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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 5/ago/2015

Flávio Dino é convidado pela Fiesp para falar sobre o potencial agropecuário do Maranhão

Governador Flávio Dino quer atrair novos investidores para o Maranhão

Governador Flávio Dino quer atrair novos investidores para o Maranhão

A convite da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, o governador Flávio Dino vai expor sobre o potencial agropecuário do Estado, na próxima semana, a um grupo de investidores interessados em conhecer um dos setores que mais cresce no Maranhão.

O convite da Fiesp ao governante maranhense para falar sobre nossas potencialidades revela claramente a mudança de comportamento do empresariado brasileiro, que sempre se mostrou temeroso em trazer seus negócios para o Estado por conta de práticas nociva na gestão passada.

A mudança de prática e comportamento introduzidas pela administração Flávio Dino começa a resgatar a credibilidade do Maranhão junto a classe empresarial brasileira, visto que não se teve notícia de que a ex-governadora Roseana tenha sido convidada por uma entidade de tamanha importância para tratar sobre nossas potencialidades.

Embora esteja somente iniciando, o Governo do Maranhão já deu passos significativos para o desenvolvimento deste setor. No final do primeiro semestre, por exemplo, o Estado apresentou seu plano agropecuário para os próximos cinco anos, coisa inimaginável nas gestões do grupo Sarney.

Dino encontrou o setor agrícola completamente desativado e desenvolveu um programa de logística e planejamento para ajudar pequenos, médios e grandes investidores com assistência técnica. Hoje, quem quer investir no Maranhão tem muito mais segurança.

Outro fator a ser levado em consideração é questão da logística para exportação. O porto do Itaqui, por exemplo, que era deficitário, após ser saneado com a demissão dos filhinhos de papai que recebiam grandes somas sem trabalhar, hoje apresenta lucros 1169% em relação ao ano passado, o que não deixa de ser mais um atrativo.

  • Jorge Vieira
  • 4/ago/2015

A herança plantada por Roseana Sarney na segurança pública

Do blog do Raimundo Garrone – Os policiais civis deflagraram greve na segunda-feira (3) pedindo melhores condições de trabalho e aumento do efetivo. Cabe perguntar por que os profissionais tiveram essa postura de paralisar as atividades diante do primeiro ano de um governo que já reajustou salários (somando a recomposição salarial e os demais benefícios foi um aumento de 20% a 38%) e que já no primeiro dia de gestão anunciou esforços para ampliar o efetivo das forças policiais.

Uma das respostas pode ser a herança deixada pela ex-governadora Roseana Sarney (PMDB). Durante os quatros anos do último mandato, e ao longo dos outros muitos anos no Palácio dos Leões, a peemedebista sucateou a estrutura da segurança pública. Em muitos municípios, o quantitativo de policiais civis e militares pode ser contado nos dedos de uma mão e não há meios suficientes para um melhor trabalho dos policiais.

Estes são problemas acumulados de mais de uma década e que não se resolvem em sete meses. Contudo, mesmo com os rombos deixados pela gestão passada, o governo Flávio Dino mostrou que está disposto a fazer diferente. Além dos esforços para ampliar o quadro de policiais militares a partir da convocação dos aprovados no último concurso, também estão sendo incorporados novos policiais civis, em maio foram nomeados 66 novos servidores.

O incremento está sendo feito com base na capacidade financeira do Estado, mas o secretário de Estado de Segurança Pública, Jefferson Portela, já anunciou que a meta da gestão estadual é dobrar o quantitativo de policiais civis e militares até o final de 2018.

  • Jorge Vieira
  • 4/ago/2015

Sair da crise

Artigo de Flavio Dino — publicado 04/08/2015 na revista Carta Capital
Derrotamos a ditadura, acabamos com a hiperinflação e tivemos um ciclo de inclusão social. É preciso criar um diálogo responsável para não ameaçar as conquistas
Dilma Rousseff em encontro com ministros e governadores em 30 de julho. Um passo para a estabilidade?

Dilma Rousseff em encontro com ministros e governadores em 30 de julho. Um passo para a estabilidade?

Nos momentos de crise, há os que escolhem se esconder debaixo das copas das árvores até que as dificuldades cessem; aqueles que tocam fogo na floresta; e os que sobem até o alto das árvores para enxergar a solução dos problemas. Creio que esta posição é a melhor para os que colocam o interesse nacional no centro da ação política.

