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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 27/abr/2015

MPMA pede afastamento do prefeito de Pedreiras por superfaturamento e licitações irregulares

O Ministério Público do Maranhão (MPMA), por meio da 1ª Promotoria
de Justiça da Comarca de Pedreiras, requereu, em Ação Civil Pública por ato de
improbidade administrativa, o afastamento do prefeito Francisco Antonio Silva,
mais conhecido como “Totonho Chicote”, devido a ilegalidades em processos
licitatórios realizados pela Prefeitura de Pedreiras no ano de 2013.

A ação, datada de 5 de fevereiro deste ano, foi formulada pela
promotora de justiça Sandra Soares de Pontes, com base no Inquérito Civil nº
03/2014, motivado por representação encaminhada pelo Movimento de Fóruns e Redes
de Cidadania do Maranhão.

Na representação, feita em junho de 2014, a entidade enumera oito
empresas contratadas pela Prefeitura de Pedreiras sobre as quais houve
impropriedades quanto às compras, notas fiscais, registros comerciais e
endereços.

 

DENÚNCIAS

Entre as empresas citadas na representação, chama atenção o caso
da MK3 Comércio e Serviço Ltda, por meio da qual o Município de Pedreiras
adquiriu 1.300 kg de peixe in
natura
no valor de R$ 22 por quilo, em um único dia.

Outras compras que chamam a atenção são a de 530kg de cebola, no
intervalo de 14 dias, e a de de 309 kg de alho in natura, em único dia.

À empresa L de Sousa Lima Publicidade ME também foram pagos R$
214.750,00, sendo que no endereço constante nas notas fiscais não há imóvel
comercial e, sim, uma casa residencial.

 

De acordo com o Movimento de Fóruns e Redes de Cidadania do
Maranhão, esses casos demonstram que houve desvio de recursos públicos, por
meio de superfaturamento e de empresas inexistentes.

 

AFASTAMENTO

“A gestão do prefeito vem se caracterizando por desmandos
administrativos, como atraso no pagamento dos servidores públicos, falta de
pagamento dos empréstimos consignados junto às instituições financeiras,
contraídos pelos servidores públicos, obras inacabadas, denúncias de desvios de
recursos e/ou fraude nos procedimentos licitatórios e demora na chamada de
concursados”, afirma a promotora.

Sandra Pontes relata, ainda, a existência de decretos municipais
expedidos que ferem, em tese, direitos adquiridos, sem contar a constante troca
de secretários municipais, indicando nepotismo e nepotismo cruzado.

“O afastamento do prefeito é necessário para a coleta de provas
junto aos arquivos da Prefeitura Municipal e agências bancárias. A permanência
do gestor no cargo impossibilitará a obtenção das provas e permitirá a
continuidade dos atos de improbidade administrativa”, esclarece a representante
do MPMA, na ação.

PEDIDOS

Além do afastamento do prefeito Francisco Antonio Silva, o
Ministério Público do Maranhão também solicita que o Poder Judiciário condene o
gestor à perda de sua função pública; à suspensão de seus direitos políticos,
por período a ser estipulado.

Requer, ainda, a condenação do gestor ao pagamento de multa de até
cem vezes o valor da remuneração recebida e à proibição de contratar com o
Poder Público ou receber benefícios e/ou incentivos fiscais pelo prazo de 10
anos.

Outro pedido do
MPMA é a condenação à restituição, ao Município de Pedreiras, de todos os
valores ao erário público, pela não realização de serviços e/ou
superfaturamento em licitações.

  • Jorge Vieira
  • 27/abr/2015

TV da família Sarney levou 43% da verba publicitária no governo de Roseana Sarney

Roseana: emissora de sua família levou a maioria da verba

A
distribuição da verba publicitária do governo Roseana Sarney para as TVs não era muito
diferente do critério para os jornais (leia mais aqui).
De 2011 a 2014, a TV Mirante, também de propriedade dos Sarney e retransmissora
da programação da TV Globo, recebeu 23 508 705 de reais – o equivalente a 43%
dos 54 173 753 gastos com publicidade neste meio.

Ao
longo dos últimos quatro anos, a TV Difusora, repetidora do
SBT, recebeu 7 680 699 de reais. Já a TV Cidade,  retransmissora da
TV Record, levou 6 110 989 de reais, no mesmo período.

A
Difusora tem como sócio majoritário Edison Lobão Filho, candidato apoiado pelos
Sarney para a sucessão de 2014. Já a Cidade tem como sócio Roberto Rocha,
senador eleito pelo PSB na chapa de Flávio Dino e, portanto, adversário dos
Sarney.

