As multidões que tomaram as ruas do Maranhão fizeram deste o maior carnaval da história recente do Estado. “Foi o maior em décadas”, disse o governador Flávio Dino nesta quinta-feira (15) por meio das redes sociais.
O Carnaval de Todos promovido pelo Governo do Maranhão foi um sucesso de público em São Luís. No interior, muitas cidades, como Imperatriz, também tiveram apoio do Estado para fazer as festas.
“Ano passado estreamos o novo modelo, que se consolidou neste ano. E 2019 será ainda melhor”, disse Flávio, referindo-se aos novos circuitos, inclusive o Joãosinho Trinta, na Beira Mar, que se tornou a sensação desta edição.
“Coloca os artistas do Maranhão em papel central; e tem grande investimento em Segurança”, acrescentou.
“Agora no Maranhão temos um calendário de grandes eventos, para proveito dos maranhenses e de turistas. Temos programação de Natal e Réveillon; pré-carnaval e carnaval; festas juninas; Museu do Reggae com sua agenda.”
O governador também ressaltou os grandes investimentos em infraestrutura, o que estimula o turismo e a economia. Entre eles, estrada para Santo Amaro, ligação entre Lençóis e Delta do Parnaíba e avanço na despoluição das praias e da Lagoa da Jansen.
“Estamos também recuperando prédios históricos, com recursos próprios, a exemplo do Forte Santo Antônio e da estação ferroviária da Reffsa. E agradecemos aos investimentos de parceiros via PAC Cidades Históricas, como Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e a Prefeitura de São Luís”, disse.
“Tudo isso significa dizer que estamos impulsionando a economia criativa, assentada na cultura e no turismo, como caminho para geração de trabalho e renda. E o mais importante: acreditamos no povo do Maranhão”.
Enquanto no campo político de Flávio Dino deputados federais se engalfinham para conseguir o aval do governador para a disputa do Senado, na ala sarneyzista os candidatos querem distância de Roseana Sarney e estão indo atrás de outros cabos eleitorais.
Foi o que revelou a Coluna Expresso, da Revista Época, afirmando que o senador Edison Lobão (MDB-MA) avisou a Lula que adoraria receber seu apoio na campanha à reeleição.
Envolto a uma série de escândalos na Lava Jato, Lobão anda desesperado pela reeleição com o objetivo de manter o foro privilegiado. O senador sabe que se colar sua imagem já desgastada a outra mais puída ainda, como a de Roseana, sua chances de se eleger novamente diminuirão drasticamente.
Por isso que ele agora anda desesperado atrás do apoio do ex-presidente Lula.
A primeira pesquisa eleitoral de 2018, divulgada hoje pela TV Difusora, mostra um cenário em que o atual governador Flávio Dino tem mais qie o dobro das intenções de voto de sua principal concorrente, a ex-governadora Roseana Sarney.
A pesquisa do instituto DataIlha mostra que Flávio Dino teria 62,39% dos votos válidos, contra 29,15% de Roseana Sarney.
Com cerca de 5%, o deputado estadual Eduardo Braide aparece em terceiro colocado. Atrás dele, estão empatados Ricardo Murad, o senador Roberto Rocha e a ex-prefeita de Lago da Pedra, Mara Jorge.
Caso a disputa fosse realizada apenas entre Dino e Roseana Sarney, o comunista também venceria, com 66,14% dos votos válidos contra 33,86% de Roseana.
Aprovação – O estudo revela ainda o nível de satisfação do governo Flávio Dino entre os maranhenses. Segundo o Instituto DataIlha, Dino mantém a mesma média de aprovação de pesquisas anteriores, com 61,2%.
Perguntados em qual candidato não votariam em hipótese alguma, a maior parte (37,3%) dos eleitores disseram que não escolheriam Roseana Sarney.
Disputa presidencial –A projeção aponta ainda que caso saia candidato em outubro, o ex-presidente Lula (PT) teria 59,2% dos votos contra 17,4% do segundo colocado, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC).
Registrada no TRE-MA com o número 06345/2018, a pesquisa do Instituto DataIlha ouviu 2.137 eleitores em 37 cidades do Maranhão de todas as regiões do estado entre os dias 8 e 9 de fevereiro, logo antes do Carnaval. A margem de erro é de 3,2% para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.
A alegria invadiu as ruas dos municípios maranhenses e o carnaval no estado foi um verdadeiro sucesso de público e animação. Há muitos anos não se via tanto divertimento de norte a sul e de leste a oeste do Maranhão. O ano de 2018 marcou a entrada do estado no roteiro de destinos carnavalescos do Nordeste.
