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Autor: Jorge Vieira
  • Jorge Vieira
  • 5/mar/2015

Inquéritos envolvem Lobão e principais líderes do Senado

Agência
Senado

Os
pedidos de abertura de inquérito feitos pelo procurador-geral da República,
Rodrigo Janot, na noite de terça-feira (3) envolvem os principais líderes do
Senado. Entre os 54 nomes que Janot pediu para serem investigados,
estão alguns dos principais líderes do Senado. Além do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL),
o Congresso em Foco apurou que foi pedida abertura de inquérito contra
Romero Jucá (PMDB-RR), Edison Lobão (PMDB-MA), Fernando Collor (PTB-AL),
Lindbergh Farias (PT-RJ), Humberto Costa (PT-PE), Ciro Nogueira (PP-PI),
presidente nacional do PP, e a ex-ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann
(PT-PR).

Todos eles foram citados pelo doleiro Alberto
Youssef e pelo ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto
Costa como beneficiários do esquema de corrupção na Petrobras. O senador Aécio
Neves (PSDB-MG) chegou a ser citado nas delações premiadas, mas os procuradores
responsáveis pelas investigações da Lava Jato não acharam evidências
substanciais que ensejassem o pedido de abertura de inquérito contra o
principal líder da oposição.

Nas delações premiadas, Paulo Roberto Costa afirmou
que chegou a trabalhar para Lindbergh Farias para obter financiamento em
campanhas eleitorais. Romero Jucá também foi apontado pelos delatores como
outro beneficiário do esquema. Já Lobão é investigado não somente por ter sido
beneficiado pelo esquema, como também por ter mediado acordos para a
implementação de uma refinaria no Maranhão, que resultou em desvios da ordem de
R$ 7 milhões apenas nas obras de terraplanagem.

Paulo Roberto Costa disse que Humberto, que é líder
do PT no Senado, foi beneficiado com o repasse de aproximadamente R$ 1 milhão,
fruto do esquema de corrupção da Petrobras durante a campanha eleitoral de
2010. De acordo com as delações, a senadora Gleisi Hoffmann também recebeu R$ 1
milhão do esquema, mas diretamente do doleiro Alberto Youssef. O presidente
nacional do PP, Ciro Nogueira, também foi beneficiado com propinas fruto de
obras da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, segundo Paulo Roberto Costa.
Outro investigado é o ex-presidente da República e senador Fernando Collor de
Mello (PTB-AL).

Durante a apuração de crimes da Lava Jato, foram
identificados depósitos bancários em favor do senador feitos pelo Posto da
Torre, em Brasília. O posto de gasolina é tido como uma espécie de caixa
eletrônico de políticos envolvidos no esquema. Collor também é apontado como
beneficiário de um acordo entre o grupo de Youssef, uma rede de postos de São
Paulo e a BR Distribuidora, no valor de R$ 300 milhões. Segundo delatores, por
ajudar a mediar esse acordo, o petebista recebeu R$ 3 milhões de propina.

Todos os senadores que serão alvo de inquérito já
negaram publicamente participação no esquema de propina na Petrobras. Ciro
Nogueira chegou a afirmar, em nota oficial, que renunciaria ao mandato caso
surgissem provas de seu envolvimento.“Desde o início, agora e até o final desta
circunstância política, mantenho e manterei uma única posição: jamais tive
qualquer relação imprópria com qualquer dos acusados na Operação Lava Jato.
Repito o que sempre sustentei: renunciarei ao mandato de senador da República
se surgir qualquer prova objetiva que venha macular minha atitude como homem
público. Assumo mais uma vez este compromisso, porque tenho consciência plena
de meus atos e seu que as acusações não têm nenhuma base na realidade”, afirmou
Ciro nesta terça-feira.

  • Jorge Vieira
  • 4/mar/2015

Diretor de Comunicação da Assembleia apresenta Código de Conduta a jornalistas

Jornalista Jorge Vieira exibe o Código recebido do diretor de Comunicação 

O diretor de
Comunicação da Assembleia, o publicitário Carlos Alberto Ferreira, entregou,
nesta quarta-feira (4), ao presidente do Comitê de Imprensa da Casa, o
jornalista Jorge Vieira, o Código de Conduta dos Profissionais de Comunicação
da Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão.

A entrega simbólica
do documento aconteceu durante a solenidade de comemoração dos 180 anos da
Assembleia Legislativa, idealizada para homenagear os deputados, ex-deputadas e
todos que contribuíram para o sucesso do Legislativo Estadual.

