A delação premiada de Sérgio Machado é uma pá de cal em Edison Lobão (na foto com o filho Márcio Lobão). Num dos anexos, Machado detalha como era feito o envio das propinas destinadas ao senador peemedebista.
Funcionava assim: um emissário se dirigia a um endereço no Centro do Rio de Janeiro e entregava a dinheirama para Márcio Lobão, filho do senador, presidente há nove anos da Brasilcap (empresa de planos de capitalização do Banco do Brasil), colecionador de artes plásticas e apreciador de ótimas safras de tintos franceses.
De acordo com o gravador-geral da República, Lobão recebia R$ 300 mil por mês, em dinheiro vivo.
No total, entre remessas como as descritas acima e outras modalidades, Machado conta que direcionou R$ 20 milhões para o ex-ministro das Minas e Energia de Lula e Dilma, ex-integrante da base parlamentar de Lula e Dilma e atual integrante do time que apoia Michel Temer. (Lauro Jardim, o Globo)
Flávio Dino
As imagens esta semana de uma escola maranhense alegraram-me por ser um bom exemplo das mudanças verdadeiras que, progressivamente, estamos fazendo. Em lugar de uma escola toda deteriorada que havia antes, as fotos mostram a requalificação da sua estrutura, oferecendo boas condições para a comunidade escolar. E a antiga placa, que antes exibia o nome do terrível ditador Medici, agora estampa o nome do genial educador Paulo Freire, um dos maiores brasileiros de todos os tempos.
Neste final de semana, nosso governo entregou 30 escolas reconstruídas, em todas as regiões do Estado. Elas receberam melhorias como a instalação de aparelhos de ar condicionado nas salas de aula, reforma de banheiros, pinturas de fachadas, troca de telhados, reparos em pisos e áreas comuns, e requalificação da estrutura interna. Temos mais 30 reconstruções em fase final, para inauguração no próximo mês. E quase 200 escolas já receberam manutenção preventiva e corretiva. Não temos dúvida de afirmar: isso jamais ocorreu na história do Maranhão.
Das obras de reconstrução, 11 foram definidas a partir de demandas apresentadas nas escutas territoriais do Orçamento Participativo. É um resultado efetivo do aumento do poder de voz da população maranhense por meio desse instrumento decisório. A população, quando consultada, frisou que a qualificação do ambiente de ensino permite melhorar o trabalho dos professores e o aprendizado dos alunos. E nós atendemos a esta demanda.
É só o começo. Como parte do Programa Escola Digna, estamos com cerca de 100 escolas com obras já iniciadas ou em fase de contratação, de um total de 300 que fixamos como meta do nosso Governo. São escolas que serão doadas aos municípios, para substituir as escolas de taipa e palha. A primeira delas já está pronta, fruto de parceria com a empresa Agroserra, e será entregue no município de Fortaleza dos Nogueiras. Importante destacar que outras 8 empresas privadas já se comprometeram a ajudar o Governo do Estado nessa luta contra as escolas precárias.
Estamos enfrentando também um dos mais graves problemas do Maranhão, que é o grau de analfabetismo, um dos maiores do país. Para lutar contra esse problema, estamos implantando o programa “Sim, Eu Posso”, em parceria com organizações da sociedade civil. Ele visa alfabetizar mais de 14 mil pessoas entre jovens, adultos e idosos em 8 municípios maranhenses com baixo IDH e elevado índice de analfabetismo. Nesse programa, 1.500 candidatos se inscreveram no processo seletivo para escolha de 71 coordenadores e 702 alfabetizadores do Projeto, abrangendo os municípios de Aldeias Altas, Água Doce do Maranhão, Governador Newton Bello, Jenipapo dos Vieiras, Itaipava do Grajaú, Santana do Maranhão, São João do Carú e São Raimundo do Doca Bezerra. Em outros 100 municípios, temos as ações do programa Brasil Alfabetizado, do Governo Federal.
Essas ações fazem parte de um esforço do Governo de Todos Nós, em meio a uma grave crise mundial e nacional, para seguir ampliando investimentos em educação. Essa é a principal medida de longo prazo que devemos tomar em momentos de crise: investir no que realmente é importante e estratégico. Em vez de cortes na educação, estamos aumentando os investimentos para garantir uma estrutura digna para a educação que alarga os horizontes da juventude maranhense e aumenta sua qualificação profissional. Se isso tivesse sido feito há 20 ou 30 anos atrás, a realidade social do Maranhão era outra. Mas nunca é tarde para começar e correr atrás do tempo perdido. A fé dos profissionais da educação, com os quais tive contato nas visitas às escolas, só faz aumentar a minha convicção de que estamos em um caminho certo. Quem sabe, faz a hora. Avante.

