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Autor: Jorge Vieira
  • Jorge Vieira
  • 25/jan/2023

Fake news: “O Brasil precisa de leis que assegurem a liberdade de expressão, mas também o fim de discursos criminosos”, diz Carlos Brandão

O governador Carlos Brandão (PSB), através de sua rede social, aprovou a decisão do ministro das comunicações, Paulo Pimenta de implantar um gabeinete em seu Ministério para enfrentar às fake news, bastante uilizada de forma criminosa no governo do fugitivo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Depois de 4 anos de uma lamentável desinformação institucional, o ministro Paulo Pimenta anunciou a implantação de um gabinete de enfrentamento às fake news. O Brasil precisa de leis que assegurem a liberdade de expressão, mas também o fim de discursos criminosos” comentou Brandão.

O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação (Secom), duas semana após tomar posse anunciou que o Governo Lula vai criar o que ele denominou de “rede da defesa da verdade para combater desinformação plantada por bolsonaristas, prática considerda comum entre os apoiadores do ex-presidente Bolsonaro.

“Fake News e a disseminação de mentiras e discurso de ódio em escala industrial é uma estratégia perversa da extrema direita mundial. Combateremos com a verdade esse perverso e complexo plano de disputa de hegemonia. Discriminação e preconceito como forma de mobilização social a humanidade já experimentou e sabe o que representou. Um passado que nos envergonha e que não desejamos repetir jamais. Denunciar as mentiras criminosas, compartilhar informações verdadeiras, valorizar a ciência e o conhecimento são compromissos de todos que amam a democracia”, disse o ministro.

  • Jorge Vieira
  • 25/jan/2023

Após movimentação de Rubens Jr e Famem, STF suspende uso do Censo de 2022 para distribuição de Recursos do FPM

O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou, na segunda-feira (22) que o Tribunal de Contas da União (TCU), não utilize os dados populacionais do Censo Demográfico de 2022 para a distribuição do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).A decisão foi tomada após reunião entre o novo presidente do Tribunal de Contas da União, Bruno Dantas, com o deputado federal Rubens Jr, o presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem), Ivo Rezende, e demais representantes de cidades brasileiras, para discutir os eventuais prejuízos com as irregularidades do Censo.“Promovemos um encontro com os representantes dos gestores municipais e o novo presidente do Tribunal de Contas da União, Bruno Dantas, para discutir formas de impedir que as cidades brasileiras sejam ainda mais prejudicadas. Estamos atuando firmemente para garantir que os municípios não sejam prejudicados por mais essa irresponsabilidade cometida pelo governo Bolsonaro”, explicou Rubens.Os dados do Censo Demográfico são levantados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e servem como referência para o repasse de recursos federais para os municípios brasileiros. O Censo tem sido questionado por instituições em função das inconsistências e atrasos nas pesquisas.Dados preliminares publicados mostram que o Censo precisaria passar por uma auditoria, uma vez que não são confiáveis. Segundo o ex-presidente da instituição e pesquisador da Fundação Getúlio Vargas, Roberto Olinto, trata-se de situação grave. “O atual Censo é uma tragédia absoluta”, disse.Dos 27 estados brasileiros, apenas oito já concluíram a coleta das informações. O Censo do IBGE, que deveria ter sido realizado em 2020, passou por cortes orçamentários e interferência política nos questionários, elaborados pelo IBGE com participação da sociedade civil. Até o momento, pouco mais de 44% dos setores censitários brasileiros tiveram os trabalhos concluídos.Com as pesquisas prejudicadas, cidades podem ser afetadas com redução das parcelas referentes a programas como o Fundo de Participação dos Municípios (FPM).O governador Carlos Brandão, que esteve presente na reunião com TCU e representantes dos municípios, destacou a participação do Maranhão nas tratativas celebrou a decisão do STF. “Vitória do municipalismo. O STF tornou sem efeito a decisão do TCU que causou perdas do Fundo de Participação dos Municípios”, destacou.Herança Maldita do bolsonarismo ´- O deputado federal Rubens Pereira Jr. (PT), usou as redes sociais para repudiar a situação caótica do Censo Demográfico. “Trata-se de mais uma herança maldita do bolsonarismo. Terraplanismo censitário que infelizmente se repetiu nas demais áreas do governo passado. Missão do presidente Lula é ainda maior diante de tantas tragédias”, disse o parlamentar”

  • Jorge Vieira
  • 24/jan/2023

Brandão anuncia auxílio da Força Estadual de Saúde em apoio aos Yanomami

O governador Carlos Brandão anunciou em suas redes sociais que disponibilizou o envio da Força Estadual de Saúde do Maranhão para a missão humanitária federal na terra indígena Yanomami, em Roraima. A decisão foi divulgada nesta terça-feira (24).

