Blog do Clodoaldo – O grupo que dilapidou os cofres públicos do município de Anajatuba causou grande prejuízo à população do município. Este grupo atuou também em outras cidades. O cálculo é que a quadrilha tenha desviado cerca de R$ 60 milhões.
A falcatrua usava as empresas A4 Serviços, RR Serviços, Construtora Construir, A.S dos Santos Ferreira, FCB, FF Produções, Distribuidora Castro e MR Serviços, superfaturando as prestações de serviços e vendendo notas frias para gestões municipais. O caso ficou conhecido nacionalmente por conta do quadro “Cadê o Dinheiro que Estava Aqui”, do Fantástico. O prefeito de Anajatuba, Helder Aragão, foi inclusive cassado por conta dos desvios.
O principal acusado de operar o esquema é Fabiano de Carvalho Bezerra, que era assessor do deputado Eduardo Braide. Fabiano recebeu emenda de R$ 70 mil do gabinete do chefe. A empresa de Bezerra recebeu em sua conta a emenda para o Carnaval de Anajatuba de 2014. A empresa do então assessor de Eduardo Braide recebeu dinheiro em fevereiro, mas as festas de carnaval só ocorreriam nos dias 1º a 4 de março, o que comprova que premeditadamente o recurso foi para Fabiano.
Com o total do dinheiro desviado (pelo menos do que se tem conhecimento) seria possível comprar 40 mamógrafos de última geração, que custam em média R$ 1,5 milhão, muito mais do que os R$ 300 mil que o deputado Eduardo Braide enviou de emenda para São Luís e alardeia que fez grande coisa pela saúde. O dinheiro representa 20% do preço do equipamento.
Estadão – Autor da denúncia que originou a operação da Polícia Federal no Senado na sexta-feira passada, o policial legislativo Paulo Igor Bosco Silva afirmou que seus colegas cumpriram uma missão “secreta” no escritório particular do ex-presidente da Casa José Sarney (PMDB-AP), em Brasília. O objetivo, como em outros pedidos feitos pelos parlamentares, era descobrir se o local estava grampeado por eventuais escutas ambientais e telefônicas.
Silva recebeu o Estado na tarde de sábado e detalhou a denúncia apresentada ao Ministério Público Federal e à Polícia Federal. A varredura de grampos realizada no escritório de Sarney, de acordo com ele, foi feita por meio de uma “ordem de missão oculta”, não numerada, em julho de 2015, quando o ex-parlamentar não exercia mais cargo público.
“Muitas vezes a emissão de ordem de missão vinha não numerada. Uma ordem de missão não numerada é aquela que está inscrita no papel, mas não entra no controle. Tem a ordem 1,2,3,4, 5 e, a partir do momento que emito uma sem numeração, significa que ela não está entrando no controle. Isso aconteceu na do Sarney”, afirmou Silva. “Ordem de missão não numerada não é normal porque todo documento oficial tem que ter um controle do órgão”, completou.
Afastado das atividades por motivos de saúde, Silva, de 29 anos e há quatro funcionário concursado da Polícia Legislativa, diz que fez a denúncia após suspeitar que as ações de varreduras tinham como objetivo embaraçar as investigações da PF no âmbito da Operação Lava Jato. Ele nega relação com o fato de estar respondendo a um procedimento interno sob a acusação de dar aulas em um cursinho em horário de expediente. “Não tem fundamento, porque a denúncia que fiz foi de maio e a sindicância é de 31 de agosto.”
Desdobramentos das investigações da PF apontam que um grupo de policiais legislativos, liderado pelo diretor da Polícia do Senado, Pedro Ricardo Araújo Carvalho, “tinha a finalidade de criar embaraços às ações investigativas da PF para favorecer senadores e ex-senadores, utilizando-se de equipamentos de inteligência”. Entre os beneficiados também foram citados os senadores Fernando Collor (PTC-AL) e Gleisi Hofmann (PT-PR), além do ex-senador Lobão Filho (PMDB-MA).
Carvalho e mais três policiais legislativos foram presos pela PF, mas apenas o diretor continua detido. Em nota divulgada na sexta-feira, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), defendeu a atuação dos policiais subordinados a ele e afirmou que as varreduras não acarretam em outros tipos de monitoramento.
Lava Jato. Silva relatou também uma ordem de “missão não numerada” nos escritórios particulares de Lobão Filho no Maranhão. Na ocasião, porém, houve resistência por parte dos agentes do Senado destacados para a operação.
“Como era algo que causava estranheza, o pessoal acabou entendendo, por bem, que não seria cumprido se não tivesse a ordem por escrito. E foi feito, apareceu a ordem por escrito e eles foram cumprir. Mas eu me recusei”, afirmou.