Ao entregar o
documento, o diretor Carlos Alberto disse que o Código de Conduta foi compilado
com parte do Estatuto dos Servidores da Assembleia Legislativa e com parte do
Código de Ética da Federação Nacional das Assembleias Legislativas (Fenale).
 

O diretor Carlos
Alberto Ferreira disse que Código de Conduta foi elaborado para orientar os
profissionais de comunicação que trabalham na Assembleia Legislativa do Estado
do Maranhão, acerca de como devem trabalhar no poder Legislativo Estadual.                           

Nova postura

O jornalista
Ribamar Santana – responsável pela elaboração do documento – esclareceu que o
Código e Postura foi feito por orientação do diretor Carlos Alberto, atendendo
um anseio dos próprios profissionais que trabalham no setor.

Ribamar Santana
lembrou que os jornalistas têm um Código de Ética aprovado pelo Congresso
Nacional, que deve ser obedecido. “Nós jornalistas também somos submetidos ao
Estatuto dos Servidores Públicos, que estabelece deveres para a categoria”,
disse.

Para o presidente
do Comitê de Imprensa, o Código de Postura é fundamental para os profissionais
que trabalham para a assessoria da Casa, pois ensina a conduta no Parlamento
Estadual.

Jorge Vieira
elogiou o Código, cujo conteúdo contempla o Código de Ética dos Jornalistas, na
parte referente aos deveres dos servidores estaduais dos poderes Executivo,
Legislativo e Judiciário, estabelecidos no Estatuto dos Servidores Públicos do
Maranhão.  

Vieira adverte, no entanto, que o “Código de Conduta dos Profissionais de
Comunicação da Assembleia Legislativa nada tem a ver com os profissionais que
cobrem as atividades do Poder Legislativo, mas sim com os profissionais de
comunicação que trabalham na assessoria de comunicação da Casa.

Vieira destaca ainda que os
jornalistas, radialista e blogueiros que fazem a cobertura diária das
atividades do Poder Legislativo são regidos pelo Código de Conduta Profissional
do Comitê de Imprensa, elaborado pelo Conselho do Comitê, e distribuído pela
diretoria anterior comandada pelo jornalista Cunha Santos.   

  • Jorge Vieira
  • 4/mar/2015

Escolas inacabadas

Radar Online

Levantamento feito pela Secretaria de
Educação do Maranhão identificou que, embora o governo de Roseana Sarney tenha
recebido 220 milhões de reais em recursos do BNDES para reformar, ampliar e
construir 124 escolas, Roseana deixou 107 obras inacabadas – ou seja, apenas 17
foram concluídas, o equivalente a 13,71% do total previsto.

Uma das escolas em estado precário e com a reforma
inacabada, por ironia do destino, chama-se Roseana Sarney Murad.

Área interna da escola sem a menor condição de receber alunos
 

  • Jorge Vieira
  • 4/mar/2015

No poder, Flávio Dino revela comportamento totalmente diferente de Roseana

Políticos que participaram da
solenidade, na última terça-feira (03), na Universidade Federal do Maranhão,
quando o governador Flávio Dino e o ministro da Saúde, Artur Chioro, receberam
os 118 novos profissionais do Programa Mais Médicos, não deixaram de observa a diferença
de comportamento do atual governador para a ex-governadora Roseana Sarney.

E não poderia ser diferente. Em
dois meses de governo, Flávio Dino já esteve duas vezes na UFMA (a primeira com
o ministro do Esporte) e outras duas vezes no plenário da Assembleia
Legislativa, enquanto a ex-governadora nos últimos mandatos nunca esteve na Universidade
Federal e muito prestigiou qualquer solenidade na Assembleia Legislativa.

O comportamento de Dino em
relação as instituições revela o caráter democrático e o de respeito do
governador com os parlamentares, assim como com a comunidade acadêmica. Outro detalhe que chama atenção é o fato do governador nunca andar acompanhado de batalhão de segurança. 

 Ontem, numa demonstração de perfeita sintonia entre
os poderes, o governador participou da sessão solene em comemoração aos 180
anjos de fundação da Assembleia Legislativa do Maranhão, usou a tribuna para
deixar sua mensagem e recebeu os aplausos do público presente.    

