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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 16/abr/2014

Cutrim volta a responsabilizar Roseana por crise na Segurança Pública

O deputado Raimundo Cutrim (PCdoB) afirmou, na
manhã desta quarta-feira (16), que a governadora Roseana Sarney é culpada pelo
agravamento da crise no sistema de segurança pública do Estado. “A governadora
cansou, desistiu e não quer mais nada da responsabilidade com o povo que a
elegeu. Ela simplesmente abandonou o Sistema de Segurança Pública”, afirmou o
deputado.
Ele observou que, cada vez mais, está ficando
crítica a situação do sistema de segurança pública, com o alarmante aumento da
taxa de homicídios em todas as regiões do Estado. “Somente aqui na Grande São
Luís, só na terça-feira, ontem, foram cinco homicídios. É um número muito
elevado, além de vários assaltos a veículos. Então, a situação é cada vez mais
difícil”, exclamou.
Cutrim citou reportagens publicadas na imprensa
apontando o aumento de homicídios no Sistema Penitenciário do Estado, somente
nestes primeiros meses de 2014.
“A situação do Sistema Penitenciário é muito grave
no nosso estado. O governo do Estado decretou estado de emergência por 180
dias, prazo que terminou dia 10, mas que não pode ser prorrogado, não tem como.
Então como é que vão ficar essas obras se, porventura, forem iniciadas, que
deve ter sido sem licitação, e como é que vai ficar a situação para que possa
ser dada continuidade?”, questionou.
                                                        
Raimundo Cutrim também criticou a governadora
Roseana dizendo que o governo, através de negociação feita pelo senador João
Alberto, celebrou um acordo com bombeiros e policiais militares, para que
terminassem a greve realizada recentemente, e até agora o acordo não foi
cumprido.
 “A situação que hoje nós vivemos, aqui no
Estado do Maranhão, é de uma insegurança jurídica muito grande. O governo não
cumpre os seus acordos, a governadora abandonou o Estado ao ‘Deus dará’ e
entregou para o secretário de Saúde o Sistema de Segurança Pública. Então a
situação é muito grave. O Sistema Penitenciário praticamente já não existe. A
situação é cada dia pior e a governadora praticou um crime de genocídio por
omissão. Ano passado, foram 60 homicídios na Penitenciária e a governadora
olhando tudo de braços cruzados, os homicídios em São Luís crescendo cada vez
mais. E a governadora está de braços cruzados sendo conivente com todos esses
desmandos em nosso Estado”, ressaltou Cutrim.

  • Jorge Vieira
  • 16/abr/2014

Prefeitura decreta ponto facultativo durante a Semana Santa

A Prefeitura de São Luís decretou ponto facultativo
nos órgãos da administração direta, indireta, autárquica e funcional do poder executivo
municipal nesta quinta-feira (17). Com o feriado da sexta-feira da Paixão (18)
e de Tiradentes, na segunda-feira (21), o expediente voltará ao normal nos
órgãos municipais na terça-feira (22).
Durante feriados municipais e ponto facultativo, os
serviços públicos considerados essenciais – como saúde, limpeza pública, guarda
municipal, fiscalização de trânsito e terminais de integração de passageiros –
devem garantir o atendimento por escalas de serviço ou plantão. Neste feriado
também será mantido o funcionamento do setor de protocolo da Comissão
Permanente de Licitação (CPL).
PLANTÃO
Durante a Semana Santa, a Secretaria de Obras e
Serviços Públicos (Semosp) disponibilizará equipes para coleta de resíduos e
varrição. As demandas referentes à iluminação pública serão atendidas por
grupos de monitoramento. A Semosp lembra ainda que qualquer sugestão, crítica
ou informação referente à iluminação pública pode ser feita pelo número 0800
284 8082.

  • Jorge Vieira
  • 16/abr/2014

Deputado apoia reserva de mercado para trabalhadores maranhenses da construção pesada

Trabalhadores da área da construção
civil pesada denuncia a exclusão de maranhenses em obras de
empresas da construção pesada que atuam no Estado.
A categoria protesta contra o desrespeito a
convenção da categoria que estabelece pelo menos 70% da mão de obra para os
maranhenses. Para o deputado Bira do Pindaré (PSB) a realidade vivida pela
categoria é a realidade de todos os trabalhadores do Maranhão.
A situação dos trabalhadores contraria a propaganda
que o Governo do Estado faz e a ideia de desenvolvimento através dos grandes
empreendimentos. Bira lembrou que a ALUMAR anunciou a demissão de 500
funcionários e a utilização de trabalhadores de outros estados precariza a mão
de obra local.
Segundo os trabalhadores, mais de 2000 homens estão
sendo prejudicados e sofrendo as dificuldades. A categoria tem uma reunião com
o Ministério Público do Trabalho agendada para tratar desta temática nesta
quarta-feira (15). Os trabalhadores apresentaram um Termo de Ajustamento de
Conduta com as empresas para que os maranhenses sejam respeitados na sua contratação.

