Blog do Clodoaldo – A secretária municipal de Saúde de São Luís, Helena Duailibe, conversou com o titular so Blog sobre as ações da pasta e contrapôs o que alardeia o candidato a prefeito de São Luís, Eduardo Braide, quando fala da saúde municipal e, em especial, da emenda que enviou para a compra de um mamógrafo para o Hospital da Mulher.
Helena demonstrou que Braide não tinha conhecimento da rede quando destinou emenda para um setor que não era o mais problemático da gestão de saúde. Com base nas Portarias do Ministério da Saúde, a cobertura de São Luís já atende à necessidade no requisito mamografia. Inclusive, existe mamografia com a carreta da Mulher, em parceria com o governo do Estado.
Como a gestão da saúde é plena, a cidade tem atendimento pelo SUS com oito mamógrafos, sendo quatro do município e quatro do Estado. “O paciente não é do estado, do município, ele é do SUS. Ele precisa é ser atendido. Desde que passamos a trabalhar junto com esta ótica, passou a funcionar. A mamografia é um dos poucos exames que não temos dificuldade de marcar. Temos oferta maior do que a procura”, afirmou. A secretária deu exemplo de outros exames que o município têm muito mais dificuldade como a eletroneuromiografia (são autorizados 60 por mês e a necessidade é de 220), por conta do que é pago pela tabela tabela SUS.
Para o Hospital da Mulher, o que era mais urgente e agora já foi colocado, foi a tomografia, que só pode ser feita dentro do hospital. Já a mamografia pode ser feita em qualquer unidade da rede.
Um mamógrafo digital custa em entre R$ 1,4 milhão e R$ 1,8 milhão. E Eduardo Braide destinou emenda para um ultrapassado mamógrafo analógico. “Foi uma grande pegadinha querer empurrar R$ 300 mil para um mamógrafo analógico que a Europa nem fabrica mais. Das duas, uma. Ou não entende nada de saúde ou quis enganar. O correto para se destinar uma emenda é procurar a prefeitura e saber qual a necessidade”.
A secretária lembrou de uma emenda destinada pelo senador Lobão Filho, quando estava no mandato. Perguntou para a administração municipal e perguntou qual a necessidade. A equipe reuniu e decidiu reequipar as Unidades Básicas de Saúde. O senador destinou R$ 4,2 milhões em 2014. O processo licitatório foi concluído e a rede será reequipada.
O que aconteceu com R$300 mil?
O recurso da emenda de R$ 300 mil continua assegurado. Diferente do que foi dito, ele não foi perdido pela prefeitura. “Nós soubemos em maio que o deputado Braide havia destinado emenda de R$ 300 mil para comprar um mamógrafo para o Hospital da Mulher. Já estava determinado. Mas não vamos comprar uma coisa que ficará em desuso em um hospital onde primamos para tudo lá ser de melhor. Não colocamos porcaria para a população. Aprovamos no conselho, fizemos os trâmites legais e pedimos autorização para complementar o orçamento. Já demos entrada da secretaria estadual para empenhar os R$300 mil até 31 de dezembro. Até lá pode sem empenhado e no próximo ano vamos licitar e comprar um mamógrafo digital. Se houvesse necessidade imperiosa de um mamógrafo para o hospital da Mulher, ele já teria um muito antes desta emenda. Então, não vamos priorizar uma coisa para fazer vontade de A ou B que não entende de gestão”, afirmou.

Sarney participa, ao lado de Fernando Collor de Mello, de sessão do SenadoOs senadores Fernando Collor (PTB), Edison Lobão (PMDB) e o ex-presidente José Sarney (PMDB) teriam sido beneficiados pela ação do grupo de policiais legislativos preso na manhã desta sexta-feira (21) pela Polícia Federal. Todos os três políticos são alvos de investigação no âmbito da Lava Jato.
A Polícia Federal cumpre nesta sexta-feira (21) diligências no Senado na Operação Métis. Quatro policiais legislativos foram presos por suspeita de atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato e em outras ações da Federal.
São eles: Pedro Ricardo (diretor), Geraldo Cesar de Deus Oliveira, Everton Taborda e Antonio Tavares.
Estão sendo cumpridos nove mandados judiciais, todos em Brasília, sendo quatro de prisão temporária e cinco de busca e apreensão, um deles nas dependências da Polícia do Senado. Os mandados foram expedidos pela 10ª Vara Federal do Distrito Federal.
“Foram obtidas provas de que o grupo, liderado pelo Diretor da Polícia do Senado, tinha a finalidade de criar embaraços às ações investigativas da Polícia Federal em face de senadores e ex-senadores, utilizando-se de equipamentos de inteligência”, informou a Federal em nota.
