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Autor: Jorge Vieira
  • Jorge Vieira
  • 27/jul/2012

Lula posará para foto com Washington, mas não subirá no palanque

Acabou a
esperança do candidato da oligarquia Sarney, Washington Oliveira (PT), contar
com a presença de Lula em seu palanque. A
participação do ex-presidente nas eleições 2012 não está assegurada sequer na campanha do
ex-ministro da Educação, Fernando Haddad, a prefeito de São Paulo.
Por
recomendação médica, presença física de Lula nas campanhas eleitorais de São
Paulo, Recife e Belo Horizonte ainda dependerá de uma bateria de exames que o
ex-presidente se submeterá entre os dias 6 e 7 de agosto. Nos demais estados já
está decidido que ele pousará apenas para foto com candidato de cidades com
população superior a 150 mil eleitores, como é caso de São Luís.
Washington
Oliveira deve fazer parte do grupo de 80 candidatos que vai está com o ex-presidente
em um hotel de São Paulo na próxima segunda-feira (30) para sessões de foto de
campanha.
Nas
sessões de fotos, Lula permanecerá calado. As filmagens serão
limitadas aos momentos em que o ex-presidente vai encontrar e cumprimentar cada
candidato. A presença de marqueteiros foi proibida. Toda a produção, desde o
cenário até figurino e fotógrafos, ficarão a cargo do PT.
A decisão dos médicos que assistem Lula caiu como mais um
balde de água fria nas pretensões do candidato Washington Oliveira, que
esperava contar com a presença de figuras de proa do PT em sua tentativa de
fugir das últimas colocações e evitar o fiasco anunciado em São Luís.  

  • Jorge Vieira
  • 27/jul/2012

“Dino é comunista disciplinado”, diz Mercadante

A coluna Painel, do jornal Folha de São Paulo, publica na edição de hoje uma nota em que o presidente da Embratur, Flávio Dino, deu um jeitinho de citar o pai do comunismo, economista Karl Max, em pleno evento de lançamento da capanha de divulgação do turismo no Brasil, em Londres. 

“Memória camarada” – No evento de lançamento da campanha para difundir o Brasil como destino
turístico, anteontem, em Londres, o presidente da Embratur, Flávio Dino (PC do
B-MA), citou intelectuais brasileiros, como Machado de Assis e Graciliano
Ramos, e britânicos, como Charles Dickens e William Shakespeare. No meio do
discurso, lembrou que foi em solo londrino que Karl Marx escrevera “O
Capital”.

O ministro Aloizio Mercadante (Educação) comentou:

-Esse é um comunista disciplinado. Deu um jeito de citar Marx, que é alemão,
e não mencionou Adam Smith!

Escocês, Smith foi precursor do liberalismo econômico.

  • Jorge Vieira
  • 27/jul/2012

Juizes querem divulgação de doações antes das eleições

Atualmente,
dados são enviados após o pleito
JEAN-PHILIP
STRUCK
  
Um grupo
de juízes eleitorais está usando a nova Lei de Acesso à Informação para obrigar
candidatos a divulgar, antes mesmo das eleições, quem são os doadores de suas
campanhas.
Atualmente,
a Lei Eleitoral permite que os nomes sejam fornecidos aos tribunais após o
pleito. Porém, pelo menos três atos normativos que usaram a Lei de Acesso como
base foram baixados por juízes de Maranhão e Mato Grosso.
O último
foi da Justiça Eleitoral em Poconé (100 km de Cuiabá), que determinou ontem que
os 65 candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador no município informem
quem são os doadores e quanto dinheiro receberam.
Há duas
semanas, outro juiz também determinou a mesma medida para os candidatos de
Cáceres (MT).
Segundo
os atos, os dados deverão ser informados no envio de cada prestação de contas
parcial aos tribunais regionais eleitorais, no início de agosto e em setembro,
e não após outubro.
Os
candidatos que não quiserem fornecer os dados podem entrar com mandados de
segurança na Justiça local.
Os juízes
dizem que a medida vai proporcionar maior transparência às eleições ao permitir
que eleitores saibam que são os financiadores das campanhas antes de decidirem
seu voto.
“A
campanha que não enviar os dados pode ser investigada pelo Ministério
Público”, disse o juiz Ramon Fagundes Botelho, de Poconé.

