diferenças entre o
novo Programa do Leite e o anterior, justificando porque considera esta não uma
retomada, mas um programa diferente, na qualidade do leite, na quantidade e na
maior abrangência. “Para mim, não é uma retomada, mas o início de um processo
real de garantia do complemento alimentar. Porque o valor nutricional agora é
real. Não existia uma oferta de qualidade para as crianças antes. Hoje, a
quantidade é de um quilo (por isso o nome kilinho), é gostoso e tem uma
consistência. Todas as pessoas que estavam no evento de abertura provaram e
comprovaram isso. Inclusive o prefeito e sua família”.
O programa Leite na Escola foi aberto oficialmente
na última segunda-feira (10) em evento Unidade de Ensino Básico Tancredo Neves,
na Cidade Operária e foi iniciada a entrega do produto.
O Programa Leite na Escola irá beneficiar 130 mil
alunos da rede municipal de ensino, contemplando ainda as creches e escolas
comunitárias conveniadas à Prefeitura de São Luís. Caso um estudante possua
restrições alimentares quanto à lactose, ele será suprido com a troca pelo
leite de soja.
Com o Leite na escola, fica garantida uma dose
diária de 200 ml de leite a mais na forma de complemento à alimentação servida
nas escolas da rede municipal de ensino, que conta com cardápio diversificado e
balanceado, elaborado por nutricionistas, com produtos que fazem parte da base
da culinária brasileira, como arroz, feijão, carne, legumes, verduras e frutas.
Proximidade com os pais – Além dos benefícios nutricionais
aos alunos, Rose Sales elencou as vantagens do ponto de vista pedagógico e
social. Para a vereadora, o fato dos pais terem que ir todos os meses na escola
buscar o leite, os aproxima da vivência escolar do filho e oportuniza pela
menos uma vez a mês o contato com professores e direção. “O leite se torna um
mecanismo de atrair as famílias para a escola. O que precisa melhorar para seu
filho. O relacionamento é estreitado pela oferta do leite, já que os pais têm
que ir buscar e os colegas educadores aproveitam para fazer um momento
formativo e trazer os pais para junto. Assim, os alunos ganharam com certeza
também uma forma”, finalizou.

