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Autor: Jorge Vieira
  • Jorge Vieira
  • 19/jun/2013

Fernando Fialho foge para não dar explicações sobre obra fantasma

Acusado de asssinar convênio suspeito com entidade fantasma para execução de obras no povoado Trechos, no município de Raposa, o secretário de Desenvolvimento Social, Fernando Fialho, não compareceu nesta manhã de quarta-feira ao plenário da Assembleia Legislativa para prestar esclarecimentos sobre a denúncia levada a público pela bancada da oposição.  
 
Fialho alegou compromissios inadiáveis para não atender a convocação, mas se colocando a disposição da Assembleia. O deputado Manoel Ribeiro sugeriu que ele marcasse o dia para que seja passada a limpo a denúncia, mas o deputado discrodou a solicitou que a Mesa marca uma nova data.
 
Tavares fez questão de esclaracer que o secretário está convocado e que a Assembleia Legislativa tem a obrigação de marcar uma nova data.
 
Filaho foi convocado através de requerimento do líder da oposição, Rubens Pereira Junior, após encontrar no Diário Oficial do Estado um convênio com a entidade Grupo Ação Social Vera Macieira, no valor de R$ 5 milhões, para a melhoria de caminhos de acesso ao povoado Trechos, no município de Raposa.
 
Ocorre que o povoado simplesmente não existe, emboras as obras contratadas tenham sido pagas à entidade suspeita.   

  • Jorge Vieira
  • 18/jun/2013

São Luís tem menor tarifa do país e está entre 15 capitais sem reajuste de passagens

Diálogo do prefeito Edivaldo com trabalhadores, empresários,
MP e Justiça do Trabalho evitou reajuste nas passagens
São Luís é a capital brasileira com a menor tarifa cobrada no transporte coletivo e está entre as 15 que não tiveram aumento das passagens. Além da capital maranhense, somente Teresina (PI) cobra a taxa de R$ 2,10. Em Belo Horizonte (MG), os valores cobrados variam de R$ 2 a R$ 2,80 enquanto em Recife (PE) a menor tarifa corresponde a R$ 1,50 e a maior a R$ 3,45.
A qualidade do serviço de transporte coletivo na capital maranhense é um dos compromissos de governo do prefeito Edivaldo Holanda Júnior. Em junho deste ano, a Prefeitura de São Luís participou ativamente da negociação salarial entre trabalhadores e empresários evitando o reajuste das tarifas e a deflagração de greve no sistema de transportes.
A preocupação em oferecer um sistema de transporte de qualidade foi expressa entre as metas dos primeiros 120 dias. Em maio, foi aberta a licitação para a 1ª fase do Plano de Ações Imediatas do Tráfego (PAIT) que prevê intervenções em seis trechos críticos da cidade. As intervenções visam melhorar o trânsito nos principais corredores, onde ocorrem congestionamentos. Outra medida importante assumida pela gestão atual é a licitação do sistema de transporte coletivo prevista para ser realizada até o final deste ano.
Além disso, foram iniciadas operações pontuais para limpeza e recuperação dos Terminais de Integração (TI) que tiveram os banheiros recuperados, segurança reforçada e ampliação do serviço de limpeza. Também será iniciado um processo de reforma mais ampla ao final deste mês com obras na infraestrutura dos TI, abrangendo desde a reforma da rede elétrica e hidráulica até a colocação de bancos e sinalização das plataformas.
Em março foram incorporadas três novas linhas ao sistema de transporte público na área do Itaqui-Bacanga, uma das regiões mais populosas da capital. O incremento de 285 viagens por dia beneficiou mais de 80 mil usuários. A medida ampliou a oferta de ônibus e destinos para os 300 mil habitantes da área Itaqui-Bacanga.
Dentro dessa perspectiva de melhorias para o sistema de transporte, já estão sendo negociados recursos do governo federal para as obras do corredor de transporte urbano e será anunciada a criação do Comitê de Mobilidade Urbana.

  • Jorge Vieira
  • 18/jun/2013

Bira relembra lutas históricas de movimentos populares

As
manifestações que tomaram conta do Brasil neste final de semana foram pautadas
em debates na manhã desta terça-feira (18), na Assembleia Legislativa do
Maranhão. As ruas do Rio de janeiro e São Paulo foram tomadas por populares que
reivindicavam desde a não aprovação da PEC 37 até a moralização dos gastos com
dinheiro público.