O Ministério Público Federal informou em nota nesta sexta que um policial legislativo afirmou, em delação premiada, que, em quatro ocasiões, servidores públicos – utilizando equipamentos do Senado – fizeram varreduras em imóveis particulares e funcionais ligados a três senadores e um ex-parlamentar investigados na Operação Lava Jato.
O objetivo, segundo as declarações do colaborador, era fazer a chamada contrainteligência: localizar e destruir eventuais sistemas utilizados para escutas telefônicas e ambientes.
Segundo a PF, o diretor da Polícia do Senado “ordenou a prática de atos de intimidação à Polícia Federal, no cumprimento de mandado expedido pelo Supremo Tribunal Federal em apartamento funcional de Senador”.
Os investigados responderão por associação criminosa armada, corrupção privilegiada e embaraço à investigação de infração penal que envolva organização criminosa (art. 2º, §1º, da Lei 12.850/2013). Somadas, as penas podem chegar a 14 anos e seis meses de prisão, além de multa.
O nome da operação faz referência à Deusa da proteção, com a capacidade de antever acontecimentos.
Em nota, Collor negou relação com os acontecimentos. “O senador Fernando Collor não tem conhecimento acerca dos fatos narrados na manhã de hoje e nega que tenha se beneficiado de qualquer ação da Polícia Legislativa do Senado Federal que seja estranha às suas funções institucionais.”
O advogado do senador Edison Lobão e do ex-presidente José Sarney, Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, negou que seus clientes tenham cometido alguma irregularidade.
“O presidente Sarney ficou completamente atônito, disse que não usa os serviços do Senado desde que saiu do Senado e não fez nenhum pedido de varredura. Ele tem uma estrutura de ex-presidente da República. O presidente Sarney não usou, não fez pedido absolutamente nenhum e não foi feita varredura”, disse Kakay.
A respeito de Lobão, o advogado disse que o senador peemedebista fez pedido justificável neste sentido – da polícia legislativa fazer varredura em sua casa, após os grampos feitos pelo ex-diretor da Transpetro Sérgio Machado. “O senador Lobão desde 2007, esporadicamente faz na tentativa de encontrar grampos ilegais. O mais importante é que não foi encontrado. Se não foi encontrado, não tem como se falar em obstrução. Se fosse encontrado, teria de ter uma formalização. Ele pediu para efeitos de grampo ilegal e eu acho que é natural. Você tem um cidadão do naipe, do porte de Sergio Machado que grampeia o presidente do Senado e um ex-presidente da República, é natural que você queira saber se tem grampo ilegal”, destacou o advogado.
Uma nova pesquisa de intenção de votos do Instituto Data M, divulgada nesta sexta-feira (21), sobre a disputa em segundo turno em São Luís, confirma a liderança do candidato à reeleição pelo PDT, Edivaldo Holanda Junior, com 12,1 pontos à frente do candidato do PMN, Eduardo Braide.
Na pesquisa estimulada, onde são apresentados os nomes dos candidatos ao eleitor, Edivaldo está com 54,7% de intenções de voto e Eduardo Braide com 42,6%. 1,5% disseram que não votariam em nenhum dos candidatos e 1,2% não sabem ou não responderam.
Considerando apenas os votos válidos, quando não são contabilizados brancos, nulos e indecisos, Edivaldo mantém a ampla vantagem e registra 56,2% das intenções de voto contra 43,8% de Eduardo Braide.
Expectativa de vitória – Independente das preferências eleitorais, 58,1% acham que Edivaldo sairá vitorioso das urnas no próximo dia 30 de outubro. Para 32,8%, Eduardo Braide é que vencerá a disputa. 9,1% não sabem ou não responderam.
Rejeição – O Instituto Data M mediu novamente o grau de impopularidade atribuído pelos eleitores aos dois candidatos. Eduardo Braide é o mais rejeitado com 51,7%. Edivaldo pontua com 39,1% de rejeição. 9,2% não sabem ou não responderam.
O levantamento foi encomendado pela Rádio/ TV Difusora e Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Estado do Maranhão/ Sinduscon, e registrado na Justiça Eleitoral, no dia 15 de outubro, sob o protocolo MA09325/2016.
O Instituto Data M entrevistou 800 pessoas, entre os dias 17 e 18 de outubro, em vários bairros da capital. A margem de erro da pesquisa é de 3% para mais ou para menos, sendo 95% de confiabilidade.
