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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 9/jan/2019

Carlos Brandão e ministro da Infraestrutura dialogam sobre duplicação da BR-135

Amistosidade e unidade marcaram o primeiro encontro da bancada federal maranhense com o ministro de Infraestrutura, Tarcísio Freitas, nesta quarta-feira (9). O governador interino, Carlos Brandão, que liderou o encontro, esteve acompanhado, além de deputados federais e recém-eleitos, da senadora eleita Eliziane Gama, dos prefeitos Cleomar Tema (Tuntum) e Sidrack Feitosa (Morros), e de membros do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Juntos, dialogaram sobre a obra para concluir a duplicação da BR-135.

Carlos Brandão e os demais presentes apresentaram questões importantes para a conclusão do serviço, como: urgência na resolutividade da logística para distribuição de produtos, com a chegada de novos investimentos internacionais para o Maranhão; trechos intrafegáveis (de Miranda a São Mateus, por exemplo); além do fato do Maranhão hoje ter a única capital brasileira sem uma BR principal de escoamento finalizada, por conta da duplicação que ainda não foi concluída.

Outro ponto importante foi a abordagem da problemática histórica da BR-226. Muitos destacaram que a rodovia federal, além de nunca ter tido avanço em sua concretização, está há dois anos sem manutenção e representa um grande problema para o Maranhão e outros estados que dela dependem para trafegar e escoar suas produções, como é o caso do Tocantins e do Rio Grande do Norte.

Dois aspectos delicados foram abordados pela comitiva maranhense durante a reunião com o ministro, que pediu atenção especial das autoridades federais para a questão das comunidades tradicionais quilombolas que se localizam ao longo da área de construção da duplicação; além da inexequibilidade das obras por questões de licitação e orçamento para isso. Também foram abordados os problemas derivados do abandono das obras, incluindo os de responsabilidade da Hytec Construções Terraplanagem na BR-226.

Soluções viáveis – O ministro Tarcísio Freitas se mostrou interessado em resolver todas as questões o quanto antes. “É uma honra, uma alegria muito grande receber a bancada maranhense. A alocação do financiamento para continuação das obras será negociada. A estratégia: concentrar a estrutura em uma ação. Por isso, sentar com a bancada é tão importante”, ressaltou o ministro.

Na ocasião, ele esclareceu que as malhas viárias possuem níveis diferentes de demandas e recursos. Os trechos muito prejudicados serão priorizados, dentro da perspectiva dos recursos disponíveis para esse ano. Por fim, Tarcísio Freitas destacou que o Maranhão leva vantagem nas atenções do Ministério pela capacidade futura de escoar produtos para o restante do Brasil. “Quero registrar o excelente trabalho desenvolvido pela Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap). O Maranhão é expoente e tem se preparado para ter um grande destaque na logística portuária e rodoviária de nosso país”, afirmou.

O ministro destacou que a oitiva prévia das comunidades quilombolas deve ser atendida; e que as resoluções para os impasses na conclusão da BR-135 serão realizadas em conjunto com a gestão estadual, sendo o primeiro passo a intermediação do licenciamento ambiental pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema). O governador interino destacou que a Sema dará a celeridade necessária na análise do licenciamento para que o governo federal faça a sua parte. “A Sema dará o conforto para o DNIT reiniciar os seus trabalhos”, ponderou Carlos Brandão.

Quanto ao processo de conclusão da BR-226, tão debatida e cobrada ao longo dos anos por gestores municipais e até mesmo por Carlos Brandão, no período em que esteve na Câmara Federal, o ministro Tarcísio Freitas foi categórico: “Seremos intolerantes com empresas com adimplemento de contrato”. Ele reconheceu que, no caso das obras da BR-226, o orçamento era inexequível. “Estudaremos a atuação da Hytec Construções Terraplanagem e tomaremos as medidas legalmente cabíveis”, garantiu.