O
deputado Bira do Pindaré (PT) lembrou que, no Maranhão, as ruas estão tomadas
há muito tempo. O parlamentar recordou as passeatas que participou enquanto
militante dos movimentos sociais. Aos 15 anos de idade, ele participou da
passeata pelas Diretas Já, depois participou do movimento pelo impeachment e
para derrotar o ex-presidente Collor.
O petista
lembrou que foi preso na porta do Banco do Estado do Maranhão, quando o governo
confiscava salários dos bancários. Os bancários ganharam a luta e hoje, graças
ao Sindicato dos Bancários, estão recebendo os salários na justiça. “Quem
apanhou da polícia fomos nós. E até hoje eu tenho uma fotozinha estampada no
Jornal Imparcial com as mãozinhas para cima e algema no dedo, algema de preso
político, isso no início da década de 90”.
O
parlamentar comemorou o ato da juventude brasileira que acordou para as
injustiças e está ocupando as ruas como sinal de protesto. Os desmandos do
grupo Sarney e a tragédia social que eles provocaram no Maranhão também foram
pautados. “A política no Maranhão não tem nada pior do que o que acontece nesse
Estado, comandado por uma oligarquia que quer fazer bodas de ouro no poder.
Bodas de ouro! Nenhum Estado da federação tem isso”.
Para
Bira, essas manifestações populares, indicam que a população não aguenta mais
ser enganada e não quer uma política viciada e alimentada pela corrupção, pela
agiotagem, pelos esquemas tradicionais de dinheiro e pelos contratos
milionários com entidades.
“Para
mim, essa é a mensagem e eu já entendi perfeitamente e estou plenamente do lado
desse povo e não vou subir no palanque, a não ser se me convidarem, porque se
me convidarem eu estou lá, não faço questão de fazer proselitismo em cima do
movimento espontâneo de qualquer que seja o seguimento da sociedade. Agora se
me chamarem pode ter certeza estarei lá usando o mesmo gogó de sempre para
defender o povo do Maranhão”, garantiu Bira.

  • Jorge Vieira
  • 18/jun/2013

Deputado destaca luta para barrar demarcação de reserva indígena em Amarante

O deputado Antônio Pereira (DEM)
ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa, para destacar a luta contra a
pretensão da Fundação Nacional do Índio (Funai) de ampliar em mais de 200% –
por meio da Portaria 1437, datada de 08 de outubro de 2010 – a Reserva Indígena
Governador, dos atuais 41.643ha para 204.729ha. Hoje as reservas indígenas
ocupam mais de 45% do município de Amarante. Com a ampliação pretendida pela
Funai, esta ocupação subiria de 140 para 204 mil hectares (75%).
O democrata registrou que
participou, na sexta-feira (14), em Amarante – acompanhado de cerca 10 mil
pessoas, dos prefeitos de Amarante e de Fernando Falcão, do ex-prefeito Marconi
Gomes e de vereadores dos municípios da região Sul – de um protesto contra a
Ampliação da Reserva indígena Governador. Compareceram também membros do
Sindicato dos Trabalhadores Rurais, religiosos e presidentes de associações. A
manifestação teve o apoio da Prefeitura e da Câmara Municipal de Amarante.
Antônio Pereira informou que com
a possível demarcação da Reserva Indígena Governador, mais de 20 mil pessoas de
três mil famílias serão expulsas das áreas de importantes assentamentos e
produtivas propriedades rurais. Segundo ele, Amarante já possui 54% de sua
extensão, o equivalente a 408.000ha, ocupadas pelas reservas indígenas:
Araribóia (338.000ha), Governador (41.6432ha) e Reserva Krikati (28.947ha).
Para Antônio Pereira, a situação
se agrava ainda mais porque ficou constatado que a demarcação provocará a
extinção de 11 assentamentos (06 do INCRA e cinco do Banco da Terra) e que
1.500 propriedades rurais ficarão dentro da reserva indígena. “Isto acaba com
50% da produção econômica de Amarante, que tem sua economia baseada na
agropecuária. Hoje o rebanho bovino de Amarante é de 200 mil cabeças. Na
reserva pretendida pela Funai, são criadas cerca  de 150 mil cabeças de
gado”, alerta.
AUDIÊNCIA
PÚBLICA
Na segunda-feira (17), o deputado
Antônio Pereira participou, na Assembleia Legislativa, acompanhado de
representantes dos municípios do Sul do Maranhão, de audiência pública
promovida pela Comissão de Assuntos Municipais e Desenvolvimento Regional da
Casa, para tratar dos impactos da demarcação da Reserva Indígena Governador
para a população de Amarante, Grajaú, Barra do Corda, Fernando Falcão, Formosa
da Serra Negra, São João do Caru e outros que sem dúvida serão prejudicados.
A audiência foi motivada por
requerimento do deputado Carlinhos Amorim (PDT). Participaram o presidente da
Comissão, deputado André Fufuca (PSD), e deputados Carlos Alberto Milhomem
(PSD), Neto Evangelista (PSDB), Bira do Pindaré (PT) e Hélio Soares. Na
oportunidade, Antônio Pereira pediu a mobilização da Assembleia Legislativa,
para evitar a desastrosa demarcação da Reserva Governador e a expulsão de
pecuaristas e lavradores de suas terras ocupadas hás mais de 30
anos.    
Na audiência, Antônio Pereira
elogiou a decisão da ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, que demitiu
a presidenta da Funai e anunciou a elaboração de novo processo de demarcação de
terras indígenas, que será regulamentado até o fim deste semestre, tempo
suficiente para o Supremo Tribunal Federal (ST) se manifestar sobre a questão.
Uma regulamentação vai definir detalhes de como atuará a Embrapa e os
ministérios da Agricultura, Cidades e Desenvolvimento Agrário.
LUTA EM
BRASÍLIA
A luta do deputado Antônio
Pereira para barrar a demarcação da Reserva Indígena Governador é antiga.
Começou desde 2003, no seu primeiro mandato. Recentemente, o democrata
participou, em Brasília (DF), de reunião com o vice-presidente da República,
Michel Temer, para tratar do assunto. O parlamentar informou ao vice-presidente
que os pecuaristas também vão amargar sérios prejuízos, caso a Funai consiga
ampliar a Reserva Governador.
Após a reunião, Antônio Pereira
entregou estudos da Comissão Permanente em Defesa dos Proprietários Rurais de
Amarante, que apresentam a situação das ocupações no  Maranhão. Segundo
ele, Michel Temer ficou impressionado com a dimensão do problema, e
comprometeu-se a buscar mais esclarecimentos junto aos órgãos do Governo
Federal, para evitar sérios problemas e até um provável conflito entre brancos
e índios.
Em setembro de 2011, Antônio
Pereira se reuniu, em Brasília (DF), com o ministro da Justiça, José Eduardo
Cardoso, acompanhado dos ex-prefeitos Marconi Gomes (Amarante), Sansão (Sítio
Novo) e representantes da  Comissão de Produtores Rurais de Amarante e
Sítio Novo. A reunião foi agendada pelo então presidente do Senado, senador
José Sarney (PMDB/AP). O ministro se comprometeu em apresentar solução para o
problema, cujas conseqüências podem ser muito drásticas.