  • Jorge Vieira
  • 26/jul/2012

TSE e Ministério da Defesa fortalecem parceria para as eleições 2012

O
Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Ministério da Defesa firmaram
acordo nesta quarta-feira (25) que estabelece diretrizes para o trabalho
em conjunto das instituições durante as eleições municipais deste ano. O
acordo foi assinado pela presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia
Antunes Rocha, e o ministro da Defesa, Celso Amorim, em solenidade no
Gabinete da Presidência do Tribunal.

Compareceram à solenidade
de assinatura do acordo os comandantes do Exército, general Enzo Peri, e
da Aeronáutica, brigadeiro-do-ar Juniti Saito e, representando o
comando da Marinha, almirante Fernando Eduardo Studart Wiemer, e o chefe
do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas, general De Nardi.

“O
cidadão brasileiro sabe que pode contar com essa participação, que é
importante porque nós queremos que o cidadão tenha a garantia de que ele
terá o conforto, a segurança e a tranquilidade para exercer o que é um
direito constitucional e o que é um dever cívico com a sociedade e com a
história. Isto para que, anos depois, possamos também ter um Brasil que
os próprios eleitores escolheram, da forma que eles escolheram como
autores de sua história”, disse a ministra Cármen Lúcia, após assinar o
acordo.

Segundo a ministra, o acordo assinado com o Ministério da
Defesa tem como finalidade garantir a possibilidade do apoio das Forças
Armadas para que a Justiça Eleitoral desenvolva com mais tranquilidade a
sua tarefa de realização das eleições municipais.

De acordo com a
presidente do TSE, o apoio logístico das Forças Armadas poderá ser
solicitado pela Justiça Eleitoral para aquelas regiões ou localidades
onde essa ajuda se faça necessária. Esse auxílio poderá ser requisitado
“em áreas, no momento específico das eleições, que demandam um reforço
para que o cidadão se sinta tranquilo no exercício do seu direito e
dever de votar”.

Segundo a ministra Cármen Lúcia, essas áreas
serão identificadas a partir da demanda dos tribunais regionais
eleitorais e da acolhida que os governadores dos Estados venham a dar a
esses pedidos, expressamente formulados pelo TSE. “Nós conversamos [a
partir daí] com o Ministério da Defesa, que, então, afirma essa
possibilidade”, disse a ministra.
        
O ministro da Defesa,
Celso Amorim, disse que o objetivo do acordo foi estabelecer as normas
de atuação das Forças Armadas no auxílio dos trabalhos da Justiça
Eleitoral nas Eleições 2012. “Essa presença das Forças Armadas, com esse
objetivo, atesta algo que é muito importante, que é o apoio que as
Forças Armadas devem dar, e podem dar, à Democracia brasileira, sempre
dentro estritamente das normas constitucionais, a pedido das autoridades
constituídas, no caso aqui do Poder Judiciário”, afirmou.

“É com
muito orgulho, com sentido profissional, tenho certeza, que as Forças
Armadas desempenharão essa função. E eu, como ministro da Defesa, como
que ajudo um pouco a fazer essa ponte entre o mundo civil e o mundo
militar, me sinto muito orgulhoso de firmar esse acordo”, disse o
ministro Celso Amorim.