Tudo isso só foi possível graças aos investimentos do governo do Estado e as parcerias firmadas com as prefeituras municipais. Até mesmo prefeitos que fazem oposição declarada ao governador Flávio Dino foram beneficiados com a cooperação mútua para a realização do carnaval que visou única e exclusivamente, benefícios para a população.
E tudo isso foi possível mesmo com o boicote e a perseguição implacável dos veículos de comunicação controlados pela oligarquia Sarney. A TV Mirante, afiliada da Globo no Maranhão, ignorou completamente, por exemplo, o circuito Joãosinho Trinta, na Beira Mar de São Luís, o grande destaque do carnaval maranhense em 2018.
Ao boicotar as festas momescas, José Sarney boicota também o estado e o povo do Maranhão, que perde com a falta de divulgação nacional da cultura local. Símbolo da política do ‘quanto pior, melhor!’, os oligarcas tentaram sabotar o carnaval maranhense de todas as formas, mas a população não deixou. E o que se viu foi o povo compartilhando alegria, diversão e muita animação.
Mesmo com o boicote de Sarney, o carnaval 2018 no Maranhão foi um verdadeiro sucesso!
Estadão – O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou os partidos políticos a usarem o Fundo Partidário para bancar as campanhas de seus candidatos nestas eleições. Para este ano, o valor aprovado pelo Congresso é de R$ 888,7 milhões, dos quais R$ 780,3 milhões oriundos de dotação da União. Com a decisão do TSE, esse valor se somará ao do fundo público eleitoral de R$ 1,7 bilhão, aprovado pelo Congresso no ano passado.
O uso do Fundo Partidário nas eleições causa divergências entre os partidos. As legendas mais estruturadas queriam barrar o uso dos recursos sob o argumento de que seria desleal a competição com siglas menores, que conseguem guardar verba ao longo do ano para despejar na eleição de seus candidatos, enquanto as siglas maiores precisam investir os valores para manter o dia a dia partidário.
O secretário-geral do PSDB, deputado Marcus Pestana (MG), criticou a decisão do TSE. “Os partidos médios e pequenos saem em vantagem. Perdem MDB, PSDB e PT, que têm uma vida partidária real”, afirmou o parlamentar.
A presidente do Podemos, deputada Renata Abreu (SP), também questionou a decisão. Ela afirma que a regra cria dificuldades para novos partidos. “Não acho justo, pois o fundo eleitoral foi criado justamente para fins eleitorais e com uma distribuição compatível com a representatividade atual de cada partido. O Fundo Partidário se baseia numa eleição anterior, com o objetivo de financiar as atividades partidárias. Neste novo cenário representativo que se desenhou na Casa, a permissão do uso do Fundo Partidário vai gerar um desequilíbrio enorme no jogo”, disse.
‘POUPANÇA’ – A autorização do TSE agradou aos partidos que guardaram recursos do Fundo Partidário de exercícios anteriores para usá-los em ano eleitoral. “Eles estão fazendo coerência com o que foi decidido na eleição municipal de 2016. Em 2016, foi permitido usar o Fundo Partidário”, afirmou o presidente do PTB, Roberto Jefferson. Ele disse ter feito uma “poupança” do fundo para este ano, cujo valor não quis revelar.
“Se o partido tem recursos em caixa, não vejo por que não deva usar na eleição”, afirmou o líder do MDB na Câmara, deputado Baleia Rossi (SP), que comanda a maior bancada na Casa, com 59 parlamentares.
RESOLUÇÃO – A autorização consta de resolução aprovada pela corte eleitoral em 18 de dezembro e publicada no início deste mês. A medida aumenta ainda mais o poder dos dirigentes partidários, a quem caberá definir como será a distribuição desses recursos nas campanhas.
A resolução, que define regras para arrecadação, gastos e prestação de contas, reforça o veto à doação empresarial e diz que recursos doados por pessoas jurídicas em anos anteriores também não podem ser usados. Estabelece ainda a possibilidade de candidatos financiarem 100% da própria campanha.
O Fundo Partidário é abastecido por dinheiro público oriundo principalmente de verbas da União, além de multas eleitorais. Os valores são repassados mensalmente para as siglas pagarem despesas com a máquina partidária. Do total, 5% são divididos igualmente entre as 35 legendas registradas no TSE e os outros 95%, de forma proporcional, conforme o tamanho da bancada de cada sigla na Câmara.
O uso do Fundo Partidário nas eleições deste ano, no entanto, era uma incerteza após o Congresso aprovar o fundo público eleitoral, criado para compensar o fim das doações empresariais, proibidas pelo Supremo Tribunal Federal desde 2015.