Em discurso na tribuna da Assembleia Legislativa, o deputado Rogério Cafeteira (PSB) afirmou que falta coerência ao colega de parlamento e candidato à Prefeitura de São Luís, Eduardo Braide (PMN). Cafeteira declarou que tem respeito por Braide, mas pontuou que o candidato omite certas condutas, como a busca de apoios durante toda sua campanha .
De acordo com Rogério, Eduardo Braide se apresenta como um candidato “apolítico”, mas não apresentou esse comportamento em toda a campanha. O deputado Rogério Cafeteira declarou que essa postura se deu porque Braide não conseguiu nenhum apoio.
“Eu vejo um discurso do deputado Braide, candidato à Prefeitura de São Luís onde ele se coloca avesso aos políticos e se coloca como um candidato independente, que não quis o apoio de ninguém e isso não é verdade. Agora, não tem porque mentir. Ele é “independente” porque ele não conseguiu os apoios, é diferente de você não tentar. Ele não conseguiu os apoios, mas ele foi atrás de todos, agora não tem por que agora ele chegar e omitir isso. Legitimamente uma eleição, uma candidatura se faz com apoios”, lembrou.
Durante seu discurso, Cafeteira lembrou que Eduardo Braide não podia se colocar em uma posição neutra, sem ligações políticas, porque já ocupou vários cargos e foi deputado por dois mandatos também.
“Como será que o deputado Braide foi guindado ao cargo de Presidente da CAEMA? Ele é engenheiro? Ele é técnico? Ele é do quadro da CAEMA? Ele foi presidente político, por uma indicação política. A mesma forma de outro cargo que eu não entendo por que ele tanto nega reconhecer: Secretário de Orçamento Participativo do ex-prefeito João Castelo. Ele foi para lá por que? Ele é expert em orçamento participativo? Ele é economista? Não, ele foi para lá por uma questão política”, ressaltou.
Jornal Pequeno – O prefeito e candidato à reeleição, Edivaldo Júnior (PDT), aparece à frente em pesquisa de intenção de votos, realizada no 2º turno, pelo Instituto Econométrica. Se as eleições fossem hoje, pelos votos válidos, segundo a Econométrica, Edivaldo teria 52,6% dos votos válidos contra 47,4% do candidato Eduardo Braide (PMN); uma vantagem de de 5 pontos percentuais à frente do adversário.
Dos entrevistados 3,8% disseram votar branco ou nulo, enquanto 4,8% não sabem ou não responderam.
Na soma dos votos válidos são retirados brancos, nulos e indecisos, critério utilizado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para a totalização dos votos.
Na pesquisa estimulada, Edivaldo aparece com 48% das intenções de votos contra 43,3% de Eduardo Braide. Apenas 3,8% disseram votar branco ou nulo, enquanto 4,8% não sabem ou não responderam.
A pesquisa está registrada no PESQELE da Justiça Eleitoral sob o nº MA-07755/2016 e foi realizada entre os dias 13 e 15. Foram 1014 entrevistas e a margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos com um intervalo de confiança de 95%.
Na pesquisa espontânea, em que não são apresentados os nomes dos candidatos, Edivaldo também lidera com mais de cinco pontos de diferença sobre o adversário. O candidato do PDT tem 46,4% das intenções de votos, enquanto Eduardo Braide tem 41%. Brancos e nulos somam 3,2% e não sabem ou não responderam 9,5%.
Rejeição
A pesquisa Econométrica mensurou, também, o índice de rejeição dos candidatos. Segundo a Econométrica, Eduardo Braide tem 40,1% de rejeição, enquanto o prefeito e candidato à reeleição aparece com 35,3% neste quesito. Poderiam votar nos dois candidatos 18,8% dos entrevistados. Não votariam em nenhum dos dois 2,5% e 3,3% não sabem ou não responderam.
Segundo ainda a pesquisa Econométrica, a decisão sobre o voto está consolidada para 81% dos eleitores. É quase definitiva, mas ainda pode mudar até as eleições para 8,5%. É apenas decisão inicial e ainda estão pensando em quem vão votar 7,7% do eleitorado e 2,9% não sabem ou não responderam.
Moradores do Monte Castelo e do Bom Milagre fizerem uma grande recepção ao prefeito de São Luís e candidato à reeleição, Edivaldo Holanda Junior (PDT), na tarde desta quarta-feira (19), durante mais uma mega caminhada “Todos com Edivaldo”. “A verdade é que Edivaldo é o único candidato sério, ético e que tem experiência para administrar a cidade. Ele está cuidando dos pobres, dos mais necessitados”, enfatizou a estudante Eulália Azevedo Abreu.