Participaram da reunião com o ministro Tarcísio Freitas, os deputados federais Márcio Jerry, Aluísio Mendes, Bira do Pindaré, Hildo Rocha, Juscelino Filho, Júnior Lourenço, Pastor Gildenemyr, Pedro Fernandes, Eduardo Braide e André Fufuca.

  • Jorge Vieira
  • 9/jan/2019

Adriano Sarney dá chilique nas redes sociais após reunião de governistas com ministro de Bolsonaro

O deputado estadual Adriano Sarney protagonizou um verdadeiro chilique nas redes sociais após o encontro do governador em exercício Carlos Brandão e da bancada federal do Maranhão com o ministro da Infraestrutura do governo Bolsonaro, Tarcísio Freitas. O neto de José Sarney respondeu tuite do auxiliar do presidente de forma desaforada.

Inconformado com as relações institucionais entre o Governo do Estado e o Governo Federal que visa a resolução de problemas como os da duplicação da BR-135, fundamental para a vida e economia dos maranhenses, Adriano até mentiu para tentar fazer com que Bolsonaro imponha um boicote ao povo do Maranhão.

“O Sr. Ministro e o Presidente Jair Bolsonaro estão sendo enganados pelos comunistas do Maranhão. Receber hoje, depois de apenas 9 dias, o presidente do PCdoB do MA e braço direito do comunista Flávio Dino que declarou a Folha que não tem intenção de parcerias institucionais”, tuitou o deputado.

A mentira deslavada de Adriano Sarney sobre a entrevista de Flávio Dino à Folha é a confirmação do incômodo que as parcerias institucionais, apesar das diferenças ideológicas, estão fazendo mal a moribunda oligarquia. O governador do Maranhão declarou exatamente o contrário do que o deputado falou.

Outro fato que atormentou os desejos dos sarneyzistas foram os elogios de Tarcísio Freitas ao excelente trabalho desenvolvido pela Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap). A oligarquia tenta influência com o atual governo Federal para tomar o porto do Executivo Estadual.

O chilique de Adriano Sarney já ecoa nos corredores de Brasília como choro do avô, José Sarney, que deseja que Bolsonaro persiga o Maranhão. Mesmo que para isso o povo do estado sofra ainda mais. Não bastaram os 50 anos de desmandos da oligarquia?

  • Jorge Vieira
  • 9/jan/2019

Senado: Excesso de candidatos pode garantir vitória de Renan, adverte Roberto Rocha

O senador tucano Roberto Rocha, eleito em 2014 quando o então candidato ao Governo do Estado, Flávio Dino (PCdoB), num esforço extraordinário conseguiu que todos os pretendentes renunciassem para que o grupo tivesse apenas ele como candidato ao Senado, acredita que se os adversários não se unirem, Renan será eleito presidente do Senado no primeiro turno.

A declaração do senador maranhense, popularmente conhecido como “Asa de Avião”, mas rebatizado “Asa de Muriçoca” pelo site Marrapá, após sair das urnas com apernas 2% dos votos da eleição para o Governo do Estado em 2018, foi dada com profundo conhecimento de causa, a final o grupo ao qual traiu, se saísse com mais de um candidato, certamente Gastão Vieira teria vencido o pleito.

Em declaração ao site O Antagonista, Rocha fez  seguinte observação: “Se os adversários de Renan Calheiros não se unirem, ele será eleito no primeiro turno”. Renan tem como adversários declarados Tasso Jereissati (PSDB), Esperidião Amin (PP), Davi Alcolumbre (DEM), Alvaro Dias (Podemos) e Major Olímpio (PSL). A senadora Simone Tebet, no entanto, briga para tirar Calheiros do páreo e ser a representante do MDB

“É evidente que se a candidata fosse a Simone, a situação poderia ser diferente. Mas, com a configuração atual, o Renan seria eleito. Só haverá disputa se os adversários se unirem e criarem uma espécie de ‘Fla x Flu’ mesmo, porque aí seria o Renan contra o ‘candidato da sociedade’ e com o apoio do governo”, observou Rocha.

