Logo Blog
aplikasitogel.xyz hasiltogel.xyz paitogel.xyz
Autor: Jorge Vieira
  • Jorge Vieira
  • 24/jul/2026

Datafolha: Lula tem 48% contra 43% de Flávio Bolsonaro no segundo turno

Nova pesquisa do Instituto Datafolha mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 48% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), que aparece com 43%. Divulgado pela Folha de S.Paulo, o levantamento indica vantagem numérica do petista, mas também revela estabilidade na disputa presidencial em relação aos resultados de junho.

No cenário estimulado de primeiro turno, Lula alcança 40% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 32%. A diferença entre os dois é de oito pontos percentuais. A comparação direta com a rodada anterior, contudo, é limitada pela alteração da lista apresentada aos entrevistados, que passou a reunir 12 pré-candidatos.

Quando são considerados apenas os votos válidos — cálculo que exclui respostas em branco, nulas ou destinadas a nenhum candidato —, Lula aparece com 45%, ante 36% de Flávio. O presidente ainda não alcança os 50% mais um voto necessários para vencer no primeiro turno.

O resultado deve ser interpretado com cautela porque 8% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco, anulariam ou não escolheriam nenhum dos nomes apresentados. Esse porcentual costuma diminuir à medida que a eleição se aproxima. Outros 3% declararam estar indecisos.

Demais candidatos ficam distantes dos líderes

Os outros nomes testados aparecem em um bloco distante de Lula e Flávio e estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro. Ronaldo Caiado (PSD) registra 4%, enquanto Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão) têm 3% cada.

Augusto Cury (Avante) aparece com 2%. Samara Martins (UP), Cabo Daciolo (Mobiliza) e Rui Costa Pimenta (PCO) marcam 1% cada. Heitor Dias (PSTU), Edmilson Costa (PCB) e Leonardo Avalanche (PRTB) não pontuaram.

A distância em relação aos demais concorrentes reforça a concentração da corrida presidencial entre o atual presidente e o senador do PL. Esse movimento também é identificado na pesquisa espontânea, quando os entrevistados respondem sem receber uma lista de candidatos.

Nesse modelo, Lula é citado por 30% dos eleitores, enquanto Flávio Bolsonaro é lembrado por 17%. Embora o resultado consolide o senador como principal adversário do petista, os números permanecem estáveis desde maio.

A candidatura de Flávio deverá ser formalizada pelo PL em convenção marcada para sábado (25).

Lula também vence Caiado e Zema no segundo turno

O Datafolha testou Lula contra outros dois possíveis adversários em cenários de segundo turno. O presidente venceria Ronaldo Caiado por 47% a 40%. Contra Romeu Zema, a vantagem seria de 48% a 40%.

Os resultados também apresentam estabilidade na comparação com junho. Apesar da liderança, Lula permanece próximo de Flávio Bolsonaro nos índices de rejeição, um dos principais obstáculos para ambos durante a campanha.

Segundo a pesquisa, 48% dos entrevistados afirmam que não votariam em Flávio de maneira alguma. Lula é rejeitado por 46%. Nenhum dos demais pré-candidatos supera 13% nesse indicador.

A combinação entre intenção de voto e rejeição mostra uma disputa polarizada, na qual os dois principais nomes possuem bases eleitorais consolidadas, mas enfrentam dificuldades para ampliar seu alcance junto a segmentos resistentes às respectivas candidaturas.

Crises políticas não alteram substancialmente a disputa

O levantamento foi realizado após uma nova sequência de problemas políticos envolvendo a campanha de Flávio Bolsonaro. Apesar da repercussão dos episódios, os resultados sugerem impacto limitado sobre as intenções de voto no segundo turno.

Entre os assuntos que pressionaram o senador estão suas relações próximas com Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, e a investigação sobre recursos fornecidos pelo empresário para financiar o filme “Dark Horse”, produzido em torno da trajetória de Jair Bolsonaro.

A campanha também enfrentou uma crise familiar após Michelle Bolsonaro divulgar, há cerca de um mês, um vídeo no qual acusou Flávio de tratá-la mal e considerá-la dispensável. A ex-primeira-dama deixou o comando do PL Mulher e colocou em dúvida sua candidatura ao Senado pelo Distrito Federal.