O governador falou da importância de contribuir para minimizar a situação dramática vivida pelos indígenas. “Temos acompanhado a situação do povo Yanomami e disponibilizei o envio de uma equipe da Força Estadual de Saúde do Maranhão, para auxiliar na assistência aos indígenas em Roraima. Vamos contribuir com as ações do Ministério da Saúde”, declarou.

Brandão classificou ainda a situação como “inaceitável” e afirmou que trabalhará ao lado do presidente Lula para a proteção dos povos originários no Maranhão e no Brasil.

O secretário de Estado da Saúde, Thiago Fernandes, reiterou as ações que estão sendo tomadas pelo governo do Estado do Maranhão para o auxílio aos povos indígenas.

“Por determinação do governador Carlos Brandão, colocamos à disposição do Ministério da Saúde os profissionais da Fesma. Nossa equipe tem experiência no acompanhamento de povos indígenas no Maranhão e poderá auxiliar na assistência ao povo Yanomami, em Roraima. Cuidar das pessoas é a nossa missão”, postou o secretário em sua rede social.

A Força Estadual de Saúde do Maranhão deverá se juntar à Força Nacional do SUS, ao Exército e às delegações de outros estados que também têm se deslocado até Roraima. Os Yanomami têm enfrentado uma crise humanitária causada pelo abandono das políticas públicas destinadas aos indígenas e à expansão do garimpo ilegal nos últimos quatro anos, de acordo com informações do Ministério dos Povos Indígenas.

Os trâmites estão sendo discutidos com Ministério da Saúde e Secretaria de Saúde de Roraima e também com a do Maranhão.

  • Jorge Vieira
  • 24/jan/2023

“Cada um que guarde suas convicções pessoais para seu voto em 2026”, diz Dino sobre militares bolsonaristas

247 – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB), afirmou que o governo Lula (PT) tem dois desafios no relacionamento comas Forças Armadas: levar à caserna a compreensão de que os deveres legais superam as opções políticas e, a longo prazo, estreitar a relação com as Forças Armadas. “Que ninguém confunda seu voto com seu dever constitucional. Infelizmente aconteceu isso. Vimos em imagens pessoas que deixaram de cumprir seus deveres legais em razão das suas opções ideológicas, políticas ou eleitorais. Isso não pode acontecer e essa é a posição que o governo está deixando bem evidenciada com esta atitude firme de combate em relação a esses atos terroristas e essa prevaricação que pode acontecer em alguns casos. Temos no futuro o desafio de estreitar essas relações, mostrando que nós temos uma plena compreensão quanto ao papel nobre das Forças Armadas, das forças policiais, e queremos uma relação produtiva, de diálogo, uma relação proveitosa, em favor da sociedade. O presidente Lula tem muita competência, habilidade política e com certeza o conjunto do nosso governo vai agir nessa direção. Aqueles que não quiserem entender o trilho da legalidade terão, obviamente, as punições que a lei manda”.

“Cada um que guarde suas convicções pessoais para seu voto em 2026, quando haverá nova eleição e cada um poderá votar livremente. Agora, nós queremos avançar muito no Ministério da Justiça com uma pauta em favor do Sistema Único de Segurança Pública, para reduzir indicadores de criminalidade, a violência, e claro que as polícias são fundamentais”, completou.

