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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 17/jan/2019

Carnaval dos Mortos: paradoxal e insólito

Breve resenha sobre o fantástico romance do escritor maranhense, Altemar Lima

*Por Emídia Ferreira Alves Pereira

Caiu-me às mãos, por puro acaso, o romance “Carnaval dos Mortos”, do escritor maranhense Altemar Lima. Confesso que fui atraída pelo inusitado do título. O curioso é que adquiri o livro, como relíquia, em uma banca de revista no bairro do João Paulo, em São Luís. Li-o de um só tomo. E no percurso da leitura, me vinham os questionamentos, as tentativas de desvelamento do tão curioso título. A cada capítulo novas descobertas, correlações que se entrelaçavam e iam se definindo em minha memória.

Então, o “Carnaval dos Mortos” seria o carnaval dos ‘vivos’ que vegetam e vivem os devaneios da solidão, ilhados nas angústias, frustrações e insatisfações que lhes prega este mundo? E assim, tentam fugir, buscam o escapismo dos ultrarromânticos, no passado da infância, nas lembranças dos fatos e das pessoas, nas leituras, enfim… Ou seria o carnaval dos mortos de fato, que muitas vezes se manifestam, na sua grandeza e genialidade, pelos corpos e mentes frágeis dos humanos que ainda habitam este universo? Aqui reconheceríamos os grandes mestres da literatura, que hora ou outra são citados em versos ou em prosa, aliados às circunstâncias experimentadas pelo eu lírico em meio à narrativa cadente que parece transbordar de uma riqueza de detalhes que nos faz vislumbrar um verdadeiro ‘carnaval’ de estilos e obras literárias. Como se outros por ele falassem e escrevessem. Ou ainda poderia se entender o Carnaval dos mortos como uma homenagem e memória aos que já se foram, porém permanecem na lembrança e na história de alguém ou de um povo. Nas tantas histórias que, em um processo de epifania, surgiam a cada capítulo, como se quisessem driblar a atenção do leitor e desviá-lo da angústia e ansiedade em que mergulhava o eu lírico.

São as formas polissêmicas que um leitor poderia depreender da relação que se estabelece entre o título do livro com o conteúdo narrado, com uma análise mais específica dos elementos da narrativa, dos intertextos, e, quiçá, do contexto de produção desta fantástica obra. O próprio autor, na sua magnitude e peculiaridade linguística, envereda por universos misteriosos, algumas vezes macabros, outras vezes de intenso sentimentalismo e delírios que traduzem essa riqueza semântica. Outrossim, nos conduz a encontros e reencontros com escritores grandiosos da nossa literatura que refletem, em suas diversidades estilísticas e temáticas, esse conjunto de significados, como também as trilhas pelas quais pode-se percorrer para se chegar à leitura e apreciação desse romance.

Dos estilos mais marcantes nessa narrativa de Altemar Lima, vale ressaltar a forte manifestação do ultrarromantismo de Álvares de Azevedo, quando nos contos narrados na obra “Noite na Taverna” há forte expressão de sentimento, atração pela morte, escapismo, traços muito semelhantes aos que são apresentados nos capítulos e no enredo de Carnaval dos Mortos. Por outro lado, a genialidade do poeta português Fernando Pessoa revela-se em um recurso fantástico que o escritor traz nesta obra, que são as cartas supostamente escritas e enviadas por seus amigos e/ou amigas, artifício muito familiar aos heterônimos de Fernando Pessoa. Nelas o eu lírico apresenta ao leitor conceitos, experiências, argumentos que descrevem, justificam e definem o sentimento amoroso, as relações amorosas, as perdas e os possíveis comportamentos e atitudes entre os amantes / ex-amantes, enfim, os inúmeros e muito particulares fatos que revelam, sobremaneira, o estado de espírito do eu lírico. Outros muitos escritores citados no livro Carnaval dos Mortos, e, subjetivamente revisitados pelo autor, e consequentemente pelo leitor, contribuem para fazer deste livro uma literatura de especial singularidade no universo de arte contemporânea.

Portanto, ler Carnaval dos Mortos é viajar pela literatura, pela arte universal. Navegar por entre um mar de experiências que nos fazem pensar, sentir, experimentar um emaranhado de sensações, tais quais as do eu lírico. E, em meio a esse “carnaval” também construímos as nossas fantasias ladrilhadas com o brilho da riqueza vocabular, das sutis analogias, do estilo genial deste grande escritor maranhense, Altemar Lima. Assim, a leitura desta obra encanta, mas sobretudo abre novos horizontes de leitura, de releituras e de interpretações, de maneira única, como bem nos traduz o inusitado e paradoxal título do livro “Carnaval dos Mortos”.