A reação inicial de Flávio foi afirmar que não tratava mal as mulheres. Posteriormente, diante da cobrança de Michelle, o senador publicou uma retratação na quinta-feira (23). A ex-primeira-dama respondeu com um novo vídeo e aceitou as desculpas.

O episódio ganhou relevância eleitoral porque o desempenho de Flávio é mais fraco entre as mulheres. Nesse segmento, que corresponde a 52% da amostra, Lula registra 50% das intenções de voto em um segundo turno, contra 40% do senador.

A sucessão de controvérsias também dificultou a formação da chapa de Flávio, diante da resistência de potenciais aliados em aceitar a vaga de vice.

Tarifaço e críticas às urnas entram na campanha

O período entre as duas pesquisas também coincidiu com a retomada de medidas tarifárias de Donald Trump contra o Brasil. O tema é sensível para a família Bolsonaro devido ao apoio dado, no ano anterior, a sanções destinadas a pressionar o Supremo Tribunal Federal durante o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Lula voltou a explorar o discurso de defesa da soberania nacional, estratégia que já havia produzido ganhos políticos para o governo na primeira rodada de medidas punitivas. Flávio posicionou-se contra o novo tarifaço, mas argumentou que a iniciativa poderia beneficiar eleitoralmente o presidente.

Os entrevistadores também foram às ruas um dia após o senador apresentar a diplomatas estrangeiros informações falsas sobre as urnas eletrônicas. A conduta reproduz uma linha de contestação do sistema eleitoral adotada anteriormente por Jair Bolsonaro.

Nordeste, baixa renda e católicos favorecem Lula

A distribuição das intenções de voto por grupos sociais mantém os padrões identificados nas rodadas anteriores. Lula obtém seus melhores resultados entre os eleitores do Nordeste, os brasileiros de menor renda, as pessoas com menos escolaridade e os católicos.

No primeiro turno, o presidente registra 55% entre os nordestinos, grupo que representa 28% da população pesquisada. Entre os eleitores com menor escolaridade, alcança 51%. Esse segmento corresponde a 30% da amostra.

Lula também tem 47% entre os brasileiros mais pobres, que representam metade dos entrevistados, e 46% entre os católicos, parcela equivalente a 49% da amostra.

Flávio Bolsonaro apresenta desempenho mais forte entre os eleitores que recebem de dois a cinco salários mínimos, com 38%; na região Sul, onde alcança 41%; e entre os evangélicos, grupo no qual registra 47% das intenções de voto.

O Datafolha entrevistou 2.004 eleitores em 139 municípios entre quarta-feira (22) e quinta-feira (23). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-01166/2026. (247)

  • Jorge Vieira
  • 23/jul/2026

Lula grava vídeo em apoio a reeleição da senadora Eliziane Gama

A senadora Eliziane Gama (PT) voltou a se reunir nesta quinta-feira (23) com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante o encontro, Lula reafirmou o apoio à sua pré-candidatura à reeleição ao Senado e gravou uma mensagem contundente em defesa de seu projeto político.

O vídeo será divulgado nas próximas horas nas redes sociais da senadora, reforçando o apoio do presidente à sua caminhada rumo às eleições de 2026.

A parlamentar é vice-líder do governo no Senado e mostrou ao longo do mandato lealdade ao presidente que busca também a reeleição e é considerado o maior cabo eleitoral do estado por tudo que tem feito para ajudar o Maranhão.

Elziane é considerada prioridade no Maranhão e deve ter do presidente Lula todo o apoio que necessita para renovar o mandato pelo seu desempenho em defender as políticas do governo federal no Congresso Nacional.

Que também está em Brasília nesta quinta-feira é o candidato do PT ao governo do estado, Felipe Camarão.  Teve uma reunião com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, para discutior a estretágia de campanha no Maranhão, incluindo a participação do presidente Lula em seu palanque

  • Jorge Vieira
  • 22/jul/2026

Articulações agitam os bastidores das eleições 2026

O Blog Jorge Vieira faz um apanhado geral sobre os últimos acontecimentos que agitaram os bastidores das eleições 2026, começando pela reviravolta em torno da pré-candidatura ao Senado do deputado federal Duarte Junior e as tentativas de tira-lo do pleito, assim como outros fatos que estão com o martelo batido ou nuito próximos de serem concretizados, Vamos aos fatos.