Aterro da Ribeira, hoje, nem de longe lembra o lixão infestado de ratos e urubus
Além das ações na área de empreendedorismo no campo, saúde e urbanização em diversos bairros da cidade, o prefeito Edivaldo tem se destacado também como gestor pioneiro na implantação das metas estabelecidas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). O maior exemplo voltado para essa ação é o novo Aterro da Ribeira, localizado no Distrito Industrial. Antes cenário de degradação humana e ambiental, o local hoje é se destaca no gerenciamento de resíduos sólidos e orgânicos.
O local recebe todos dia cerca de 1.300 toneladas de resíduos, resultado da coleta realizada em todo o município de São Luís. Esse material é compactado e enviado para a Central de Tratamento de Resíduos (CTR), administrada pela empresa Titara, localizada no povoado Buenos Aires, município de Rosário (distante 60 km da capital). O aterro sanitário possui uma área de 180 hectares e tem capacidade para tratar até 2,3 toneladas de resíduos sólidos e orgânicos. Sua vida útil é de 32 anos.
Prestes a completar um ano de seu fechamento operacional, ocorrido em julho de 2015, o novo Aterro Sanitário da Ribeira está praticamente recuperado depois de passar por um processo de restauro físico e ambiental. Foram 15 anos recebendo tanto resíduos orgânicos quanto materiais inertes. Sem nenhum manuseio adequado e redirecionamento no descarte, no local os resíduos se misturavam ao odor do chorume e atraíam centenas de urubus.
Para o prefeito Edvaldo, a tomada de decisão de colocar fim às operações do antigo aterro gerou impactos positivos ambientais, econômicos e, principalmente, de humanização das pessoas que trabalhavma na coleta dos resíduos. “Foi mais um marco importante e histórico para a nossa cidade. Com essa iniciatva da nossa gestão, São Luís figura como uma das primeiras capitais do país a obedecer e ser regida pela Política Nacional de Resíduos Sólidos. Os resíduos são destinados para um local ambientalmente correto, moderno, que atende a todas as exigências legais. Uma nova etapa nas políticas públicas relacionadas ao meio ambiente, buscando meios de desenvolvimento sustentável”, afirmou o prefeito Edivaldo.
A Prefeitura de São Luís executa ainda um novo plano de ação de limpeza pública, no qual está inserido um contingente de 600 novos agentes de limpeza, além de 40 novas máquinas. A ação sinaliza um incremento considerável de equipes de trabalho nas ruas, avenidas e logradouros da capital para otimização dos resultados deste serviço.
Operação
Ao chegar uma caçamba cheia de resíduos, coletado num dos bairros de São Luís, no aterro, ela segue direto para um dos dois transbordos existentes no local. É uma espécie de fosso, a fim de que os caminhões descarreguem os resíduos domiciliar e público. O material descarregado pelas caçambas é carregado em caminhões de maior e, envolto por uma lona especial, segue viagem com total segurança, pela BR-135, até a CTR de Rosário. A média é de três viagens por turno.
A Prefeitura também providenciou a recomposição do solo do antigo aterro. A primeira providência foi cessar o despejo material orgânico. Hoje o espaço recebe apenas materiais inertes, como metais e resíduos da construção civil. Com o auxílio de uma escavadeira e dos ajudantes de aterro, o material é separado em contêineres identificados e divididos em ferro, plástico e madeira. Em volta de todo o perímetro do aterro existe um monitoramento geométrico ambiental de águas superficiais, com drenagem e colocação de grama, para a recuperação da área.
“Quem conheceu este local antes fica admirado com a transformação que o aterro sofreu. Onde víamos um monte de dejetos e pessoas em local insalubre e degradante, vemos agora os manejos acontecerem de forma planejada. O novo visual impressiona pela organização”, descreve o encarregado do transbordo Luiz Marques.
No atual Aterro Sanitário da Ribeira não se vê mais catadores de resíduos. Antes, a cada caçambra despejada, os grupos corriam para separar o que encontravam, sem nenhum critério de higiene. Urubus e o mau cheiro do chorume tornavam o ambiente sub-humano. “O prefeito Edivaldo foi o único gestor que enfrentou este desafio, ao avançar num novo planejamento integrado de resíduos sólidos”, disse o secretário de governo de São Luís, Lula Fylho.