  • Jorge Vieira
  • 9/jan/2019

Onyx Lorenzoni demite Chiquinho Scórcio do Gabinete Civil

O ex-presidente José Sarney conseguiu manter a aliada Kátia Bogéa, mas não teve força para garantir o emprego de um conhecido serviçal da oligarquia que atende pelo nome de Francisco Scórcio.

Segundo informa o Valor, o chefe da Casa Civil, ministro Onyx Lorenzoni, exonerou Chiquinho do cargo de assessor especial da Secretaria de Governo da Presidência da República.

Ele ocupava cargo comissionado. A medida foi publicada em edição extra do “Diário Oficial da União” na terça-feira.

A Presidência da República e demais ministérios continuam a realizar exonerações em série em cargos de confiança ocupados pelos governos anteriores.

  • Jorge Vieira
  • 9/jan/2019

Sarney mantém Kátia Bogéa no IPHAN de olho na sucessão municipal de 2020

A ex-candidata ao governo do estado, ex-deputada Maura Jorge passou todo o período que antecedeu a posse do presidente Jair Bolsonaro visitando gabinetes em Brasília na esperança de conseguir ser a mentora das indicações dos cargos federais existentes no Maranhão, mas acabou voltando de mãos vazia.

Mais astuto, o ex-senador José Sarney foi direto ao ponto e conseguiu manter a aliada Kátia Bogéa na presidência do Instituto do Patrimônio e Artístico Nacional, cargo que ela exerce de 2016, indicada por Sarney, segundo revelou, nesta terça-feira (8) o site O Antagonista.

A iniciativa de Sarney quebrar lança para manter a aliada de longas datas no posto, segundo comentam nos bastidores da sucessão municipal de 2020, teria por objetivo mantê-la em evidência com as obras do PAC Cidade Histórica para torná-la candidata da família oligárquica a prefeita de São Luís.

O grupo comandado por José Sarney e sua filha Roseana, sem nome da seara política para apresentar, conforme comentam nos bastidores, estaria tentando viabilizar o nome de Kátia Bogéa, que ganhou destaque na imprensa local ao entregar parte das obras do Complexo Deodoro, em São Luís, no final do ano passado.

Kátia seria mais uma pré-candidata a se somar ao rol de pretendentes, entre os quais Eduardo Braide. Outros dez aliados dos Palácios dos Leões e La Ravardiére também tentam se viabilizar pelo grupo governista.

Como perdeu quase todos os aliados no campo político maranhense após a acachapante derrota de 2014, Sarney estaria querendo experimentar um nome de fora da política para tentar, pela primeira vez, chegar a Prefeitura de São Luís através do voto, pois perdeu todas que disputou desde que as capitais voltaram a ter o direito de eleger seus prefeitos.

 

  • Jorge Vieira
  • 8/jan/2019

Consea-MA critica MP do Governo Bolsonaro  que extingue o Conselho Nacional

No primeiro dia de mandato, o presidente Jair Bolsonaro retirou atribuições do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) e revogou trechos da lei referentes a sua composição, por meio da Medida Provisória 870/2019, que na prática retira a fiscalização que é feita pela Sociedade civil tornando o Consea sem utilidade.

Diante dessa situação o Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional- CONSEA/MA e o Fórum Maranhense de Segurança Alimentar – FMSAN, reuniu nesta terça-feira,  08, com a sociedade, representada pelos povos tradicionais, povos de matriz africanas, entidades agroecológicas, agricultores familiares, oito secretarias de governo, CONAB, estudantes de nutrição  para tratar dos impactos que esta medida causa nas Políticas Públicas de combate à insegurança alimentar e nutricional.

“A medida provisória que extingue o CONSEA nacional fragiliza os Conselhos Estaduais e consequentemente os Conselhos Municipais, embora os mesmos tenham sua legislação própria. Então, juntamos e integramos o máximo de representantes da sociedade para discutir e elaborar os encaminhamentos para apoiar a permanência do CONSEA Nacional”, explicou a presidente do CONSEA -MA, Concita da Pindoba.