  • Jorge Vieira
  • 11/mar/2014

MP aciona outra vez ex-prefeita Bia Venâncio e ex-secretários por improbidade

Bia continua usando a tornozeleira da PF
A 1ª Promotoria de Justiça de Paço do
Lumiar ingressou com uma Ação Civil Pública e uma Denúncia contra a ex-prefeita
Glorismar Rosa Venâncio (conhecida como Bia Venâncio) e os ex-secretários
Nauber Braga de Meneses, Celso Antônio Marques, Balbina Maria Rodrigues, Pedro
Magalhães de Sousa Filho e Francisco Morevi Rosa Ribeiro. As ações foram
motivadas por irregularidades na prestação de contas do Município no exercício
financeiro de 2009.
A primeira irregularidade apontada
pelo Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA) surgiu ainda na fase de
análise da documentação, quando foi noticiado à Corte de Contas que as
assinaturas do contador Alexandre Santos Costa em demonstrativos contábeis do
município haviam sido falsificadas. Diante da situação, o tribunal determinou a
instauração de uma tomada de contas, feita por técnicos do órgão.
Apesar de não terem sido
disponibilizados todos os documentos que compunham a prestação de contas do
Município, os técnicos do TCE apontaram uma série de irregularidades, sobretudo
no que diz respeito a despesas efetuadas de forma ilegal e problemas em
procedimentos licitatórios. O total de recursos movimentados em licitações
irregulares foi de R$ 23.712.249,39.
EMERGÊNCIA – Várias das dispensas de licitação
feitas pela Prefeitura de Paço do Lumiar basearam-se no Decreto n° 001/2009,
que decretou situação de emergência no município pelo prazo de 180 dias. O
documento, no entanto, não se baseou em situação de emergência ou calamidade
pública, mas sim em considerações feitas pela então prefeita sobre possível má
gestão administrativa municipal anterior.
De acordo com Bia Venâncio, as áreas
de finanças e administração estariam em situação de anormalidade. Com isso,
foram dispensadas as licitações para os contratos de prestação de serviços e
aquisição de bens necessários às atividades em resposta à situação de
emergência.
De acordo com os promotores de justiça
Gabriela Brandão da Costa Tavernard, Reinaldo Campos Castro Junior e Samaroni
Sousa Maia, que assinam as ações, em relação ao Decreto n° 001/2009, “a
auditoria do TCE o classificou como de ‘emergência fabricada’, dado que não
originado de uma situação emergencial ocasionada por fato imprevisível ou fato
previsível e inevitável”.
Entre as dispensas de licitação
baseadas, muitas tiveram processos que duraram mais de 100 dias, o que descaracteriza
a urgência. Outro processo irregular foi o de contratação da empresa VIP
Vigilância Privada, pelo prazo de 90 dias. Em 14 de abril foi assinado um termo
aditivo, prorrogando o contrato por mais 90 dias. De acordo com o TCE, no
entanto, o aditivo foi assinado fora da vigência do contrato, que se encerrou
um dia antes.
Outras irregularidades apontadas foram
o pagamento de despesas nas quais as notas de empenho e ordens de pagamento não
foram assinadas pelos ordenadores de despesas; a autorização de processos
licitatórios pelo chefe de gabinete Thiago Aroso, que não era ordenador de
despesas e nem tinha competência para ordenar tais atos; e a ordenação de
despesas pelo secretário Francisco Morevi Rosa Ribeiro em datas anteriores à
sua nomeação.
“Restou evidenciado o desvio de verba
pública, conforme relatório técnico do TCE, que apontou uma série de
irregularidades nos processos licitatórios analisados, notadamente no que se
refere à dispensa de licitação quando não caracterizada situação de emergência,
despesas realizadas sem o devido procedimento licitatório e ausência de
comprovação das despesas realizadas no período”, afirmam, na ação, os
promotores.
PENALIDADES
Na Ação Civil Pública, o Ministério
Público requer a condenação de Glorismar Rosa Venâncio, Nauber Braga de
Meneses, Celso Antônio Marques, Balbina Maria Rodrigues, Pedro Magalhães de
Sousa Filho e Francisco Morevi Rosa Ribeiro por improbidade administrativa,
estando sujeitos à perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao
patrimônio, ressarcimento integral do dano, perda da função pública, suspensão
dos direitos políticos de oito a dez anos, pagamento de multa de até três vezes
o valor do acréscimo patrimonial e proibição de contratar ou receber qualquer
tipo de benefício do Poder Público pelo prazo de dez anos.
Já na esfera penal, todos os
envolvidos estão sendo processados por crime de responsabilidade (pena de
reclusão de dois a doze anos além de perda e inabilitação para o exercício de
cargos públicos pelo prazo de cinco anos) e com base no artigo 90 da Lei de
Licitações (8.666/93): “frustrar ou fraudar, mediante ajuste, combinação ou
qualquer outro expediente, o caráter competitivo do procedimento licitatório,
com o intuito de obter, para si ou para outrem, vantagem decorrente da
adjudicação do objeto da licitação”. Nesse caso, a pena é de dois a quatro
anos, além de multa.
Os ex-secretários Celso Antonio
Marques e Pedro Magalhães de Sousa Filho também incidiram no que prevê o artigo
89 da Lei n° 8.666/93 (“Dispensar ou inexigir licitação fora das hipóteses
previstas em lei, ou deixar de observar as formalidades pertinentes à dispensa
ou à inexigibilidade”), cuja pena prevista é de detenção por três a cinco anos,
mais multa.

  • Jorge Vieira
  • 11/mar/2014

Deputado Magno Bacelar ameaça “disparar metralhadora” contra Ministério Público

Após o
titular da 1ª Promotora de Justiça da Comarca de Chapadinha, Douglas Assunção
Nojosa, ajuizar Ação Civil Pública de Execução Forçada contra o ex-prefeito de
Chapadinha, Magno Bacelar, requerendo o pagamento de R$ 669,3 mil, resultantes
da condenação pelo Tribunal de Contas do Estado, devido à aplicação irregular
de recursos no exercício financeiro de 2006, o deputado, em inflamado
pronunciamento, na manhã de hoje (11), na tribuna, ameaçou “disparar metralhadora” contra o
Ministério Público e fez ameaça velada ao promotor.

“Eu
agradeço ao promotor Nojosa, porque ele está me denunciando, mas, amanhã, ele
poderá ser denunciado. Vou saber nas comarcas por onde ele passou, como no município de Afonso Cunha, onde meu irmão era prefeito, em Coelho Neto,
onde o Soliney Silva é prefeito, na cidade de Urbano Santos, onde o Abnadab foi
prefeito. Eu estou colhendo tudo para vir num momento oportuno e abrir a
metralhadora porque não tenho medo. Então, eu quero dizer ao Ministério Publico
Estadual do Maranhão, ao Ministério Publico Federal do Maranhão, porque esta
voz dada pelos 33.550 votos será respeitada”, discursou.
Segundo
Magno Bacelar, “o Ministério Público é uma instituição importantíssima do nosso
Estado, mas nós temos as ovelhas negras”. O parlamentar denunciou também suposta
existência de promotores “que ficam em determinados municípios coligados com
determinados prefeitos, que tem objetivo de fazer cassação política e
perseguição a determinadas pessoas”, acusou.
O
parlamentar procurou se defender atacando o promotor que ingressou com a Ação Pública
de Execução Forçada. Em seu pronunciamento,  Magno afirmou que o promotor Nojosa estaria
usando ele como bode expiatório. “Eu estou aqui para me defender das acusações
de que eu teria desviado os recursos públicos quando eu era prefeito do
município de Chapadinha. Será se não há uma orquestração para querer calar a
voz do deputado Magno? Porque o deputado Magno é combativo, ele vem para a
tribuna, denuncia e defende; faço o meu papel e não me intimido”, questionou.  
Segundo
o parlamentar, todos os gestores que passam por um cargo executivo podem ser
acionados pelo Ministério Público, pois há muitas pessoas que querem ocupar o
espaço dos políticos, daqueles que conquistam o voto na base do seu eleitor.
Ele disse que a partir do momento que decidiu se candidatar a deputado
estadual, e não a ex-prefeita de Chapadinha, Danúbia, começaram o que ele
classificou como “perseguições”.
Além do
valor a ser ressarcido aos cofres de Chapadinha, os R$ 669,3 mil cobrados pelo
MPMA incluem a multa aplicada pela Fazenda Estadual (R$ 100,3 mil), devido às
irregularidades orçamentárias e contábeis, verificadas pelo TCE-MA na prestação
de contas apresentadas pelo ex-prefeito naquele exercício financeiro. A
sentença foi proferida em setembro do ano passado e condena o ex-prefeito. O
Acórdão PL-TCE 949/2013, transitou em julgado em 15 de fevereiro deste ano.

