Em meio a pandemia que assusta a população e adia reuniões política por conta os agravamento da crise sanitária, os bastidores fervilham e vive a expectativa de pelo menos quatro troca de filiações partidárias: Flávio Dino (PCdoB), Edivaldo Holanda Júnior (deixou o PDT), Roberto Rocha (de saída do PSDB) e Felipe Camarão (DEM).
Pré-candidato ao governo do estado, o ex-prefeito de São Luís Edivaldo Holanda Junior, que deixou o PDT por conta de sua pretensão de concorrer ao Palácio dos Leões em 2022, teve formalizado oficialmente o convite do PSD para representar o partido na sucessão estadual, mas, até hoje continua estudando a proposta e nada fala sobre o assunto.
Bem situado nas pesquisas de opinião pública, Edivaldo avalia cenários antes de decidir por qual legenda concorrerá ao governo uma vez que existem outras propostas de filiação. O ex-prefeito possui potencial eleitoral e tem todas as condições de se tornar uma via alternativa, numa disputa que ainda não indica polarização
Se existe muita expectativa quanto ao futuro partidário de Edivaldo, o destino do secretário de Educação do Governo, Felipe Camarão, atualmente filiado ao Democratas, também desperta curiosidade pelo assédio que tem sofrido do Partido dos Trabalhadores. Dirigentes do PT esperam resposta ao convite que fizeram para ele mudar de legenda.
Já o senador Roberto Rocha, que foi obrigado a devolver o comando do PSDB ao vice-governador Carlos Brandão por conta da sua fidelidade ao presidente Jair Bolsonaro e falta de afinidade com as orientações políticas dos dirigentes tucanos para 2022, deve seguir o caminho do Capitão Cloroquina e se filiar, provavelmente, ao Patriota.
A grande expectativa, no entanto, gira em torno da resposta que o governador Flávio Dino dará ao convite do PSB. Considerado a maior liderança nacional do PCdoB, Dino deve decidir ainda em junho ou, no máximo, até julho se continua filiado onde está ou aceitar trilhar novo caminho.
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