*Emídia Ferreira Alves Pereira é especialista em Língua Portuguesa e Literatura, colaboradora das esferas pública, estadual e municipal como professora de Língua Portuguesa.

 

  • Jorge Vieira
  • 16/jan/2019

Prefeito Edivaldo realiza visita de cortesia ao presidente da Câmara Municipal, Osmar Filho

O prefeito Edivaldo Holanda Júnior realizou visita de cortesia ao presidente da Câmara de Vereadores de São Luís, Osmar Filho, na tarde desta quarta-feira (16). A reunião, que teve como foco o estreitamento das relações entre os poderes Legislativo e Executivo, contou com presença de parlamentares de vários partidos e de secretários municipais.

Durante a visita o prefeito Edivaldo reforçou a importância da parceria entre o Executivo e Legislativo. “O intuito desta visita é o importante reforço e estreitamento das relações entre as duas instituições e o compromisso de uma gestão que será parceira, tendo como objetivo a execução de significativas políticas públicas visando sempre o bem-estar da população da nossa cidade”, destacou o prefeito Edivaldo que estava acompanhado dos secretários municipais Pablo Rebouças (Governo), Ivaldo Rodrigues (Relações Parlamentares) e Jota Pinto (Articulação Política).

O gestor acrescentou ainda que a união dos poderes tem reflexo em melhorias para toda a população. “Estamos aqui para reforçar ainda mais essa parceria. Desejamos que o vereador e agora presidente desta Casa, Osmar Filho, a conduza com sabedoria e um olhar sensível para as questões sociais que afetem diretamente a população”, enfatizou Edivaldo.

“Agradecemos a presença do prefeito Edivaldo Holanda Júnior neste momento em que esta Casa Legislativa se prepara para novo ciclo. Tratamos de assuntos que dizem respeito direito à população e refletem em melhorias para a cidade e fortalecimento da relação entre a Prefeitura e a Câmara de Vereadores”, pontuou o vereador e presidente da Casa, Osmar Filho que tomou posse no cargo dia 1º de janeiro de 2019.

Na ocasião, prefeito e parlamentares debateram propostas que podem ser executadas nas áreas da saúde, educação, mobilidade urbana, valorização do Centro Histórico, entre outros. “Nesta relação de harmonia, sendo cada poder em sua área de atuação e respeitando a independência de cada um, darão sua contribuição para que tenhamos uma São Luís cada vez mais desenvolvida”, reforça Osmar Filho.

O secretário municipal de Governo, Pablo Rebouças, enfatizou a importância do momento para que prossigam as ações em benefício da população. “Uma nova gestão inicia na Câmara que sempre teve boa relação com a Prefeitura, pontuada pela harmonia dos poderes, sendo que ambas as instituições têm o mesmo objetivo que é o melhor para a população e a cidade. E é buscando cada vez mais o diálogo e a aproximação entre estes poderes, que são independentes, que juntamos força e geramos um cenário bem mais propositivo para a cidade”, disse o secretário.

Presentes ainda ao encontro estavam os vereadores Francisco Carvalho, do PSL (primeiro secretário da Câmara); Francisco das Chagas Lima e Silva, o Chaguinhas, do PP (segundo secretário da Câmara); Marcelo Poeta, do PCdoB; Paulo Victor, do PROS; Concita Pinto, do Patriota; e Edson Oliveira Gaguinho, do PHS; e o diretor-geral da Câmara, Marco Lucas.

  • Jorge Vieira
  • 16/jan/2019

Chapa Humberto Coutinho lança a candidatura de Erlânio a Presidência da Famem

A chapa Humberto Coutinho lançou oficialmente, nesta tarde de quarta-feira (16), durante reunião no Hotel Rio Poty Hotel,  a candidatura do prefeito de Igarapé Grande, Erlânio Xavier (PDT), à presidência da Federação dos Municípios do Maranhão (Famem). Antes de reunir os chefes de Executivos municipais, Erlânio concedeu coletiva na qual reafirmou o não cumprimento do acordo no qual  o atual presidente da Famem, Cleomar Tema, se comprometeu com o grupo que o elegeu não disputar a reeleição.

Ao lado dos prefeitos Juran Carvalho (Presidente Dutra), Erick Costa (Barra do Corda) e Carla Batista (Vila Nova dos Martírios), Erlânio reafirmou sua candidatura e adiantou que a chapa está aberta para conversações, inclusive com Tema, caso ele resolva declinar da candidatura e cumpra o acordo firmado na presença de um grupo de prefeitos de não disputar a reeleição. A reunião que deliberou pelo apoio a Cleomar Tema na última eleição foi confirmada pelos prefeitos  Erick e Juran, que estavam presentes.