  • Jorge Vieira
  • 18/jun/2013

Marcelo Tavares anuncia saída do PSB

Deputado Marcelo Tavares vai pedir desfiliação do PSB

Em
conversa com jornalistas que cobrem as atividades do Poder Legislativo, nesta
manhã de terça-feira (18), o deputado Marcelo Tavares anunciou que está
estudando com advogados a possibilidade de deixar o PSB sem correr risco de
perder o mandato.
Tavares
se mostrou completamente contrariado com a composição na nova Comissão
Provisória Regional, nomeada pela executiva nacional do partido para comandar
os destinos da legenda no Maranhão.
O
deputado se recusou, inclusive, a comentar a entrega do comando da sigla no
Estado ao prefeito de Timon, Luciano Leitoa, e comunicou que ele e o
ex-governador José Reinaldo Tavares estão livres para estudar convites de
outros partidos.
“Não
vou comentar algo que não participei e nem fui informado. Não posso ficar num
partido que não concordo com as decisões que estão sendo tomadas”, observou.
Quanto
a possibilidade do vice-prefeito de São Luís, Roberto Rocha, disputar o governo
em 2014 para formar palanque para o candidato a presidência da República e
governador de Pernambuco, Eduardo Campos, o ex-presidente da Assembleia
Legislativa foi enfático:
“Tenho candidato e o nome dele é Flávio Dino”, adiantou.
     
Tavares não revelou para qual legenda pretende
transferir sua filiação, mas comenta-se nos bastidores da política que o PSDB
estaria de portas abertas para receber as novas adesões e disposto oferecer a
José Reinaldo Tavares a candidatura ao Senado.

  • Jorge Vieira
  • 18/jun/2013

Uso do governo no PED do PT pode gerar denúncia contra Washington ao MP

Vice-governador Washington estaria usando a máquina a serviço de Monteiro

Petistas
envolvidos no processo sucessório interno do PT maranhense já discutem a possibilidade
de representar contra o vice-governador, Washington Luís Oliveira, por está
usando a máquina do Governo do Estado na campanha de reeleição do presidente
Raimundo Monteiro, o “Monteirinho”, de Roseana Sarney (PMDB).
Segundo
um importante dirigente petista informou ao blog, Washington chega aos municípios
com diárias pagas pelo Estado, convoca a militância do partido para discutir
problemas do Maranhão, quando na verdade trata-se apenas de uma forma de reunir
militantes para pedir votos para Raimundo Monteiro, com a promessa que vai
assumir o governo e resolver os problemas de emprego dos que votarem em seu
candidato.
Conforme
revelou a fonte, Washington está desacreditado na base porque não conseguiu
cumprir a promessa de fazer o PT forte junto ao governo. Cita como exemplo da
fraqueza do vice a última vez em que assumiu, quando mandou chama o secretário
de Comunicação, Sérgio Macedo, e ele mandou dizer que não ia.
Sem
crédito na base petista e sem a confiança da oligarquia que defende, agora Washington
anda afirmando que assumirá o governo com a saída de Roseana, quando todo mundo
no partido sabe que ele aceitou assumir a vaga que será aberta no Tribunal de
Contas do Estado.
“Washington
está enganando a militância quando afirma que vai assumir o governo com a
cassação ou desincompatibilização de Roseana do cargo em abril de 2014, mas nós
sabemos que ele está vendendo o que não pode entregar, pois já se acertou com a
governadora e vai assumir o TCE”, denuncia.
Para
os petistas contrários a manutenção da aliança com o PMDB, o fato mais grave é
o aparelhamento do Estado para fazer a campanha de Raimundo Monteiro, o que é
nocivo á democracia interna do PT.

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