O ministro também comentou a troca no comando do Exército. O presidente Lula (PT) substituiu Júlio César de Arruda por Tomás Miguel Ribeiro Paiva. A troca, segundo ele, instaura “condições boas para um pleno diálogo que deve existir entre as instituições civis e militares. É o que nós desejamos, é o que a Constituição manda, que todos trabalhemos juntos, cada um dentro da sua missão. Eu mesmo tenho participado de várias reuniões, estiver em Roraima com o presiddente Lula, vi o empenho de muitos integrantes das Forças Armadas para prover alimentos aos indígenas vítimas de genocídio. Por isso, acredito que uma pauta de trabalho é essencial para que a gente possa avançar e, com isso, melhorar a vida do povo, sempre buscando essa parceria, inclusive com as Forças Armadas”.

Perguntado sobre uma discussão acalorada que teria tido com o general Arruda na noite do último dia 8, quando o militar impediu que os terroristas bolsonaristas fossem presos no acampamento golpista montado em frente ao quartel do Exército, Dino confirmou o diálogo, mas negou que esta tenha ocorrido “nestes termos” de briga. “De fato houve uma divergência, que é pública, sobre o modo como haveria o combate a esses terroristas. Eu diria que o final foi bom, no sentido de que as prisões foram executadas. Havia sim uma diferença de opinião, eu fiz ver naquele momento quanto à necessidade da realização de prisões em flagrante, uma vez que é um dever inscrito no Código Penal. Houve apenas uma mudança de horário em razão da tensão dessa reunião que houve, mas o principal foi atendido, ou seja, as prisões foram realizadas e o desmonte dos acampamentos. Página virada, vamos tratar para a frente”.

O ministro afirmou que o golpismo, que mostrou sua cara mais raivosa no dia 8 de janeiro, é “uma página em superação”. “Infelizmente houve um certo impulso no passado a essas manifestações exóticas. Graças a Deus é uma página em superação. Acredito que esse erro político, grave, nunca mais vai se repetir, porque as consequências foram terríveis, deletérias. Prefiro acreditar que é uma página virada e nós precisamos consolidar a democracia e cumprir a lei. Eram acampamentos ilegais, foram removidos. Agora precisamos cuidar do país, tratar de investimento, de produção e, obviamente, entregar ao poder Judiciário para o julgamento daqueles que cometeram crimes”.

  • Jorge Vieira
  • 24/jan/2023

Sem ministério ou liderança, Roseana voltará ao congresso no baixo clero

A ex-governadora Roseana Sarney (MDB), eleita deputada federal, após uma breve afastamento da vida pública, retorna a partir de primeiro de fevereiro à Câmara Federal, porém sem o brilho dos tempos do pai presidente ou quando anotou em sua agenda o número de parlamentares necessários para o impeachment do presidente Fernando Collor de Melo.

Roseana até que se insinuou para governo do presidente Lula quando reclamou a presença de mais mulheres nos ministérios e criou fake News em torno do um suposto convite que teria recebido do petista para comandar a liderança do governo na Câmara dos Deputados, desinformação passada através de blog. O cargo acabou entregue por Lula ao deputado José Guimarães (PT-CE).

A parlamentar, que esperava obter uma enxurrada de votos, elevar a bancada federal do MDB e chegar no Congresso respaldada pelas urnas para reinar como antes, acabou se deparando com a triste realidade e, ao contrário do planejado, quase não se elege; por muito pouco não foi ultrapassada pelo deputado Hildo Rocha (MDB), o que seria um grande vexame para quem governou o Maranhão por quatro mandatos.

Filha de José Sarney, que já foi o maior político do Maranhão e do país, mas que foi colocado na aposentadoria pelo tempo e se tornou apenas conselheiro no partido, Rosena nem de longe lembrar a “guerreira” que tomou na marra o mandato perdido para Jackson Lago em 2006 e recuperado em 2009 no maior golpe judicial contra um governante legitimamente eleito.

Ao contrário da bancada robusta que seria fruto do caminhão de votos, algo em torno de 300 mil, que poderia ajudar a eleger Hildo Rocha, João Marcelo e até Edinho Lobão, Roseana não entregou o que prometeu e chegará à Câmara sozinha e sem nenhum emedebista maranhense a lhe fazer companhia na bancada.

Os ventos que sopram hoje em Brasília são outros.