“Nós seguiremos naturalmente a orientação
da Justiça, da presidente do TSE. O importante é que, no documento de
hoje, que não é uma novidade porque isso já ocorreu em 2008 e 2010, é
que ele fixa também os procedimentos básicos acordados, porque sempre
pode haver uma dúvida – será que soldados podem fazer isso, devem
aparecer fardados em tal lugar, não devem – porque nós vivemos um clima
de normalidade, o Brasil tem um clima de normalidade. Então, nós temos
que combinar a segurança, que é muito importante, e sem que haja
nenhuma, digamos, percepção errada de que não há clima de normalidade. É
isso fundamentalmente. É isso que nós queremos, é isso que nós vamos
fazer”, esclareceu o ministro.

A presidente do TSE agradeceu às
Forças Armadas em nome do TSE e da Justiça Eleitoral o apoio enorme que o
Ministério da Defesa e as Forças Armadas dão à Democracia brasileira. 

Acordo
Historicamente
a Justiça Eleitoral conta com as Forças Armadas para apoio logístico no
transporte de pessoas e de material e também para auxiliar na segurança
e manutenção da ordem pública durante as eleições.

Pelo acordo
firmado, o emprego de tropa na garantia das eleições somente poderá
ocorrer após a autorização do Ministério da Defesa, em razão de pedido
feito pelo TSE à presidente da República.

A tropa somente
desempenhará missões para garantir a votação e a apuração de votos no
processo eleitoral, obedecendo rigorosamente à legislação vigente, às
instruções da autoridade judiciária eleitoral competente e às
orientações do escalão superior.

Pedidos de Força Federal

Para a realização das eleições, a Justiça Eleitoral costuma solicitar
duas modalidades de serviços: apoio logístico para o transporte de
materiais, urnas e pessoas a locais de difícil acesso e o emprego de
tropa para a manutenção da lei e da ordem.
O emprego da Forças Armadas para a manutenção da lei e da ordem no
dia da votação já foi solicitado por Tribunais Regionais Eleitorais de
quatro Estados brasileiros (AM, MA, RJ e TO). A análise desses pedidos é
feita com base em informações prestadas pelo governador do Estado sobre
a capacidade das forças estaduais manterem a segurança local.
Já o apoio logístico foi requerido para o atendimento das
necessidades de outros quatro Estados (AC, AP, MS e RR). Estes pedidos,
que também são encaminhados pelos TREs, somam 77 localidades de difícil
acesso, entre elas muitas aldeias indígenas.
 
Tanto os pedidos de apoio logístico, quanto os de emprego da tropa
para a manutenção da lei e da ordem são analisados pelo plenário do TSE,
que retomará seus julgamentos a partir de 1º de agosto. A Presidência
da República e o Ministério da Defesa são consultados sobre a
possibilidade de realizar a operação.

  • Jorge Vieira
  • 26/jul/2012

Polícia de Roseana usa truculência contra moradores do Vinhais Velho

A Polícia Militar ocupou o
Vinhais Velho nesta manhã de quinta-feira, provocando o maior tumulto entre os
moradores que resistem a ordem de despejo e lutam para manter preservado um dos
maiores sítios ecológicos do Estado.  
A assessoria do deputado Bira do
Pindaré (PT) ligou para o blog para informar que o parlamentar já está no local
e presenciou a utilização da força policial como meio de intimidação dos
moradores contrários a demolição das residências.
Neste momento o clima no local é
de confronto e a imprensa está sendo avisada da truculência policial contra os moradores
da área por onde a governadora Roseana Sarney quer passar com a Via Expressa.
A governo, mesmo com toda
resistência dos comunitários, quer concluir a obra a toque de caixa para servir
de bandeira de campanha do candidato Washington Oliveira. A Via Expressa, a
exemplo da Avenida Quarto Centenário, é 
mais uma obra prometida é não concluída.  