Segundo ele, a recusa ocorreu após notar uma associação do pedido de varredura com uma ação da Lava Jato. “A PF fez uma operação que envolveu o Lobão e pouco tempo depois foi determinado uma varredura nos escritórios particulares e na residência lá no Maranhão.”
A mesma iniciativa teria ocorrido após batida da PF nas residências do senador Fernando Collor (PTC-AL), realizadas em 15 de julho, em Brasília. “Assim que a Polícia Federal saiu da Casa da Dinda, o pessoal entrou para fazer a varredura. Assim que saíram do apartamento funcional dele, o mesmo procedimento foi feito” disse Igor.
“Isso me causava estranheza. Se a Operação Lava Jato estava com a autorização judicial e a PF cumpriu uma decisão também com autorização, como é que eu vou, na sequência, no mesmo endereço, fazer uma operação de contrainteligência verificando se existe ou não o grampo? Você pode até me falar: mas o grampo não poderia ser externo, de outro lugar? Poderia, mas também poderia ser da PF. E obviamente não vou saber identificar qual é qual, encontrando um, vou tirá-lo. E evidentemente que isso poderia atrapalhar o andamento das investigações.”
O policial legislativo afirmou desconhecer de quem partiam as ordens para as missões. “É a dúvida que surge, mas eu também não posso tirá-la. Desconheço se havia alguma determinação superior, alguma combinação. Para cima não sei o que acontecia, sei o que acontecia do Pedro(diretor da Polícia Legislativa) para baixo.”
Ele revelou ainda que, após a operação de sexta, foi ameaçado por um agente próximo do diretor da Polícia Legislativa. Em um grupo de mensagens utilizado pelos policiais, ele escreveu que “após resolverem tudo isso (prisão de Carvalho), deveriam resolveu o destino dele”.
Defesa. Procurado pelo Estado, o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que defende Sarney, afirmou que o ex-senador não se lembra da varredura em seu escritório. “Se foi feito depois, ele, como presidente do Senado, pode até discutir se houve alguma questão administrativa, alguma falha. Mas jamais se cometeu um crime”, disse Kakay.
O advogado-geral do Senado, Alberto Cascais, foi procurado ontem, mas não respondeu aos telefonemas até o fechamento desta edição.
A “Onda 12” toma conta da cidade nesta reta final de campanha. Nas rotatórias, canteiros centrais das avenidas, nos comitês e nos bairros, o clima é de busca de voto e de contagem regressiva para o dia das eleições (30). No Habitacional Turu, uma multidão, formada por moradores e militantes, saiu às ruas para participar, na tarde de sábado (22), junto com o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior (PDT), de uma mega caminhada “Todos com Edivaldo”.
Já na concentração por volta das 15h, no Viva do Turu, a animação e os moradores se aglomeravam para receber Edivaldo, a fim de cumprimentar o atual prefeito de São Luís pelos avanços incrementados nas políticas públicas da cidade. Muitos queriam abraçá-lo e tirar uma foto com o gestor, que retribuía com uma saudação.
O comerciante Valdir de Brito aproveitava o movimento para vender e, ao mesmo tempo, declarava o seu voto a Edivaldo pelo trabalho feito durante os quase quatro de gestão. “Quem gosta de São Luís vota em Edivaldo, para ele dar continuidade ao seu trabalho. Não podemos voltar atrás, temos que seguir em frente”, enfatizou.
A cabeleireira Rosângela Farias destacou o caráter do candidato à reeleição da coligação “Pra Seguir em Frente”. “Edivaldo trabalha honestamente, não chegou aqui prometendo, sabe conversar com a gente. É carismático, humilde e nos transmite confiança, além de mostrar que trabalhou pela cidade”, completou.
Para Edivaldo, receber a grande manifestação dos moradores da Região do Turu, reflete que sua gestão tem tido aceitação e aprovação dos ludovicenses. “Fizemos muito, mas sei que ainda temos muito a avançar. Por isso, peço o seu voto no 12 para ampliar as conquistas que já obtivemos nesses quase quatro anos”.
Entre alguns compromissos de continuidade, na área de saúde, para os próximos quatro anos, está a implantação do primeiro Centro de Reabilitação Neurológica, Motora, Visual, Auditiva e Intelectual do Maranhão; da abertura de mais um CAPS Álcoole Drogas; do Centro de Especialidades Médicas e demais 24 Unidades Básicas de Saúde; a criação do primeiro Centro de Referência em Diabetes e Hipertensão; e de ações de descentralização da marcação de consultas e exames oara 54 Centros de Saúde, além dos 24 pontos existentes.
