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Autor: Jorge Vieira
  • Jorge Vieira
  • 15/jul/2013

Governo se apossa de obras de estrada que não construiu, denuncia deputado Othelino Neto

O deputado estadual Othelino Neto (PPS) criticou, em pronunciamento nesta
segunda-feira (15), propaganda do governo do Estado que inclui a construção de
uma estrada de 37 km, que liga Paulino Neves a Barreirinhas, como realização do
Executivo, quando, na verdade, o benefício é uma compensação que a empresa
Bioenergy garante aos dois municípios porque está implantando ali energia
eólica.  De acordo com o parlamentar, a obra nem existe ainda e o governo
já está se apossando dela, mostrando falsas imagens de asfalto como se já
estivesse sendo construída.
Segundo o
deputado, a Bioenergy começou a colocar máquinas no trecho entre Paulino Neves
e Barreirinhas e parou; não pagou aluguel das mesmas e está demitindo as
pessoas que trabalham  nos escritórios da empresa nas duas cidades. “Esta
empresa, que está  começando a aparecer, é mais uma dessas, tipo Kaoí,
tipo refinaria Premium, que é prometida e não aparece. Então parece que o
governo do Estado está patrocinando um novo embuste com objetivo eleitoral para
a infelicidade dos maranhenses”, disse Othelino.
Para
Othelino, a propaganda do governo, além de ser cara e de não falar sobre o
Maranhão real, ainda se apropria de obras que não são do governo e que nem
existem, como essa estrada de  Paulino Neves a Barreirinhas. “O governo do
Estado virou dono desta obra ao exemplo do que faz com outras que são feitas
com recursos federais. Como não trabalha, fica se apossando das coisas alheias”,
alfinetou.
Repercussão
negativa –
“A propaganda do governo do
Estado está muito longe de mostrar a realidade. Deve ser gravada na Suécia,
talvez na Irlanda, mas aqui não é, porque aquele Estado que eles apresentam não
pode ser o Maranhão por onde nós andamos”, frisou Othelino Neto.
Durante o
pronunciamento, Othelino repercutiu ainda matéria publicada pela Revista Veja
sobre a crise da Saúde, no município de Imperatriz, dando conta que o Maranhão
é o Estado com menor índice de médico por habitante, e, mais uma vez, expõe a
fragilidade das políticas públicas. “Eu que quero lamentar duplamente a
exposição do Maranhão no âmbito nacional de forma negativa e essa propaganda do
governo que, mais uma vez, é pego na mentira”, disse.