  • Jorge Vieira
  • 24/jan/2023

Com Iracema consolidada na presidência, cresce disputa por cargo na Mesa da Assembleia

Faltando pouco mais de uma semana para a eleição da deputada Iracema Vale (PSB) como nova presidente da Assembleia   Legislativa do Maranhão, cresce a disputa por cargo na Mesa Diretora. A primeira vice-presidência , por exemplo, está sendo disputada pelos deputados Rodrigo Lago (PCdoB), Ana do Gás (PCdoB) e Andrea Resende (PSB), todos da base de sustentação do governo Carlos Brandão (PSB), que já avisou que não se envolverá na composição dos demais cargos.

Ao todo são nove integrantes da Mesa, sendo que a presidência já está garantida para Iracema Vale, parlamentar de primeiro mandato que chega fazendo história por ser a primeira mulher que irá comandar a Casa. A ascensão da deputada ao posto máximo de comando do Palácio Manuel Beckman contou o apoio decisivo do Palácio dos Leões para a formação do consenso em torno do seu nome, o que inviabilizou o projeto do atual presidente Othelino Neto, que pretendia ficar mais um mandato.

Mesmo contando com a colaboração do Palácio dos Leões, a ex-prefeita de Urbano Santos mostrou muita habilidade para o convencimento dos seus futuros colegas de plenário, facilitado logicamente pelo apoio do governador Carlos Brandão, que se empenhou para formação do consenso em torno do seu nome e até no processo de articulação que proporcionou a retirada da candidatura do atual presidente, deputado Othelino Neto (PCdoB).

A cabeça da chapa está definida, porém os outros oitos cargos (quatro vice-presidente e quatro secretários) ainda estão por serem definidos e esta semana está sendo considerada fundamental para as definições por conta do pouco tempo que ainda resta. Por conta da proximidade da eleição, será dia primeiro de fevereiro,, os bastidores no legislativo estão fervilhando. Os maiores partidos desejam mais espaço na Mesa, mas o histórico indica que sempre sobra uma vaga para a oposição.

Se não chegarem a um acordo até o final desta semana, tudo indica que haverá concorrência para alguns cargos, principalmente após o governador afirmar que não pretende se envolver mais e ter dado por encerrada sua contribuição ao processo de formação da unidade que vai proporcionar a Iracema ser a primeira a presidir o Poder Legislativo do Maranhão.

  • Jorge Vieira
  • 23/jan/2023

Dilma responsabiliza Bolsonaro pela tragédia dos Yanomami

A ex-presidenta Dilma Rousseff (PT) foi ao seu perfil oficial no Twitter no domingo (22) para fazer a mais direta, clara, explícita e forte acusação contra o também ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em decorrência da tragédia humanitária da etnia indígena Yanomami, que circula o mundo desde o fim de semana, após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) visitar o estado de Roraima e constatar a existência de um verdadeiro genocídio contra esse povo originário, que sofre com graves doenças, desnutrição em níveis brutais, contaminações e todo tipo de violência imposta por garimpeiros da região.

As fotos dos indígenas, sobretudo de mulher, crianças em idosos, com aspecto famélico e cadavérico, rodaram o mundo e desnudaram a face mais cruel e criminosa do governo que deixou o Planalto há menos de um mês. Dilma afirmou que Jair Bolsonaro é o autor do que classificou também como genocídio, cuja causa inicial seriam as políticas da antiga gestão extremista que privilegiou os desmandos nos garimpos da área.

“Foi preciso que Lula, um presidente da República humano, sério e ciente de seus deveres, visitasse um hospital indígena de Roraima para que viesse à luz em todo o seu horror a catástrofe humanitária a que estão sendo submetidos os Yanomami. O genocídio Yanomami tem provas – 570 crianças desta etnia morreram de fome e de contaminação por mercúrio. Tem motivação – a cobiça de garimpeiros que invadiram suas terras. E tem autor – Jair Bolsonaro, que defendeu a invasão e negou assistência médica aos indígenas. Um povo ancestral está sendo dizimado porque 21 ofícios denunciando a tragédia e pedindo ajuda foram ignorados pelo governo anterior. Lula vai garantir-lhes a necessária proteção. Todos os responsáveis, Bolsonaro inclusive, devem ser processados, julgados e punidos por genocídio”, disparou Dilma na rede. (Revista Fórum)

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