A procuradora da Mulher na Assembleia Legislativa, deputada Helena Duailibe (Solidariedade) externou, na sessão da quinta-feita (6), na tribuna, sua preocupação com a aumento dos índices de feminicídio no Brasil e no Maranhão.
Segundo a parlamentar, estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS), revelam que o número de assassinatos no Brasil é de 4,8 para cada 100 mil mulheres, sendo apontada como a quinta maior taxa de feminicídio do mundo.
Ao abordar o tema, Helena registrou apoio aos familiares da jovem Bruna Lícia, vítima do ex-esposo, o soldado da Polícia Militar Carlos Eduardo Nunes Pereira.
“Na condição de titular da Procuradoria da Mulher do Poder Legislativo, quero manifestar minha solidariedade aos familiares da jovem. Ao mesmo tempo, manifesto o meu total repúdio a esse crime hediondo, estendendo a minha indignação às mensagens de apoio veiculadas na mídia como uma tentativa de justificar o ato”, frisou.
O aumento salarial de até 17,5% concedido pelo governador Flávio Dino aos professores da rede pública estadual projetou, ainda mais, o seu nome no cenário da política nacional. E incomodou fortemente toda a oposição no Maranhão, que passou a criar teses das mais disparatadas possíveis para descredibilizar o fato.
Ao anunciar o aumento, por meio das redes sociais, Flávio Dino se consolida como referência nacional quando o assunto é investimento em educação. Além do já conhecido programa Escola Digna, o fato do Maranhão pagar R$ 6,3 mil para professores de 40h, mais que o dobro do piso nacional que é de R$ 2,8 mil, e ser o estado que melhor remunera os docentes no país o coloca em outro patamar.
O Brasil todo se pergunta como o governo de um dos estados mais pobres do país consegue ter o melhor salário para professores entre todos os entes da Federação, e dar aumento em uma conjuntura de crise econômica, em que nem salários estão sendo pagos em dia. O caso só reforça a política prioritária de investimentos educacionais implantada no Maranhão desde que Flávio Dino assumiu o governo.
Mas o aumento parece não ter sido bom para todos. Deputados, imprensa e até senador que fazem oposição ao atual governo tentam descredibilizar, de todas as formas, o feito conseguido pelo Maranhão. Teses absurdas, de todos os jeitos, foram criadas para tentar conter a onda de elogios recebidos por Flávio Dino.
De que o aumento se deve ao ex-governador Jackson Lago, que governou o Maranhão na década retrasada, a que o piso do Maranhão não seria de R$ 6,3 mil, mesmo nenhum professor de 40h recebendo menos do que isso. O pior é que eles usam meia dúzia de professores que fazem oposição ao atual sindicato para dar voz a esses despautérios.
O certo é que o aumento concedido por Flávio Dino aos professores maranhenses foi um tiro mortal na oposição. A reverberação nacional, e o exemplo do Maranhão para todo o Brasil, deixou todos aqueles que vociferam insanidades contra o governo do Estado sem palavras.
Pelos números da última pesquisa do Data Ilha, a eleição na capital, apesar do favoritismo do candidato do Podemos Eduardo Braide, permanece aberta. A grande maioria do eleitorado ainda não entrou em clima de campanha, apenas observa à distância a movimentação de dos políticos que pretendem se submeter ao crivo das urnas em outubro próximo.
É mais do que natural que o deputado Eduardo Braide (Podemos), que disputou a última eleição para prefeito e foi eleito deputado federal em seguida com a maior votação de São Luís, esteja liderando por conta do recall, mas daí dizer que a eleição está decidida a seu favor e muito temerário.
Ninguém discute o favoritismo de Braide e alguns políticos até acreditam que se ele não cometer nenhum erro até o final da campanha poderá encomendar a faixa de prefeito, mas estes mesmo observadores do cenário municipal advertem que um escorregão no calor do embate com adversários poderá fazer com o pleito aponte em outra direção.
O fato dos pré-candidatos aliados aos governos estadual e municipal não terem pontuado bem na primeira pesquisa contratada pelo blog do jornalista Clodoaldo Corrêa para as eleições de 2020 não significa dizer que estão fora do páreo. São políticos novos na idade, mas com preparo extraordinário, com discurso afinado e potencial para cativar o eleitorado.
O governador Flávio Dino (PCdoB) e o prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT), que foram fundamentais para as eleições dos três senadores do Estado, devem também influenciar muito na eleição da capital e deverão está juntos no palanque do candidato do grupo que passar para o segundo turno.
Conhecedor do poder de influencia do governador e do prefeito, é que o senador Roberto Rocha (eleito com o apoio dos dois governantes), já profetizou que se o pleito for o segundo turno, a eleição complica Braide.
A pesquisa espontânea, aquela em que o entrevistado já sabe em que vai votar e responde sem que lhe seja apresentada a relação dos pré-candidatos, apenas 18,7% responderam que votarão em Braide, ou seja, há todo um universo de eleitores a ser conquistado ao longo dos 45 dias de campanha, que promete ser bastante acirrada.
Para muitos, é inusitado que Flávio Dino tenha optado por Rubens Junior, preterindo alguém que, hoje, aparece em segundo lugar nas pesquisas de intenção de votos, muito embora a escolha do governador não seja uma surpresa.