“Os partidos políticos podem aplicar nas campanhas eleitorais os recursos do Fundo Partidário, inclusive aqueles recebidos em exercícios anteriores”, afirma a resolução, relatada pelo ministro Luiz Fux, presidente do TSE. (Por Igor Gadelha, O Estado de S.Paulo)
Passada a folia de Momo, todas as atenções da classe política se voltam agora para as eleições de outubro próximo, quando estarão em jogo os cargos de governador, vice-governador, duas cadeiras no Senado, dezoito vagas na Câmara Federal e quarenta e duas na Assembleia Legislativa do Maranhão. O burburinho maior, e não poderia deixar de ser, gira em torno da sucessão governamental, onde os pré-candidatos já montam suas estratégias na esperança de conseguir os objetivos no pleito de outubro próximo.
Flávio Dino vai para a reeleição com uma robusta coligação, popularidade em alta e franco favoritismo para renovar o mandato, enquanto o grupo Sarney trabalhar para concluir as conversações e montagem de um consórcio de candidatos para servir de linha auxiliar à candidatura da ex-governadora Roseana (MDB). Acreditam os marqueteiros da pré-candidata que a única chance de levar o pleito para o segundo turno é o lançamento de diversos “laranjas” com a missão de tentar desconstituir a imagem do governador.
Principal articulador da candidatura da filha, o ex-senador José Sarney entregou a tarefa de agredir o chefe do Executivo ao truculento ex-secretário de Saúde, Ricardo Murad, um político polêmico, megalomaníaco, sem pudor ou credibilidade moral. Murad é acusado pela Polícia Federal de ter desviado cerca de R$ 1 bilhão da Saúde Pública do Maranhão, inclusive tendo sido levado à força para depor na PF na Operação Sermão aos Peixes, por conta dos escândalos de corrupção na pasta que administrou no governo da cunhada Roseana.
Sem a menor perspectiva de viabilidade eleitoral e com uma liderança restrita a Lago da Pedra, a ex-deputada Maura Jorge, uma eterna aliada da oligarquia, orientada por Roseana, lançou sua pré-candidatura pelo Podemos e é mais uma a se juntar ao consórcio sarneysista na tarefa de bater no governo, desgasta-lo junto ao eleitorado na esperança de ajudar a levar a eleição para um improvável segundo turno. O consorcio conta ainda com mais dois integrantes: Roberto Rocha (PSDB) e Eduardo Braide (PMN).
Isolado e sem ter com quem coligar, o senador Roberto Rocha, o “Asa de Avião”, lançou a pré-candidatura ao governo, mas em seguida submergiu, nunca mais deu uma declaração sobre sucessão e já começa levantar dúvidas na classe política sobre suas reais intenções. Muitos acreditam que ele irá recuar da candidatura para não sair do pleito desmoralizado e muito menor do que entrou. O senador carrega com ele a pecha de traidor por ter se elegido na sombra do governador Flávio Dino e se bandeado para a oligarquia, que dizia combater. A estratégia do senador é servir de linha auxiliar nas agressões ao governador que o elegeu.
E para completar o consórcio de candidatos auxiliares da ex-governadora dos precatórios da Constran, das malas de dinheiros entregues nos porões no Palácio dos Leões pelo doleiro marginal Alberto Youseff, preso na Operação Lava Jato; dos desvios e recursos públicos na Saúde e na Secretaria de Fazenda do Estado o velho Sarney escalou o deputado Eduardo Braide, que negocia um mandato de deputado federal para a esposa em troca da missão que lhe está sendo dada pelo oligarca de Curupu.
O time de candidatos deverá ser composto ainda por representantes dos partidos considerados de esquerda, tais como PSTU, PSOL, PCB. Como eles sempre divergem entre si, tudo indica que cada um deverá lançar candidato próprio para marcar posição. Diante deste quadro pós-carnaval o jogo da sucessão estadual começa a ser jogado pra valer e neste campo não há espaço para amadores, pois tudo indica que será bruto mesmo com a oligarquia Sarney estrebuchando e dando seus últimos suspiros.
O prefeito de Paço do Lumiar, Domingos Dutra, aproveitou a terça feira de carnaval para vistoriar a reforma que está sendo feita no prédio do Centro Social Urbano, onde será instalado a Companhia de Corpo de Bombeiros do município.
A inauguração do Corpo de Bombeiros de Paço do Lumiar está prevista para o dia 20 de fevereiro com a presença do Governador Flávio Dino.
As obras estão sendo executadas, segundo Dutra, com “parte dos recursos que seriam gastos no carnaval”. Este ano, diante das dificuldades, principalmente de ordem financeira, a prefeitura esteve ausente da folia, preferindo investir os poucos recursos que possui em obras essenciais.