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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 7/jul/2018

Pavão Filho lançará pré-candidatura a deputado federal

Vereador Pavão Filho lança sua candidatura a deputado federal dia 14/07

O vereador Pavão Filho será candidato a deputado federal pela legenda do PDT, principal partido da base da aliança que apoiará a reeleição do governador Flávio Dino (PCdoB) e deve ser um dos principais nomes a disputar votos na Ilha de São Luís, cidade onde desenvolve importante trabalho voltado para a educação.

Parlamentar experiente, com vários mandados de deputado estadual e vereador da capital, Pavão lançará sua candidatura durante ato público que será realizado dia 14 julho, às 8h30, na sede da Fundação Maranhense de Assistência Comunitária (FUMAC), no Monte Castelo, instituição a qual o parlamentar dedica total atenção e que acabou lhe valendo o rótulo de vereador da educação.

Com o slogan “Pavão Filho o Deputado Federal da Educação”, o vereador tem tudo para conseguir seu objetivo pelos relevantes serviços prestados à população do Maranhão quando deputado estadual e, particularmente, de São Luís onde exerce atualmente mandato de vereador e tem se mostrado um grande aliado do prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT).

  • Jorge Vieira
  • 6/jul/2018

Braide diz que só será candidato se formar aliança que lhe permita participar de debates

O deputado estadual Eduardo Braide (PMN) disse com toda clareza à coluna Expresso, da Revista Época, o que falta para ele aceitar o desafio de enfrentar o governador Flávio Dino e a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) nas eleições de outubro próximo: “Uma aliança que lhe permita participar dos debates”.

Presidente do nanico PMN, legenda que corre o risco de ser riscada do mapa partidário do país na próxima eleição por conta da cláusula de barreira, Braide disse a EXPRESSSO que sua participação nas eleições depende de o seu partido conseguir o apoio de uma legenda que reúna cinco deputados federais. Só assim ele será convidado a participar de debates.

Pelo que falou para a revista, Eduardo Braide pode ser considerado carta fora do baralho, pois até o momento, praticamente às vésperas da abertura do prazo para as convenções,  nenhuma legenda que tenha condições de oferecer tempo necessários para que ele participe dos debates manifestou interesse em coligar com o PMN.

O pré-candidato a governador, no entanto, continua tentando criar condições para ser candidato, embora o tempo esteja ficando cada vez mais curto e a possibilidade seja cada vez mais remota.

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  • Jorge Vieira
  • 6/jul/2018

“Caravana da Guerreira” colhe fracasso

Reunião de Roseana Sarney em Pedreiras foi um fiasco, sobrou cadeira

A ex-governadora Roseana Sarney (MDB) sentiu na pele o peso da rejeição da população à tentativa da oligarquia retomar o comando do Estado. A terceira edição da “Caravana da Guerreira” por onde passou colheu fracasso e muita decepção com a falta de público.

Roseana em Timon

Nos grandes municípios, como Caxias, Timon, Pedreiras, entre outros, a candidata da oligarquia praticamente falou para o vento, sentiu o golpe e muitos acham que o período de peregrinação da “guerreira” pelo interior do Maranhão encerrou com o retumbante fiasco do evento realizado na “Princesa do Sertão”.

A falta de receptividade da caravana, associada ao elevado índice de rejeição estariam fazendo a ex-governadora repensar a candidatura, inclusive já existem até apostas nos bastidores da sucessão estadual de que ela não será candidata, apenas mantém o nome para evitar uma debandada geral para a coligação de Flávio Dino.

O desânimo é provocado pela falta de resultado da campanha de perseguição que os veículos ligados ao grupo Sarney e seus satélites no blogosfera movem contra o governador. Quanto mais divulgam fake News, mais Flávio Dino cresce. Para completar, Roseana, sem ter o que apresentar de novo, parte para agressões Dino, que caminha a passos largos para renovar o mandato.

  • Jorge Vieira
  • 5/jul/2018

Prefeito Edivaldo avança na construção de mais um Ecoponto na cidade

O Ecoponto do São Raimundo será o 11º a ser entregue pelo prefeito Edivaldo à população da capita

Com 90% das obras concluídas, o Ecoponto que está sendo instalado pela Prefeitura de São Luís no bairro São Raimundo entra em fase final de obra e deve ser inaugurado nos próximos dias pelo prefeito Edivaldo. O Ecoponto será o 11º entregue pelo prefeito, garantindo à população um espaço para a coleta seletiva e destinação ambientalmente adequada de materiais recicláveis ou em condições de reuso. Com isso, a Prefeitura segue avançando no cumprimento das metas estabelecidas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Além de ser uma importante política de limpeza urbana, os Ecopontos também fortalecem a cadeia produtiva de resíduos sólidos em São Luís e fomenta a economia solidária. As obras do Ecoponto São Raimundo foram iniciadas em junho deste ano. O equipamento está localizado na Rua 04, próximo ao ponto final da linha de ônibus que atende ao bairro. As baias de alvenaria para acondicionamento de materiais recicláveis já estão concluídas, faltando apenas a colocação das placas de identificação, que seguem os padrões definidos de coleta seletiva: amarelo para metal, azul para papel, vermelho para plástico e verde para vidro. As instalações sanitárias e parte administrativa também já foram concluídas.

