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Autor: Jorge Vieira
  • Jorge Vieira
  • 26/set/2011

Retratação de Magno Bacelar não impede puxão de orelha

O deputado Magno Bacelar (PV) sentiu o peso da repercussão de sua infeliz declaração sobre a cidade de Imperatriz, recuou e se retratou publiamente com a população da segunda maior cidade do Estado, chamada por ele de “canfundo do Judas”, durante a audiência em que a Assembleia Legislativa questionou o programa “Viva Saúde”.
Segundo Bacelar, o termo usado para classificar a cidade diz apenas a distância entre São Luís e Imperatriz e que jamais se colocaria contra qualquer benefício para a região tocantina.
A retratação, no entanto, não impediu que o deputado Carlos Amorim (PDT) repudiasse, na tribuna, a atitude do parlamentar que, na ânsia de pedir benefícios para a região do Baixo Parnaíba, acabou falando o que não devia.

  • Jorge Vieira
  • 26/set/2011

Prefeita acusada de corrupção é suspeita de fraudar novos documentos

Leio no Blog do Edgar Ribeiro que a prefeita Bia Venâncio (ex-Aroso) está envolvida em mais um escândalo de fraude de documentos federais para se apropriar de recursos destinados ao combate à fome no município de Paço do Lumiar.
Como a denúncia é acompanhada de provas, resolvi postá-la aqui no blog o convênio nº 278/ 2009, de 02 e janeiro de 2009, com vigência até 31 de dezembro de 2011, no valor de R$ 875.000,00, celebrado entre o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome e a Prefeitura de Paço do Lumiar, que simplesmente sumiu dos cofres do município sem deixar rastro.      
Consta nos documentos apresentados pelo blog do Edgar que o referido convênio teria sido assinado pelo prefeito Gilberto Aroso no final de 2008, antes da posse de Bia. Ocorre que Gilberto Aroso nega ter assinado o referido documento, o que indicaria a falsificação de sua assinatura em um documento da administração federal, no caso o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome. 
Apesar de todas as provas de corrupção existentes contra a prefeita, colhidas pelo Ministério Público, a Justiça caolha do Maranhão a matém no cargo e vira as costas para a população do município, que vive sem qualquer assistência do poder público, somente para mostrar subserviência à governadora Roseana Sarney, madrinha da prefeita acusada de corrupçao.

  • Jorge Vieira
  • 26/set/2011

Deputados que venderam emendas em SP se espelharam no Maranhão?

A denúncia de que parlamentares maranhenses, a exemplo dos colegas da Assembleia Legislativa de São Paulo, venderam emendas para agiotas precisa ser investigada com rigor pelo sonolento e inoperante Ministério Público.
Se no Estado mais rico do país, a molecagem chegou ao ponto de um próprio companheiro de plenário denunciar a bandalheira, imagine o que não ocorre num Estado pobre que vive a mercê de gatunos apadrinhados pela família Sarney?     
Dois deputados da Assembleia Legislativa de São Paulo citam episódios que reforçam a acusação do deputado Roque Barbiere (PTB) de que há colegas que vendem emendas parlamentares. Os fatos foram vividos e relatados pelo deputado licenciado e secretário de Meio Ambiente, Bruno Covas (PSDB), e pelo deputado Major Olímpio (PDT). O primeiro é governista; o segundo, de oposição.
Lembro que tão logo surgiu a denúncia num blog local, repercutida nacionalmente na coluna do jornalista Claudio Humberto, o deputado Raimundo Cutrim (DEM) foi à tribuna cobrar da Mesa Diretora da Casa a apuração dos fatos denunciados, mas o líder da bancada do governo, Stênio Resende (PMDB), se manifestou contra e o assunto foi dado por encerrado.
No Maranhão, lamentavelmente é assim, tudo que é sujeira a turma do Sarney joga para debaixo do tapete, o Ministério Público, como sempre, se finge de morto e o Estado, para desgosto dos maranhenses que vivem honestamente, é apresentado ao país como exemplo de tudo que não presta.  
    