Por Lauro Jardim

  • Jorge Vieira
  • 27/abr/2015

Governador anuncia que participará das eleições 2016 como militante político

O governador Flávio Dino tem boa sintonia com o prefeito Edivaldo
Antes que façam má interpretação das
postagens do governador Flávio Dino sobre sucessão municipal, na internet, é
bom esclarecer que o chefe do Executivo advertiu que o Governo do Estado não
apoiará candidatos a prefeito nas eleições de 2016, mas que ele enquanto
cidadão participará das campanhas que achar conveniente.

O esclarecimento se faz necessário até
para evitar especulações sobre a sucessão em São Luís, onde o governador, além
de aliado e parceiro do prefeito Edivaldo Holanda Júnior, tem deixado claro a
seus aliados que estará ao seu lado na disputa pelo comando da capital, maior
colégio eleitoral do Estado comandado pelo PTC.

“Eu participarei das eleições
municipais como militante político, em nome pessoal. O Governo do Estado não
terá candidatos oficiais”, postou o governador no Twitter, numa clara
demonstração de que a máquina administrativa não será utilizada para massacrar
adversários de aliados que estarão disputando as eleições 2016, como ocorria
nos governos da oligarquia.

A declaração de Dino mostra quanta
mudança de comportamento em relação a antecessora Roseana Sarney (PMDB), que
usava descaradamente a estrutura governamental para perseguir adversários,
sufocando administrações que não rezavam na cartilha do Palácio dos Leões. A
cidade de São Luís é o maior exemplo de perseguição contra um governante.

O prefeito Edivaldo Holanda passou dois
anos clamando por uma audiência, sem resposta, com a ex-governadora. No
período, nenhum convênio foi assinado com a Prefeitura de São Luís, embora o governo
tenha feito inúmeros convênios com prefeituras aliadas para pavimentação de
ruas. A intenção era sufocar a administração Edivaldo para tentar atingir a
candidatura de Flávio Dino.

Apesar da perseguição, o prefeito
Edivaldo mostrou fidelidade ao candidato, não abriu mão de suas convicções,
segurou as pressões e teve a felicidade de contar com apoio da população na
vitoriosa campanha que varreu da vida pública a oligarquia Sarney, responsável
por levar o Maranhão a alcançar os piores indicadores econômicos e sociais do
país.

A postagem de Dino, portanto, está
estritamente relacionada a não utilização do governo para favorecer
candidaturas, embora sendo aliado. O governador, no entanto, deixou bem claro
que vai para a campanha como cidadão e não como governador pretendendo formar
base de apoio para eleições futuras, como era uma prática em governos anteriores.

  • Jorge Vieira
  • 27/abr/2015

Partidos escapam de punição do TSE pelo mau uso do Fundo Partidário

Cerca de 60% das prestações entregues desde 2004 ainda não foram
julgadas e parte já prescreveu

por Eduardo Bresciani

Presidente do TSE, ministro Dias Toffoli
O Globo – Enquanto os recursos
públicos repassados aos partidos políticos por meio do Fundo Partidário crescem
de forma exponencial, a fiscalização de suas contas segue em marcha lenta. O
GLOBO analisou o andamento das prestações de contas dos dez maiores partidos
políticos desde 2004. Das 89 prestações entregues neste período, 60% não foram
julgadas, sendo que 13 delas não poderão mais gerar punições aos partidos
porque o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, no ano passado, considerar
prescritas todas as contas não julgadas em cinco anos.
Dos dez partidos, dois ainda não
tiveram as contas de 2009 — à beira da prescrição — analisadas: PT e PR. Os
processos estão na pauta do TSE para a próxima terça. Nenhuma conta apresentada
a partir de 2011 foi analisada pelo plenário do tribunal, e, das relativas a
2010, somente a do PRB foi a julgamento, tendo sido aprovada com ressalvas. O
partido terá de devolver R$ 2 mil. O prazo para entrega da prestação de contas
de 2014 acaba esta semana, assim como o prazo de julgamento das contas de 2009.

presidente Dilma Rousseff sancionou
semana passada, dentro do Orçamento de 2015, o aumento do repasse do Fundo
Partidário de R$ 319,9 milhões para R$ 867,5 milhões neste ano. Os dez partidos
que mais vão receber as verbas do Fundo são: PT, PSDB, PMDB, PP, PSB, PSD, PR,
PRB, DEM e PTB. O montante supera em mais de quatro vezes os R$ 198 milhões
repassados em 2004, em valores atualizados. O Fundo Partidário é dividido entre
as legendas de acordo com os votos recebidos pelos candidatos eleitos para a
Câmara.