“O governo pode ajudar nisso, o governo pode
intermediar isso, o governo pode chamar essas empresas para a responsabilidade,
porque não fazem? Porque não tomam essa iniciativa? A Governadora disse que vai
ficar até 31 de dezembro, já que ficou ao invés de ficar jogando baralho,
trabalhe pelo povo, ajude o Maranhão a sair dessa agonia, é isso que nós
pedimos, é esse o nosso apelo e essa é a nossa luta”, protestou Bira.

  • Jorge Vieira
  • 16/abr/2014

O palanque perigoso de Sarney

Editorial – Jornal Pequeno
Não se tem notícias,
hoje, de um presidenciável que se sinta à vontade para estar no palanque de
quem quer que seja o candidato do senador José Sarney no Maranhão. Não adianta
querer mistificar, dizer que Flávio Dino está sendo antiético – palavras de
Lula, segundo Edinho Lobão –, porque a dura verdade é uma só: os
presidenciáveis do Brasil não querem ser filmados nem fotografados num palanque
de Sarney. É pisar e ter que lidar com uma explosão de contrariedades
ideológicas nas redes sociais de todo o país. Eleitoralmente, pisar num
palanque de Sarney é pisar em votos, esmagar votos, esvaziar atos públicos,
dispensar apoios, alimentar rejeições em todo o Brasil. Afinal de contas, não houve,
nos últimos anos, uma única manifestação pública na qual Sarney não figurasse
como vilão da política brasileira. Fato.
Ninguém consegue sequer
imaginar Eduardo Campos e Marina Silva no palanque de um candidato, ao lado de
Sarney. Não vai querer Aécio Neves, disposto a desbaratar os crimes financeiros
cometidos contra a Petrobrás, ser citado por seus adversários em Minas como
cultor da política ‘sarno-lulista’ ou ‘lulo-sarnista’ que nada faz contra a
corrupção nas estatais.
Quanto a Dilma, pobre
Dilma. Com a eleição ameaçada pelos oleodutos da corrupção, economia caótica,
obras superfaturadas da Copa do Mundo, desvios de verbas no programa “Minha
Casa, Minha Vida” e por uma geração que marca protestos políticos pelo celular,
ainda ser obrigada a pedir voto para candidato de Sarney é a treva. Mesmo ainda
sendo Lula o seu grande cabo eleitoral, num palanque de Sarney a presidente vai
queimar votos e, principalmente, votos que não são do Maranhão.
Todos os partidos que
realmente importam, à exceção do PT, cujo eleitorado no Maranhão cabe inteiro
no Tribunal de Contas do Estado, estão coligados à candidatura de Flávio Dino.
E, pelo andar da carruagem, também o PPS e o PSDB devem seguir o mesmo rumo. Em
outras palavras, não é Flávio Dino que oferece palanque a todos os
presidenciáveis, são os presidenciáveis que fogem do palanque de Sarney como o
diabo foge da cruz. E é para o palanque de Flávio Dino que eles vão, mesmo
porque é neste palanque que vão estar seus partidos e coligações. Imaginem só o
PSDB nas ruas pedindo votos para Flávio Dino e Aécio Neves no palanque de
Sarney. Imaginem o PSB coordenando a campanha de Flavio Dino e Eduardo Campos
no palanque de Edinho Lobão. A questão, portanto, é que Sarney hoje é uma
rejeição nacional e transfere isso para qualquer candidatura que abençoar.
Diante da queda de Dilma nas pesquisas e da possibilidade inarredável de
manifestações públicas às portas da Copa do Mundo e da campanha eleitoral,
candidato nenhum a presidente vai arriscar perder parte de seu eleitorado
aprovando publicamente a política de José Sarney.    São os
tempos modernos. A informação percorre o mundo em questão de segundos e em
questão de segundos um candidato pode virar pó.
Para todos os
presidenciáveis, é o palanque de Flávio Dino ou é palanque nenhum.