Reviravolta

Depois de enfrentar dificuldades para viabilizar sua candidatura ao Senado, inclusive com a negativa do Avante em oferecer legenda para a disputa, o deputado federal Duarte Júnior voltou a colocar seu nome no páreo.

Na noite de ontem, ele publicou em suas redes sociais que será candidato ao Senado, sinalizando que continua na corrida por uma das vagas em 2026. Durante a manhã destq terça-feira (21), aliados seus foram às ruas denunciar a perseguição e cobrar a manutenção de sua candidatura.

Camarão em Brasília

O pré-candidato do PT ao Governo do Maranhão, Felipe Camarão, está em Brasília cumprindo uma agenda de articulações políticas. Segundo aliados, ele pretende concluir as definições da chapa majoritária que disputará as eleições estaduais de 2026.

Nesta quinta-feira, Felipe Camarão terá uma reunião com o presidente nacional do PT para discutir a estratégia da campanha no Maranhão, incluindo a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em seu palanque durante o processo eleitoral.

Candidato da direita

O ex-senador Roberto Rocha aguarda para esta quinta-feira uma possível decisão do ministro Nunes Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sobre seu pedido de deferimento de sua filiação ao PRTB com efeitos retroativos a 4 de abril. Segundo fontes próximas ao ex-parlamentar, caso obtenha uma decisão favorável, Roberto Rocha poderá disputar o Governo do Maranhão em 2026.

A avaliação é de que sua candidatura teria potencial para consolidar um palanque no estado para a direita, especialmente para uma eventual candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro, diante da saída de Lahesio Bonfim da disputa pelo governo.

Essa movimentação pode alterar o cenário político maranhense e ampliar as opções do eleitorado conservador nas eleições de 2026.

Martelo batido

Está tudo pronto para a convenção que oficializará a candidatura de Orleans Brandão (MDB) ao Governo do Maranhão, no próximo sábado. O evento reunirá os partidos da frente ampla que sustentam sua candidatura e marcará a apresentação oficial do candidato a vice-governador, Edvaldo Holanda, além dos candidatos proporcionais da coligação.

A convenção também deverá contar com a presença dos candidatos ao Senado que compõem a chapa majoritária: a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) e o senador Weverton Rocha (PDT). A expectativa é de uma grande mobilização política, com a participação do governador Carlos Brandão, prefeitos, parlamentares, lideranças de diversas regiões do estado e militantes dos partidos aliados, consolidando o início oficial da campanha e movimentando o cenário político maranhense. ‎

Próximo de definir

O deputado federal Juscelino Rezende reuniu, nesta semana, lideranças e pré-candidatos da Federação PSDB/Cidadania para discutir o posicionamento do grupo nas eleições de 2026.

Durante o encontro, informou que a federação mantém diálogo aberto com todas as forças políticas. No entanto, segundo apuração, o cenário foi reduzido a duas possibilidades: permanecer independente no primeiro turno ou firmar aliança com o PSD, liderado pelo ex-prefeito Eduardo Braide.

Poder rever

A articulação que rifou a candidatura de Pedro Lucas ao Senado teria deixado a direção nacional do União Brasil bastante chateada com o governador Carlos Brandão (MDB), que havia garantido publicamente que uma das vagas na coligação seria destinada ao partido.

Segundo informações de bastidores, por conta da “puxada de tapete”, a cúpula dirigente do União não descarta a possibilidade da retirada de apoio a Orleans; Pedro Lucas, entanto afirma que se mantém fiel ao projeto do Palácio dos Leões.

Segundo seu pai, o experiente  prefeito de Arame Pedro Fernandes, Pedro Lucas toparia tudo, menos o suicídio político. O projeto do deputado agora é tentar a reeleição.

  • Jorge Vieira
  • 20/jul/2026

Pedro Lucas deve desistir de concorrer ao Senado

Segundo apuração do Pod Martelo Batido, o pré-candidato ao Senado Pedro Lucas Fernandes (União Brasil) deverá desistir da disputa e concorrer a deputado federal. Com isso, a ex-governadora e deputada federal Roseana Sarney (MDB) deverá compor a chapa ao Senado ao lado de Weverton Rocha (PDT), na coligação do candidato ao governo Orleans Brandão (MDB).