No local da concentração, na Rua Paulo de Frontin, uma multidão, formada por moradores, militantes e correligionários, se formou para esperar Edivaldo, a fim de lhe agradecer pelos benefícios realizados em São Luís ao longo dos quase quatro anos de governo municipal. A maioria declarou que quer que o gestor continue para concluir seus projetos e programas.
Para a dona-de-casa, Marizaura Cidreira, o candidato à reeleição “Pra Seguir em Frente” teve que arrumar o estrago deixado pela gestão passada para, em seguida, começar a fazer as benfeitorias necessárias em São Luís. “Edivaldo tem que dar continuidade no que já começou a trabalhar. Votarei nele porque acredito que o prefeito em segundo mandato ainda vai fazer muito mais”, afirmou.
Emocionado e feliz com a recepção, Edivaldo agradeceu a manifestação de apoio dos moradores dos bairros do Monte Castelo e Bom Milagre. “É sempre uma surpresa a cada caminhada que faço. Em todos os locais é assim: muita alegria e muito carinho. Muito obrigado pelo acolhimento. No dia 30, votem 12”, pedia.
Sempre que podia na da caminhada, Edivaldo conversava com os moradores e eleitores a respeito das propostas que darão continuidade a sua gestão. A alguns jovens, ele relatava ações que pretende incrementar para os próximos quatros anos. “Também vamos criar cursos de empreendedorismo e um serviço de intermediação do primeiro emprego”, completou Edivaldo.
Conforme explicou o candidato da coligação “Pra Seguir em Frente” (PDT, PCdoB, DEM, PROS PTB, PSC, PRB, PTC, PEN, PR, PT e PSL), nos próximos quatro anos, serão revitalizadas ou construídas mais 60 praças, com quadras de esportes e wifi gratuito. Assim como a implantação aos jovens de um Prouni municipal.
O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) registrou, na sessão desta quarta-feira (19), que o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Jr (PDT), candidato à reeleição, nunca teve contra a sua administração nenhuma comprovação de ilicitudes, nenhuma denúncia embasada de corrupção. Ele destacou a transparência das ações da atual gestão em tempos de criminalização da política.
De acordo com Othelino Neto, não há nada que manche a administração do prefeito Edivaldo Holanda Jr nesses quase quatro anos de gestão. “Estamos há 11dias das eleições, e o prefeito da capital nunca teve contra si uma única comprovação ou denúncia embasada de corrupção, de desvio de recursos do município. Isso é algo raro ainda. Mas no momento em que se avizinha a eleição e se radicalizam as tensões, as paixões vão aumentando e o clima fica mais acalorado”, disse o deputado.
Segundo Othelino Neto, encontrar uma mácula em Edivaldo Holanda Júnior, no que diz respeito à forma transparente com que trata os recursos públicos, ninguém conseguiu até agora. “O que prova que o prefeito é um gestor probo, sério e que aproveita os recursos que já são reduzidos e que diminuíram, ainda mais, com a crise pela qual passa o país, para investir naquilo que a cidade realmente merece, combatendo o desperdício, a corrupção”, comentou.
Para o deputado, Edivaldo Holanda Júnior vai completar o seu primeiro mandato e, pela vontade do povo de São Luís e com a bênção de Deus, será reeleito sem uma denúncia de corrupção contra sua administração. De acordo com o parlamentar, assim, ele cumpre o seu dever e, ao mesmo tempo, dá uma lição de que é possível governar prezando pelo cumprimento da legislação.
“Nesse sentido, achei importante deixar registrado este episódio. Não raro, numa etapa dessas, já seriam muitas as denúncias contra o prefeito, mas Edivaldo Holanda Júnior consegue passar, neste momento de criminalização excessiva da política, como um gestor que combate o desperdício de recursos públicos e, principalmente, a corrupção”, frisou Othelino.
Política e criminalização – Na tribuna, Othelino disse ainda que a tentativa de criminalizar, excessivamente, a política, de desqualificar os políticos e de colocar todos numa vala comum para ter o desprezo da sociedade, isso não faz bem para a democracia, é ruim para a sociedade porque não se pode conceber uma democracia forte e segura sem que os políticos sejam respeitados.
“Existem maus políticos? Sim. Mas há muitos bons políticos, dentre os quais boa parte deles está aqui neste plenário. Eu acho que o que está acontecendo no país, isto é, as apurações, as investigações, as punições merecem o nosso aplauso, mas essa tentativa de criminalizar a política e de execrar os políticos, ela não faz bem para o Brasil”, finalizou o deputado.