Apontado nas pesquisas como dono de uma das maiores rejeições de prefeitos no exercício do mandato com direito a reeleição, o prefeito de Codó, Francisco Nagib, anunciou na tarde desta terça-feira (08) que desistiu de concorrer novamente e abriu mão em favor do deputado estadual e ex-prefeito do município, Zito Rolim (PDT).
Filho de Francisco Oliveira. um dos maiores empresários do Estado, dono do grupo industrial FC Oliveira, Nagib surpreendeu ao desistir da candidatura. Aliados do prefeito observaram que ele poderia colocar em risco a sobrevivência do grupo, que tem como líder maior o senador Weverton Rocha (PDT), principal articulador da mudança de nome, o convenceram a renunciar a candidatura.
Embora tenha saído de disputa, Francisco Nagib anunciou que vai coordenar a campanha de Rolim, o que, segundo políticos local poderá prejudicar o candidato devido a desastrosa administração que ele realizou no município ao ponto de ter uma rejeição tão elevada que lhe permite disputar a reeleição.
Conforme as últimas pesquisas realizadas em Codó, a rejeição do prefeito é tão grande que já era tida como certa a derrota do seu grupo. Rolim é uma tentativa de reversão do quadro.
O apelo para a desistência do prefeito partiu do senador Weverton Rocha.
Em entrevista publicada em O Imparcial desta terça-feira (8), o prefeito Edivaldo Holanda Junior falou sobre o aniversário de 408 anos de São Luís e como sua gestão vem transformando a realidade da cidade e, consequentemente, a vida da população.
“Diferente do que ocorreu comigo, o próximo prefeito de São Luís receberá uma cidade equilibrada financeiramente, organizada e com muitas obras realizadas. Não resolvemos tudo. Nenhum gestor vai conseguir esgotar a demanda urbana, mas tiramos São Luís do atraso”, afirmou Edivaldo.
A afirmação de Edivaldo é facilmente confirmada nos bairros da cidade que recebem hoje o maior volume de investimentos em infraestrutura da história com obras de asfaltamento, drenagens, reforma de unidades de saúde, escolas e equipamentos sociais, construção de ecopontos e áreas de lazer, reforma de equipamentos esportivos, como parque e estádio, reconstrução de mercados, entre muitas outras que garantem a ele um índice inédito de popularidade para um prefeito em fim de mandato.
Definitivamente a São Luís que chega aos 408 anos está distante do caos financeiro e administrativo encontrado por Edivaldo em 2013 e acumula avanços que surpreende até mesmo políticos e gestores com mais experiência que se perguntam como um prefeito jovem e até então sem experiência no Executivo conseguiu superar tamanhas dificuldades e garantir um ritmo de desenvolvimento nunca experimentado na história recente da cidade.
Todo este trabalho consolida Edivaldo como o prefeito com maior popularidade nas últimas décadas, por isso, seu apoio é visto pelos analistas políticos como fundamental para garantir a eleição do próximo prefeito. Sobre isto, Edivaldo reitera que seu foco é a gestão e a conclusão das obras em andamento.
O jornalista e pré-candidato à Prefeitura de São Luís, Jeisael Marx (REDE), encontrou um jeito diferente de homenagear São Luís no aniversário da cidade. São Luís completa 408 anos nesta terça-feira (8).
Jeisael compôs uma música onde a letra destaca aquilo que faz parte da identidade da cidade, como pontos turísticos, cultura e culinária.
O vídeo da música mostra alguns pontos tradicionais de São Luís, como o Mercado Central, Espigão,e não poderia faltar o principal ponto de encontro no Centro Histórico de São Luís, o Reviver.
Muita gente pode não saber, mas Jeisael é músico e já atuou profissionalmente tocando com diversos artistas e bandas maranhenses. Usando esse talento, mostrou uma forma diferente de homenagear São Luís.
Veja a música feita por Jeisael Marx:
Por meio de vídeo publicado em suas redes sociais o prefeito Edivaldo Holanda Junior enviou mensagem pelos 408 anos de São Luís, reafirmando que seguirá trabalhando muito até o fim da gestão, contribuindo com o desenvolvimento da capital e transformando a vida das pessoas para melhor.
“São Luís completa 408 anos com grandes transformações. E mesmo com todas as dificuldades em administrar uma cidade em meio à pandemia, não paramos de trabalhar”, diz.