Se confirmado a articulação, será mais uma reviravolta na corrida ao Senado, com implicações nas eleições proporcionais. Paulo Cazé, irmão de Pedro Lucas, que era tido como pré-candidato a deputado federal, deverá concorrer a um mandato de deputado estadual. Já Maria Fernanda, filha do empresário Fernando Sarney, que era pré-candidata a deputada estadual deverá ser a primeira suplente de Roseana Sarney.

É bom lembrar que o prazo para as realização das convenções partidárias teve início nesta segunda-feira (20) e vai até o cinco de agosto. O MDB realizará sua convenção para bater o martelo sobre candidaturas majoritárias e proporcionais dia 25 próximo, até lá ainda tem muita água para correr por debaixo dessa ponte.

  • Jorge Vieira
  • 20/jul/2026

Estadão vê “chance de ouro” para direita descartar Flávio Bolsonaro

O jornal O Estado de S. Paulo afirma, em seu editorial desta segunda-feira, que a direita brasileira vive uma “chance de ouro” para romper com o protagonismo da família Bolsonaro e construir uma candidatura alternativa para a eleição presidencial de 2026. Segundo o jornal, os sinais de enfraquecimento da candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) representam uma oportunidade para que o campo conservador se reorganize em torno de um projeto que vá além do bolsonarismo.

Na avaliação do Estadão, pesquisas recentes indicam que Flávio Bolsonaro enfrenta dificuldades para ampliar sua base eleitoral e permanece restrito ao núcleo mais fiel do eleitorado bolsonarista. Ao mesmo tempo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteria uma posição confortável na disputa por ocupar a Presidência da República, contar com maior visibilidade e preservar uma base política consolidada.

O editorial sustenta que, embora Jair Bolsonaro continue apostando na candidatura do filho para preservar o capital político da família, os indicadores eleitorais mostram um processo de desgaste que coloca em dúvida a viabilidade do projeto.

Candidatura enfrenta dificuldades

Segundo o Estadão, Flávio Bolsonaro não tem conseguido conquistar segmentos além do eleitorado tradicionalmente identificado com o bolsonarismo.

O jornal observa que o senador enfrenta resistências inclusive dentro do campo da direita, onde cresce a avaliação de que sua candidatura apresenta limitações para enfrentar Lula em uma disputa nacional.

Além das dificuldades apontadas pelas pesquisas, o editorial menciona problemas internos na campanha, divergências entre aliados e conflitos familiares que, na visão do jornal, contribuem para enfraquecer o projeto presidencial.

Para o Estadão, a soma desses fatores torna mais difícil a construção de uma ampla coalizão em torno do nome de Flávio Bolsonaro.

Renovação da direita

O jornal argumenta que o momento representa uma oportunidade para a direita reorganizar seu campo político sem depender da família Bolsonaro.

Na avaliação do editorial, o objetivo não deveria ser apenas disputar a Presidência contra Lula, mas também apresentar um programa capaz de promover reformas e ampliar a capacidade de diálogo com diferentes setores da sociedade.

O Estadão afirma que uma candidatura de centro-direita poderia reunir apoios hoje dispersos e reduzir o grau de polarização que marca a política brasileira nos últimos anos.

Segundo o jornal, insistir na candidatura de Flávio Bolsonaro significaria desperdiçar essa oportunidade de renovação.

Lula aparece em posição favorável

Ao analisar o cenário eleitoral, o editorial ressalta que Lula parte de uma posição privilegiada por exercer a Presidência da República.

Na visão do Estadão, a visibilidade do cargo, a estrutura administrativa do governo e a consolidação de sua base política tornam o presidente um adversário difícil de ser enfrentado.

Por isso, argumenta o jornal, a oposição precisaria apresentar um candidato capaz de ampliar seu eleitorado para além do núcleo mais ideológico da direita, condição que, segundo a avaliação editorial, Flávio Bolsonaro ainda não demonstrou possuir.

Debate sobre o futuro da oposição

O editorial se soma a um conjunto de análises publicadas nas últimas semanas que discutem o futuro da direita brasileira diante das dificuldades enfrentadas pela pré-candidatura de Flávio Bolsonaro. Nos bastidores, diferentes avaliações apontam para a busca de alternativas capazes de ampliar o diálogo com setores moderados do eleitorado, embora Jair Bolsonaro continue demonstrando apoio público ao filho.