Até quando vamos ter que aguentar essa gente sem escrúpulos saquenado recursos públicos e o MPE assistindo tudo de braços cruzados, como se fosse conivente com a quadrilha que assalta diarimente o Estado? 

  • Jorge Vieira
  • 26/set/2011

INSS começa a pagar benefícios de setembro nesta segunda-feira

DA AGÊNCIA BRASIL
Os aposentados que recebem até um salário mínimo (R$ 545,00) começam a receber o benefício referente a setembro nesta segunda-feira.
O pagamento dos beneficiários que têm o cartão com o final 1, desconsiderando o dígito, continua até o dia 7 de outubro. Os segurados que recebem acima do salário mínimo e cujos cartões têm final 1 e 6 começam a receber no dia 3 de outubro.
A primeira parcela de segurados que têm direito à revisão do teto, no caso aqueles que vão receber até R$ 6 mil, teve o depósito dos benefícios antecipado.
Esses segurados vão receber entre os dias 3 e 7 de outubro, junto com a folha de pagamento referente à folha de setembro. Antes, a previsão era que eles recebessem o dinheiro da revisão do teto no dia 31 de outubro.
O pagamento para aqueles que têm direito a receber valores entre R$ 6.000,01 até R$ 15 mil será feito em 2012, no dia 31 de maio.
Para quem irá receber valores entre R$ 15.000,01 e R$ 19 mil, o pagamento será feito em 30 de novembro de 2012 e, para os que receberão valores superiores a R$ 19 mil, o pagamento será feito no dia 31 de janeiro de 2013.
As dúvidas referentes às datas dos pagamentos podem ser esclarecidas por meio da Central 135 e a ligação é gratuita, a partir de telefones fixos ou públicos. Quando feita de celular, a ligação tem custo de chamada local. Mais informações estão no site da Previdência Social.

  • Jorge Vieira
  • 26/set/2011

Vergonha nacional, Sarney é alvo de críticas no Rock in Rio

Capital Inicial dedica música ‘Que País É Esse?’ para José Sarney, uma semana depois de provas contra o filho dele terem sido anuladas
Uma semana após ter o filho, Fernando Sarney, beneficiado por decisão judicial em processo que apura corrupção, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), foi alvo de críticas no maior evento musical do ano no Brasil, o Rock in Rio. A banda Capital Inicial dedicou a música “Que País É Esse” especialmente a Sarney durante críticas a “oligarquias que parecem ainda governar o Brasil” e a políticos.
“(Oligarquias) que conseguem deixar os grandes jornais brasileiros censurados durante dois anos, como O Estado de S. Paulo, cara. Coisas inacreditáveis”, disse o cantor da banda, Dinho Ouro Preto, ao anunciar a música. “Essa aqui é para o Congresso brasileiro, essa aqui, especial para José Sarney”, nominou o cantor, perante um público estimado em 100 mil pessoas.
A música “Que País É Esse?” foi composta por Renato Russo na década de 70, quando o País ainda vivia sob ditadura militar. Na época, Renato Russo tinha sua primeira banda de rock em Brasília, Aborto Elétrico, precursora do Legião Urbana. Com versos simples, a música se tornou um hit de protesto e de indignação. “Nas favelas, no Senado/Sujeira pra todo lado/Ninguém respeita a Constituição/Mas todos acreditam no futuro da nação/Que país é esse?/Que país é esse?/Que país é esse?”, diz a letra.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ), na semana passada, anulou as provas da investigação da Polícia Federal, conhecida por Operação Boi Barrica, por ter considerado ilegais as interceptações telefônicas feitas, com autorização judicial, durante a operação. A decisão do STJ deixa a apuração da PF praticamente na estaca zero.
As escutas e informações colhidas sobre movimentação financeira levaram a PF a abrir cinco inquéritos e apontar indícios de tráfico de influência no governo federal, formação de quadrilha, desvio e lavagem de dinheiro. Fernando Sarney chegou a ser indiciado.
As revelações sobre a operação feitas pelo Estado em 2009 levaram a Justiça a decretar censura ao jornal. O desembargador Dácio Vieira, que mantém relações sociais com o senador José Sarney, proibiu o jornal de veicular reportagens da investigação da PF. No sábado do show, a censura completou 785 dias.