O prefeito de São Luís e candidato à reeleição, Edivaldo Holanda Junior (PDT), disse neste sábado (19), durante a sabatina do Programa Resenha da TV Difusora, que ao longo de sua gestão tem realizado obras e serviços no qual o seu adversário, deste o início do segundo turno, insiste em dizer que fará parte do programa de governo. Edivaldo citou como exemplo, fiscalização de serviços e exigir uma frota de ônibus novos e a promessa de fardamento gratuito.
“Interessante colocar que o adversário tem falado, em discurso, o que nós temos feito na prática. Muito do que o adversário tem falado que vai fazer… a nossa gestão já está fazendo. Como é o caso da renovação da frota de ônibus, como é o caso da construção de casas. A diferença é que estamos fazendo e muito pela cidade de São Luís”, explicou Edivaldo.
Na sabatina do Programa Resenha, apresentado pelo jornalista Clodoaldo Corrêa com as participações de John Cutrim, Leandro Martins e Jeisael Marx, o candidato à reeleição pelo PDT falou sobre transporte, educação, saúde, meio-ambiente, infraestrutura, entre outros temas.
Sempre que podia, o atual prefeito da capital maranhense esclarecia aos jornalistas e telespectadores factoides criados pelos adversários políticos como o “caso do café com farinha” que era fornecido numa escola; e sobre as questões das 20 creches.
“A escola em questão não fazia parte da rede municipal, nem era conveniada. Mas hoje, já conveniada, está recebendo uma alimentação de qualidade. Mas naquele momento não tinha nada a ver com a Prefeitura de São Luís… E em relação às creches a empresa faliu e prejudicou não apenas São Luís, mas muitos municípios. Depois de regularizados, temos quatro creches em construções e duas com terraplanagem. Estamos cumprindo os nossos compromissos”, destacou Edivaldo.
Em resposta quanto ao adversário alardear que somente ele pode apresentar documentos que o abone, Edivaldo fez questão de dizer que os ludovicenses conhecem sua trajetória política e, principalmente, sua administração à frente da Prefeitura.
“A população conhece a minha história de vida. Você que está me assistindo conhece o meu passado. Eu sou ficha limpa. A nossa gestão é reconhecida nacionalmente no ranking no item transparência do CGU do Ministério Público Federal, no qual a Prefeitura de São Luís recebeu uma das maiores notas. Portanto, a nossa história é limpa”, afirmou o prefeito.
Ao final do programa, Edivaldo pediu a população mais um voto de confiança com o objetivo de continuar fazendo as obras e programas necessários para a cidade. “Assumimos uma prefeitura com muitas dificuldades, mas fizemos muitas ações que estão espalhadas por toda a cidade. Por isso que peço seu voto para continuar o trabalho. Vote no 12!”.
Quando o discurso não bate com as práticas. É dessa maneira que o deputado estadual Eduardo Braide (PMN), candidato à prefeitura de São Luís, vem conduzindo o seu programa eleitoral e nas entrevistas que já concedeu. De forma mentirosa, com inverdades, tenta iludir o eleitorado ludovicense. Dá uma de bom moço, mas sempre acusa covardemente seu adversário, líder nas pesquisas de opinião e franco favorito para vencer a eleição, conforme atestam três institutos de pesquisas.
O resultado da pesquisa do Instituto Data M, publicada nesta sexta-feira (21), onde aparece 12 pontos percentuais atrás do prefeito, pelo visto, deixou Braide com os nervos à flor da pele. Desesperado, dedicou todo o programa eleitoral desta noite para atacar covardemente Edivaldo, expondo sua verdadeira face de lobo e mostrando quem quem de fato faz jogo sujo na campanha.
Braide promete o paraíso, mas não diz onde vai buscar recursos para resolver os problemas de São Luís. Em nenhum momento descreve ou fala concretamente como vai realizar tais projetos…e nem explica. Em contrapartida afirma que o candidato Edivaldo nada fez pela cidade, porem se pauta em programas que o atual prefeito de São Luís já está desenvolvendo, como é o caso da melhoria dos transportes coletivos que está sendo possível com a histórica Licitação dos Transportes.
Mas o pior é que agora, o deputado estadual está dando uma de vitima quando afirma, com todas as letras em seu programa eleitoral, que sua família e sua reputação estão sendo falados pelo seu adversário, no que chamou de campanha suja. Quem acusa o pai dele de ser integrante da “Máfia de Anajatuba” é o Ministério Público, não seu adversário. Braide faz um jogo no qual ele mesmo é que inicia as mentiras.
Engana-se o deputado ao PMN se pensa que a população caiu nessa. A máscara começou a cair e vai ser completamente exposta a verdadeira face do filho de Carlos Braide no debate da TV Mirante. Na noite de quinta-feira ele se sentiu em casa, com um apresentador “cabo eleitoral” levantando bola para ele cortar. De tão parcial o velho apresentador, acabou se enrolando todo e apresentando Braide como “nosso candidato”. Nem precisava, pois todos sabem que a TV Guará faz campanha descarada contra Edivaldo.