Agora agentes de limpeza e ajudantes de aterro que trabalham no Aterro da Ribeira são equipados e recebem instruções de como melhor manusear os resíduos. Eles se sentem até orgulhosos de fazerem parte do processo de transformação do lugar e ao meio ambiente.
O agente de limpeza José de Ribamar Silva Viana comenta que as mudanças serviram para, inclusive, trazer mais autoestima aos profissionais. “Só porque lidamos diariamente com materiais descartados não significa que temos que trabalhar de qualquer maneira. Aqui recebemos todas as orientações e o serviço acaba sendo feito com boa qualidade”.
Já o ajudante de aterro Anderson dos Santos Cruz presta serviço no alto do aterro, onde antes se amontoavam dejetos orgânicos e sólidos. Um local em que a terra está sendo tratada com o próprio material inerte despejado. São entulhos de construção civil que são separados e reaproveitados na compactação da área. “Tudo aqui é organizado por setor. Trabalha-se num bom ambiente para que o aterro não se torne o que foi. Tudo aqui mudou, pra melhor”.
Outras Ações
O prefeito Edivaldo incrementou o envolvimento da população em ações de desenvolvimento sustentável ao buscar caminhos de geração de trabalho e renda, a partir da formação de cooperativas de catadores, para aliar trabalho e sustentabilidade e garantir a essas pessoas auferir ganhos com a coleta seletiva.
A política de gestão correta e adequada de resíduos, que está sendo colocada em prática na cidade tem a coordenação do Comitê de Limpeza Urbana da Prefeitura que tem como objetivo profissionalizar a destinação dos resíduos sólidos. O prazo para os municípios atenderem aos preceitos da Lei Nº 12.305/10, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) vai até o ano de 2018, mas a Prefeitura de São Luís já está cumprindo a determinação e deve avançar ainda mais com as medidas que serão implementadas.
Outra iniciativa que integra a política de resíduos sólidos implantada na administração do prefeito Edivaldo foi a abertura do primeiro Ecoponto da cidade que fica na Avenida dos Africanos. O projeto visa atender os geradores e transportadores de pequena quantidade de resíduos, com volumes inferiores a 2m³, transportados por veículos como pick-up, carrinhos de mão ou carroças. Os condutores de veículos de tração animal são os grandes usuários destas unidades, pois têm como principal atividade o transporte de resíduos.
“Para atingirmos o cenário ideal, temos um longo caminho pela frente, mas, estamos trilhando de forma responsável e planejada. Prova disso foi o esforço do prefeito Edivaldo para implantarmos o projeto dos Ecopontos, os quais foram estudados e mapeados de acordo com as áreas de maior concentração de descarte irregular e inadequado de resíduos, os populares lixões”, enfatizou a presidente do Comitê de Limpeza Urbana da Prefeitura de São Luís, Carolina Estrela.
A previsão é que sejam implantadas 10 unidades do tipo – todas em pontos da cidade que sofram com o descarte irregular. Outros três novos Ecopontos já estão em fase de implantação na área Itaqui-Bacanga, no Bequimão e no Turu. Os produtos recicláveis coletados nesses pontos serão enviados as cooperativas de reciclagem.
A Prefeitura de São Luís tem intensificado operações de fiscalização contra o descarte de resíduos em locais proibidos. As ações têm como objetivo coibir o descarte irregular e autuar os infratores. Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Urbana (Abrelpe), seis de cada 10 municípios brasileiros destinam seus detritos para lixões. Cada um dos 1.014.837 habitantes de São Luís produz, em média, 1,37 quilo de resíduos que, após ser recolhido, acaba em um lixão. Mas a capital maranhense não é a única.
Pela nova política nacional, é proibido o lançamento de resíduos sólidos em praias, no mar ou em quaisquer corpos hídricos; o lançamento in natura a céu aberto, excetuados os resíduos de mineração; a queima a céu aberto ou em recipientes, instalações e equipamentos não licenciados para essa finalidade. São proibidas também, nas áreas de disposição final de resíduos ou rejeitos, a utilização dos rejeitos dispostos como alimentação; a catação/criação de animais domésticos; e a fixação de habitações temporárias ou permanentes.