Os operários seguem trabalhando na concretagem do piso para manobra de veículos durante a descarga nas caixas estacionárias e na pavimentação com pedra brita da área de circulação de veículos e pedestres. “A estrutura dos Ecopontos foi projetada para ser uma área de fácil circulação de pessoas e veículos, de fácil identificação dos setores e com um modelo de fácil adaptação às características do terreno onde cada unidade é construída. Por isso, é uma obra que avança com rapidez”, informou a presidente do Comitê Gestor de Limpeza Urbana, Carolina Moraes Estrela.

Como ocorreu com os demais Ecopontos, o do bairro São Raimundo está sendo instalado em uma área conhecida por ser um ponto de descarte irregular na comunidade, deixando a localidade vulnerável à proliferação de criadouros para o mosquito Aedes aegypti, que transmite doenças como a dengue, chikungunya e zika vírus.

AVANÇOS – Implantada na primeira gestão do prefeito Edivaldo, a instalação dos Ecopontos foi um importante avanço na gestão de resíduos sólidos em São Luís. Atualmente, a capital conta com 10 equipamentos do tipo em pleno funcionamento, beneficiando 350 mil moradores de 91 bairros. Desde a inauguração do primeiro Ecoponto, localizado no Parque Amazonas, em maio de 2016, mais de 14 mil toneladas de resíduos sólidos foram encaminhadas para a reciclagem. Com os Ecopontos, São Luís faz parte do grupo de 7% das cidades brasileiras onde há políticas públicas efetivas de coleta seletiva e reciclagem.

Por meio dos Ecopontos, foi possível ainda fortalecer o trabalho das cooperativas de catadores, gerando emprego e renda, já que todos os materiais recicláveis descartados voluntariamente pela população de São Luís nos Ecopontos são carreados para as entidades de catadores. Com isso, a renda média mensal das cooperativas cresceu 575% nos dois anos de implantação dos Ecopontos.

Este ano, o prefeito Edivaldo anunciou a implantação de mais dez Ecopontos em São Luís e a construção de dois galpões de triagem que serão entregues às cooperativas de catadores. “Estamos fazendo estudos de áreas onde possam ser implantados os Ecopontos da nova bateria de equipamentos anunciados pelo prefeito Edivaldo. “Estamos buscando áreas em bairros como o Centro, Cidade Olímpica e na Zona Rural”, afirmou Carolina Moraes Estrela. O próximo bairro a receber um Ecoponto deve ser a Vila Isabel onde será instalado o primeiro galpão de triagem.

 

  • Jorge Vieira
  • 5/jul/2018

Crise no clã! Sarney Filho não acompanha caravana de Roseana

A caravana de pré-campanha de Roseana, já conhecida no Maranhão como “Caravana do Fracasso” está percorrendo mais 11 municípios desde a última terça-feira (03). Uma ausência tem chamado atenção de aliados e adversários da oligarquia, a do pré-candidato a senador Sarney Filho.

Organizador da última caravana que percorreu três municípios da Baixada Maranhense, Zequinha não apareceu em nenhum dos dois primeiros dias da atual edição dos atos malfadados da irmã. Sua ausência expõe o racha que existe dentro do seio da família Sarney.

O filho de José Sarney está incomodado com a presença de Edison Lobão na atual edição da caravana. Principal adversário de Zequinha, o atual senador, que luta pela reeleição, é o favorito caso o grupo Sarney consiga pelo menos uma vaga ao Senado nas eleições de outubro.

Sarney Filho teria exigido, como da vez passada, a não participação de Lobão nas caravanas. Roseana não aceitou, e o irmão acabou boicotando o evento.

A crise no clã Sarney só aumenta com a proximidade das eleições. E muita coisa ainda pode mudar nos próximos dias.

  • Jorge Vieira
  • 5/jul/2018

Fracasso da ‘caravana da guerreira’ pode fazer Roseana desistir

Reunião da caravana da guerreira em Pedreiras faltou público

O retumbante fracasso da terceira edição da “caravana da guerreira” pode levar a ex-governador Roseana Sarney rever sua decisão de submeter-se ao sacrifício de ser humilha nas urnas para tentar eleger o irmão Sarney Filho senador.