Cresce a cada ato de campanha a participação e a manifestação de apoio popular à reeleição do prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior (PDT). Nesta sexta-feira (21), à tarde, no bairro da Estiva (Zona Rural da cidade), moradores saíram às ruas e fizeram uma grande festa para recepcionar o candidato da coligação “Pra Seguir em Frente” (PDT, PCdoB, DEM, PROS PTB, PSC, PRB, PTC, PEN, PR, PT e PSL).
Ao descer do carro, Edivaldo pode observar uma multidão que o aguardava desde às 16h na concentração, na Rua de Cima, para começar a caminhada “Todos com Edivaldo”. A empolgação, nesta reta final de campanha do segundo turno, deve-se a gratidão por parte da população pela gestão que o candidato do PDT realizou ao longo do seu governo.
“Temos que votar em Edivaldo porque ele já está lá e deixar terminar o que começou”, disse Dinamar Santos Macêdo, a dona Dinoca. “O prefeito tem feito pelas comunidades mais afastadas e com esperança proverá mais melhorias”, acrescentou o sinaleiro Reginaldo Costa Frazão.
Cercado por militantes, correligionários e, principalmente, por moradores da El que vieram da Estiva e de outras localidades, Edivaldo agradecia o carinho e a manifestação de apoio que tem recebido na Zona Rural. No primeiro turno o atual prefeito teve quase 50% da votação naquela Zona Eleitoral, quando disputou contra oitos adversários.
“Esta é o segundo dia consecutivo que venho na Zona Rural agradecer pelos votos e pedir que no dia 30 os eleitores votem mais uma vez no 12. São Luís recebe o maior programa de urbanização da sua história. É pelo caminho da transformação que vamos continuar seguindo”, destacou Edivaldo.
Entre as lideranças políticas e comunitárias que prestigiaram: Chico Carvalho, Bárbara Soeiro, Pedro Lucas, Vieira Lima, Hélio Soares, Manoel Lima, Israel Ferreira, Biné Bulhões, Cleber Costa e Maria de Humberto do Maracanã. A animação da caminhada “Todos com Edivaldo”, ficou por conta da “Charanga 12” e participação especial da “Bateria Nota 12”, formada por integrantes do GRES Terrestres do Samba do bairro da Estiva.
Transportes – Os benefícios que a Licitação do Transporte Público trouxe para São Luís já é um marco histórico e que pode ser sentido pela população. Com GPS nos ônibus, hoje mesmo você já pode testar um aplicativo que mostra, onde os ônibus estão e em quanto tempo vão chegar ao seu destino.
“Mas não vamos parar por aí. Nos próximos anos, além de inserir mais ônibus novos e com ar-condicionado no sistema, vamos utilizar o Centro de Controle Operacional, que já funciona, para implantarmos um sistema de alarme que aciona a polícia em caso de assalto. E no próximo ano vamos colocar internet wifi em todos os ônibus”, afirmou Edivaldo.
O deputado federal Weverton Rocha (PDT) apresentou, na última terça-feira (18), emenda modificativa a Medida Provisória nº 748 / 2016, de autoria do Governo Federal, que trata das diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana.
De acordo com a proposta do Governo Federal, o Plano de Mobilidade Urbana deve ser integrado ao plano diretor municipal, existente ou em elaboração, no prazo máximo de sete anos. Em outras palavras, a partir da data da publicação da MP, ou seja, 13 de outubro de 2016, os Municípios passam a ter mais sete anos para elaborarem o plano de mobilidade urbana. Portanto, o prazo encerrará em outubro de 2023.
A existência do plano é condição obrigatória ao repasse de recursos da União, correlatos à mobilidade urbana. Assim, quem não fez o dever de casa fica impedido de receber recursos orçamentários federais até que atendam à exigência estabelecida pela lei.
No âmbito dos consórcios públicos ou convênios de cooperação, atualmente sob responsabilidade da União, a emenda apresentada por Weverton propõe que a organização e a prestação dos serviços de transporte público coletivo interestadual de caráter urbano, fica a critério da legislação local. “Uma vez, sob o comando do município, será possível, dialogando com a sociedade, trabalhar a concessão de descontos para estudantes. Essa emenda pretende resolver esta questão deixando a cargo dos municípios tal responsabilidade”, justificou.
A iniciativa do parlamentar maranhense beneficiará, por exemplo, a cidade de Timon, que, em março deste ano, implantou o Consórcio Intermunicipal de Mobilidade Urbana.