As cerca de 1.300 toneladas de resíduos coletados em bairros de São Luís, depois de passar pela estação de transbordo localizada no Aterro da Ribeira em São Luís e seguir viagem em carretas padronizadas rumo à Central de Gerenciamento Ambiental, no município de Rosário, recebe tratamento dentro dos padrões internacionais.
Por meio da utilização de novos materiais e da evolução dos processos operacionais, os resíduos não simplesmente são jogados, mas tratados de maneira adequada. Há, também, um sistema de captação do chorume para posterior tratamento. Ele é coletado por meio de drenos, encaminhados para o poço de acumulação, de onde, nos seis primeiros meses de operação, é recirculado sobre a massa de resíduos aterrada. Após esses seis meses, quando a vazão e os parâmetros já são adequados para tratamento, o chorume acumulado é encaminhado para a estação de tratamento de efluentes.
No aterro sanitário existe uma cobertura diária dos dejetos, evitando mau cheiro e poluição visual, havendo uma disposição dos resíduos sólidos. Não há catadores em atividade no terreno e a quantidade de resíduos que entra é totalmente controlada. O local também conta com um sistema de captação e armazenamento ou queima do gás metano, resultante da decomposição da matéria orgânica. Ao final da vida útil do aterro sanitário, a empresa será responsável por efetuar um plano de recuperação da área.
A coluna Radar, da Veja Online, trouxe ontem a informação de que o ex-senador José Sarney está abatido por conta das inconfidências do amigo Sérgio Machado, o caixa do PMDB, que entregou os caciques do partido na Lava Jato.
Conforme a coluna, Sarney diz que “o ex-presidente da Transpetro o tratava como “pai” e que foi de Sérgio Machado a iniciativa de procurá-lo para pedir apoio”.
Machado disse em delação premiada que entregou R$ 20 milhões para Sarney e que R$ 50 milhões foram divididos entre Renan Calheiros e Romero Jucá.
O ex-presidente vinha passando despercebido e até elogiado por ainda não ter sido citado como beneficiário de esquema de corrupção, mas veio justamente o amigo Sérgio Machado e entregou tudo, revelando ao país a verdadeira face de Sarney, um camaleão da política, conforme definiu o ex-deputado Domingos Dutra.
A delação de Machado colocou Sarney no olho do furação e alvo da Lava Jato.
MÁRCIO FALCÃO
AGUIRRE TALENTO
Em sua delação premiada, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado afirmou que pagou ao menos R$ 70 milhões desviados de contratos da subsidiária da Petrobras para líderes do PMDB no Senado.
Segundo o relato de Machado, a verba foi repassada para o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o senador Romero Jucá (PMDB-RR), e para o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP).
A maior parte da propina teria sido entregue para o presidente do Senado, sendo R$ 30 milhões. Renan é considerado o padrinho político de Machado e principal responsável por dar sustentação a ele no cargo, que
ocupou por mais de dez anos.
O ex-presidente apontou ainda aos investigadores que Jucá e Sarney levaram do esquema R$ 20 milhões cada um. Não há detalhes sobre como Machado teria feito esses repasses, que foram desviados da empresa que é responsável pelo transporte de combustível no país.
A colaboração traria ainda indicações de recursos para os senadores Edison Lobão (PMDB-MA) e Jader Barbalho (PMDB-PA).
A delação de Machado já foi homologada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) e a Procuradoria-Geral da República avalia os depoimentos para as investigações. Os depoimentos indicaram o caminho do dinheiro passado para os peemedebistas.
Entre as suspeitas está a de que os peemedebistas teriam recebido parte da propina em forma de doações eleitorais, para facilitar a vitória de um consórcio de empresas em uma licitação para renovar a frota da Transpetro.
Diante das colocações do ex-presidente da Transpetro, a expectativa é de que a Procuradoria ofereça as primeiras denúncias contra os integrantes da cúpula do PMDB no Senado. Segundo pessoas próximas às investigações, os depoimentos de Machado são um dos melhores entre as delações fechadas porque revela detalhes e não apenas indicações ou referências do que teria ouvido sobre o esquema.
Machado fechou delação depois que as investigações contra ele e um de seus filhos avançaram, sendo que ficou com receio de ser preso. Ele teve seus sigilos bancário e fiscal quebrados pelo juiz Sergio Moro.. O ex-presidente da Transpetro chegou a fazer gravações de conversas com Renan, Sarney e Jucá que foram entregues para a Procuradoria, nas quais são discutidas medidas para travar o avanço da Lava Jato.