Políticos experientes que acompanham o desenvolvimento da pré-campanha acreditam que a filha de Sarney retornou ao interior do Maranhão para sentir o pulso da população em relação a sua candidatura e o resultado tem sido desanimador.

As fotos tiradas nos eventos da representante a oligarquia Sarney revelam a falta de público nas reuniões e ausência de lideranças expressivas dos municípios que tem visitado e o desânimo no grupo já começa ser sentido.

Em Pedreiras, por exemplo, a pré-candidata quase fala para cadeiras vazias, apenas meia dúzia de “gatos pingados” atenderam o convite da guerreira, enquanto a mesa dos trabalhos era formada com lideranças decadentes e sem expressão eleitoral.

Diante do que tem presenciado na pré-campanha, o ex-deputado Marcos Caldas acredita que a filha de Sarney não será candidata e que está no interior do Estado apenas para sentir o pulso do eleitorado antes de desistir.

  • Jorge Vieira
  • 5/jul/2018

PF vê indícios de corrupção e lavagem de dinheiro de Edison Lobão e Jader Barbalho na obra de Belo Monte; senadores negam

Os senadores Edison Lobão (esq.) e Jader Barbalho em reunião de comissão do Senado em fevereiro do ano passado (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

G1 – Relatório elaborado pela Polícia Federal aponta indícios de que os senadores Edison Lobão (MDB-MA) e Jader Barbalho (MDB-PA) foram beneficiados com desvios na obra da usina hidrelétrica de Belo Monte, um dos maiores empreendimentos para geração de energia do mundo.

Os agentes apontaram suspeita de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por parte dos parlamentares, investigados em um dos inquéritos da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal.

O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, defensor de Edison Lobão no caso, disse que tenta autorização de acesso ao relatório. Ele afirmou que, embora desconheça o teor do documento, acompanha a investigação e diz que não há elementos capazes de incriminar o senador.

“Estamos acompanhando a investigação e tranquilos em relação ao senador Lobão. Desconhecemos o relatório. Estamos tentando desde maio ter acesso, mas infelizmente mais uma vez disseram que não poderíamos ter”, afirmou o advogado.

O senador Jader Barbalho afirmou que o relatório é uma “leviandade” e uma “barbaridade” porque não tem nenhum fundamento relacioná-lo à obra de Belo Monte.

“Nunca tive nenhum encontro sobre a obra e nunca recebi nada desta gente, nem telegrama de aniversário”.

Para o senador, quem assinou o relatório que o aponta como beneficiário de propina é “um irresponsável que está fazendo molecagem”. “Desafio quem quer que seja a apontar um ato contra mim”, afirmou Jader Barbalho.

De acordo com a Polícia Federal, o objetivo do inquérito é apurar se houve pagamento de propina para políticos, embora a investigação também tenha apontado indícios de irregularidades no leilão de Belo Monte.

A suspeita é que as empresas responsáveis recebiam dinheiro público para executar a obra, e parte dos valores era desviada para pagamento de propina a políticos

O relatório da PF, concluído em maio, está atualmente nas mãos da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que poderá denunciar os parlamentares ao Supremo Tribunal Federal (STF) com base nas provas já coletadas. O relator do caso no STF é o ministro Luiz Edson Fachin.

Além de depoimentos de delatores das empreiteiras Andrade Gutierrez e Odebrecht, investigadores identificaram e-mails, registros de entrada nos prédios, pagamentos registrados no sistema de pagamento de propina da Odebrecht – o Drousys – e informações sobre entregas dos valores.

Segundo a PF, também há indícios dos mesmos crimes por parte do filho de Lobão, Márcio Lobão, e do ex-senador Luiz Otávio Campos, aliado de Jader, que seriam os operadores da propina paga pelas empresas.

Os dois foram alvos da Operação Leviatã, em fevereiro do ano passado, que recolheu provas para o inquérito.

O advogado Aristides Junqueira, que defende Márcio Lobão, afirmou que não teve acesso ao relatório e por isso não pode comentar. Segundo ele, no ano passado, quando foram autorizadas buscas envolvendo Márcio Lobão, foi uma operação descabida e baseada apenas na palavra de um delator.

Quando foi deflagrada a Operação Leviatã, no ano passado, o ex-senador negou envolvimento.

Para a PF, há elementos que indicam que os parlamentares foram beneficiados.

“A ligação entre Luiz Otávio Campos e Jader Barbalho é indissociável, o que autoriza a conclusão, com base nos elementos já expostos, de que esse parlamentar, conjuntamente com Edison Lobão, estava por detrás das ações”, afirma o texto do relatório.

De acordo com o documento, os parlamentares “solicitaram, por seus emissários – e, ao que tudo indica, receberam – em concurso, vantagem indevida em razão da função pública que tinham”.

