A Câmara Municipal de São Luís está encaminhando ao prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PTC) requerimento do vereador Pavão Filho (PDT), aprovado por unanimidade, no qual solicita a instituição, através de decreto, da Política Municipal de Direitos Humanos, Cidadania e Promoção da Igualdade Racial em São Luís.
Para facilitar o trabalho do Poder Executivo Municipal, Pavão Filho anexou um modelo de decreto que contempla todos os grupos interessados, em especial o Fórum Intergovernamental de Promoção da Igualdade Racial, que discutiu em várias oportunidades todo um contexto necessário e indispensável para a política de promoção da igualdade racial em São Luís.
Pavão adverte que apresentou em 2014 uma proposição com esta finalidade, através do Requerimento nº 434/14 e que espera agora ser atendido por tratar-se uma legítima reivindicação do movimento negro do PDT, que deseja ver regulamentada, em caráter de urgência, a Política de Igualdade Racial no âmbito municipal.
Creche Escola – Parlamentar com atividade voltada para a educação, Pavão Filho também aprovou um outro requerimento de sua autoria, no qual solicita que seja autorizado a construção de uma Creche-Escola na Cidade Olímpica, um dos bairros mais populosos da cidade.
Segundo Pavão, “tal iniciativa está em consonância com os mais justos anseios da população da Cidade Olímpica, pois é imprescindível que haja um espaço para acolher inúmeras crianças que estão fora da sala de aula, cujas mães necessitam trabalhar para o sustento de seus lares, ou ainda para aumentar a renda familiar, mas não o fazem, por não ter um local apropriado para deixá-las”.
A Procuradoria Geral do Estado (PGE) conseguiu uma importante vitória na justiça que garantiu a economia de mais de R$ 7 milhões aos cofres públicos do Estado referente à cobrança indevida de contribuição sindical dos servidores ativos e inativos do Ministério Público do Estado.
O juiz da 2ª vara da Fazenda Pública de São Luís, Carlos Henrique Rodrigues Veloso, acatou as argumentações da PGE contra a ação movida pela Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB) e da Federação Nacional dos Servidores dos Ministérios Públicos Estaduais (Fenasempo) no processo nº 34.510 de 2009 que buscava cobrar a contribuição sindical de todos os servidores ativos e inativos do Ministério Público do Estado que não havia sido recolhida desde o ano de 2004, além de obrigar o recolhimento perpétuo da contribuição nas folhas de pagamento dos servidores e a aplicação de multa pelo não recolhimento nas épocas próprias.
Em contestação, a PGE defendeu a tese de ilegitimidade ativa da Fenasempe pela falta de registro de entidade sindical no Ministério do Trabalho e Emprego, de acordo com o art. 558 da Consolidação das Leis do Trabalho. Além disso, requereu a extinção do processo sem julgamento de mérito em razão da inexistência de publicação dos Editais exigidos por lei (art. 605 da CLT) para o recolhimento do imposto sindical.
Na avaliação do procurador-chefe da Procuradoria do Contencioso Fiscal da PGE, Marcelo Sampaio, “a decisão foi de extrema importância para o Estado por evitar, além de prejuízo aos cofres públicos, a cobrança indevida da contribuição sindical aos servidores públicos do Ministério Público Estadual, sobretudo pela falta de previsão legal”.
A Justiça Federal acaba de quebrar os sigilos bancários e telefônicos e determinar o bloqueio de R$ 17 milhões em bens do ex-secretário de Saúde Ricardo Murad. A decisão foi determinada pelo juiz Carlos Madeira na ação de improbidade administrativa e enriquecimento ilícito movida contra ele em decorrência das denúncias de superfaturamento na elaboração de projetos do Programa Saúde é Vida.
Foram quebrados também os sigilos dos diretores da construtora Proenge, responsável pelo projeto executivo para a construção dos 64 hospitais do Saúde e Vida e de ex-servidores da Secretaria Estadual de Saúde.
