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Brandão deve reunir com Edinho Silva na próxima semana para definir situação do PT no Maranhão

O governador Carlos Brandão (sem partido) prepara viagem à Brasília para tratar com o presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Edinho Silva, sobre a posição real da legenda no Maranhão para o pleito majoritário que se aproxima e que exige definições. O dirigente petista, assim como o presidente nacional do MDB, deputado Baleia Rossi, já descartaram aliança das duas siglas no estado, mas o mandatário maranhense quer saber se a situação é irreversível

A partir de próxima semana, quando já deve ter passado a ressaca do carnaval, a classe política, provavelmente, retornará às articulações políticas visando as eleições de 2026 e o assunto mais urgente, sem dúvida, será a definição sobre a possibilidade de aliança do PT com o MDB da família do governador Carlos Brandão e que tem como candidato ao Governo do Estado o secretário de Assuntos Municipalistas de governo, Orleans Brandão.

O mandatário maranhense quer definir com Edinho Silva se ainda é possível juntar os dois partidos no mesmo palanque de Lula no Maranhão, após a crise que abalou as estruturas da aliança articulada em 2014 pelo ex-governador Flávio Dino, vencedora das últimas três eleições. Segundo comentam nos bastidores da sucessão, em caso do dirigente petista manter o veto à candidatura de Orleans, o governador deverá propor a neutralidade do presidente.

Edinho Silva e o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, já declararam que os partidos não estarão no mesmo palanque, ao contrário de eleições anteriores em que a junção das duas legendas motivou até intervenção no diretório estadual, como ocorreu em 2010, quando os petistas foram obrigados a coligar com Roseana Sarney após o congresso do partido ter aprovado aliança com Flávio Dino. Em 2018, oficialmente o PT se aliou a Edinho Lobão (MDB) e Lula se manteve neutro. Lobão foi triturado nas urnas por Dino, que venceu no primeiro turno.

Durante festa que comemorou os 46 anos de fundação do PT, em Salvador, Edinho Silva comunicou ao militantes maranhenses o veto da direção nacional à candidatura de Orleans, hoje considerada irreversível pelo governador e aliados mais próximos e motivo da discórdia que abalou a aliança entre aliados do ex-governador Flávio Dino e apoiadores do governo.

O PT tem como pré-candidato o vice-governador Felipe Camarão, que conta com o apoio dos partidos de centro esquerda e esquerda, a exemplo de PSB e PCdoB, e exige o cumprimento de um suposto acordo que teria sido firmado em 2022 no qual Brandão teria se comprometido a passar o governo para o PT e concorrer ao Senado, promessa que estaria sendo ignorada agora pelo governador.

Diante do impasse que coloca hoje em campos opostos PT e MDB no Maranhão, a alternativa que está sendo ventilada no Palácio dos Leões será propor a neutralidade do presidente, oferendo em troca o apoio de prefeitos, deputados, doze partidos e todas a estrutura do grupo que forma a base de sustentação do governo. Em contrapartida Lula se absteria de declarar voto e fazer campanha para candidato a governador no Maranhão.

È bom lembrar, no entanto, que esta solução pretendida pelo Palácio dos Leões em nada agrada uma ala do PT e dirigentes dos partidos que estão engajados na pré-campanha de Felipe Camarão.

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