O Brasil venceu muitos obstáculos para finalmente chegar a um período de plena democracia política, estabilidade econômica e conquistas sociais. Nos anos 80, com a liderança do PMDB de Ulysses Guimarães e Tancredo Neves, derrotamos a ditadura. Nos anos 90, sob a hegemonia do PSDB de Fernando Henrique e Mário Covas, vencemos a hiperinflação. Nos anos 2000, com a direção do PT de Lula e Dilma, tivemos um ciclo de inclusão social. Essa trajetória está em jogo na hora presente.

Trata-se de constatar alguns fatos graves: o descrédito que atinge as instituições políticas; a volta da inflação em patamar acima do razoável; e a recessão e o desemprego. Precisamos que todas as lideranças políticas coloquem esses pontos em primeiro plano, unindo-se com uma pauta nacional, para a qual sugiro três itens imprescindíveis: respeito à autonomia do sistema de Justiça, preservação da governabilidade institucional e busca da governabilidade social.

Sobre a Justiça, é preciso separar a pauta da política da pauta da polícia. Ao mesmo tempo em que todos devem garantir que a polícia, o Ministério Público e o Judiciário apurem denúncias e combatam a corrupção com independência, é necessário que a política recupere seu papel insubstituível de organizar o processo decisório sobre o desenvolvimento do País. Discussões inúteis e inconstitucionais, do tipo “controle sobre as investigações“, devem ser abandonadas.

Acerca da governabilidade institucional, não é razoável manter uma confusão generalizada ou defender teses juridicamente insustentáveis, como um impeachment por impopularidade, ainda que expressando uma maioria ocasional.

Impeachment no presidencialismo é sanção por crime de responsabilidade comprovada e dolosamente cometido pelo chefe do Poder Executivo. Não equivale à moção de desconfiança do parlamentarismo. Logo, defender a tese do impeachment presta-se exclusivamente a aprofundar a deslegitimação do Estado Democrático de Direito, já aguda como as pesquisas têm mostrado, com índices de alta reprovação para todos os Poderes da República.

Exatamente por conta do que tais pesquisas registram, precisamos de uma nova agenda de desenvolvimento, que rompa com as armadilhas do financismo dogmático e reconstrua a governabilidade social. O ajuste fiscal é necessário, mas isso não pode ser conduzido para um ciclo vicioso ladeira abaixo: mais juros, aumento da dívida, cortes de despesas públicas, recessão, menos arrecadação, e assim em movimento retilíneo uniforme até o abismo.

Um primeiro passo é deter a alta dos juros, que desencadeia tantos efeitos negativos. E aumentar tributos de quem pode e deve pagar mais: bancos, grandes fortunas e heranças milionárias.

Devemos sair da agenda que hoje aprisiona a esperança da nação. É hora de fazer com que o País retome sua capacidade de crescimento e isso só será possível quando suas lideranças encontrarem um caminho correto, que preserve as instituições democráticas, recupere a estabilidade econômica e avance na justiça social.

Construir um ambiente de diálogo responsável não significa abrir mão de convicções, e sim zelar pela normalidade saudável da alternância no poder, sem as rupturas cíclicas do passado. É hora de mais humildade e de menos intolerância.

*Flávio Dino, 47 anos, advogado, é governador do Maranhão. Foi presidente da Embratur, deputado federal e juiz federal

  • Jorge Vieira
  • 4/ago/2015

Cai a secretária de Cultura Ester Marques

Ester não resistiu as pressões e foi substituída na Cultura

Ester foi substituída na Cultura

O governador Flávio Dino, através do Twitter, acaba de confirmar a demissão da professora Ester Marques da secretaria de Cultura do Estado.

Auxiliar mais contestada do governo, desde que foi anunciado seu nome, Ester caiu de maduro.

A ex-secretária, que passa a integra agora os quadros da assessoria especial do governador, será substituída por Felipe Camarão, que deixa a pasta da Gestão e Previdência para Lilian Gonçalves. Veja abaixo as mensagens do governador.

confirmado

  • Jorge Vieira
  • 4/ago/2015

Aécio vem ao Maranhão participar do ato de filiação do ex-deputado Marcos Caldas ao PSDB

Marcos Caldas de malas prontas para ingressar no PSDB

Marcos Caldas de malas prontas para ingressar no ninho tucano

O ex-deputado Marcos Caldas acertou com as lideranças do PSDB e já programou sua filiação ao partido para o dia 27 de setembro, dada em que o presidente nacional da legenda, senador Aécio Neves, estará no município de Barreirinhas para abonar a ficha e participar da festa de lançamento da pré-candidatura de Caldas a prefeito do município.