A decisão de considerar prescritas as
contas que não forem julgadas em cinco anos, que afetou 13 prestações, foi
tomada em setembro de 2014. O presidente do TSE, Dias Toffoli, deu o voto
condutor da posição do plenário. A decisão já beneficiou sete dos dez maiores
partidos e, em alguns casos, as legendas se livraram de ter de fazer os
ressarcimentos milionários que eram recomendados por órgãos técnicos e pela
procuradoria-geral eleitoral.

O juiz Marlon Reis, do Movimento de
Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), afirma que o modelo de fiscalização das
contas partidárias é ineficiente:

— Falta aos tribunais estrutura,
inclusive de pessoal. A legislação não dá à Justiça Eleitoral característica de
órgão de controle. Além da longa tramitação, há a previsão de extinção de
julgamento, e muitas vezes esse é o caminho.

Reis defendeu ainda a necessidade de se
estabelecer sanções mais severas às inconsistências nas prestações de contas.

O PSDB, por exemplo, poderia ter sido
condenado a devolver R$ 1,9 milhão pelas contas de 2004, por não ter conseguido
convencer o TSE sobre a identificação dos doadores. Cinco ministros já tinham
votado nesse sentido em sessão de 2011, mas, diante do novo entendimento sobre
a prescrição, o partido se livrou da punição. A legenda ainda escapou da
análise das contas de 2007. Havia um parecer da área técnica e da procuradoria
pedindo o ressarcimento de R$ 1,7 milhão, também por falha na identificação dos
doadores.

O mesmo ocorreu com o PT. A legenda se
livrou da análise de um parecer técnico relativo às contas de 2008, que
recomendava a devolução de R$ 2,2 milhões, sendo mais da metade proveniente do
Fundo Partidário. Para a área técnica do tribunal, R$ 1,2 milhão deveria ser
devolvido por aplicação irregular de recursos do Fundo. Outro R$ 1 milhão
deveria ser ressarcido pelo fato de o partido não ter conseguido identificar os
doadores que declarou. O ministro Henrique Neves, porém, declarou as contas
prescritas em setembro do ano passado, dois dias depois de o TSE firmar a
jurisprudência sobre o assunto.

No caso do DEM, o parecer era pela
desaprovação das contas de 2005, com pena de ressarcimento de R$ 1,5 milhão.
Como o processo não foi concluído no prazo, o partido se livrou da análise do
mérito. Dos maiores partidos, também foram beneficiados pela prescrição PMDB,
PR, PRB e PTB. No caso do PMDB, não havia parecer conclusivo. Os outros três
partidos tinham contra si pareceres que recomendavam devolução de entre R$ 43
mil e R$ 130 mil.

Apesar das irregularidades descobertas
pelo tribunal, multas acima de R$ 1 milhão são exceções. As sanções em geral
têm valores inferiores a R$ 100 mil. Penalidades abaixo desse montante foram
aplicadas a seis partidos. Em um dos casos, o PSB pagou multa de apenas R$ 3,27
por problemas na identificação de doadores.

PROBLEMAS EM METADE
DAS CONTAS

Das contas que chegaram a ser julgadas,
quase metade foi rejeitada ou aprovada com ressalvas. Entre as irregularidades
está o uso do Fundo Partidário para a quitação de multas aplicadas à legenda, o
repasse de recursos a diretórios proibidos de recebê-los, e a falta de
justificativa para despesas. No caso do PTB, a conta de 2008 foi rejeitada com
a determinação de ressarcimento de R$ 1,4 milhão e a suspensão do Fundo
Partidário pela não comprovação de despesas.

Dos dez partidos analisados, apenas o
PP teve aprovadas sem ressalvas as seis contas analisadas. O PSD foi criado em
2011 e, até hoje, nenhuma conta do partido foi julgada.

O TSE afirmou, por meio de nota, que a
decisão de aplicar a prescrição aos processos após cinco anos foi tomada com
base em uma lei aprovada pelo Congresso em 2009. O tribunal diz que a resolução
“acabou com o sigilo bancário das contas partidárias e introduziu maior rigor e
transparência” e “será instrumento fundamental para alcançar uma melhor qualidade
nos julgamentos das referidas contas”.

A nota afirma que, sobre os processos
pendentes, “o TSE está empenhado em julgá-los com respeito ao processo legal e
ao contraditório”. Diz ainda que Dias Toffoli solicitou técnicos aos tribunais
de contas da União e do Distrito Federal para auxiliar na análise das contas.