  • Jorge Vieira
  • 26/set/2011

PSDB usa eleições de 2012 para testar nova geração

VERA MAGALHÃES
 
O PSDB vai usar as eleições de 2012 para promover uma “troca da guarda” geracional.  
Diante da recusa de alguns nomes consagrados em se candidatar, e do desgaste de outros, o partido vai promover candidaturas de desconhecidos ou abrir mão de ter candidato próprio em praças importantes.
O principal exemplo é São Paulo. O tucano mais bem posicionado nas pesquisas, o ex-governador José Serra, tem dito reiteradamente que não será candidato ao cargo que ocupou de 2005 a 2006.
 
Assim, a escolha se dará entre quatro novatos em disputas para o Executivo.
 
Deles, o que colhe melhor desempenho, segundo o Datafolha, é o secretário de Meio Ambiente, Bruno Covas, 31.
 
“O segundo turno em São Paulo se dará entre o nosso candidato e o do PT”, aposta o presidente do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE).
 
Ele também faz o discurso otimista sobre as chances do partido no resto do país, a despeito da constatação de que a maioria dos candidatos não tem experiência em disputas majoritárias. “Há um esforço para renovar os candidatos, e não é só no PSDB.”
 
A falta de um favorito em Estados governados por tucanos não é exclusiva de São Paulo. Em Belo Horizonte (MG) e Curitiba (PR), o PSDB nem sequer terá candidato -o apoio irá para o PSB, aliado do PT no plano nacional.
 
Na capital paranaense, o PSDB perdeu recentemente o líder nas pesquisas, Gustavo Fruet, que deixou o partido devido à falta de apoio do governador Beto Richa à sua intenção de disputar.
 
No Rio, a disputa pela candidatura tucana deve ficar entre o deputado federal Otávio Leite e a vereadora Andrea Gouveia. Qualquer um deles enfrentará uma aliança de vários partidos para a reeleição de Eduardo Paes (PMDB), que larga como favorito.
 
A única das estrelas do partido que cogita disputar em 2012 é o ex-senador Arthur Virgílio (AM), que não conseguiu se reeleger no ano passado. Ainda assim, teme desgaste de nova derrota.
 
A meta do PSDB é superar a marca de 2008, quando elegeu quatro prefeitos de capitais. Os tucanos acham que têm chances em Florianópolis (SC), São Luís (MA), Natal (RN), Teresina (PI), Maceió (AL) e João Pessoa (PB).
 
O cenário, caso se confirme, mudaria o perfil do PSDB: de partido essencialmente paulista, passaria a ter uma bandeira fincada no Nordeste, antes reduto do DEM e atualmente loteado por PT e PSB.

  • Jorge Vieira
  • 26/set/2011

Boi Barrica: Ministro da Justiça diz que PF “não se intimida”

STJ anulou provas obtidas pela polícia contra Fernando Sarney
Folha de São Paulo

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, defendeu a atuação da Polícia Federal e disse que ela chegou a tal ponto de “enraizamento institucional” que “ninguém a intimidará”.
 

Na semana passada, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) anulou as provas da Operação Boi Barrica, que tinha familiares do presidente do Senado, José Sarney, entre os alvos. Foi a terceira anulação de provas da PF promovida pela corte este ano.
 
Em entrevista à TV Folha, o ministro disse que a instituição não pode ser alvo de pressão política. “Temos que aprender a viver no Estado de Direito e ele diz que a polícia atua independentemente de quem é o réu”, afirmou.
 
O ministro falou ainda sobre a Comissão da Verdade, que investigará violações aos direitos humanos. O colegiado foi aprovado pela Câmara e será avaliado no Senado.
Cardoso descartou “revanchismo” e finalizou: “Só se constrói um país democrático quando toda sua história vem à luz do sol”.

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