Mesmo antes de tomar posse como governador do Maranhão, Flávio Dino se posicionou claramente sobre as dificuldades a serem enfrentadas no segundo mandato da presidenta Dilma Rousseff.
Nas inúmeras entrevistas que concedeu a meios de comunicação da chamada mídia nacional, interessada em saber como o comunista derrotara o clã Sarney nas eleições de outubro de 2014, Dino se posicionou favorável à construção de uma agenda política positiva para o Governo Federal como resposta às turbulências que se avizinhavam.
Dino pregava conciliação, chamava a atenção para o fato de que os desdobramentos da Operação Lava Jato poderiam gerar dificuldades no cenário politico e observava a necessidade de diálogo entre os principais atores políticos do país, em nome da institucionalidade e acima de partidarismos.
Logo após tomar posse, Dino iniciou junto aos colegas governadores do Nordeste a construção de uma pauta entre os líderes regionais e a presidenta que convidava o governo federal a manter o protagonismo no cenário político.
Em encontro com governadores da região Norte, o mesmo discurso. Ao contrário de outros líderes políticos que em silêncio pelo temor de serem apontados pela mídia como ‘sócios da crise’, Flávio Dino assumiu o front da batalha pela governabilidade, fez discursos e, acima de tudo, tomou atitudes enfáticas a favor do respeito às leis, às instituições democráticas e à manutenção do mandato constitucional da presidenta.
Em consonância com a peregrinação de Flávio Dino pela retomada da governabilidade, os ministros de Dilma foram convidados a vir ao Maranhão para discutir propostas e projetos para o Maranhão e o país. Em 7 meses, nada menos do que 12 ministros visitaram o Estado. Um deles: Mangabeira Unger, veio exclusivamente para conversar com Flávio e os maranhenses sobre as alternativas de crescimento regional
A postura do governador Flávio Dino foi decisiva para que Dilma decidisse iniciar a retomada da governabilidade e crescimento no Maranhão. Certamente a governante não se arrependeu.
Recebida com palavras de ordem como o ‘não vai ter golpe’, acompanhadas por um entusiasmado Flávio Dino de braço erguido e punho cerrado (um símbolo da esquerda), Dilma fez o discurso mais enfático até aqui contra aqueles que torcem pelo ‘quanto pior melhor’.
Pela primeira vez desde o agravamento da crise, a mídia nacional que se ocupava de seguir a agenda tucana e peemedebista de desqualificação do mandato presidencial, deu destaque à face aguerrida da presidenta, que falou de forma convincente que a crise vai passar e rápido.
Nas últimas décadas, todos os presidentes da República que visitaram o Maranhão, chegaram ao Estado devassados nos bastidores por chantagens e cobrança de faturas, como mandava o figurino sarneysista de fazer política.
Na visita da presidenta Dilma ao Maranhão, ocorreu o inverso. Além da percepção positiva gerada pelo fato de que a presidenta retomou as rédeas do governo, Dilma colheu dividendos no Maranhão a partir do próprio discurso do governador Flávio Dino, que justificou o apoio a ela lembrando os programas sociais implantados pelo PT na última década e que mudaram a face das relações sociais no país pela inclusão social.
As palavras de Dino reanimaram os próprios aliados do governo que, até aquele momento, pareciam ter esquecido o fato de que o maior legado do PT foi a revolução social promovida pelo primeiro projeto de poder genuinamente popular da história brasileira.
O prefeito Edivaldo Holanda Júnior recebeu, nesta manhã de quinta-feira (13), a visita do maranhense bicampeão do Rally dos Sertões na categoria quadriciclos, Marcelo Medeiros. Na ocasião, o piloto falou sobre a experiência e contou que participará do Rally Dakar 2016, que é a principal competição off-road do mundo. Durante a conversa descontraída, o prefeito Edivaldo parabenizou o maranhense pela conquista.