UM ALÍVIO PARA AS
DÍVIDAS DE CAMPANHA

Orçado em R$ 867,5 milhões, o Fundo
Partidário de 2015 deverá ser um alívio para as dívidas acumuladas pelos
partidos nas últimas eleições. Desde o final de 2014, as legendas têm
enfrentado mais dificuldade para arrecadar recursos de empresas privadas devido
à Operação Lava-Jato, que pôs sob holofotes as doações de construtoras a
partidos.

Os três primeiros meses deste ano
também transcorreram com “torneiras secas”: sem a aprovação do Orçamento pelo
Congresso, os partidos estavam recebendo parcelas do Fundo Partidário muito
inferiores ao previsto. Agora, os tesoureiros dizem que poderão trabalhar com
mais folga no pagamento de despesas, já que o Fundo Partidário ficou três vezes
maior em relação a 2014.

O PSDB, segundo seu secretário-geral, o
ex-deputado baiano João Almeida, tem um déficit de R$ 14 milhões. No TSE, o
registro da dívida ultrapassa R$ 16,2 milhões. O PT, que registrou dívida de R$
4 milhões na campanha da presidente Dilma Rousseff, herdará parte das dívidas
contraídas pelas candidaturas estaduais, como as de São Paulo, Rio e Ceará,
onde os débitos superam R$ 35 milhões, R$ 15 milhões e R$ 11 milhões,
respectivamente.

— Estamos levando (as finanças),
distribuindo o que temos. Amortizamos como podemos e criamos um cronograma para
pagar as dívidas — disse Almeida.

DOADORES SÃO ALVO DA
LAVA-JATO

As contas do PSDB para 2014 já foram
aprovadas pela Executiva do partido e serão entregues no dia 30, com um débito
um pouco menor que os R$ 14 milhões já declarados na prestação de contas
eleitorais, no ano passado.

O próximo dia 30 é o prazo final para a
entrega das prestações de conta e será a data de entrega dos relatórios também
do PT, segundo informou o presidente da sigla, Rui Falcão. Os documentos estão
sendo concluídos pelo novo tesoureiro, Márcio Macêdo.

Oficialmente, os partidos tentam
minimizar o impacto da Lava-Jato sobre a arrecadação partidária. Nos
bastidores, a conversa é outra. Há, de um lado, o temor das empresas, mas
também uma preocupação das próprias siglas, que ainda não sabem como lidar com
doadores históricos, que são hoje alvos das investigações sobre distribuição de
propinas em contratos da Petrobras.

O DEM informou que deve receber este
ano R$ 36 milhões do Fundo Partidário e que não há dívidas de campanhas
absorvidas pelo Diretório Nacional. O tesoureiro do partido, Romero Azevedo,
informou que não prevê arrecadar dinheiro com empresas este ano. Ele disse não
ter sentido dificuldade em arrecadar com empresários durante as eleições. O
Diretório Nacional obteve, na época, R$ 53 milhões e registrou despesas no
mesmo valor.

(Colaborou Tatiana
Farah)

RESPOSTA DO TSE

Em resposta à reportagem do GLOBO, o
TSE informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que esse ano uma nova
resolução entrou em vigor para adequar a tramitação das prestações de contas,
dando maior rigor e transparência ao processo.

Confira abaixo a íntegra da nota:

“O TSE analisa e julga as contas
partidárias e eleitorais nos termos da legislação vigente e de suas Resoluções.
Em 2009 houve alteração legal (Lei 12.034/2009) que transformou a natureza das
prestações de contas. Antes elas tinham natureza administrativa e passaram a
ter natureza jurisdicional. E a prescrição passou a ser de 5 anos.

Trata-se de decisão do Congresso
Nacional.

O TSE em 2014 editou nova Resolução
para adequar a tramitação das prestações de contas para sua atual natureza
jurisdional. Até então estava em vigor Resolução anterior a alteração legal.

Esta nova Resolução dinamiza e
racionaliza a análise e os julgamentos das contas. Ela entrou em vigor a partir
de 2015 e passou a ser aplicada nos processos em andamento.

Tal resolução acabou com o sigilo
bancário das contas partidárias e introduziu maior rigor e transparência, o que
foi saudado por todos, inclusive pelo jornal O Globo.

Em relação aos estoques de prestação de
contas, o TSE está empenhada em julga-los com respeito ao devido processo legal
e ao contraditório. A nova Resolução, que passou a ser aplicada, será
instrumento fundamental para alcançar uma melhor qualidade nos julgamentos das
referidas contas.