Ao apontar para Rubens Junior, o governador escolhe alguém que tem relação íntima com seu projeto político, conhecendo com profundidade suas ideias e programas. É de se considerar também que Rubens é um aliado de longa data, que demonstrou inúmeras vezes fidelidade e compromisso com o Flávio Dino.
Não há também por que duvidar do potencial de Rubens Junior para esta eleição, embora ainda patine nas pesquisas, ter a simpatia do Leões é rotineiramente um fator determinante em disputas eleitorais. E o apoio do governador costumar ser levando em conta pelos ludovicenses.
Em 2012, o apoio de Flávio Dino foi determinante para a vitória sobre João Castelo que tentava a reeleição. Em 2016 pesquisas apontavam que Edivaldo Holanda capengava nas intenções de votos, mas isso não o impediu de chegar ao segundo turno e, com apoio de Dino, ser reeleito prefeito, derrotando o favorito Eduardo Braide.
Rubens Junior é um nome leve, não carrega um histórico de crises, é carismático. Tem identificação natural com a esquerda, afinidade com presidente Lula, são predicados importantes e que agradam grande parte do eleitorado de São Luís.
Contra os votos dos deputados César Pires (PV) e Wellington do Curso (PSDB), a Assembleia Legislativa aprovou nesta manhã de quinta-feira o projeto de lei do Poder Executivo que reajusta os salários dos professores de 40h no Maranhão para R$ 6,3 mil, mais que o dobro do piso nacional, que é de R$ 2,8mil.
Foram os dois únicos parlamentares presentes em plenário a se posicionarem contra o aumento. Até parlamentares que também fazem oposição ao governo, a exemplo de Adriano Sarney (PV) votaram pelo a provação da matéria que reajusta os salários da categoria.
O deputado Wellington do Curso, a exemplo de vezes anteriores, passou dos limites nas criticas ao governo do Estado. Mesmo se rotulando de professor, ele atacou o aumento salarial concedido por Flávio Dino que mantém o Maranhão como a maior remuneração do país.
Saia justa – Após a aprovação da matéria pela grande maioria do plenário, o líder do governo, deputado Rafael Leitoa pediu à Mesa Diretora da Casa que fosse registrado que os dois parlamentares votaram contra o reajuste para os professores.
César se justificou alegando que não seria contra o aumentos, mas contra a forma como foi encaminhado sem haver discussão, mas o fato é que ele se posicionou e votou contra, apesar de ter sido Reitor da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA).
O bom desempenho do pré-candidato Jeisael Marx na pesquisa contratada pelo blog do Clodoaldo Corrêa e divulgada no início da noite de ontem no programa Ponto Continuando, da Rádio Mais FM, continua causando polêmica está incomodando. Alguns pré-candidatos espernearam e colocaram em dúvida o resultado da primeira sondagem.
O comunicador, no entanto, manteve praticamente o mesmo percentual encontrado pelo Instituto DataM no final do ano passado. O que surpreendeu, na realidade, foi a pífio desempenho dos pré-candidatos da base do governo e dos representantes do PT com índices irrisórios.
Diante da reação de alguns políticos, que consideram “estranha” e “bizarra” a sondagem junto ao eleitorado, o pré-candidato Jeisael Marx publicou em sua página no Twitter uma espécie de desabafo sobre a tentativa de menosprezar sua performance na pesquisa que revelou a baixa popularidade de alguns pretendentes com mandato.
“É estanho para a classe política que um “cara comum” esteja pontuando a frentes dos filhos da política numa pesquisa. Situação bizarra para aqueles que acham que a política pertence à elite, escreveu o pré-candidato Jeisael.
Pelos números apresentados, Eduardo Braide lidera com folga, enquanto Jeisael aparece em quinto lugar, bem na frente de alguns pré-candidatos que estão no exercício de mandato de deputado ou vereador. A sondagem envolveu dezesseis candidatos.

A proposta do governador Flávio Dino de reajustar o piso dos professores do Maranhão para até R$ 6.358,96 foi destacada pelo deputado federal Márcio Jerry (PCdoB), na tarde desta quarta-feira (5), na Câmara dos Deputados.
No Plenário da Casa, o vice-líder do PCdoB afirmou que em um momento em que educação tem sido maltratada pelo Governo Federal, o Maranhão se tornou um exemplo da priorização da área. “A equipe de Jair Bolsonaro não consegue sequer organizar o Enem, com uma trapalhada atrás da outra, comprometendo seriamente a educação brasileira e o ensino superior, mas no Maranhão o governador Flávio Dino acaba de fazer um novo reajuste salarial para os professores”.
Os reajustes anunciados na segunda-feira pelo Governador Flávio Dino deveriam variar entre 5% e 17,5%, fazendo com que o professor de 40 horas no Maranhão passe a ter o maior salário do Brasil. “Isso é um exemplo claro, inequívoco, da importância estruturante que tem a educação. Isso também é um chamado ao Brasil, é a força do exemplo. É possível, necessário e urgente dar um tratamento adequado, correto, para a educação brasileira”, completou Jerry.