Edivaldo destaca ainda que manteve os investimentos e canteiros de obras por toda a cidade gerando emprego e renda mesmo com a crise gerada pela pandemia e que isso tem permitido comemorar a data com muitas entregas.
“Já inauguramos o Parque do Bom Menino, Praça da Bíblia, Estádio Nhozinho Santos, mercados do Coroadinho e Anil, bairros urbanizados, espaços de lazer no Vinhais, Rio Anil, Centro e Cohab Anil. Até dezembro serão entregues muitas outras”, afirma Edivaldo.
Edivaldo destaca ainda as obras em execução por meio do programa São Luís em Obras que soma a construção de mais de 100 praças, reconstrução 10 mercados, 20 grandes obras de drenagem profunda, asfaltamento, pontes, reforma de casarões e outros.
“Nunca em sua história a cidade recebeu um volume tão expressivo de obras, do centro à zona rural. Vamos seguir até o fim da gestão contribuindo com a história de São Luís e transformando a vida das pessoas para melhor”, garante Edivaldo.
Com o slogan “Renda Justa – O Básico Tem Que Ser Permanente”, o Partido Socialismo e Liberdade, PSOL, lançou campanha contra a diminuição do auxílio emergencial nacionalmente. Em São Luís, a militância realizou mobilização, na Rua Grande e na Feira do João Paulo, no sábado e segunda-feira respectivamente.
Durante a mobilização, o pré-candidato a prefeito, Franklin Douglas, mais os pré-candidatos a vereador distribuíram panfletos e discursaram protestando contra a diminuição do auxílio emergencial. “ Hoje, nós estamos aqui defendendo a manutenção do auxílio de R$ 600 até o fim da pandemia, e não como Bolsonaro quer de R$ 300 só até o final do ano. Apoie com a gente esta campanha, auxílio de R$ 600 até o fim da pandemia ”, ressaltou Franklin.
A campanha Renda Justa faz parte de um pacote de lei do PSOL, que para ser aprovado é fundamental pressionar o Congresso Nacional para transformar o auxílio emergencial de R$ 600 por mês em um benefício permanente para até 80 milhões de brasileiros, o que equivale a 40% da população do país.
Para financiar a Renda Justa, o PSOL está propondo a implementação de um Imposto sobre Grandes Fortunas que tenham valor acima de R$ 5 milhões, com alíquotas progressivas de 0,5% até 5%, a revogação das isenções de imposto de renda sobre lucros e dividendos com a implementação de 20% de contribuição e o aumento da contribuição social sobre o lucro líquido das instituições financeiras para 30%.
Para o partido a Renda Justa pode ter efeitos substanciais na redução da pobreza e na amplificação da rede de proteção social, especialmente em tempos de “uberização” e “pejotização” das relações trabalhistas.
Na cerimônia do 198º aniversário da Independência do Brasil, realizada nesta segunda-feira (7), no Palácio da Alvorada, apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) seguravam bandeiras dos Estados Unidos e de Israel. Para o vice-líder do PCdoB, deputado federal Márcio Jerry (MA), a mensagem de subserviência prestada pelo presidente ficou novamente patente.
“Presidente Jair Bolsonaro, se pudesse, anexava o Brasil aos EUA. Um 7 de setembro com a Pátria ultrajada pelo presidente da República. No dia da nossa Independência, vamos todos defender a soberania de nossa Pátria tão humilhada por esse presidente que bate continência para interesses estrangeiros, sobretudo dos EUA”, apontou o parlamentar maranhense.
Para driblar o cancelamento do tradicional desfile de 7 de setembro – vetado este ano em razão da pandemia do coronavírus – o governo preparou o que deveria ser uma “programação reduzida” dos atos da independência.
No entanto, sob o argumento de que a estrutura foi criada para receber visitantes, apoiadores se aglomeraram para acompanhar a chegada do presidente, enquanto balançavam bandeiras de Brasil, dos Estados Unidos e de Israel. Nem todos usam máscara de proteção.
Sem máscara, Bolsonaro chegou ao Planalto em um automóvel conversível Rolls-Royce, acompanhado de um grupo de cerca de dez crianças, filhas de autoridades convidadas, a maioria seguindo seu exemplo, sem qualquer proteção contra o coronavírus.