A Polícia Federal justificou no relatório o fato de não terem sido localizadas provas diretas contra os senadores. Segundo o documento, autoridades costumam utilizar terceiros para tratativas irregulares, sem atuar diretamente.

“O emprego de pessoas interpostas por altas autoridades é expediente habitual (…), não sendo exigível, para a imputação de responsabilidade penal (…) ser flagrado aventurando-se pessoalmente em tratativas escusas”, diz o documento.

Filho de Lobão

Delatores e depoimentos narraram repasses por meio de Márcio Lobão, que teria supostamente sido indicado pelo pai para operacionalizar os valores.

O filho de Lobão, conforme o relatório, se apresentou aos executivos das empreiteiras do consórcio da obra em uma série de reuniões individuais em março de 2012, na sede da construtora Andrade Gutierrez, no Rio.

Trecho de relatório da Polícia Federal que narra depoimento de delator sobre Márcio Lobão, filho do senador Edison Lobão (Foto: Reprodução)

Essas reuniões ficaram registradas no e-mail do ex-diretor da Andrade Gutierrez Flávio Barra e na portaria do prédio onde fica a empresa.

Flávio Gomes Machado, outro ex-diretor da Andrade, disse que Lobão pediu R$ 500 mil a serem entregues para o filho e relatou que providenciou R$ 250 mil.

Segundo ele, o dinheiro foi levado em caixa de camisas com uma sacola. Depois, disse ter recebido reclamação de Márcio Lobão de que faltavam R$ 10 mil.

“Há, assim, informações convergentes e de diversificadas origens a indicar a atuação contumaz de Márcio Lobão como arrecadador financeiro no interesse de seu pai e do grupo político que integrava”, afirma o relatório.

Conforme o documento, chegou a ser negociado pagamento de R$ 11 milhões a Lobão em 2012.

A PF narrou que uma das entregas teria ocorrido no final de fevereiro de 2014.

Segundo a investigação, Márcio Lobão esteve na sede da Odebrecht em 17 de fevereiro para reunião com Ênio Silva. No mesmo dia, Ênio pediu por email que fosse feito um pagamento de 500 mil reais para o codinome “Esquálido”, que segundo as investigações se trata de Edison Lobão.

Dias depois, o Drousys, sistema de pagamento de propina da Odebrecht, registrou em 26 de fevereiro de 2014 a liberação de valores com senha “Cadete”.

A operação também constou de planilha de um doleiro preso, Álvaro Novis, que contou que o pagamento foi feito por uma transportadora de valores, a Transexpert. A PF diz que foi à Transexpert e um funcionário confirmou a entrega.

Ex-senador

Segundo os investigadores, durante a construção da hidrelétrica, as construtoras pediram um reajuste no contrato, por meio de um aditivo, que aumentaria o orçamento. Para pressionar os políticos, pararam de pagar propina.

Foi quando, diz o relatório, Edison Lobão chamou Flávio Barra para uma reunião na casa dele e começou uma nova negociação, com um novo operador – o ex-senador Luiz Otávio Campos.

Flávio Barra, por orientação de Lobão, disse ter ido à casa de Luiz Otávio. O novo operador cobrou e ouviu que os pagamentos só seriam retomados com o aditivo aprovado.

Conforme a PF, apesar de ter sido indicado por Lobão, o ex-senador tinha “laços fortes com o senador Jader Barbalho e com o filho Helder Barbalho, que chegou a ser ministro do governo Dilma.

Flávio Barra apresentou Luiz Otávio Campos aos empresários em 13 e 14 de agosto de 2014 em Brasília. Encontros estavam registrados no calendário do Outlook do ex-diretor da Andrade.

Segundo as suspeitas, o dinheiro repassado ao senador chegou a ser depositado em contas de um cunhado dele. Conforme a PF, em 2014, “foram centenas de chamadas envolvendo terminais relacionados a ambos”.

Delações premiadas

No documento de 122 páginas, a PF destaca que o inquérito foi aberto a partir da delação premiada do senador cassado Delcídio do Amaral e que recebeu reforço das colaborações de Luiz Carlos Martins, da Camargo Corrêa; Flávio Barra e Otávio Marques de Azevedo, da Andrade Gutierrez; Augusto Roque, Antônio Carlos Daia e Henrique Valladares, da Odebrecht.

As suspeitas são de que empresas que atuaram na obra da hidrelétrica teriam dado vantagens indevidas a PT e MDB em razão de “compromisso” fechado pela Andrade, ao ganhar a obra, com o então ministro Antônio Palocci, hoje delator da Lava Jato.

Ex-diretores disseram que políticos pediram expressamente que 1% do faturamento com a obra fosse destinado ao PT e ao MDB, dividido em partes iguais. (Por Vladimir Netto e Mariana Oliveira, TV Globo, Brasília)

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