  • Jorge Vieira
  • 15/jul/2013

Acesso à Saúde é a maior reivindicação da Baixada

Trabalhadores da UGT veêm em Flávio Dino esperança de mudança
Com
postos de saúde precários e muitas vezes fechados, a população de Pinheiro
reclamou durante a edição deste fim de semana dos Diálogos pelo Maranhão da
falta de assistência médica para a população da Baixada Maranhense. “Os relatos
que ouvimos por toda a Baixada sobre falta de atendimento médico e das
peregrinações diárias para serem atendidos em São Luís demonstram que a
população precisa de uma política de saúde séria,” comentou Flávio Dino.
Em visita
à região da Baixada Maranhense, Flávio Dino e a caravana do movimento Diálogos
pelo Maranhão conversou com a população local e constatou que entre os mais
graves problemas da região está o acesso à saúde pública. Diversos relatos
deram conta de que a cidade de Pinheiro, que polariza atendimento das cidades
vizinhas, não consegue atender a demandas simples, como enfaixar um braço
quebrado, por exemplo.
É o caso
do vendedor ambulante, Felipe Pereira Sousa, de 32 anos, que teve que se
deslocar até São Luís no último domingo para ser atendido nos hospitais da
capital. Ele quebrou o braço na sexta-feira na cidade de Bequimão. Procurou
atendimento em Pinheiro e Peri-Mirim, mas não foi atendido em nenhuma das
cidades. Dois dias depois do acidente, ele decidiu ir a São Luís em busca de
ajuda.
Pinheiro
está recebendo via recursos do Governo Federal a construção de um hospital
regional, que foi idealizado na administração de Jackson Lago e depois
abandonado pela atual administração. “Chegamos a começar a obra, pois o
ex-governador Jackson Lago tinha planos de construir o hospital, mas Roseana
abandonou a obra,” lembrou o ex-prefeito José Arlindo (PSB).
Flávio
Dino criticou a falta de médicos no Maranhão. O estado tem o menor índice de
médicos por habitantes do país. O valor é de aproximadamente 2 médicos para
cada 3 mil habitantes. “A saúde não é só parede e telhado. O Maranhão precisa
de médicos, enfermeiros, odontólogos, remédio e atendimento humanizado,” disse.
A
abertura de novos cursos de Medicina pela Universidade Estadual do Maranhão e
revitalização do curso existente no campus de Caxias é o primeiro passo
sugerido por Flávio Dino para reverter o quadro de atraso que se descortina no
Maranhão.
Mobilização
Com a
presença de milhares de pessoas que acompanharam a edição dos Diálogos pelo
Maranhão em Pinheiro, a caravana reuniu lideranças de todo o Maranhão que vêm
discutindo soluções para os problemas sociais em econômicos do estado. Em
passagem por Santa Helena, Cururupu, Mirinzal, Pinheiro e Presidente Sarney, o
movimento ouviu depoimentos dos habitantes da Baixada Maranhense sobre os
principais problemas enfrentados.
Participaram
dos eventos os deputados federais Simplício Araújo (PPS) e Weverton Rocha
(PDT), os deputados estaduais Rubens Pereira Júnior (PCdoB), Marcelo Tavares
(PSB), Othelino Neto (PPS) e Bira do Pindaré (PT).

  • Jorge Vieira
  • 15/jul/2013

Prefeitura recebe lideranças comunitárias para discutir o PPA

Compartilhar responsabilidades e buscar soluções para os desafios da cidade.
Com este objetivo, representantes da sociedade civil e da Secretaria Municipal
de Governo (Semgov), definiram na manhã desta segunda-feira (15), no auditório
Reis Perdigão, a metodologia a ser utilizada na primeira audiência pública para
discutir o desenvolvimento e formalização do Plano Plurianual (PPA) 2014-2017.
A audiência será realizada na zona rural de São Luís, na próxima sexta-feira
(19), às 14h, na escola Mário Meireles, em Pedrinhas.

 
Para facilitar as discussões e implementação das
ações serão criados grupos de trabalho que irão debater resoluções efetivas
para os desafios enfrentados nas comunidades.

            
“Ao abrirmos espaço para a participação popular, estamos deixando claro qual é
a intenção desse governo: trabalhar em parcerias, ouvir de modo democrático os
anseios da comunidade, tendo em vista o nosso PPA. É assim que iremos nortear
as ações para os próximos quatro anos”, explicou o assessor especial Artur
Costa.
Para o líder comunitário Gilberto Santos, da Vila Maranhão, o momento
representa uma importante oportunidade para unir forças com o poder público e
sugerir as soluções mais viáveis para o bem da zona rural e urbana. “É um
espaço que está sendo aberto para que nós, do povo, possamos falar. Isso é
muito importante, porque nós é que conhecemos os verdadeiros problemas e agora
teremos a chance de sermos ouvidos. É uma chance real que nossas comunidades
têm de crescer”, destacou.
A liderança jovem também esteve presente. Erick Marques, que faz parte da
liderança jovem da Vila Maranhão, se mostrou ansioso em participar das
discussões. “Estamos felizes em ver que o prefeito está dando ao jovem a chance
de falar e reagir, de participar como gente grande dos assuntos da cidade”,
disse.