No diálogo com Machado, Jucá chegou a falar em um pacto que seria para barrar a Lava Jato. Dias após assumir o Ministério do Planejamento, a Folharevelou a gravação e Jucá deixou o cargo voltando ao Senado.
Outro diálogo revelou que Renan chamou o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de mau caráter e disse que trabalhou para evitar a recondução dele para o comando do MP, mas ficou isolado.
OUTRO LADO
O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) e o ex-presidente José Sarney não comentaram os novos detalhes da delação de Sérgio Machado.
A Folha ligou e enviou mensagem ao senador Romero Jucá (PMDB-RR) na noite de sexta (3), mas ele também não se manifestou até a conclusão desta edição.
Em manifestações anteriores, Renan Calheiros já afirmara que todas as doações de campanha recebidas por ele foram legais e aprovadas pela Justiça.
No final de maio, ao comentar a divulgação de uma conversa que teve com Sérgio Machado, o presidente do Senado afirmou que não poderia se responsabilizar por “considerações de terceiros sobre pessoas, autoridades ou o quadro político nacional”.
Sobre Machado, Sarney também já havia afirmado que o conheceu há “muitos anos”.
“Fomos colegas no Senado Federal e tivemos uma relação de amizade, que continuou depois que deixei o Parlamento”.
Em relação às conversas que o ex-presidente da Transpetro gravou, Sarney também já havia dito que os diálogos foram “sempre marcados “pelo sentimento de solidariedade, característica de minha personalidade”.
“Nesse sentido, expressei sempre minha solidariedade na esperança de superar as acusações que enfrentava. Lamento que conversas privadas tornem-se públicas, pois podem ferir outras pessoas que nunca desejaríamos alcançar”, diz a nota assinada pelo ex-presidente também no final do mês passado.
A Folha não conseguiu localizar os senadores Edison Lobão e Jader Barbalho na noite de sexta.

Prefeito de Timon, Luciano Leitoa
Imagine ter acesso a uma escola pública de qualidade com ar-condicionado, merenda balanceada todos os dias, fardamento gratuito, professores qualificados constantemente, projetos de incentivo ao completo desenvolvimento dos alunos e escolas monitoradas por câmeras? Isso acontece em Timon, cidade do interior do Maranhão que fica a 400 km da capital, São Luis. A gestão do prefeito Luciano Leitoa tem dado aula a outros gestores de municípios brasileiros e prova que é possível garantir desenvolvimento para uma cidade mesmo em épocas de crise econômica.
O mais interessante desse novo momento vivido pela cidade de Timon, é que a prioridade tem sido investir em pessoas. Além de garantir investimentos financeiros para a cidade, o gestor municipal, que assumiu a prefeitura em 2013 em estado precário, salários atrasados e até a presença de escolas de taipa, tem tido atenção com a pessoa humana. Esse cenário é todo real e pode ser conferido na satisfação das pessoas que enxergam em Luciano um homem de vida pública regada pelo compromisso.
“É muita honra nesses últimos meses estar reinaugurando as modificações que foram feitas nas escolas. Tem influenciado muito no aprendizado dos alunos e no conforto dos profissionais que trabalham no dia a dia”, disse Luciano Leitoa.
O legado construído para a educação de Timon tem sido a marca do seu governo. Para ele, este é um processo que servirá em longo prazo e irá garantir aos pequenos estudantes uma base sólida de conhecimento e dedicação com a cidadania. As ações vão além de melhorias físicas, que incluem equipamentos, reformas e climatização. O trabalho integrado que é realizado inclui valorização do profissional da educação com pagamentos em dia e aproximação da escola com a família. Todas essas peças têm sido encaixadas como um grande quebra-cabeça e os resultados vão além de satisfatório.
Nas várias inaugurações oficiais realizadas durantes o mês de maio e que devem ocupar datas do calendário do mês de junho, o que se tem notado é o sentimento de gratidão dos pais por verem que o voto de confiança dado ao gestor nas urnas em 2012 tem sido correspondido com a mudança na realidade da vida dos pequenos estudantes.
Driblar a crise econômica e a instabilidade política é um ato de coragem e que necessita de planejamento. Alguns podiam não creditar ou desconfiar da ousadia de Luciano em querer tornar as escolas do município com qualidade superior a muitas escolas particulares. Sempre presente nos seus discursos, a Educação faz parte dos seus planos de melhorar a qualidade de vida do povo. O primeiro passo deles foi dado e a tarefa de casa do gestor é simples: gerenciar os recursos públicos a favor do Povo!