Ao contrário de Flávio Dino, a
ex-governadora, após ter usurpado dois anos do mandato do governador Jackson
Lago, nunca atendeu um convite da presidência da Assembleia e sempre mandou
algum auxiliar representa-la, até no reinício dos trabalhos, numa clara demonstração
de desprezo pela instituição e seus integrantes.   

  • Jorge Vieira
  • 4/mar/2015

Sedel e Uema discutem parceria para ações esportivas

O
secretário de Esporte e Lazer (Sedel), Márcio Jardim, e o reitor da
Universidade Estadual do Maranhão (Uema), Gustavo Pereira da Costa, discutiram
parcerias no sentido de estreitar relações entre a Sedel e Uema para algumas
ações que o Estado realizará este ano.

“Esse foi
um contato inicial, onde pudemos identificar várias ações de comum interesse,
no sentido da promoção da saúde, do desporto e do lazer. A Uema, apesar de não
ter a graduação em Educação Física, tem um Departamento de Esporte muito atuante.
Vamos finalizar, nos próximos dias, o nosso Núcleo de Esportes, que ficará à
disposição dos alunos e, também, da comunidade do nosso entorno”, explica o
reitor Gustavo.

O reitor
aproveitou a oportunidade para falar da retomada das Olimpíadas da Uema.
“Retomaremos as nossas Olimpíadas no mês de novembro e, também, as seletivas
para os Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) ainda nesse primeiro semestre”,
acrescentou.

De acordo
com o secretário de Esporte e Lazer, Márcio Jardim, a ideia é obter a ajuda da
Universidade não somente nos eventos que fazem parte do calendário do Maranhão,
mas também no que tange a qualificação de profissionais. “A Uema é uma
Instituição do Estado, uma Universidade de elaboração do saber, de pensamento,
de conhecimento e nós viemos beber dessa fonte. Queremos parceria em relação às
ações voltadas para o esporte, como os Jogos Escolares Maranhenses (JEMs),
devido à estrutura dessa Instituição não somente aqui na capital, mas em todo o
Maranhão”.

O
secretário ressaltou que “outro viés dessa possível parceria é qualificarmos,
juntos, os profissionais nessa área. É do nosso interesse que o Governo do
Estado tenha uma política mais ofensiva de formação nesse segmento. A Uema tem
muito a oferecer para o campo do desporto”, destacou o secretário.

O
coordenador do Núcleo de Esportes, José Nilson Andrade, frisou a carência de
profissionais qualificados na área desportiva. “É grande a carência desses
profissionais em nosso Estado, tanto que vários municípios deixam de ter uma
Secretaria de Esporte, por exemplo, por falta dessa formação. E é pensando em
atender essa demanda que a Uema está com um projeto do curso Tecnólogo em
Gestão Desportiva, na modalidade a distância, em fase de apresentação à
Capes/MEC (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). A
ideia é qualificar e formar pessoal para desenvolver essa área”.

 

  • Jorge Vieira
  • 4/mar/2015

Grupo comandado por Zé Carlos quer impedir o retorno de Bira ao PT

Deputado Zé Carlos da Caixa quer impedir o retorno de Bira do PT

Um grupo de petistas dissidentes
da corrente Construindo um Novo Brasil, liderado pelo deputado federal José
Carlos da Caixa, por puro medo de concorrência nas eleições de 2018, trabalha
nos bastidores do partido para tentar impedir o retorno do deputado Bira do
Pindaré.

Petista de origem, mas
abrigado no PSB, legenda pela qual conseguiu a reeleição, Bira tem revelado aos
mais próximo o desejo de voltar à militância, mas estaria enfrentando
resistência do grupo liderado Zé Carlos, um ex-sarneisista que virou petista
por questão de oportunismo.

O deputado federal conta em
sua armação para barrar o retorno do atual secretário de Ciência e Tecnologia,
com o apoio dos dissidentes da corrente majoritária CNB – Construindo um Novo
Brasil -, liderada pelo ex-candidato a presidente do PT com seu apoio, Henrique
Sousa.
Advogado, ex-presidente do Sindicato dos Bancários, Bira do Pindaré é militante histórico do PT e das lutas sociais no Maranhão. Se elegeu deputado estadual em 2010 e rompeu com a direção do partido após o alinhamento dos dirigentes petistas ao grupo Sarney. Sem clima para continuar no partido e ameaçado de não ter legenda para disputar a reeleição, o deputado transferiu a filiação para o PSB, mas se considera um estranho na legenda.      

    

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