  • Jorge Vieira
  • 15/abr/2014

Prefeitura realiza mais uma rodada de negociação com sindicalistas

A Prefeitura de São Luís realizou, nesta terça-feira (15), no auditório da Secretaria de Turismo (Setur), mais uma rodada de negociação com representantes de entidades sindicais do funcionalismo público do município. A mesa de diálogo foi instalada desde o ano passado por orientação do prefeito Edivaldo Holanda Júnior.

Este foi o terceiro encontro realizado em 2014 entre a equipe de governo e sindicalistas. Para o secretário de Planejamento e Desenvolvimento (Seplan), José Cursino, o debate foi proveitoso. “Tivemos um diálogo respeitoso e produtivo em que mostramos de forma transparente os dados financeiros do município, com discussão e apresentação do ponto de vista dos sindicatos”, declarou.

Durante a reunião, Cursino ponderou que a Prefeitura está dentro do limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), situação que exige maior avaliação quanto a ajustes orçamentários. Os sindicalistas fizeram pontuações a partir da exposição dos representantes municipais, registradas pelos secretários para posterior discussão com o prefeito. A disposição para o diálogo com as entidades que representam o funcionalismo municipal foi desenvolvida desde o início da atual gestão.

No primeiro ano da administração do prefeito Edivaldo Holanda Júnior, o funcionalismo obteve conquistas significativas. Os profissionais da Educação tiveram histórico reajuste salarial da ordem de 9,5%, com a concessão de benefícios, como um terço para hora atividade, além de titulações, progressões, adicional de difícil e melhoria de condições estruturais.

A reunião desta terça-feira foi coordenada pelo secretário municipal de Planejamento e Orçamento, José Cursino, e contou com participação dos secretários Raimundo Rodrigues (Fazenda), Geraldo Castro (Educação), Helena Duailibe (Saúde), Robson Paz (Comunicação), os secretários adjuntos Fabrícia Barros Alves (Administração), Milton Calado (Governo), e o Controlador Geral do Município, Délcio Rodrigues.

Estiverem presentes os representantes do sindicato dos Funcionários e Servidores Públicos Municipais de São Luís (Sinfuspsl); dos Profissionais do Magistério do Ensino Público Municipal de São Luís (Sindeducação); dos Auditores Fiscais do Município (Sindfisma); dos Agentes Comunitários de Saúde de São Luís (Sindacs); dos Guardas Municipais (Sigmema), UGT; dos Agentes Fiscais de Trânsito (Sindtransito),e da Associação dos Servidores Ativos e Inativos do Serviço Público Municipal (Asismu), dos Servidores Municipais do Samu (Assemus), entre outros.

  • Jorge Vieira
  • 15/abr/2014

Direção nacional do PSDB recebe Flávio Dino em Brasília

Flávio Dino (PCdoB) deu mais um grande passo na
construção de uma aliança ampla para enfrentar as eleições para o governo do
Estado. O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, recebeu a visita de
Flávio Dino e de deputados maranhenses, na noite desta terça (15).



Com a presença dos deputados Carlos Brandão e Neto
Evangelista, o senador Aécio anunciou a intenção de o PSDB somar-se ao
movimento Diálogos pelo Maranhão, construído em torno da pré-candidatura de
Flávio Dino ao governo do Estado e de Roberto Rocha ao Senado.



Aécio Neves reuniu representantes maranhenses do
seu partido para formalizar o pedido de que o PSDB faça parte da chapa
majoritária que disputará as eleições de outubro. Ele lembrou que o PSDB dispõe
de excelentes nomes para compor a frente ampla da oposição ao grupo dominante
no Maranhão.



“O PSDB nacional respeitará a condução feita
no maranhão pela direção estadual, através do deputado Brandão,” avaliou o
senador Aécio, que comentou ainda a boa relação com o pré-candidato a
governador do Maranhão. “Do meu ponto de vista, tenho extremo respeito e
admiração pelo deputado Flávio Dino”.



O pré-candidato a governador agradeceu o anúncio
da decisão do PSDB, que deverá compor a aliança com outros 7 partidos que já
estão engajados no projeto de mudança para o Maranhão: PSB, PTC, PDT, PP, PROS,
SDD e PCdoB.



“O senador Aecio está sintonizado com o momento
político do nosso estado, que quer superar a última oligarquia do país.
Precisamos unir todas as forças dispostas a ajudar a virar a página do passado
no Maranhão,” disse Dino, ao lembrar que o PSDB sempre fez oposição ao grupo
Sarney no estado.