  • Jorge Vieira
  • 25/jul/2012

Roseana usa recurso público para favorecer aliados

Roseana Sarney usa dinheiro público para favorecer aliados
Faz tempo que todas as eleições no Maranhão são decididas e
garantidas com recursos públicos distribuídos aos aliados, e para cooptação de
adversários. O governo Roseana Sarney tratou de aprofundar essas práticas,
usando sempre os recursos públicos através de convênios eleitoreiros celebrados
à beira de uma nova eleição.
Apesar de enfrentar um processo de cassação fortíssimo, sob
acusação de uso de recursos públicos usados em convênios eleitoreiros, cujo
desfecho pode levar à degola de seu mandato, Roseana Sarney não se intimida e fez,
agora em junho de 2012, exatamente a mesma coisa de 2010, quando colocou toda a
estrutura da Administração estadual para celebrar convênios de toda sorte. É
importante tentar eleger o maior número de aliados com os recursos públicos.
Somente no mês de junho 2010, Roseana Sarney fez cerca de mil
convênios eleitoreiros, dos quais 670 somente nos três dias que antecederam a
convenção que a escolheu candidata, no dia 24 de junho de 2010.
O secretário Hildo Rocha, testemunha de defesa de Roseana
Sarney no processo de cassação, disse que a quantidade alta de convênios no mês
de junho de 2010, era porque o ano era curto, em função de não ser permitida a
celebração de convênios a partir do dia 05 de julho. O mesmo Hildo Rocha,
respondendo a pergunta do advogado Rubens Pereira Junior, afirmou que em 2011
as finanças do Estado estavam em ordem, e que o Estado não estaria “quebrado”
por causa dos convênios feitos em 2010.
No entanto, como em 2011 não havia eleições, apesar de as
finanças do Estado estarem com boa saúde, no mês de junho, por exemplo, não se
verificou a “farra de convênios” ocorrida em 2010. Apenas cerca de trinta
convênios foram celebrados pela secretaria de cultura para incentivos ao bumba
meu boi. Nada de convênios milionários da SINFRA, DEINT, Secretaria de Saúde,
etc.
Já no ano de 2012, com eleições municipais à vista, a coisa
foi diferente: no mês de junho foram firmados nada menos que 608 convênios, nos
mesmos moldes dos convênios de 2010, com os mesmos objetos, as mesmas entidades
e valores milionários. Foram liberados cerca de 200 milhões de reais às
vésperas de iniciar o período eleitoral.
Há casos de prefeituras que firmaram convênios em 2010 cujo
objeto era “conservação de estradas vicinais”, coisa de alguns milhões de
reais, e agora, em 2012, firmou idêntico convênio com outros tantos milhões
para o mesmíssimo fim. Mais uma vez utilizou-se o período de convenções
partidárias para abrir os cofres do Estado e agradar aliados e cooptar
adversários à custa de recursos públicos.
Não se sabe até quando os recursos de convênios serão usados
de forma criminosa para eleger políticos, pois em todo ano de eleição a coisa
se repete. Em 2010, após minucioso trabalho, o procurador-geral do Ministério
Público do Tribunal de Contas do Estado, Jairo Cavalcante, encaminhou farta
documentação ao Ministério Público do Maranhão para as devidas providencias.
Não se tem notícia de alguma medida tomada.
O Ministério Público Federal também recebeu toda
documentação, e sequer entrou com alguma ação contra a candidatura de Roseana
Sarney.
A soma dos recursos transferidos em 2010 através dos
convênios, beira um bilhão de reais. Jamais os municípios sequer prestaram
contas desses recursos, prova de que serviram unicamente para alavancar a
reeleição de Roseana Sarney. As obras, da mesma forma, muitas nem foram
iniciadas.
Não fosse o ex-governador José Reinaldo, através de seus
advogados, ingressar com o processo de cassação de Roseana Sarney, todos
acreditariam que as eleições de 2010 no Maranhão foram perfeitas e isentas de
abuso.
Mas agora Roseana deu mais munição para ser usada contra ela
no TSE, provando que os convênios só são firmados em ano de eleição, às
vésperas do período eleitoral.

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