“Fico muito feliz pelo Marcelo, que alcançou seu objetivo com competência e força de vontade. Essa vitória é um incentivo para aqueles que desejam realizar seus sonhos, independente das dificuldades. Parabenizo-o e desejo sucesso em sua carreira e que, assim como outros maranhenses, ele continue levando o nome do nosso Estado pelo Brasil e para o mundo”, disse Edivaldo.
Marcelo Medeiros, piloto da Taguatur Racing, contou que enfrentou muitas dificuldades durante a competição, entre elas o cansaço físico, por conta dos oito dias de prova. Realizado no período de 1 a 8 de agosto, o Rally dos Sertões teve largada em Goiânia (GO) e chegada em Foz do Iguaçu (PR). No total, foram percorridos 2.917 quilômetros e 1.487 km de trechos cronometrados.
O bicampeão contou como foi completar o Rally dos Sertões e vencer seis das sete etapas realizadas na 23ª edição da prova. “Para mim é uma superação na vida profissional. É uma competição muito cansativa, mas tive determinação para vencer. Esse é o foco que nós devemos ter. E isso serve tanto para a vida pessoal quanto para a vida profissional, pois temos que ter foco para conseguir vencer qualquer obstáculo. Isso que é importante”, destacou Marcelo.
O resultado positivo da vinda de Dilma Roussef ao Maranhão continua repercutindo em Brasília. O vice-líder do PCdoB na Câmara dos Deputados, Rubens Pereira Júnior, elogiou a agenda trabalho no Estado, destacou a inauguração de unidades habitacionais do Programa Minha Casa Minha Vida e a defesa que o governador do Maranhão Flávio Dino e demais presentes fizeram da presidente.
“O evento tornou-se um verdadeiro ato de desagravo, com mais de 10 mil pessoas”, afirmou Rubens Júnior. “Na política nós temos lado e nosso lado é defesa da democracia”, afirmou. Além de Rubens Jr, a bancada do PCdoB na Câmara foi representada no ato por Chico Lopes (CE), Orlando Silva (SP), Jô Moraes (MG), e a líder Jandira Feghali (RJ).
“O PCdoB, em um só voz, dizendo que continue o mandato da Presidente Dilma, as crises certamente passarão e o Brasil só tem a ganhar”, afirmou.
Muito já foi especulado sobre as razões que fizeram a presidente Dilma Rousseff desembarcar no Maranhão, esta semana, para entrega mais de 3 mil casas e o Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram) ao lado do governador Flávio Dino e do prefeito Edivaldo Júnior.
A razão é simples. Dilma nunca perdoou a traição de Sarney, que votou em Aécio Neves para presidente na eleição passada. O vazamento do vídeo em que Sarney vota no tucano repercutiu em todo país, após as eleições. Se já não gostava do oligarca maranhense, hoje Dilma não o suporta.
Aos mais próximos a presidente deixa claro que só convive com o último coronel da política brasileira obrigada pelas circunstâncias. Afinal, ela precisa do PMDB, onde Sarney ainda tem certa influência, para garantir a governabilidade do país.
Outro fator que pesou consideravelmente para a decisão de Dilma Rousseff em começar a turnê em busca de retomar a popularidade pelo Maranhão foram os resultados de pesquisas que chegaram ao Planalto. Nelas, a constatação de que o governo Flavio Dino com mais de 70% de aprovacão é uma ilha de credibilidade política no oceano de rejeição aos políticos e governantes do país.
Além disso, o mnitoramento de mídia regional feito pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República mostra as constantes deslealdades do império midiático da oligarquia maranhense. Bingo! Dilma encontrou no Maranhão o cenário perfeito para começar a arrancada contra o golpe.
Ambiente receptivo, obras importantes e continuidade dos programas sociais e, de quebra, a oportunidade de mandar dar o troco em alto nível aos aliados infiéis liderados pelo traidor-mor José Sarney. Não deu outra! Dilma deixou o Maranhão ovacionada freou o ímpeto dos golpistas e viu de perto a decadência da oligarquia vaiada impiedosamente na figura do senador Edison Lobão. Símbolo histórico do fim de triste ciclo da política maranhense.