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| Jovair impôs derrota ao grupo de Roberto Jefferson no PTB |
Um total de 50 obras da rede estadual de educação,
contratadas pelo governo passado com recursos do BNDES, do Programa Viva
Maranhão, podem ser retiradas ou perderem o financiamento do programa. O motivo
é que desde que foram contratadas, em 2014, algumas dessas obras não chegaram a
1% no percentual de execução ou apresentaram irregularidades na gestão dos
processos durante a administração passada na Secretaria de Estado da Educação
(Seduc).
Por: Laryssa Borges
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| A deputada Cristiane Brasil (PTB) desponta como futura presidente do partido |
Veja – Por 21
votos a 4, a Executiva Nacional do Democratas autorizou nesta terça-feira a
continuidade das negociações para o processo de fusão com o partido governista
PTB, legenda que abriga o senador e ex-presidente Fernando Collor de Mello, o
delator do escândalo do mensalão Roberto Jefferson e que tem assento no
primeiro escalão do governo Dilma com o ministro do Desenvolvimento Armando
Monteiro.
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| População de São Luís ganhou novos ônibus equipados para cadeirantes |
A Prefeitura de São Luís avança na melhoria e modernização do sistema de
transporte público da capital. Até o final deste mês, deverá ser concluída a
implantação do sistema de biometria facial nos 1.100 ônibus da frota e, no mês
de maio, deverá ser lançada a licitação para o transporte público. O edital
terá definições claras das responsabilidades tanto do poder público quanto da
iniciativa privada, para a garantia de um transporte público ágil, seguro e de
qualidade.
O deputado estadual Edivaldo Holanda (PTC)
denunciou, em discurso proferido na manhã desta terça-feira (7) na Assembleia
Legislativa, a realização de reuniões secretas organizadas por adversários
políticos do prefeito Edivaldo para desestabilizar a administração.
Em blogs e nas redes sociais, foi denunciada a
realização de uma reunião, ocorrida na último dia 3, sexta-feira, com o intuito
de arquitetar manifestações contra a Prefeitura de São Luís. Na denúncia, é
citada a participação da deputada federal Eliziane Gama, do deputado estadual
Wellington do Curso e dos vereadores Fábio Câmara e Rose Sales.
Do total de 217 prefeitos maranhenses, somente três deixaram de entregar
no prazo estabelecido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE/MA) as prestações
de contas referentes ao exercício financeiro de 2014. Essa foi a primeira vez
que 99,5% dos prefeitos entregaram as documentações dentro do prazo. Ano
passado, nove gestores deixaram de cumprir a data-limite.
Entre os presidentes de Câmaras Municipais, 25 não conseguiram entregar a tempo
os documentos referentes às despesas e receitas de suas gestões. Por sua vez,
cumpriram o prazo secretários estaduais, gestores de órgãos da administração
direta e indireta, os presidentes do Tribunal de Justiça, do TCE e a
procuradora-geral de Justiça, entre outros. A relação completa é pública e pode
ser conferida no site www.tce.ma.gov.br (ícone prestação de contas).
São obrigados a prestar contas à corte de contas todos os gestores das esferas
estadual e municipal, entre governador, prefeitos, presidentes de Câmara,
secretários, dirigentes de empresas públicas, e chefes dos poderes Executivo,
Judiciário e Legislativo no âmbito do Maranhão. Quem não entregou suas
documentações a tempo tem até a sessão do pleno da próxima semana para poder se
habilitar mediante pagamento de multa e não ter o nome incluído na lista de
inadimplentes do TCE.
Para se ter uma ideia, os gestores considerados inadimplentes estarão sujeitos
a várias sanções, a exemplo de multas, responsabilização por ato de improbidade
administrativa, inelegibilidade e até intervenção do Estado no Município.
As multas previstas no regimento interno do TCE-MA são de R$ 4 mil por atraso
na entrega de prefeitos, presidentes do TJ, Assembleia Legislativa e TCE, chefe
do Ministério Público, secretários de Estado ou detentores de cargos
equivalentes, entre outros; e R$ 2 mil para presidentes de Câmaras de
Vereadores.
A simples entrega dos documentos, entretanto, não assegura a regularidade das
prestações de contas, que dependem de análise do corpo técnico do tribunal, que
emite parecer técnico sobre as documentações entregues. A partir daí, os
conselheiros do tribunal julgarão os processos, podendo aprová-los ou não.