Embora seja natural de Brejo, Marcos Caldas, ou simplesmente “Play”, como é chamado pelos amigos, possui forte base eleitoral em Barreirinhas e vai medir forças com o atual prefeito pedetista Leo Costa pelo comando do município, portal de entrada dos Lençóis Maranhense, um dos principais polos turístico do Estado.

Marcos recebeu recentemente em sua residência políticos do PSDB e PSB, entre os quais José Reinaldo Tavares (PSB), Carlos Brandão (PSDB), Marcelo Tavares (PSB) e Sérgio Frota (PSDB), que incentivaram e lhe convenceram a entrar na disputa pelo comando da Prefeitura de Barreirinhas.

  • Jorge Vieira
  • 4/ago/2015

Caminhos da violência

violencia-urbana-copyEditorial JP – Já faz algum tempo que sociólogos identificaram no êxodo rural uma das principais causas do aumento da violência nas grandes cidades brasileiras. Legiões e mais legiões de homens do campo, quase sempre analfabetos, foram escorraçadas da terra e atiradas nas grandes cidades, junto com suas famílias, sem as mínimas condições sequer de disputar espaço nas assustadoras metrópoles ocupadas por “especialistas” e doutores.

E foram viver nas ruas, debaixo das pontes, em palhoças e palafitas, perdendo até mesmo o desconforto do sol e o conforto da lua. Sem trabalho, sem dinheiro e sem chão para plantar, ou iludidos por promessas de uma vida melhor, deram de cara com a mais terrível de todas as dores: a fome. E o Maranhão se tornaria, em poucos anos, campeão de trabalho escravo e pobreza absoluta.

E foi esse, de fato, um dos caminhos para a explosão da violência nas grandes cidades e capitais, pois muito dessa gente acabou envolvida com o crime. Uma lei de terras editada ainda no governo Sarney, trouxe para o Maranhão grandes empresas agropecuárias, grileiros, latifundiários e subsidiou culturas devastadoras como as da soja e do eucalipto. No Maranhão e em São Luís, muita gente foi tocada a ferro e fogo de suas choupanas, por guardas pretorianas e pela própria polícia, por jagunços e pistoleiros protegidos de alguma forma pela impunidade. São Luís acabaria inscrita nos organismos internacionais entre as 15 cidades mais violentas do mundo.

Lemos, agora, que nesse Estado a violência se reduz, cai o número de homicídios, findaram-se as decapitações e diminuiu consideravelmente o número de fugas nas penitenciárias. E isso acontece porque se fundou aqui uma nova mentalidade política, de cuja preocupação social não se pode mais duvidar.

A gênese da violência em São Luís e no Maranhão tem fulcro também na crise de autoridade, posto que as principais autoridades do Estado até o ano de 2014 tiveram seus nomes envolvidos em corrupção e o combalido Maranhão não saía das páginas policiais do país. Era a melhor situação para o surgimento de facções criminosas, grupos racistas, supremacistas que se organizaram ao arrepio das leis porque levados a crer que também tinham direito à impunidade.

Essa gente, atormentada por um poder exercido aos pontapés e sem planejamento, mal podia compreender a origem de tanta pobreza e tanta miséria; um poder exercido sem qualquer filosofia de atendimento e proteção das classes menos favorecidas. Em 7 meses do governo Flávio Dino a violência entra em curva descendente, conforme deu conta com as “Notícias Alvissareiras”, o Jornal Pequeno, no Informe JP.

De fato, a pauta da corrupção e da violência foi substituída por uma pauta de esperanças e realizações. Além do que o governador Flávio Dino protagoniza, entre os demais governadores, a cena política nacional, liderando a defesa da governabilidade, da estabilidade política e institucional no Brasil.

É muito diferente de ter a governadora e senadores e filhos de senadores e secretários e filhos de secretários protagonizando o noticiário policial do país.

  • Jorge Vieira
  • 4/ago/2015

Prefeitura de Santa Inês divulga resultado final de Seletivo para Educação

Creches 2014A Secretaria de Educação do município de Santa Inês divulgou na última segunda-feira (03/08) o resultado final do Processo Seletivo Simplificado para contratação de professores da Educação Básica; intérprete de libras e cuidador de alunos.

Os candidatos aprovados devem comparecer na Secretaria Municipal de Educação (Rua 7 de Setembro) nesta terça e quarta-feira, no horário das 8 às 12 horas, munidos da documentação exigida no Edital do Seletivo.

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