O ex-prefeito João Castelo, responsável por uma das administrações mais desastradas da história da cidade, ganhando apenas da administração deplorável da esposa e ex-prefeita Gardênia Ribeiro Gonçalves, vira e mexe insinua uma suposta candidatura a prefeito de São Luís, mas que, na realidade, não passa de estratégia para se manter no noticiário e não ser esquecido por conta de sua inércia no exercício do mandato de deputado federal.
Sem espaço garantido no PSDB para tentar o retorno à prefeitura, Castelo logo tratou de criar um factoide e espelhar que um encontro que teve com o vereador Fábio Câmara teria por finalidade convidá-lo para ingressar no PMDB e disputar a sucessão municipal como representante do grupo Sarney. Tudo, no entanto, foi logo desmascarado pelo presidente do partido, senador João Alberto de Sousa, o “Carcará”, que descartou qualquer possibilidade neste sentido.
Conforme publicaram blogs locais, Alberto foi curto e grosso ao rechaçar a filiação de João Castelo ao PMDB. E para que não restasse a menor dúvida, emendou: “Não existe isso, está descartada essa hipótese do Castelo no PMDB”, afirmou o senador a interlocutores.
Sinceramente considero muita cara de pau de Castelo, depois de tudo que fez, ou melhor, do não fez ou fez obra com material de péssima qualidade que não resistiu às primeiras chuvas e desceu água a baixo, ainda falar em ser candidato. Será que esse cidadão, que acabou de ser posto pra fora da prefeitura por ser um péssimo administrador, não se enxerga?
São Luís, pelo visto, resolveu se livrar de políticos ultrapassados, fora de time e o primeiro a ser descartado foi ele em 2012 quando levou uma surra de votos da população da capital e só conseguiu se eleger deputado federal na rabeira. Já em 2014 os maranhenses acabaram com a última oligarquia existente no país; agora são os partidos que resolveram manter distância de João Castelo.
Não deixa de ser um boa providência!
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