A eleição para as duas cadeiras que estarão em disputa no Senado chama atenção pela guerra que vem sendo travada nos bastidores pela indicação dos suplentes dos candidatos que aparecem bem situados nas pesquisas e que são apontados como favoritos.
Como cada candidato tem que registrar dois suplentes, a briga tem sido pela indicação dos suplentes daqueles candidatos que possuem maiores chances de vitória.
A maior disputa ocorre na aliança que sustentará o projeto de reeleição do governador Flávio Dino, onde DEM, PP e PT brigam pela indicação do primeiro suplente do candidato Weverton Rocha (PDT).
Os três partidos que disputam a primeira suplência na aliança dinista poderiam combinar e indicar dois suplentes da candidata Eliziane, mas o PT não admite apoiar a parlamentar e DEM e PP preferem Weverton por conta do favoritismo.
No campo da oligarquia, o candidato Sarney Filho já tem assegurado a primeira suplência para o ex-deputado Clovis Fecury, enquanto Edison Lobão deve confirmar o filho Edinho, mas ainda falta decidir o segundo suplente.
O ex-governador José Reinaldo Tavares (PSDB), que ensaiou chamar Dedé Macedo para compor uma das vagas de suplente, pelo visto desistiu e deve deixar essa questão para o partido decidir.
Apesar das indefinições, os partidos ou coligações terão que decidir até o dia 05 de agosto, data limite estipulada pela Justiça Eleitoral para definição das chapas.
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