O candidato da chapa Humberto Coutinho, ao ser questionado sobre o apoio do Palácio dos Leões, deixou claro que em nenhum momento o governador tentou interferir na sucessão da entidade, até porque os dois candidatos são aliados do Governo Flávio Dino.

Como candidato a presidente da Famem, Erlânio defendeu transparência na aplicação dos recursos, assim como anunciou uma série de propostas que pretende colocar em prática na direção da Federação dos Municípios. “Os associados precisam saber como os recursos arrecadados são investidos e benefício dos gestores municipais”, defendeu.

Entre as prioridades do seu plano de administrativo consta a construção da sede própria em terreno já doado pelo Governo do Estado, criação de subsede na região tocantina e reativar a Escola de Gestão Municipal que encontram com suas atividades paralisadas. O ex-presidente da Famem, Gil Cutrim, antecessor de Tema, lamentou o fechamento da Escola de Gestão a parabenizou  Erlânio pela iniciativa de reativá-la.

  • Jorge Vieira
  • 16/jan/2019

Ex-prefeita de Paraibano é condenada por ato de improbidade administrativa

Ex-prefeita de Paraibano, Aparecida Furtado foi condenada por improbidade

Atendendo solicitação do Ministério Público Federal (MPF) no Maranhão, a Justiça Federal a condenou a ex-prefeita do município de Paraibano (MA), Maria Aparecida Queiroz Furtado, e o ex-tesoureiro do município, José Ubiratan Lima Ferro Filho, por conta de irregularidades na aplicação de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) em 2008.

O MPF destaca que, enquanto gestores do município, transferiram da conta-corrente do Fundeb para outras contas-correntes do mesmo município, a importância de R$ 280.270,01, referentes a oito cheques assinados por eles, nominais à prefeitura. Essas transações aconteceram nos últimos dias de 2008, próximo ao fim do mandato de Maria Aparecida Queiroz Furtado.

Diante disso, a Justiça Federal determinou que Maria Aparecida Queiroz Furtado, e José Ubiratan Lima Ferro Filho tenham os direitos políticos suspensos pelo prazo de cinco anos e sejaproibidode contratar com o Poder Público ou receber benefícios fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, pelo prazo de três anos. Devem ainda pagar multa civil no valor de R$5.000,00. 

  • Jorge Vieira
  • 16/jan/2019

“Prefiro o caminho escolhido pelo governador, que ao invés de liberar armas, premia policiais que retiram armas de circulação”, diz deputado

Em contraponto ao decreto assinado por Jair Bolsonaro na última terça-feira (15), que facilita a posse de armas de fogo, o deputado federal Rubens Pereira Jr (PCdoB-MA) afirmou que prefere o caminho escolhido pelo governador do Maranhão, Flávio Dino. “Ao invés de liberar armas para ‘todo mundo’, a prioridade é desarmar os bandidos”, disse.

O parlamentar referiu-se à uma Medida Provisória, assinada em 2016 pelo governador, que premia policiais civis e militares do Estado do Maranhão por apreensão de armas de fogo. A iniciativa faz parte do Programa Pacto Pela Paz, que tem como objetivo a difusão de práticas para a redução da violência e a afirmação de uma cultura de respeito às leis e aos direitos humanos.

“A premiação estimula a polícia maranhense ao combate à criminalidade, sobretudo no quesito desarmamento. Cada arma de fogo capturada por policial militar ou civil rende ganho extra ao agente de segurança pública”, destacou o deputado do Maranhão.

O valor por apreensão varia entre de R$ 300 a R$ 1.500, levando em consideração o potencial lesivo da arma e as circunstâncias em que ela foi apreendida. Armas de fogo curtas, como .38, por exemplo, possibilitam premiação no valor de R$ 300; pistolas .380 chegam a R$ 500; armas .40, de calibre superior ao doze ou armas de fogo dissimuladas, R$ 800; fuzis automáticos, semiautomáticos e metralhadoras ou explosivos de uso exclusivo das Forças Armadas e de Segurança Pública, a premiação é de R$ 1.500 por arma.

“Outra premiação – com frequência anual – foi estabelecida para os policiais que tiverem maior recorrência de apreensões: são R$ 20 mil para cada um dos três melhor ranqueados”, complementou Rubens Jr.

Ao longo de 2016 foram apreendidas 753 armas de fogo no Maranhão. Em 2017, o número mais que dobrou, chegando a um total de 1.762 armas tiradas das mãos de bandidos. Desse total, 338 foram apreendidas pela Polícia Civil; e 1.458 mil, pela Militar. Os números de 2018 ainda não foram divulgados.