 
A metodologia das audiências públicas consiste na
formação de grupo de trabalhos onde serão apresentadas e discutidas demandas já
levantadas pela Prefeitura de São Luís em saúde, educação, mobilidade urbana,
lazer, segurança, dentre outros serviços.

SAIBA MAIS

Nesta quarta-feira (17), os Conselhos Municipais também participarão de
plenária para discutir a elaboração do Plano Plurianual 2014-2017. O encontro
acontecerá no auditório Reis Perdigão, às 17h.

PLANEJAMENTO 

O debate acerca das diretrizes do Plano Plurianual
(PPA) 2014-2017 e do Plano de Investimento 2013-2033 iniciou durante plenária
com empresários na última quarta-feira (10), realizada no auditório da
Associação Comercial do Maranhão (ACM). 

Os debates com a sociedade civil continuarão com
audiências na área Itaqui-Bacanga, na Universidade Federal do Maranhão (UFMA),
dia 22; Cidade Operária/Cidade Olímpica (24); Cohab/Cohatrac (25) e Centro
(29), às 9h, na sede da Prefeitura, durante reunião do Núcleo Gestor do Centro
Histórico.  

As audiências com a população terão duração de
cinco horas. O roteiro deve se encerrar somente em 30 de setembro, quando
termina o prazo para aprovação do PPA pela Câmara Municipal de São Luís.

  • Jorge Vieira
  • 15/jul/2013

Flávio Dino é recebido carinhosamente em Pinheiro

O presidente da Embratur e pré-candidato ao governo do Maranhão em 2014, Flávio Dino, foi recebido carinhosamente pela população de Pinheiro, durante o final de semana, quando esteve na Baixada Maranhense discutindo os problemas do estado, junto com a caravana do movimento “Diálogos pelo Maranhão”. 

  • Jorge Vieira
  • 15/jul/2013

Deu na Veja: Falta tudo nos hospitais do Maranhão

O
Maranhão é o estado brasileiro com menor número de médicos do país. A proporção
é de 0,71 profissional para cada 1000 habitantes. O Hospital Municipal de
Imperatriz, conhecido como Socorrão, é o retrato dessa precariedade. É para lá
que vão os doentes mais graves de pelo menos 100 municípios do Pará, do
Tocantins e do Maranhão. Com 400 leitos, o Socorrão é o único da região
com UTI e, ainda assim, tem apenas trinta vagas.
Na
tentativa de aliviar a demanda, a prefeitura aluga cinquenta leitos na rede
particular. Isso ajuda, mas pouco. Os pacientes se amontoam no hall de entrada
do hospital.
Na falta
de médicos e enfermeiros, os doentes são ajudados pelos acompanhantes. Na
enfermaria, as camas são enferrujadas. “Fazemos o que está ao nosso alcance,
mas às vezes acontece de o paciente morrer na fila de espera”, diz o prefeito
Sebastião Madeira (PSDB). “Além da sobrecarga do sistema, recebemos
mensalmente apenas 6,5 milhões do governo federal, mas gastamos no mínimo o
dobro com a rede de saúde do município”.
A 500
quilômetros dali, em Matões do Norte, o hospital da cidade está pronto desde
2011. Apesar de já ter camas e colchoes novos, não recebe nenhum paciente. O
hospital faz parte do programa Saúde é Vida, da governadora Roseana Sarney
(PMDB).
Motivo:
hospitais como o de Matões foram construídos para ser instituições municipais,
mas faltou combinar com os prefeitos.