Ao concluir sua análise, o Estadão afirma que o enfraquecimento da candidatura do senador representa uma oportunidade para que a oposição conservadora redefina sua estratégia para 2026, apostando em um projeto político que ultrapasse os limites do bolsonarismo e busque disputar a Presidência com maior capacidade de agregação.

  • Jorge Vieira
  • 20/jul/2026

Rosena entra pra valer na disputa pelo Senado

A corrida ao Senado ganha um capítulo novo. Fontes próximas a ex-governadora e deputada federal Roseana Sarney (MDB) afirmam que ela já bateu o martelo e será candidata a senadora pelo MDB, partido presidido no estado pelo pré-candidato a governador Orleans Brandão, sobrinho do governador Carlos Brandão (MDB).

A decisão já teria sido comunicada ao chefe do Executivo estadual, sendo que o anúncio oficial deverá ocorrer nas próximas horas através de comunicado nas redes sociais. Caso seja confirmado o que já é dado como certo nos bastidores das eleições 2026, serão três candidatos ao Senado na aliança governista: Roseana pelo MDB, Weverton Rocha (PDT) e Pedro, Lucas Fernandes (União Brasil).

A entrada de Roseana no jogo político é possível por conta da falta de sintonia entre PP e União brasil. As duas legendas formam a federação União Progressistas; seus dois líderes no Maranhão são candidatos ao Senado, mas estão em lados opostos na sucessão estadual. O ex-ministro do Esporte André Fufuca (PP) apoia o candidato a governador Eduardo Braide (PSD), enquanto Pedro Lucas Fernandes faz campanha para Orleans Brandão.

Por conta da falta de unidade na federação, tudo indica que a questão será decidida pela direção nacional, que recebe pressão dos dois lados. Fufuca é muito ligado ao presidente nacional do PP Ciro Nogueira, enquanto Pedro Lucas é homem de confiança de Antonio de Rueda, presidente nacional do União Brasil, daí a grande possibilidade da federação declarar neutralidade o que permitirá tanto a Fufuca como Pedro Lucas serem candidatos e ainda abrir uma vaga na chapa de Orleans para Roseana.

Disposta retornar à arena política Roseana intensificou no final de semana articulações políticas, conversando com prefeitos e lideranças de várias regiões do estado para consolidar sua pré-candidatura, que deverá ser confirmada na convenção do MDB. A ex-governadora lidera as pesquisas, é considerada um nome competitivo, apesar do elevado índice de rejeição

  • Jorge Vieira
  • 17/jul/2026

Violência política afasta Duarte da disputa para o Senado

A pré-campanha para o Senado entra em sua reta final com um com um ato de violência política praticada contra o pré-candidato, deputado federal Duarte Junior. O que já vinha sendo comentado nos bastidores da eleição foi confirmado nesta quinta-feira (16) quando o partido Avante comunicou que não dará legenda para que ele concorra a uma das duas cadeiras que estarão em disputa.

A articulação que rifou Duarte da disputa teria sido comandada pelos pré-candidatos Weverton Rocha (PDT) e Pedro Lucas Fernandes (União Brasil), que teriam agido junto a direção nacional do Avante parta vetar e não conceder legenda para o concorrente. Sem legenda, o parlamentar não poderá concorrer, mesmo mostrando ser um nome competitivo.

Duarte encontrou muita dificuldade de encontrar abrigo numa legenda política desde que atuou como vice-presidente da CPMI do INSS, despertando a ira de dirigentes partidários enrolados no maior escândalo de corrupção já visto no país e que lesou milhares de aposentados e pensionistas.

Após tentar filiação em vários partidos e ter as portas fechadas, Duarte Junior finalmente conseguiu abrigo no Avante, que agora, sofrendo suposta pressão de adversários políticos, resolveu lhe retirar o tapete e negar a legenda para concorrer ao Senado.

O ato da direção do Avente provocou reação do vice-governador Felipe Camarão (PT) vice-governador e pré-candidato ao Governo do Maranhão, Felipe Camarão (PT), Em postagem na rede social ele classificou a decisão como de “extrema violência política

1 2 3 2.810

Buscar

aplikasitogel.xyz hasiltogel.xyz paitogel.xyz