Pacto pela Paz – O Governo do Maranhão tem se empenhado desde 2015 na reestruturação do sistema de segurança pública e um dos passos foi a implantação do Pacto pela Paz, que abriu espaço para participação popular no planejamento das ações de combate à criminalidade. O Pacto pela Paz desenvolve ações de promoção do bem-estar da população através da efetivação de uma polícia de proximidade e tem como objetivo o fomento à cultura da paz social, dos direitos humanos e do respeito às leis.

Enquanto a criminalidade cresce no País, o Estado reduziu os homicídios em 62% na Grande São Luís, em comparação com 2014. O Estado chegou à marca recorde de 15 mil policiais. Nove mil profissionais foram promovidos. Mais de mil viaturas foram entregues.

  • Jorge Vieira
  • 16/jan/2019

Flávio Dino alfineta Sérgio Moro na Globo News: “é preciso cuidar de problemas reais em vez de praticar populismo”

Nesta quarta-feira (16), em entrevista ao vivo na Globo News, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), mandou uma indireta ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro.

Ao ser perguntado sobre o que acha da inclusão de ações criminosas como os recentes ataques no Ceará na Lei Antiterrorismo (medida apoiada por Sérgio Moro), Dino rechaçou a possibilidade de que alterações nas leis devam garantir redução nos índices de criminalidade e criticou o “populismo” por trás disso.

“Não podemos praticar um certo populismo achando que apenas mudar as leis vai garantir a redução da criminalidade. Em vez de cuidar de populismos ou demagogias, coisas puramente retóricas, simbólicas é preciso cuidar dos problemas reais”, disparou.

“Nenhum criminoso faz conta de pena antes de praticar um crime. Ele não vai consultar o Código Penal pra saber a capitulação da sua conduta e calcular a sua pena”, completou o governador.

Para Flávio Dino, a questão central da segurança pública no Brasil é a gestão do setor. Ele aposta no incremento da Guarda Nacional para ajudar os Estados em momentos de crise – aos moldes do sistema adotado em países como os Estados Unidos e o Canadá – e o enxugamento de gastos com as Forças Armadas, que, na avaliação do governador, não tem treinamento técnico para “praticar atos de polícia”.

Dino elencou como prioridade ações em defesa das fronteiras nacionais e elogiou o Sistema Único de Segurança Pública, criado pelo ex-ministro da Justiça, Raul Jungmann.

“Uma escola é mais eficaz” – Assim como Sérgio Moro, Dino também é ex-juiz federal – o governador maranhense passou em primeiro lugar no mesmo concurso em que Moro foi aprovado -, mas ao contrário do ex-titular da Lava Jato, que é defensor do endurecimento das penas, Dino já chegou a afirmar que “uma escola é mais eficaz do que direito penal do terror”.

  • Jorge Vieira
  • 16/jan/2019

Abstinência do poder faz MDB viver crise sem fim no Maranhão

João Alberto e Hildo Rocha lutam pelo comando do MDB no Estado

A tentativa do grupo ligado ao senador João Alberto passar para a população de que o clima no MDB é de unidade e que tudo já estaria resolvido com a ascensão do deputado João Marcelo à presidência estadual do partido, tendo como vice seu companheiro de bancada Hildo Rocha, foi desmascarada nesta quarta-feira (16) pelo próprio Hildo ao negar existência de acordo e confirmar sua candidatura a presidente da legenda.

Segundo o deputado Hildo Rocha declarou ao blog Minuto Barra,  “Não existe acordo. Sou candidato à presidência do diretório regional do MDB maranhense. As informações divulgadas por alguns blogs é fantasiosa”, afirmou o parlamentar, que trava com o senador João Alberto um verdadeira queda de braço pelo comando da legenda no Estado.

Rocha, inclusive, rechaçou qualquer possibilidade de compor como vice de João Marcelo. “Essa possibilidade nunca chegou a ser cogitada. Quando estivemos reunidos para tratar sobre a eleição, o deputado João Marcelo foi taxativo ao dizer que não pretende concorrer porque, no seu entendimento, caso ele sucedesse o seu pai, o Senador João Alberto, ficaria parecendo continuidade da atual gestão. João Marcelo chegou a afirmar que o MDB não é capitania hereditária. Portanto, a informação é fantasiosa, totalmente mentirosa”, observou o parlamentar.

Quando o partido tinha o comando do Estado, Roseana ou seu pai, o velho cacique José Sarney, davam um murro na mesa se nomeavam ou indicavam um preposto para presidir a legenda robusta de prefeitos, deputados e lideranças políticas, sem o controle do Palácio dos Leões perdeu força, definhou e saiu das urnas em 2018 como legenda nanica, com seus líderes desmoralizados e sem moral para pacificar o ambiente tumultuado.

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