Com o intuito de dar cabo ao estoque de
Prestações de Contas, o ministro Presidente Dias Toffoli, solicitou técnicos ao
TCU e TCDF, que estão auxiliando na análise das contas”.

  • Jorge Vieira
  • 27/abr/2015

Secretaria de Saúde desmascara farsa do jornal da oligarquia sobre Hospital de Coroatá

A Secretaria de Saúde do Estado desmentiu mais um boato plantado no jornal da família Sarney, no último fim de semana. Chefiados por Ricardo Murad, os porta-vozes da  moribunda oligarquia inventaram falta de oxigênio no hospital de Coroatá.


Em nota, a secretaria de Saúde esclareceu o assunto e garantiu que não houve nenhum problema no fornecimento de oxigênio do hospital. Leia a nota a seguir:
Sobre matéria “Falta de oxigênio pode
ter causado mortes em UTI de hospital estadual” publicada neste domingo (26)
pelo jornal “O Estado do Maranhão”, o Governo do Estado, por meio da Secretaria
de Estado da Saúde (SES), esclarece que:
1- São absolutamente inverídicas as
informações, posto que não ocorreu nenhum problema no fornecimento de oxigênio
para a UTI do Hospital Macrorregional de Coroatá Alexandre Mamede Trovão, no
dia 18 de abril (sábado);
2- Na noite de sexta-feira, 17, estavam
internadas 13 pessoas na UTI Pediátrica e 12 na UTI Adulto do Hospital
Macrorregional de Coroatá Alexandre Mamede Trovão;
3- No sábado (18), foram registrados
quatro óbitos conforme relatório médico, sendo um recém-nascido internado desde
o nascimento (no dia 15 deste mês) com prematuridade extrema (abaixo de 25
semanas), septicemia (infecção generalizada) e hemorragia pulmonar; uma criança
com seis meses de idade internada desde o nascimento (outubro de 2014),
prematura, com quadro de desnutrição e tinha displasia bronco-pulmonar; um
adolescente de 12 anos, Rogério Vieira da Silva, natural de Grajaú – que chegou
ao Hospital no dia 15 deste mês com um tumor cerebral em estado terminal, em
coma e intubado; e uma senhora de 77 anos, Rosa Alves de Sousa, natural de
Capinzal do Norte, que sofreu aneurisma cerebral e hemorragia cerebral – cuja
morte encefálica foi constatada desde o dia 15.
4- O Governo do Estado repudia a
utilização de informações sabidamente inconsistentes a pretexto de atacar a
gestão, que tem a reestruturação do sistema de saúde pública do Estado como uma
de suas prioridades.
São Luís, 26 de abril de 2015.
Secretaria de Estado da Saúde

  • Jorge Vieira
  • 26/abr/2015

Descalabro na saúde deixado por Roseana e Ricardo Murad será destaque TV Record nesta segunda

A TV Record vai mostrar amanhã para todo o Brasil o
descalabro deixado pela dupla Roseana Sarney e Ricardo Murad na saúde do
Maranhão.
O programa Repórter Record terá como pauta a morte
de crianças numa maternidade do município de Caxias. Segundo a reportagem,
teriam sido mais de 200 mortes de bebês, no ano passado.
Caxias para quem não lembra foi seguramente o
município mais perseguido por Murad no comando da pasta da saúde. Durante seis
anos de governo Roseana, a prefeitura deixou de receber transferência de
recursos para investir na saúde. Tudo isso somente porque o ex-prefeito
Humberto Coutinho não rezou na cartilha sarneysista.
O boicote à população de Caxias só acabou no fim do
ano passado, quando o ex-governador interino Arnaldo Melo repassou R$ 1 milhão
para a prefeitura.
Este ano, o governador Flávio Dino retomou os
repasses para a saúde do município. Foram repassados R$ 5 milhões, para
garantir atendimento a pacientes com câncer e ampliar as frentes assistenciais
da rede cegonha visando reduzir a mortalidade de recém-nascidos na região.
A medida foi criticada com veemência pelo ex-secretário
Ricardo Murad e pelo jornal da familia Sarney. Daí se pode deduzir que para a
oligarquia Sarney o massacre ao povo de Caxias e região deveria continuar.

E tal qual batedores de carteira que pilham o
dinheiro alheio e ao fugir gritam pega ladrão, eis que às vésperas do país
inteiro ver uma vez mais os desmandos de Murad e Roseana na saúde, o indigitado
ex-secretário alardeia a ocorrência de mortes no hospital de Coroatá, já
devidamente esclarecida pela Secretaria de Saúde.

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