  • Jorge Vieira
  • 11/mar/2014

Raimundo Cutrim questiona legitimidade da governadora impor candidato na eleição indireta

O deputado Raimundo Cutrim (foto)
questionou nesta manhã de terça-feira (11) a legitimidade do o Poder Legislativo eleger
indiretamente outro candidato que não seja membro da Assembleia Legislativa para substituir a governadora Roseana Sarney, caso ela decida renunciar para concorrer ao Senado.
Segundo Cutrim, “essa indagação
foi motivo de preocupação do constitucionalista francês Montesquieu: a
sociedade moderna tem que se constituir por três Poderes: o Legislativo, o
Executivo e o Judiciário, autônomos e independentes entre si. A intromissão de
qualquer um sobre o outro representa a quebra da harmonia, em consequência a
quebra da democracia”, argumentou.
O deputado alertou ao plenário
que neste princípio se fundamentou o ex-presidente José Sarney para declarar
que “Não Há Democracia Sem Parlamento livre”. Ele advertiu que os jornais, os
blogs e todos os veículos de comunicação ligados à família Sarney, alimentam um
confronto com a Casa “porque querem que nós votemos em um estranho em que
momento algum da sua vida pública fez parte do Poder Legislativo. Querem nos
comparar a cabos eleitorais que têm obrigação de votar no candidato do coronel”.
Para finalizar, Raimundo
Cutrim aconselhou os companheiros de plenário a não entrem para a história como
parlamentares que atendem as conveniências do Poder Executivo. “Neste momento, vivenciamos
um Estado político, onde a frase do senador Sarney permanecerá neste plenário,
ou será substituída pelos ditados dos coronéis do Nordeste, que diz: “Faça o
que eu mando, mas não façam o que eu faço”.

Embora a governadora se mantenha em silêncio e faça suspense sobre sua saída, grande parte da classe política não acredita que terá coragem de ficar sem mandato, diante de tantos problemas que membros de sua família enfrentam com a Justiça.

Sarney e Roseana sem mandato? Poucos acreditam e até apostam que tudo não passa de teatro e chantagem para tentar impor sua vontade na Assembleia Legislativa, onde a grande maioria é claramente favorável a eleição do presidente Arnaldo Melo, que por uma questão conjuntural, acabou se transformando na “bola da vez”, caso há a desincompatibilização.  

  • Jorge Vieira
  • 11/mar/2014

PTB quer ser ouvido e ameaça agravar crise na base governista

A crise na base governista tende a agravar ainda
mais nos próximos dias. Integrante da aliança que apoia o desgastado e moribundo
governo de Roseana Sarney, o PTB quer participar da discussão sobre candidatura
ao Senado Federal e reivindica a vaga que será aberta com a aposentadoria do
senador Epitácio Cafeteira (PTB).
Um importante dirigente do partido tem conversado
com jornalistas e afirmado que, caso a governadora Roseana Sarney decida não se
desincompatibilizar, o PTB vai brigar pela vaga em função da cadeira pertencer à
legenda.
Os dirigentes da sigla no Maranhão entendem que,
por direito, a vaga é da governadora, mas se ela não for candidata quer ter o
direito discutir a candidatura. “Estão esquecendo que o PTB é o dono da cadeira”, advertiu a fonte.
Apesar da disposição do PTB em brigar pela vaga,
nos bastidores das eleições 2014, os comentários são que a Roseana estaria
fazendo apenas teatro ao manter-se em silêncio sobre a provável renúncia e
ameaçar ficar até o final do mandato, através dos seus porta-vozes na blogosfera. 
O presidente do legenda no Maranhão e secretário de Educação, deputado Pedro Fernandes, que vai se desincompatibilizar para disputar a reeleição, acompanha as movimentações à distância, mas tem falado reservadamente que a vaga, por direito, é do PTB, se Roseana resolver ficar.   

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