Presidente estadual do PSDB, Carlos Brandão
lembrou que a presença de mais um presidenciável na chapa deve fortalecer a
candidatura de oposição, que já possui o PSB de Eduardo Campos e o PCdoB, da
base de apoio a Dilma Rousseff (PT). “A presença do PSDB na chapa de
Flávio Dino fortalece a ampla aliança pelo Maranhão, com o presidenciável Aécio
Neves”, completou.



Secretário Geral do partido, Neto Evangelista
(PSDB) destacou a possibilidade de aliança como mais um fator que representa a
renovação da política no Maranhão. “Caminhamos para ter uma eleição com
grande força popular e de renovação de práticas na política,” resumiu. A
reunião foi acompanhada pelo deputado federal, Carlos Sampaio (PSDB-SP).– 

  • Jorge Vieira
  • 15/abr/2014

Flávio Dino defende criação da Secretaria da Transparência para facilitar controle de gastos públicos

Pré-candidato
participou de debate com Conselho Regional de Economia do Maranhão, quando
falou sobre educação, qualidade do gasto público e outras questões sobre
desenvolvimento econômico do Maranhão
O
pré-candidato a governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) discutiu, na manhã
desta terça-feira (15), mais uma proposta do Plano de Governo: a criação da
Secretaria da Transparência, órgão que facilitará o controle social dos gastos
públicos. A indicação foi apresentada a economistas durante a primeira “Conversa
com pré-candidatos”, realizada pelo Conselho Regional de Economia do Maranhão
(Corecon-MA).
“Vamos
criar uma secretaria de transparência e controle social como condição
estratégica para desenvolvimento do estado; com uma boa Controladoria para
melhorar a qualidade do gasto público, investir no controle social, ter os
conselhos de direitos funcionando efetivamente a partir da liderança do Governo
do Estado”, explicou Flávio Dino.
Durante
o evento, Flávio Dino pode conversar com a diretoria, conselheiros,
ex-conselheiros do Corecon, economistas do setor público, privado e academia. A
proposta do encontro foi de ouvir as considerações de Dino e contribuir com
temas de interesse sobre o desenvolvimento econômico do Maranhão. Divido em
blocos, o pré-candidato ao Governo também respondeu a questionamentos da
plateia.
O
pré-candidato enfatizou que o Maranhão é um estado de oportunidades pela boa
localização geográfica, abundância de energia, importantes bacias hidrográficas
como Parnaíba, Itapecuru, Mearim, Grajaú, Pindaré, Gurupi e Tocantins. Para
ele, o desenvolvimento do estado deve partir da revalorização das atividades
primárias, como pesca, agricultura e pecuária, que no ano passado recebeu menos
de 1% do Governo do Estado; desenvolvimento do mercado interno; investir na
educação, ciência e tecnologia; melhorar a qualidade dos gastos públicos; mudar
o ambiente institucional, com política mais democrática e expandir o incentivo
fiscal para implantação ou expansão de indústrias e agroindústrias no Maranhão.
“É
importante a discussão em torno do desenvolvimento, de forma a aumentarmos a
produção no nosso estado e conseguirmos qualificar as condições de vida do
nosso povo, com melhorias sociais e políticas públicas. A qualidade do
desenvolvimento é definida com projeto social. A cena eleitoral gira em torno
do PIB [Programa Interno Bruto] e do IDH [Índice de Desenvolvimento Humano]. O
PIB do Maranhão tem crescido, mas não tem acompanhado para transformar
crescimento em desenvolvimento”, disse Dino.
A
plateia de economistas fez perguntas sobre investimentos na educação,
incentivos para o turismo, transparência dos gastos públicos, valorização da
profissão do economista, entre outras. Todos os questionamentos foram
respondidos por Flávio Dino.

Para
o presidente do Corecon-MA, Felipe de Holanda, que conduziu a conversa, o
resultado do encontro foi positivo. “Muito bom o debate sobre o desenvolvimento
econômico e a participação de economistas nesse processo eleitoral. O que tenho
visto é que nós temos uma economia com elevado potencial, uma combinação de
recursos naturais, de posicionamento geográfico e de logística a ser
desenvolvida. Ainda tem muito para ser feito no que diz respeito ao que a gente
chama de transformar crescimento em desenvolvimento. O Maranhão tem desenvolvido
o PIB, mas com pouca geração de emprego e ocupação. O grande desafio é como
reverter essa economia de enclave, aproveitando essa base produtiva para poder
fazer que a economia atenda mais as necessidades da economia e seja menos
dependente de transferências”, analisou.

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