  • Jorge Vieira
  • 15/jul/2013

Prefeitura realiza Operação Tapa-Buracos nas ruas do Centro

As ruas Sete de Setembro, Passeio, Antônio Rayol, Cândido Ribeiro, vias entorno da Praça Deodoro e Capela de São Pedro também foram contempladas com a operação no domingo.
As ruas do Centro de São Luís receberam melhorias durante este domingo (14). As ações de pavimentação foram realizadas pela Secretaria de Obras e Serviços Públicos (Semosp), através da operação tapa-buracos, que contemplou trechos que se encontravam com o asfalto comprometido, dificultando a mobilidade urbana, como nas ruas do Egito, Afogados, Inveja e de Santana.
Esta é a segunda grande Operação Tapa-Buracos com a concentração dos trabalhos no Centro de São Luís aos finais de semana. Foram executados serviços nas vias que ainda não tinham recebido reparos e nas demais que sofreram com o forte impacto das recentes chuvas que incidiram na cidade e pelo desgaste natural do asfalto.
“Aproveitamos o domingo para realizarmos o serviço de tapa-buracos que é mais minucioso, demorado, de forma que não seja prejudicado o movimento comercial desta área. Os objetivos estão sendo alcançados gradualmente. Neste momento estamos trabalhando nas áreas que sofreram com a ausência da assistência de gestões passadas. A determinação do prefeito Edivaldo Holanda Júnior é que essas ações cheguem a todos os bairros”, frisou o secretário de Obras e Serviços Públicos, José Silveira.
O último levantamento divulgado pela Semosp apontou que mais de 64 m² de vias públicas da capital foram recuperadas pela operação Tapa-Buracos apenas no mês de junho.

As ruas Sete de Setembro, Passeio, Antônio Rayol, Cândido Ribeiro, vias entorno da Praça Deodoro e Capela de São Pedro também foram contempladas com a operação no domingo.
OUTROS TRABALHOS
Alguns pontos necessitaram atenção diferenciada da Prefeitura como na Fonte do Bispo, local que diariamente concentra grande número de pessoas que usufruem o serviço de transporte coletivo de linhas interbairros e intermunicipais.
De acordo com José Silveira área necessita trabalhos específicos para sanarem, de vez, problemas que perduraram em antigas administrações municipais causando transtorno e insatisfação da comunidade.
“A fonte do Bispo necessita muito mais do que tapa-buracos. Aqui também é necessário um trabalho de drenagem. Vamos trabalhar na criação de um projeto eficiente para o local. O problema nesta área é visível, tem muita água inservível, esgoto escoando direto nas sarjetas. O principal inimigo do asfalto é a água. Então vamos focar no problema”, ressalvou.
Além das ações de pavimentação, a Prefeitura realizou serviços de limpeza, iluminação e calçamento com pedras portuguesas no Centro.

  • Jorge Vieira
  • 15/jul/2013

Deputados querem afrouxar controle sobre doações de campanha

Folha de São Paulo

Depois de
rejeitar a proposta de reforma política feita pela presidente Dilma Rousseff
para responder aos protestos de junho, deputados federais trabalham para
aprovar nesta semana mudanças na legislação eleitoral que afrouxam os controles
existentes sobre doações de campanha.
Projeto
de lei preparado por um grupo de trabalho composto por representantes de vários
partidos acaba com os recibos para doações eleitorais e permite que políticos
com contas de campanha rejeitadas pela Justiça Eleitoral voltem a se candidatar
nas eleições do ano que vem.
Atualmente,
os candidatos devem dar recibos às pessoas e às empresas que financiam suas
campanhas, e esses comprovantes devem ser submetidos à análise da Justiça.
O
deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), relator do projeto de lei, afirmou que,
sem os recibos, a fiscalização poderá ser feita com registros da movimentação
bancária das campanhas, onde os doadores seriam identificados.
Segundo
ele, a ideia é tornar a fiscalização mais eficiente. “Com o número de
candidatos que temos atualmente, não há controle”, disse. “Estamos
melhorando isso ao permitir que o controle ocorra de forma eletrônica.”
Para a
procuradora-geral eleitoral, Sandra Cureau, a medida é preocupante. “Isso
pode dificultar o controle da prestação de contas”, disse. “No nosso
entendimento, é mais uma dificuldade para cruzar os dados de quem fez a doação
e o beneficiário.”

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