O Consea é composto por dois terços de representantes da sociedade civil e um terço de representantes governamentais, e é um espaço institucional para o controle social e participação da sociedade na formulação, monitoramento e avaliação de políticas públicas de segurança alimentar e nutricional, com vistas a promover a realização progressiva do Direito Humano à Alimentação Adequada, em regime de colaboração com as demais instâncias do Sisan.

O Conselho atua na fiscalização da implementação do Programa de Aquisição de Alimentos – PAA, o Programa Nacional de Alimentação Escolar- PNAE, monitoramento das cozinhas comunitárias e restaurantes populares, além das políticas de assistência técnica e regularização fundiária.  “A gente tem a missão de fazer com que o Governo garanta o direito humano a alimentação adequada a todos os povos, com a implantação de políticas públicas, com equipamentos, programas, ações e informações de segurança alimentar”, concluiu Concita.

Durante a reunião foram afirmados vários encaminhamentos como: reunião com o Governo do Estado, audiências públicas com os deputados federais e estaduais, mobilização dos conselhos de outros estados, pedir apoio de entidades que apoiem as políticas de segurança alimentar tanto a nível nacional quanto internacional, além de envolver os municípios e a sociedade.

Representando o Governo do Estado, Louvidia Caldas, secretária adjunta de segurança alimentar da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social – SEDES, disse que esse anúncio do Governo Federal impactou bastante um conselho tão atuante como o Consea.

“O Governo do Estado do maranhão tem um relacionamento muito forte com esse Conselho que é muito atuante. Nós conseguimos trabalhar em conjunto, inclusive descendo aos municípios para monitoramento e assessoramento das ações. Uma prova disso foi o acréscimo dos municípios ao sistema de SAN, um salto de 11 para 47 municípios que aderiram ao Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional- SISAN no Estado do Maranhão e a meta é atingir 150 municípios até final de deste ano”, pontuou Louvídia.

A Associação Brasileira de Nutrição (Asbran) divulgou nota, no Jornal O Globo, em que repudia as mudanças envolvendo o Consea. De acordo com a associação, o conselho tem papel fundamental para garantia do Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA).

“Na prática, a ação do governo acaba com o conselho, que, nos últimos anos, teve papel fundamental para garantia do DHAA e foi importante articulador das políticas de segurança alimentar e nutricional no país, além de envolver de maneira efetiva a representação da sociedade civil que mantém vínculos estreitos com este tema”, diz a nota.

Segundo a Asbran, a medida é “um retrocesso incomparável nas políticas de segurança alimentar e nutricional, justamente em um momento em que o país precisa aprofundá-las”.

 

  • Jorge Vieira
  • 8/jan/2019

Diálogos Capitais em São Luís vai debater privatizações prometidas por Bolsonaro

No próximo dia 14/01, com o tema “Bancos públicos sob ataque: desafios, riscos e perspectivas”, Diálogos Capitais chega a São Luís.

O governador maranhense reeleito, Flávio Dino, o presidente da FENAE, Jair Ferreira, o Professor Doutor em Desenvolvimento Econômico pela Unicamp, Luiz Gonzaga Belluzzo e convidados debaterão as privatizações prometidas pelo governo Bolsonaro e o futuro dos bancos públicos, que têm papel determinante no desenvolvimento sócio-econômico do país.

O debate chega à sua sétima edição e, tal como realizado em São Paulo, Belo Horizonte, Teresina, Rio de Janeiro, Salvador e Natal, contará com a participação do público, além de transmissão ao vivo nos perfis da CartaCapital e da FENAE no Facebook e no YouTube.

Diálogos Capitais é uma realização da FENAE em parceria com a revista CartaCapital, com produção da CobraCriada #Inteligência em Rede.

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